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Dia de Clássico

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Hoje mais uma vez foi Dia de Clássico. Porém com contornos diferentes...

Devo começar esta crónica por enfatizar a festa magistral proporcionada no Estádio do Dragão. Foi maravilhoso ouvir com sentida saudade a canção: Porto, Porto, Porto, és a nossa glória....e sentir a osmose entre os adeptos e a equipa. Fica a sensação de que os jogos no Dragão poderiam ser envolvidos mais vezes neste fabuloso ambiente que se gerou nesta tarde fresca de Domingo.

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Na verdade, ficou aqui mais uma vez demonstrada toda a supremacia do FC Porto perante uma águia salgueirista. Este é o Benfica que se apresenta sempre no Dragão. Encolhidos, recolhidos, vermelhos e pequeninos como o Salgueiros (com todo o respeito ao salgueiral). 

Para os leitores menos atentos, devo adir que o Estádio do Dragão se situa ao lado da freguesia de Paranhos (terra do Salgueiros).

As águias de salgueiros chegaram ao Porto com uma estratégia de antijogo em que todos os instantes eram aproveitados para perder tempo. O senhor árbitro ofereceu ao Ederson 45 minutos de pleno gozo de conduta antidesportiva, dando apenas 3 minutos no fim da primeira parte.

Entretanto, os azuis e brancos deram uma grande lição de bola aos putativos favoritos. Foi um verdadeiro festival de futebol em contraponto com um verdadeiro mau trato à bola de pontapé para a frente. Mas o Benfica não esteve só. Soares Dias esteve muito mal em algumas decisões. Ainda está por explicar a razão pela qual o golo de Felipe foi anulado. Das duas uma: ou marca penalty de Mitroglou ou valida o golo. Está igualmente por justificar a grande penalidade cometida por Lindelof sobre o aniversariante André Silva que é agarrado e impedido de marcar o segundo golo do FC Porto. Mais do mesmo. 

Dez penalties em dez jogos enformam uma eficácia de 100% no que ao furto diz respeito. 

Porém, tudo passa pelos pingos da chuva e mais uma vez o clube da Luz foi bafejado pela sorte numa muito infeliz acção de Herrera, quer na cedência do canto, quer na permissividade a André Horta para efectuar o cruzamento.

É indubitavelmente frustrante perder pontos com uma equipa de mentalidade pequena, que se menoriza sempre no Dragão a quem já não vencem há três jogos no confronto directo. Dei comigo a perguntar para o lado. É este o tricampeão de Portugal?

Um Benfica do tamanho do Salgueiros não tem categoria para triunfar na casa do melhor clube português.

As pessoas pagam bilhete para ver um clássico e não um derby de Paranhos.

 

Força, Porto!

 

Hélder Rodrigues

P.S.: Espero que o Jardel já esteja melhor dos dentes. Parece que a dor gengival o impede de renovar pelo Benfica.

Créditos Fotográficos: Raurino Monteiro

4 comentários

De JORGE VASSALO a 07.11.2016 às 08:32

Subscrevo totalmente!

Abraço

De RGS a 07.11.2016 às 09:58

Já percebi porque é que os adeptos portistas não gostam do RGS... são igualzinhos ao home!
Então ficaram 2 penaltis por assinalar...? O Ederson vê amarelo ainda na 1ª parte por demorar o jogo... que queriam mais?
Tiveram sorte foi o árbitro ser quem é, porque se fosse honesto, havia amarelos aos jogadores do porto por simulação e... aquela falta sobre o Cervi... e a entrada sobre o Horta...
Cresceram a ver o porto ganhar com estes lances e pensavam que as regras eram diferentes para eles... sim, para ser pênalti tem que haver falta, não chega o Otávio cair ou atirar-se para o chão e os árbitros já não tem coragem de marcar essas simulações... mas ainda não tem coragem de os amarelar!

De Dylan a 07.11.2016 às 09:47

As estórias dos penalties já enjoam. Com uma olhada rápida pelos jornais e televisões rapidamente chegaria à conclusão que não existiu nenhum. Não se deu a esse trabalho, prefere menorizar o Benfica e chamar-lhe "águia salgueirista", como se isso tivesse alguma piada. Que eu saiba, a posse de bola foi repartida (50%).
Admito que o Benfica teve sorte, como o Fcp teve na época passada, na Luz. Da próxima vez, não estourem todos os foguetes em Gaia, esperem pelo minuto 93...

De M.C. a 07.11.2016 às 22:01

Finalmente entendi porque é que no Dragão, a bancada dos Super Dragões tem um enorme espaço em aberto por trás... é a saída de emergência dos portistas, quando sofrem golos aos 92 minutos e ficam com uma cabeçorra tal que não cabem nas portas do estádio....

Créditos ao A MÃO DE VATA !

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