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Dia de Clássico

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À campeão

Eduardo Louro 2 Mai 15

 

Gil Vicente vs Benfica

 

Com cinco golos de Capela, o Benfica arrumou com o primeiro dos quatro últimos jogos que o separavam do título... Não, temos pena sr (F)LOPetegui... Não foi assim, eu é que ainda estava com o balanço da sua miserável conversa da treta. Não foi assim porque esse tal Capela passou o tempo todo, por tudo e por nada - a maior parte das vezes por nada -, a assinalar faltas aos jogadores do Benfica, e não lhe sobrou tempo para mais nada.

Não foi com golos do Capela, mas foi com golos do Maxi. O primeiro aos quinze minutos - onde o finalmente reaparecido Sulejmani foi pouco menos que brilhante - e logo roubado ao Jonas, que alcançaria o Jackson na lista dos melhores marcadores. Mas não faz mal, Maxi. Só faz bem, porque os golos só fazem bem, mesmo o primeiro, que já fez tão mal. E o Jonas não é o Cristiano Ronaldo...

Até porque não foi preciso esperar muito mais de cinco minutos para chegar a sua vez. E que golo. Um golo à Jonas, já se pode dizer assim. Simplesmente fantástico, de primeira, como tinha de ser. Com a bola a ir direitinha ao sítio onde a coruja dorme. O golo do jogo, porque foi um grande golo, daqueles com marca... Porque deixou finalmente o Jonas no topo da tabela dos marcadores...Mas acima de tudo porque foi o segundo, que acabava com aquela mala pata do primeiro golo marcado cedo, que tão maus resultados tinha já dado. 

Mas nem assim, nem com o segundo golo os rapazes do Gil Vicente quebraram. Tinham as pilhas bem carregadas, percebia-se. Pena que as gastassem mais a fazer teatro que a jogar à bola. Compreende-se a ideia: os jogadores da casa terão tido ordem para acrescentar um espectáculo de teatro ao do futebol, como forma de justificarem o absurdo preço dos bilhetes. O dobro dos preços praticados na recepçâo ao Sporting e ao Porto, com o mais barato em 30 euros. Por isso os estádio não esgotou, por isso algumas clareiras... Porque nem todos os benfiquistas estão dispostos a pagar tanta distinção!

No reinício, logo no primeiro minuto da segunda parte, o capitão Luisão resolveu tudo com o terceiro, e pôs um pedregulho em cima do resultado, como diria aquele comentador que a gente conhece. 

O Gil Vicente desapareceu do jogo, entregou-se exclusivamente ao teatro e dexou espaços por onde o Benfica passou a entrar para fazer o que queria. Pintou a manta. Fez mais dois golos e só não fez muitos mais porque a bola passou a não entrar. E porque o Gaitan, depois de tanta pancada que levou, tinha sido obrigado a abandonar o jogo ainda na primeira parte. Ah... com aquele espaço todo, se lá estivesse lá o génio do argentino...

Tem sido sempre assim. Quando foi preciso aparecer o Benfica afirmativo, sem deixar dúvidas a ninguém, ele apareceu. Assim mesmo, á campeão. O resto é conversa da treta, como diria o Jorge Jesus...

 

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