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Dia de Clássico

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Benfica vs Porto - O clássico dos clássicos

Daniel João Santos 1 Abr 17

Hoje é dia de clássico. Para já saudemos o clima pacifico dos dirigentes de ambos aos clubes, que tiveram a capacidade de não acirrar ânimos. Realcemos o espírito construtivo dos treinadores e das diversas declarações oficiais. Enaltecemos o silencio sobre árbitros e afins.

Depois, destacamos a forma como a imprensa tentou aquecer as coisas: primeiro na questão da famosa "claque" da selecção nacional liderada pelo outro senhor dos Super Dragões e depois com a venda de bilhetes a mais aos adeptos do Porto.

Pena que alguns gostem de incendiar o edifício para depois poderem vender jornais e noticias, sobre o incêndio.

Foquemos apenas o que interessa: o jogo e a vitória do Benfica.

Carpideira é uma profissional feminina cuja função chorar para um defunto alheio. É feito um acordo monetário entre a carpideira e os familiares do defunto, a carpideira chorava e mostrava seus prantos sem nenhum sentimento, grau de parentesco ou amizade. Existiam desde os tempos de Cristo, mas quem iria imaginar que sobrevivessem até os dias de hoje? No Brasil, são poucas as profissionais, principalmente no Nordeste, das quais se exige talento para chorar copiosamente e, mais do que isso, sensibilidade.

 

É um pouco isto.

Após um início optimista onde advogavam o conluio com a estruturas do futebol. Era tudo uma alegria para os lados da Luz.

Agora, ao sentir o aperto e a pressão de um FCP mais unido e coeso, lembraram-se do amuo e do papel de coitadinhos. Isso fica mal. Roça o ridículo e o expoente máximo da ingratidão perante quem foi protector e prestador de serviços de colo e baby sitting.

 

Será que os verdadeiros e grandes benfiquistas vão nesta conversa propagandística?

Não será mais importante questionarem por que razão Jardel, Lisandro Lopez, Jimenez e até Rafa não jogam?

 

Nada tenho a ver com isto como portista, mas será que os benfiquistas a sério não deverão colocar a palhinha propagandística de lado? 

Pensem nisso. 

 

 

Força, Porto!

Hélder Rodrigues

 

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"Antipasti" Rossa

helderrod 14 Mar 17

E pronto. Assim termina mais uma aventura nas imensas presenças europeias do grande Futebol Clube do Porto. É de um grande europeu de que estamos a falar. Tal como a Juve, também o Porto já venceu a Champions por duas vezes, adindo os cinco restantes títulos internacionais.

Por sermos Grandes, chegámos muitas vezes aos oitavos e até aos quartos de final da Uefa Champions League. Essa grandeza portista não pode ser traída pelos estigmas e pelos complexos de inferioridade, sejam eles numéricos ou não.

É por isso que me refiro às "antipasti" (que são as entradas na cozinha italiana). Como é óbvio, o problema do FCP não foi gastronómico. As "entradas" no Dragão e o "rosso" de Maxi condicionaram a eliminatória.

Obter duas expulsões (uma em cada um dos jogos) foi dilacerante para os intentos do FCP.

A equipa entrou super personalizada em Turim e os primeiros 25 minutos prometiam uma segunda mão competitiva. Porém, esta maleita das expulsões em jogos decisivos nos confrontos a eliminar não quer desgrudar do destino azul e branco.

Num onze inicial que deveria ter sido utilizado logo na primeira mão sem complexos lamenta-se a ausência do Corona que encaixava na perfeição neste contexto competitivo. Lamenta-se o facto de não ter sido punido o agressor do Bessa, o qual deveria ficar impedido de jogar até que o seu colega lesado fizesse o seu primeiro jogo oficial. Nada. Isso só serviu para o Paulinho Santos. 

Na verdade, a asa direita esteve um pouco debilitada e isso permitiu que o Alex Sandro pudesse subir sempre à vontade. Ter-nos-á faltado um pouco de acutilância (mesmo após a expulsão indiscutível de Maxi). O objectivo era marcar (Soares e Diogo J) estiveram muito perto de o conseguir, mas o Grande Porto podia ter arriscado um pouco mais. Não tinhamos nada a perder. 

Terá faltado, por ventura, criar-se muito mais perigo em lances de bola parada e não ter complexos. A única inferioridade no futebol só se traduz nas expulsões. Fica a sensação de que a Juventus estaria ao alcance deste FCP.

Contudo, deixo uma palavra de apreço aos 2300 adeptos portistas presentes no Juventus Stadium que, esses sim, apesar de estarem em inferioridade numérica, não tiveram complexos e cantaram bem alto o nome do nosso FC Porto. O Grande e inconformado Futebol Clube do Porto de outros tempos. 

Uma palavra também para Iker Casillas que, neste jogo, superou Maldini e Xavi com 175 presenças em jogos europeus. Verdadeiramente impressionante.

Em suma, é sempre importante pensar que jamais poderemos dar passos em frente se estivermos sempre a olhar para trás!

Agora, foco máximo na Liga Portuguesa, mas a jogar sempre com os melhores. Somos Grandes!

Força, grande Porto!

Hélder Rodrigues

 

E QUEM NÃO SALTA, OSTENTA UMA LÂMPADA GRANDE NA MÃO!

 

Batalha Afonsina

helderrod 11 Fev 17

Apetece dizer que o FCPorto diminuiu a desvantagem para um ponto. E esse é o ponto. A luta pelo campeonato está renhida, o que torna o Dia de Clássico desta temporada ainda mais interessante. Aproveito desde já para saudar os meus "convloggers" deste espaço do qual tenho a honra de poder fazer parte.

Na verdade, hoje não estávamos em Junho de 1128, mas o jogo disputado com os vimaranenses mais parecia a célebre Batalha de São Mamede. Todavia, não houve nenhum confito geracional, nem familiar. Assistiu-se, isso assim, a uma excelente partida de futebol, não pela sua espectacularidade mas pela extrema competitividade plasmada pelos jogadores de ambas as equipas.

Numa primeira parte intensa a meio campo, valeu o sentido de oportunidade de Soares que muito respeitosamente facturou contra a antiga equipa. Tratou-se de um desafio muito físico que se adivinhava difícil. O onze inicial gizado por Nuno Espírito Santo antevia essa tracção apontada a miolo e isso quebrou a vertente mais bela e romântica deste FCP. 

A razão parece querer sobrepor-se ao coração azul e branco de quem gosta de bom futebol. Porém, o futebol pragmático está a dar pontos fundamentais na luta pelo título. 

Assim continuou a segunda parte. Uma postura firme perante um Guimarães que forçava, mas que encontrava a parede defensiva dos azuis e brancos. Até o Brahimi se bateu com bravura naquele denso povoamento no centro do terreno. 

No meio de um Xistra (que mais parecia o bobo meio perdido na corte) pouco equitativo no capítulo disciplinar, as alterações procedidas pelo FCP romantizaram um pouco a segunda metade da segunda parte. Com Corona e sobretudo com Diogo J (um DJ que fez com que a música fosse outra) bem mais abertos nas alas, os Dragões criaram mais oportunidades de golo, concretizando um e trazendo uma maior justiça ao resultado.

Desta vez, o Afonso perdeu, mas vendeu bem cara a derrota nuns saporíssimos três pontos conquistados aos conquistadores.

E assim se constroem os campeões. Na raça (como diria o grande Cândido Costa) e na irreverência da juventude. Parabéns às equipas. Parabéns ao FCP!

 

É já na sexta com o Tondela. E venha de lá agora esse Viriato de Viseu para mais uma dura batalha rumo ao título!

 

Força, Porto!

Hélder Rodrigues

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Recordando os tempos do saudoso Gomes Amaro, no seu magnífico "Quadrante Norte" com o comando geral de Ilídio Inácio, vale a pena enfatizar que não adianta escorrer argumentos.

Na verdade, o clássico da noite tempestuosa do Dragão com uma excelente casa que foi capaz até de desencadear uma trégua à intempérie brindou os amantes de futebol com um jogo emocionante e disputado. Muito se deve ter sofrido na segunda circular. E não era para menos.

A boa réplica do Sporting foi alimentando a ténue esperança de que o FC Porto escorregasse em casa. Mas não. 

Volvida uma volta inteira, os azuis brancos somaram apenas uma derrota justamente em Alvalade. 

Tal se sucedeu muito por culpa do Soares, que é fixe. Técnica, presença e potência foram ingredientes para uma estreia de sonho do avançado brasileiro que mereceu o título de jogador mais valioso em campo. 

A este facto não será igualmente alheia a aposta de Nuno Espírito Santo num onze declaradamente ofensivo com extremos bem abertos e atentos na defesa perante um espectacular Gelson Martins. 

Com efeito, o Sporting Clube de Portugal demonstrou no Dragão que é uma equipa com bastante qualidade, jogando um bom futebol principalmente na segunda parte. Nada teve a ver com a atitude pequenina do vizinho da Luz. Foi preciso muita abnegação e até alguma humildade para segurar um bom meio campo leonino.

Para ajudar à festa, veio um árbitro patrocinado por uma marca qualquer que se julga um inveterado anglo saxónico. Porém, falta-lhe a equidade no capítulo disciplinar e nos preciosismos de um zelo duvidoso.

Não obstante este facto, assistiu-se a um excelente jogo de campeonato em que o Leão deu a estrela ao Dragão. Será a estrela de Campeão? Ainda não se sabe ao certo. Mas hoje houve tarimba triunfante de campeões. Parabéns às equipas. 

Ao FCPorto resta a tomada de consciência que há ainda um longo e duro caminho a percorrer e a próxima conquista é já em Guimarães. Vamos, Porto!

 

E, Rui Patrício! Vai lá! Vai lá! Vai lá! (ler em Português do Brasil).

 

Força, Porto!

Hélder Rodrigues

Abram Alas para o Dragão!!!!!

helderrod 28 Jan 17

Hoje na Amoreira, o FCP teve uma árdua tarefa para aquistar

os três pontos. Após quase uma volta inteira sem sofrer golos fora de casa

os Dragões lá consentiram um excelente golo.

Mas falemos do início do jogo.

Estranhamente, os extremos foram preteridos no onze inicial e na minha

modesta opinião isso condicionou os primeiros 65 minutos de jogo.

Confesso que este entendimento táctico sem alas me causa muita relutância.

Ainda está por se provar esta ideia de jogo com muita gente pelo miolo.

Apesar de tudo, devo manifestar a minha insatisfação como assinante

da Sporttv. É que perante dois lances nos quais foram assinalados

fora de jogo, designadamente aos 6 minutos a Diogo J e aos 23 minutos a

Oliver Torres, não houve nenhuma repetição para dissiparmos as dúvidas. É 

pouco profissionalismo ante um serviço caro e sem índole clubística como

a BTV que se exime de colocar linhas em lances dúbios a favor do

Benfica (relembro aqui o lance do segundo golo frente ao Tondela).

Voltando ao jogo com o Estoril (jogado mesmo na Amoreira e não no palco 

da final da Taça da Liga onde há promoções de bilhetes) o domínio 

portista foi claro e Casillas não fez nenhuma defesa. 

Todavia, após mais um penalty claro por assinalar aos 55 minutos, o golo chegou

tarde, mas chegou. Fica a sensação que nem sempre se aproveita todo o 

potencial da equipa pelo persistente afunilamento de jogo.

O futebol é simples. Abram alas e não compliquem.

Há que manter a pressão e vencer o Sporting no Dragão!

Abram alas!

 

Força, Porto!

Hélder Rodrigues

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