Sábado, 22.11.14

E Janeiro aqui tão perto!

Num dia tão agitado como o de hoje quase nem se dava pelo congresso do Bloco. Nem pela Taça! Mas houve Taça, mesmo que não tenha acontecido taça... O Benfica não deu abébias!

Parece que Janeiro está mais próximo. Para quem está menos familiarizado com o que por aqui se vai escrevendo, e possa pensar que quando se pensa em Janeiro se está a pensar em contratações, há que dizer que nada mais errado: Janeiro é quando o Benfica de Jorge Jesus  começa a jogar à bola como ninguém!

Hoje, o Benfica já conseguiu dar um cheirinho do que terá para mostrar lá para Janeiro. Nas duas primeiras metades de cada parte, mas especialmente na da primeira, já se viu Benfica.

Mesmo com uma equipa bem afastada do que será o onze titular de Jesus... Mas que, à excepção dos laterais (André Almeida e Benito), tem tudo o que é preciso. Mesmo sem Talisca!

O Christante mostrou o que aqui já se tinha dito: que é bom jogador. Pode não ser o trinco de Jesus, mas é um excelente pivot. Pode até nem ser melhor que o João Teixeira, mas é bem melhor que o Samaris... O Enzo já se aproximou um bocadinho do que nos habituou e o Gaitan, quando saiu ao intervalo, já tinha a missão cumprida. E bem. O Derley fartou-se de jogar, a dizer que o Lima pode ficar a descansar e a recuperar forças. E forma. Do Jonas já não há muito a dizer, e o Salvio, que vinha alternando o melhor com o pior, foi hoje apenas capaz do melhor. E quando assim é...

E no fim lá seguiu o Benfica para os oitavos de final da Taça, deixando o Moreirense pelo caminho. Houve Taça, mas não houve Taça. E Janeiro aqui tão perto!

 

 

Eduardo Louro às 21:49 | link | comentar
Segunda-feira, 10.11.14

A Lenda Está Viva!

Era uma vez um cavaleiro

Mas não o Ivan

Este tinha mais dinheiro

E lia o D’Artagnan

Grisalho e limpinho

Comia peanuts ao almoço

Mas era tudo treta

O que ele gostava era de tremoço

Certo dia na Bruma da Madeira

Perdeu-se e viu-se fora-de-jogo

Mas veio o Martinho Paixão

Que chegou e o ajudou logo

Cortou a capa encarnada

Em três pontos iguais

Assim fizeram os outros

Em oito jornadas banais

Mas os Santos e os records

Que andam a mamar com A Bola

Ou mentem e não sabem

Ou não se importam com tanta esmola!

 

  Hélder Rodrigues

helderrod às 22:11 | link | comentar

O peditório

 

À medida que o Benfica vai fugindo na classificação as nomenklaturas sportinguista e portista acentuam a pressão sobre as arbitragens, alegando prejuízos próprios e reclamando de benefícios alheios. 

Ambos os lados contam com orquestras bem afinadas, com algumas particularidades, mas não mais que isso. Na orquestra portista a batuta está entregue ao treinador Lopetegui, que não perde um único ponto que não seja por responsabilidade dos homens do apito. Atingiu já o ridículo de nem dentro da própria orquestra ser levado a sério, o que, convenhamos, não é fácil.  Mas é assim, e ainda ontem assim foi, quando reclamou um penalti por uma bola na barriga de um jogador do Estoril, mas já estava muito longe para ver o penalti que o seu guarda-redes cometeu e o árbitro assinalou.  Não é por culpa dele que não fazemos a mínima ideia do que achou do outro, que o árbitro não assinalou na primeira parte, quando aos 30 minutos o Casemiro deu no pé do Kuca para que não chutasse para golo. Isso não sabemos porque ninguém lhe perguntou. É que há perguntas que não se fazem ao treinador do Porto...

Mas não precisou que ninguém lhe perguntasse para dizer que viu o jogo do Benfica. E para dizer que os árbitros dão uns pontitos ao Benfica que tiram ao Porto, e que é isso que faz a diferença na classificação.

E lá entra no peditório também a orquestra leonina. Curiosamente com o treinador Marco Silva, que começara por garantir que não contassem para ele para esse peditório, a empunhar também a batuta. Foi também o árbitro que não deixou que ganhassem ao Paços, ao anular um golo, já nos descontos (já devia saber que isso de golos nos minutos 92,93 ou 94 é só com o Porto), por fora de jogo, ao Montero. Que não estava. Poder-se-ia pensar que se tratava de acertar contas antigas, que depois de tantos golos marcados em fora de jogo, chegara a vez de lhe apresentar a factura. Mas não. Não era nada disso, apenas aconteceu que o Slimani, em posição de fora de jogo, intreveio na jogada movimentando-se para a bola. Mas disso já ninguém da orquestra se apercebeu!

É de resto um problema comum a ambas as orquestras. É um problema de falta de atenção. Por exemplo, com mais um bocadinho de atenção, teriam percebido que não é evidente nenhum fora de jogo no segundo golo do Benfica, ontem na Madeira. A Sport TV bem se esforçou para encontrar alguma coisa que pudesse tirar as dúvidas, mas não consegiu. Paciência... Claro que, depois, conseguiu mostrar uma falta assinalada a um jogador do Nacional que, com o jogo interrompido, enviou ainda a bola para a baliza, sem ver amarelo nem nada... Pois, o árbitro assinalou, e bem, uma falta e não um fora de jogo que, esse sim, seria mal assinalado. O que o árbitro viu, como toda a gente podia ter visto, foi o (outro) jogador do Nacional ganhar a disputa da bola de pé em riste. Em falta, portanto... Punível com livre indirecto, como no fora de jogo.

Claro que os comentadores da Sport TV podiam ter deixado tudo claro. Podiam... mas não era a mesma coisa! Já não dava para o peditório que está em curso...

Eduardo Louro às 16:57 | link | comentar
Domingo, 09.11.14

À espera de Janeiro...

A jornada até acabou por correr bem, recuperando o Benfica para os seus principais rivais dois dos três pontos que deixara em Braga. Mas o jogo da Choupana…

Bem sei que há quem diga que os campeonatos se ganham com jogos destes. Mas a mim parece-me que ninguém ganha campeonato nenhum a jogar assim!

Aquela segunda parte foi má de mais. Como aqui disse há uma semana, continuo à espera de Janeiro. Mesmo sem Enzo!

Eduardo Louro às 22:46 | link | comentar

A Verdade é Invicta!

O fim-de-semana futebolístico merece uma profunda reflexão. Aliás, o mesmo é um "case study" para todos aqueles experts que gostam de debitar opiniões sobre a verdade. Porém, já não lhes podemos conferir a acuidade. Na verdade, eles falam de verosimilhança. Falam assim porque, apesar de tudo, a verdade é só uma. A verdade acabou por ser invicta. Porque depois do que se viu, todo o resto é treta limpinha, peanuts e pastilha elástica! Este campeonato está ferido de morte na verdade. A morte acicatada pelo homem de negro enformou-se perante dez jornadas. Está tudo falseado! Não falem em escutas, falemos de dados concretos com imagens e sem pontos de fuga! O campeonato estendeu-se no número de equipas e no paradigma, designadamente na forma como o primeiro é primeiro e o segundo é segundo. Reflitam sobre este assunto. É perante este cenário que o FC Porto continua invencível. Ainda não perdeu e isso é indiscutivelmente mais importante do que os três pontos que o distam da justiça e da verdade. Talvez um dia nada valha, nem mesmo isso que estou a pensar, mas não escrevo. Vejo o FC Porto com muita Paixão. A mesma desde Campo Maior ou de Barcelos. É aliás esta Paixão que me preenche de orgulho. A Paixão que me faz acreditar ainda no futebol. Na verdade, há quem seja apaixonado cega e loucamente por papoilas. Eu estou apaixonado por este grande Porto. Mas não há Paixão mais bela do que aquela que encerra a verdade. Porque a verdade transcende tudo e todos e A Verdade ainda É Invicta. Força, Porto! Hélder Rodrigues

helderrod às 22:25 | link | comentar
Quinta-feira, 06.11.14

A um oitavo do sonho final, surge um Porto de classe Mundial.

Irrepreensível! O mágico Porto voltou a exacerbar classe pela Europa do futebol. Transformando o "inferno" de San Mames num pleno céu azul, o FC Porto foi a primeira equipa portuguesa a vencer em Bilbao para competições europeias. E não se trata apenas do conteúdo da vitória, trata-se da forma como a mesma foi aquistada! Com os destaques de Jackson e Brahimi, toda a equipa funcionou compactamente desde a defesa ao ataque. Foi efectivamente um jogo muito bem conseguido a lembrar outras grandes exibições do Porto de Mourinho pela personalidade plasmada em campo. Lopetegui parece estar a criar uma base sólida no onze, podendo agora aplicar o seu rotategui na Champions não esquecendo a importância do primeiro lugar para garantir o facto de sermos cabeças de série. É um Porto grande que dá nas vistas na Europa do futebol, acicatando o respeito pela imprensa internacional. Muitos lembram até o temível outsider cada vez mais in... Assim teremos uma palavra a dizer nesta edição da Champions e estamos a 1/8 de um sonho. Nada é impossível e, por isso, deixem-me sonhar! Força, Porto! Hélder Rodrigues

helderrod às 00:06 | link | comentar | ver comentários (1)
Terça-feira, 04.11.14

E de repente tudo muda…

E de repente tudo muda… Por mais que se queira fugir, não há volta a dar: o futebol é mesmo assim. É isto. E é por isto que é assim… Vibrante e apaixonante, como nenhuma outra coisa na vida.

O Benfica tinha tudo perdido. Nem sequer as portas da Liga Europa se entreabriam. Até essas estavam bem fechadas. A sorte andava arredia, virara as costas logo no sorteio e nunca mais regressara. Nas fases dos jogos em que era nitidamente superior, não conseguia tirar nada dessa superioridade, e quando passava para a mó de baixo era castigado com severidade. As arbitragens não ajudavam, e penalizavam sucessivamente a equipa. Os resultados entre os restantes adversários também não eram os mais simpáticos para quem tinha tanta necessidade que alguma coisa corresse bem.

É certo que, hoje, pela primeira vez, aparecia um resultado amigo. Os alemães do (da) Bayer foram ganhar à Rússia, deixando Zénite com 4 pontos e, mais importante ainda, abrindo uma séria oportunidade da equipa alemã assegurar a qualificação antes da última jornada, na visita à Luz. Mas nada mais se alterava: a arbitragem – péssimo trabalho do árbitro espanhol que não tem categoria para ser internacional – não ajudava nada, e a equipa tinha deixado passar o tempo da sua superioridade sem qualquer proveito.

A primeira parte foi de grande superioridade do Benfica, mas no arranque da segunda o Mónaco assustou. Teve períodos de grande superioridade técnica e especialmente física. Foi então que, com o grande contributo do Júlio César, o Benfica começou a contrariar o destino, para recuperar no último quarto de hora o ritmo, a intensidade e a superioridade perdidos. E finalmente o golo… O golo quando a equipa era de novo melhor… E a vitória que abriria as portas do céu!

Sim, agora tudo é possível. Até porque o enguiço foi quebrado e o diabo saiu de trás da porta…

Eduardo Louro às 22:39 | link | comentar
Domingo, 02.11.14

O golo: a essência da objectividade.

Assim nasceu a palavra em Portugal. O golo surgiu no nosso vocabulário com a chegada do futebol ao nosso país. Na verdade, GOAL significa objectivo e esse traduz a essência do futebol. Objectivamente o FC Porto marcou dois objectivos ao Nacional. E do jogo desta jornada no Dragão emergiu a palavra objectividade. E assim jogaram os azuis e brancos. Foram mais verticais, mais assertivos e bem mais objectivos. Com efeito, sentem-se novas dinâmicas no jogo da equipa de Lopetegui que vai limando arestas. Foi QB, mas OK. Afinal de contas o "goal" principal do futebol é ganhar! Uma palavra de apreço para Danilo que fechou com chave de ouro uma semana de Dragão. Pinto da Costa parecia ter antevisto este golo. Neste particular, destaque-se a corrida desenfreada de Danilo mesmo quando o Quaresma cruza para o lado oposto. Danilo continuou a correr e acreditou conseguindo o seu prezado objectivo! Depois, o grande objectivo de Brahimi que, após um bailado estonteante, enviou um soberbo balázio a 97 km/h! Que grande jogador evolui no nosso campeonato! Existe também a palavra que provavelmente é a mais referida por muitos dos que pouco ou nada sabem da língua inglesa: o termo "offside". Porém, neste fim-de-semana, eis que nasce nesta roda viva do futebolês a palavra Post-Offside. Passo a explicar. O fiscal de linha está atrasado e não dá offside. Mas quando a bola entra na baliza marca aquilo que eu chamaria o Post-Offside ou posta à Mirandesa tendo em conta a área do juíz. Foi de facto mais um momento hilariante para os lados da Luz. Finalmente (com esta termino) uma justa observação para Paulo Fonseca. Apesar de tudo, consegue colocar o seu Paços à frente da equipa que segundo muitos é a que joga melhor futebol em Portugal. Mas das palavras aos actos objectivos há ainda uma grande distância! Força, Porto! Hélder Rodrigues

helderrod às 22:53 | link | comentar | ver comentários (1)
Sexta-feira, 31.10.14

À rasquinha...

 Os encarnados venceram o Arouca e lideram o campeonato com 19 pontos.

O Benfica ganhou ao Rio Ave, esta noite na Luz. À rasquinha, à rasquinha, à rasquinha… Como já tinha sido em todos os outros que ganhou na Catedral, mesmo naquele que goleou o Arouca. No outro, com o Sporting, como se sabe não ganhou…

Mereceu ganhar, sem dúvida. Mas podia não ter ganho, e se isso tivesse acontecido até nem se poderia falar de escândalo. E nem é pelo golo anulado ao Rio Ave, bem anulado porque o marcador estava adiantado, na circunstância em relação à linha da bola. Porque até esse golo poderia não ter sido anulado, a deslocação é milimétrica. É mesmo por aquilo que foi o jogo!

Que foi mais do mesmo. Qualquer treinador sabe já bloquear o Benfica, e o Pedro Martins não fez mais do que todos os outros estão a fazer: pressão sobre a bola, superioridade no meio campo e, depois, quando um ou outro jogador do Benfica, pela sua qualidade, consegue romper aquela teia, falta. Feia, se tiver que ser feia. Subtil, se puder ser assim. Simples!

As coisas hoje agravaram-se com a ausência do Gaitan. E do Eliseu, percebendo-se que afinal o Benfica mandou o Siqueira embora sem ter qualquer alternativa. E por isso jogou o André Almeida. E mal, ao contrário do que é costume. Mas a verdade é que alguma vez, numa das inúmeras posições que lhe exigem, haverá de jogar mal!

Faz pena ver aquela camisola com o número 7. Lembrarmo-nos do que é a história daquela camisola, e lembrarmo-nos dela nos últimos 6 ou 7 anos… Se aquele grego jogasse com outro número, aquilo custar-nos-ia bem menos!

E já que se fala no 7, terá de se falar no 11. O que é que se passa com o Lima?

Finito? Não, mas precisa de descansar uns tempos. No banco ou na bancada, tem mesmo é que descansar!

Talisca na ala é outra que não lembraria ao diabo. Sabemos que não havia Gaitan, nem Olá John. Mas havia outros, Talisca ali é que não. É que ali nem joga nem marca. Só faz impressão.

Ao intervalo entrou o Gaitan e lá foi então ele para o meio. E marcou o golo que valeu a vitória. Da única maneira que havia para bater o guarda-redes do Rio Ave. Com um remate em banana, que o contornasse.

Anda muita gente admirada com a veia goleadora do miúdo brasileiro que o Jesus diz que descobriu. Mas não há nada que admirar: para marcar golos é preciso rematar, e no Benfica só ele remata. Mais ninguém, e por isso mais ninguém pode marcar.

É de deixar os cabelos em pé: a bola anda de jogador para jogador, dentro ou à entrada da área, para trás e para a frente, para a direita e para a esquerda. Rematar é que não. E como não há remate, a bola tem forçosamente que acabar no adversário. E, depois de perdida e com os jogadores todos na frente, envolvidos no processo de ataque, o adversário sai rápido em contra-ataque e lá entramos todos em taquicardia.

Pronto. As coisas estão assim, neste pé. O que é havemos de fazer? Talvez … esperar por Janeiro, que é quando habitualmente o Benfica de Jorge Jesus começa a jogar a sério!

Eduardo Louro às 22:49 | link | comentar
Domingo, 26.10.14

O efeito champions

 

Quem viu a primeira meia hora deste jogo de Braga não julgaria possível que o jogo acabasse como acabou. O que se viu foi o Benfica a jogar – e a jogar bem – e o Braga a fazer faltas!

Aos vinte minutos já o Benfica podia ter o jogo resolvido, e o Braga devia estar a jogar com menos um. Mas nem o Benfica concretizou em golos as oportunidades que criou, nem o árbitro expulsou o Danilo, mostrando-lhe o primeiro amarelo quando deveria estar a mostrar-lhe o segundo. Que acabaria por ver só quando o jogo estava a acabar!

O Benfica fez, nesse período, o que de melhor se viu fazer nesta época. O problema foi perceber-se que isso foi muito mais demérito do adversário que mérito próprio. Foi perceber-se que tudo aquilo saía bem porque o Braga estava perdido no campo e dava todos os espaços para Gaitan, Enzo, Talisca e Salvio fazerem tudo o que sabem. E sabe-se que Gaitan sabe muito…

Por volta da meia hora de jogo, de um alívio da defesa sairia uma jogada de contra ataque que, no primeiro remate do Braga, deu o empate. E a partir daí toda a superioridade do Benfica se esfumou, começando a perceber-se que as coisas não iam correr bem. Este era um jogo de champions, tinha Jorge Jesus avisado. Esse é o problema, os jogos da champions... Mas não era, era um jogo da liga portuguesa e apenas a segunda dificuldade que o calendário apresentava! 

Se o último quarto de hora da primeira parte deixava perceber isto, o primeiro da segunda confirmava-o, e o cheiro a golo mudou de baliza. O Benfica desapareceu do jogo e só voltaria a criar oportunidades de golo quando já estava a perder, e mais de 80 minutos de jogo tinham passado.

É certo que até ao apito final do árbitro – que fez uma arbitragem desastrada deixando, entre uma infinidade de erros, passar em claro penaltis para ambos os lados, e uma agressão do Ruben Micael – criou oportunidades suficientes para ganhar o jogo, mas era tarde…

Mas ficou muito por fazer para ganhar este jogo. Especialmente da parte de Jorge Jesus, que levou um banho do Sérgio Conceição.  O efeito champions não se fez sentir apenas desgaste físico em Gaitan e Salvio, deve-se ter feito sentir também na cabeça do treinador!

O que não ficou por fazer foi aquilo que já é habitual em Braga: confusão. A confusão que fez com que nos 6 minutos de compensação praticamente não se jogasse mais que um!  

Eduardo Louro às 23:19 | link | comentar | ver comentários (2)

Uma Mão Cheia de Esperança

Após uma complicada viagem a Arouca enformada por curvas bem vincadas, que não são para todos, o FC Porto traz na bagagem três pontos, cinco golos e uma mão cheia de esperança. Este jogo valeu mais do que o essencial. Houve também a aquisição do acessório, designadamente na consistência e na consolidação daquilo que se quer com uma verdadeira equipa. O pontapé de saída já fora dado na Liga dos Campeões na excelente primeira parte e na coroação de Quaresma. Iniciada a mesma, venham agora mais 40 jogos e sempre a ganhar. Tudo começa a fazer mais sentido e tudo começa a ser mais significativo para o desiderato azul e branco. Assim deixem o assobio para quando os donos dos autocarros decidirem esconderem a bola do poderio atacante. Deixem os lenços receberem com mestria e espessa porcaria verde que ainda por aí e pugnem pela vitória. O resto virá por acréscimo até podermos afirmar a plenos pulmões: - Adeus tikitaka! Seja bem-vindo, rotategui azul e branco! Força, Porto! Hélder Rodrigues

helderrod às 14:55 | link | comentar
Sexta-feira, 24.10.14

O cúmulo da distracção

 

É o cúmulo da distracção, este senhor Lopetegui. É tão distraído que hoje veio pedir para o assobiarem a ele e deixarem de assobiar aos jogadores!

Nem sei se não será ainda mais distraído que aqule tipo que ia na auto-estrada e, ao ouvir no rádio que ia um condutor em contra-mão, logo se apressou a dizer: "um, não... vão muitos!"

 

Eduardo Louro às 22:25 | link | comentar

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