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Dia de Clássico

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A mística e a verticalidade...

helderrod 13 Abr 14

A noite de Sevilha e o seu árbitro malfadado desde tempos idos com Mourinho já fazem parte do passado. Pareceram-me injustas e hiperbólicas as palavras humilhação e vergonha que muitos pretenderam instituir. O Porto é muito maior. É grande demais para se deixar abater com as noites menos conseguidas. Nesta passagem europeia da presente temporada vimos muitas bolas nos ferros, amarelos desmesurados, golos anulados, meios campos mal desenhados, jogadores amuados, enfim...aconteceu de tudo um pouco. Mas no futebol como na vida há momentos bons e momentos maus.

Porém, no FC Porto os bons sobrepõem-se claramente aos maus e, sempre a cores e HD, é possível atestar a dimensão da coisa. Aquilo que se passou nesta temporada jamais poderá pôr em causa o nome de um clube que soube crescer consistentemente e com provas dadas por esse mundo fora. É preciso mudar. É sempre preciso adestrar o que não correu bem e melhor do que ninguém o Porto pode e sabe reinventar-se sem especulações e/ou pressões exógenas.

Por isso é que o FC Porto é distinto. Não é promovido na histeria das audiências e é dotado visceral e naturalmente pela mística do essencial: a verticalidade das listas azuis e brancas, porque quando alguém as enforma traz com elas uma miríade de glórias inigualáveis. Vestir azul e branco é ser-se abnegado e é acima de tudo renascer, crescer e multiplicar o orgulho da alma de Dragão. 

Vemo-nos em Braga de azul e branco vertical com um orgulho imensurável e apaixonado porque serás sempre o GRANDE PORTO!

 

Hélder Rodrigues

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