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Dia de Clássico

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Vamos lá a ver se é desta...

Eduardo Louro 18 Out 12

Sem grande história este jogo de estreia do Benfica na Taça, uma competição que há muito não ganha. Desde 2004, quando ganhou ao Porto de Mourinho. Voltaria a marcar presença na final no ano seguinte, quando podia e devia ter feito a dobradinha, mas, por inexplicável negligência e irresponsabilidade – com a equipa a perder-se nos festejos do título e até com uma viagem à Hungria, em romagem ao túmulo do saudoso Miklos Feher – acabaria por permitir que a Taça fosse para Setúbal.

Para a História fica o resultado de 4-0, a presença dos dois candidatos - ou melhor, de um candidato e do presidente - na terra do capão, e o Benfica mais português dos últimos anos, com a utilização de cinco jogadores portugueses, todos eles em bom plano, apesar do André Almeida – utilizado como lateral direito – precisar claramente de afinar o último passe e o cruzamento. O Paulo Lopes fez duas defesas que evitaram outros tantos golos, e o Luizinho, que não começou bem, foi crescendo, ganhando confiança e acabou em bom nível. O André Gomes confirmou, com um golo de grande execução mas não só, as esperanças que os benfiquistas nele depositam: está ali um grande jogador de futebol!

O Carlos Martins esteve muito bem e é claramente um jogador que faz muita falta na equipa. É criterioso, pensa e percebe o jogo como mais ninguém. Tem uma capacidade de passe ímpar e remata de fora da área como mais nenhum outro. Pena que, neste regresso, tenha sido o primeiro a sair, ainda antes da hora de jogo. Saiu visivelmente insatisfeito. Não havia necessidade…

Esteve mal Jorge Jesus: substituiu-o pelo Bruno César, que entrou para o meio, quando, minutos depois, substituiria o Salvio pelo André Gomes, que foi ocupar a posição momentânea do Chuta-Chuta, que passou para a posição que era do argentino, na ala direita. Fosse Jorge Jesus verdadeiramente competente na gestão deste tipo de pormenores – que rapidamente se transformam em pormaiores - e a primeira substituição seria directamente de Salvio por Bruno César, substituindo de seguida Carlos Martins por André Gomes. Mas já sabemos que o mestre da táctica tem grande dificuldade em lidar com a gestão de sensibilidades!

Fecha-se como se abriu: a Taça anda a fugir há muito. Vamos lá a ver se é desta…

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