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EURO 2012 (XIII) - Ingleses lá perto

Eduardo Louro 15 Jun 12


Festa do golo caiu para o lado da Inglaterra                       

Inglaterra e Suécia disputaram um jogo que poderia afastar quem o perdesse. A Suécia perdeu e é segunda equipa, depois da Irlanda, ontem, a conhecer o seu destino.

Os ingleses, com uma alteração em relação ao jogo inicial com os franceses – entrou Carroll, não para o lugar, mas em vez de Chamberlain – sem que em algum momento praticassem um grande futebol, foram superiores durante a primeira parte. Jogaram então mais adiantados e com maior iniciativa do que o que haviam feito no primeiro jogo, com Gerrard a assumir o comando da equipa e a revelar que beneficia com a ausência de Lampard.

A selecção sueca foi, neste período, uma equipa demasiado dependente da sua estrela – Ibrahimovic. Que, muito recuado, fazia tudo: rematava, conduzia o jogo, transportava a bola…Quase sempre durante demasiado tempo, porque nunca encontrava quem o acompanhasse. Tinha invariavelmente de parar para que alguém chegasse. E, quando finalmente alguém chegava, até parecia que já estava tão aborrecido que não fazia passe de jeito.

 

Aos 23 minutos a selecção inglesa chega ao golo, por Carroll, num bom remate de cabeça a concluir uma jogada à inglesa, depois de um lançamento – que não um cruzamento – de Gerrard. Os suecos apenas conseguiram responder com um remate de Karlstrom – a excepção aos remates de Ibrahimovic – aos 37 minutos, e o resultado ao intervalo ajustava-se ao que o jogo dera.

A segunda parte começou bem diferente, com a Suécia a tomar conta do jogo e a Inglaterra a desaparecer. Empata logo aos 4 minutos, num golo atribuído ao defesa Mellberg - mas na realidade auto golo de Glenn Johnson - depois de um livre frontal de Ibrahimovic e passou para a frente dez minutos depois, com novo golo – agora sim, da sua exclusiva lavra – do mesmo Mellberg, também depois de um livre, agora cobrado sobre o lado direito.

Passava-se pela hora de jogo e a equipa inglesa tinha desaparecido. É então que entra Theo Walcott, a substituir Milner, que três minutos depois fazia o golo que voltava a empatar o jogo e a salvar a equipa, num remate de ressaca a uma bola rechaçada pela defesa sueca, depois de um canto que, por sua vez, sucedera a uma grande defesa de Isaksson – o tal que por aí anda de rabo nu no ar, à espera que os companheiros lhe acertem - a negar uma excelente oportunidade a Terry.

A Suécia ainda reagiu, com duas boas oportunidades – Karllstrom e Ibrahimovic, a primeira com grande defesa de Hart – naquele quarto de hora que separou o segundo do terceiro golo da Inglaterra, de novo obra de Walcott, que rompeu imparável pela área sueca até cruzar para Welbeck concluir com um vistoso calcanhar.

O jogo ficava sentenciado, tal como o destino da Suécia. Mas os ingleses continuam sem convencer, apesar das boas perspectivas de apuramento. Passarão, a partir de agora, a contar com Rooney, que fará certamente a diferença já no decisivo jogo com a Ucrânia.

Já a Suécia, apesar da boa meia hora da segunda parte, deixará a sua participação neste euro mais lembrada pelas bizarras e improváveis imagens do rabo do Isaksson que pelo futebol exibido!

 

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