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Dia de Clássico

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A palavra de hoje. Solidariedade e humildade. 

No dia de clássico de hoje, o Benfica foi mais uma vez traído pelo excesso de confiança. A ilusão cresceu e muito após a obra de Xistra na cidade berço. Pela boca morre o peixe e hoje esse ditado foi mais uma vez determinante. 

No jogo de hoje, a equipa do Porto trabalhou imenso para vencer. O Danilo e o Casillas foram pedras basilares, lutando incessantemente pela vitória. Nada se conquista sem trabalho. E esse trabalho será muito para chegarmos ao desiderato neste ano.

De facto, o Benfica criou algumas oportunidades sendo curiosamente a mais flagrante a do Indi para a própria baliza!

Porém, a equipa soube dar a volta criando também as suas oportunidades e concretizando-as. A vitória de hoje confirma a superioridade azul e branca no novo estádio da Luz. 

Fica-nos o sabor amargo do furto de cinco pontos ao Porto no Dragão nos três últimos jogos caseiros. Caso contrário, a classificação de hoje seria já bem diferente.

Queria igualmente deixar uma palavra de apreço para Chidozie que, apesar de ter estado ainda periclitante, soube estar num jogo de enorme responsabilidade. Houve estrelinha sim senhor. Mas é assim que nascem os campeões!

 

Força, Porto!

Hélder Rodrigues

O futebol é isto mesmo...

Eduardo Louro 12 Fev 16

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O futebol é isto mesmo - diz em futebolês. Não sei se é isto mesmo, sei é que tem muito disto.

O Benfica estava imparável. O Porto de rastos. O Benfica respirava confiança, o Porto desconfiava até da própria sombra. O Benfica, para além de vir a jogar muito bem, evidenciava uma notável eficácia na hora de atirar ao golo. O Porto, mesmo não jogando muito bem, criava muitas oportunidades mas aproveitava poucas.

O início do jogo mostrou bem qual era o ponto de partida de cada uma das equipas. Bem por cima, e com o Porto amedrontado, o Benfica chegou cedo ao golo. Diz-se que, nos clássicos, marcar primeiro é um trunfo forte e, ao fazê-lo, o Benfica ficou com tudo para ganhar o clássico, e enterrrar de vez as aspirações do Porto neste campeonato.

Só que - lá está - o futebol tem muito disto. Na primeira vez que remata à baliza, num remate muito facilitado e onde, depois, Júlio César não fez tudo o que se exegia, o Porto empatou. Nada que assustasse ninguém, a superioridade do Benfica era evidente, mesmo que aquele golo tivesse ressuscitado os jogadores do Porto. E as oportunidades de golo iam-se sucedendo, todas para o lado do Benfica. No fim, contam-se dez!

Não me lembro de um clássico tão desnivelado, e com tantas oportunidades de golo. Só que o invulgar nível de desperdício do Benfica, e a memorável exibição de Casillas, que negou cinco golos em outras tantas defesas soberbas, não permitiram que o resultado traduzisse a enorme superioridade do Benfica neste jogo. 

E vem ao de cima outra velha máxima do futebolês: quem não marca sofre. E lá está outra vez: o futebol tem disto, e foi o Porto a fazer o segundo golo na terceira oportunidade que criou. A segunda tinha acontecido pouco antes, no mesmíssimo contexto de jogo.

E aí o jogo acabou. Os jogadores do Benfica sentiram a injustiça do resultado, e com o desperdício de mais duas oportunidades logo de seguida, deixaram de acreditar. Ao contrário do também habitual, as substituições correram todas mal. A de Salvio, mais do que à procura do milagre, foi apenas para puxar pelos adeptos na expectativa que fossem eles a levantar a equipa para o assalto final.

Nada resultou. Espero que não fiquem marcas. Nem dúvidas na cabeça dos jogadores. Nem na dos adeptos. Não adianta lembrar que com esta derrota o Benfica já só pode aspirar a fazer 25% dos pontos em disputa com os rivais na disputa do disputa do título. Todos os jogos têm a sua história, e essa é apenas a dos números!

Hoje escrevi mais tarde do que o normal. Não porque jamais abandonarei a minha causa aqui no Dia de Clássico, mas porque após a minha ida ao Estádio a tosse do meu estado enfermo regressou em força. Fui ao Estádio, mesmo doente. Apesar de ser errado, vou e pronto. Não se explica.

Fiquei até ao fim. Até ao último apito. Não saí a meio, nem virei as costas a ninguém. Na noite do Dragão, houve um jogador que fez o inverso. Virou as costas ao adeptos e à equipa. Quis sair. Talvez por causa do trânsito. Somos o fruto das nossas acções e, quanto a isso, está tudo dito.

No golo mais rápido da Liga Nos (tinha que ser contra nós), o Arouca chegou-se à frente e, mesmo com a povoação defensiva e antijogo, o FCP faz dois golos e vira o resultado. Porque virámos mesmo o resultado. Que saudades tenho eu dos capitães do FCP que iam para cima do árbitro, perante a palhaçada que o guarda-redes do Arouca estava a fazer. Isto só acaba quando um artista destes for expulso.

A par do que denunciei aqui no ano passado, o FC Porto continua a ser seriamente prejudicado: desde os penalties no Porto-Rio Ave, Guimarães-Porto, Porto-Marítimo e por aí fora, o silêncio é assustador. 

O Porto fez dois golos limpos e a lassidão continua. Porquê? 

Ontem um velho amigo perguntou-me se eu conhecia a voz do Antero. E na verdade desconheço se a mesma é grave ou aguda. Se calhar está mesmo na hora. 

Se calhar esse senhor deve assumir a falha grave do seu pupilo e abandonar o barco com ele. 

Num nexo de causualidade no Dragão, o efeito está sempre a ser o responsável. Lopetegui foi um desses efeitos que foi vilipendiado, mas como agora é evidente não fora ele o principal responsável. Tenho sérias dúvidas se, com ele, não estaríamos ainda a ombrear com os rivais (apesar de termos que ter cuidado com os cotovelos).

 

Em suma, o problema não está na lâmpada. Está no casquilho!

 

Força, Porto

Hélder Rodrigues

Isto é de treinador...

Eduardo Louro 6 Fev 16

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Sendo o primeiro a entrar em cena, ou o último, sempre a mesma resposta. A pressão é apenas a de jogar bem e ganhar. De ganhar bem, por muitos... Categoricamente, sem qualquer sombra de dúvidas. Sem penaltis, nem cotoveladas, nem Tonel... Com tranquilidade, sem confusões no banco. Com árbitros, árbitros assistentes e quartos árbitros em paz... Por três, quatro, cinco ou seis. Jogo após jogo.  

É isto, este Benfica. Uma máquina de jogar bom futebol e de marcar golos. Que pega no jogo logo que a bola sai do centro do campo, tocada pela primeira vez, e empurra o adversário lá para trás, encosta-o às cordas e sufoca-o até que comece a cometer erros. Uma espécie de semear terror para colher medos, numa fantástica história cantada numa bela peça de ópera. 

Olhando para trás, e apenas para os últimos seis anos, que guardam o melhor da História do Benfica do último quarto de século, e imaginarmos qualquer dessas equipas sem Luisão, Gaitan, Salvio e Maxi (era o que havia, não havia Nelson Semedo).  Sem o trinco, fosse lá quem fosse. Sem capitão. Tudo ao mesmo tempo, seria imaginar um cenário de terror. Neste Benfica é apenas mais uma etapa de crescimento, uma oportunidade a dar a novos jogadores, a forma de atingir novos patamares de exigência... Em qualquer desses gloriosos anos, com dois dos três centrais lesionados, recorrer-se-ia sempre a outro dos consagrados. Geralmente recuava o trinco: lembramo-nos de Katsouranis, de Javi e de Fejsa. Neste Benfica, vai-se procurar outro central, tenha lá a idade que tiver. E a experiência que tiver...

Isto, meus amigos, isto é de treinador. Este Benfica, é este Benfica por ser o deste treinador. É mérito indiscutível de Rui Vitória que, à medida que foi - também ele - ganhando confiança, se libertou de tudo o que o peava e se soltou de todas as amarras. Internas e externas!

A propósito: alguém imaginou ver este Mitroglou? Ficou-lhe mesmo bem, este hat-trick do Restelo...

 

PS: Não preciso que ninguém me venha dizer que também eu bati em Rui Vitória. Bem sei que sim. Com a mesma convicção e o mesmo sentido de justiiça com que agora o coloco nos píncaros.

Auto da Barca do Jamor

helderrod 3 Fev 16

Um jogo que não estava fácil                                                                             Samicas por causa dos nervos                                                                                 Mas o Dragão virou o galo                                                                                        que caiu pela primeira vez em Barcelos                                                                      O golo do Rúben foi boa cousa                                                                                   O Porto começou-se a encontrar                                                                                  A segunda parte foi oitra lousa                                                                                 com o Suk a voar                                                                                                   Ainda está difícil aplicar a lei catorze                                                                   parece que temos que arrancar pernas                                                                   ficam tantos penalties por marcar                                                                           Quer ao Porto e nas tabernas                                                                               Depois veio o Sérgio Oliveira                                                                                    que segundo o Lobo deu na aranha                                                                         Fez um golo de algibeira                                                                                            No ângulo! Que façanha!                                                                                     Quase prontos para o Jamor                                                                                        A odisseia no Império                                                                                                 Na capital a Maio em flor 22                                                                                          é para jogar a sério!                                                                                        

 

Parabéns à equipa que pode e deve fazer melhor, porque na História demos o nome a Portugal transcendemos a sua língua e essência tal como o grande senhor do teatro que se chama Gil Vicente!                                                                          

Força, Porto!

Hélder Rodrigues

Rendidos à evidência

Eduardo Louro 1 Fev 16

Capa do A BolaCapa do RecordCapa do O Jogo

 

É pá... Anda aí tanta gente incomodada com isto... Mesmo daqueles que dizem que não ligam nada a futebol. Não ligam mas ficam muito incomodados. 

Deixem lá. Isso passa... Mais semana menos semana isso acaba por passar.

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