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Dia de Clássico

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Claro que acreditamos!

Eduardo Louro 8 Mai 17

Raúl Jiménez celebra o golo em Vila do Conde

 

Este jogo de hoje em Vila do Conde seria sempre fundamental para o título. Para o 36. Para o tetra..

Seria sempre um jogo de elevado grau de dificuldade, porque o Rio Ave é uma das poucas boas equipas do campeonato. Já o era com Capucho, passou a sê-lo ainda mais com Luís Castro. Que ainda não tinha perdido em casa, e que vem praticando do melhor futebol que se tem visto na Liga. Mas também porque era o jogo em que os adversários do Benfica apostavam todas as fichas. 

O empate do Porto na Madeira, na véspera, abria uma oportunidade que o Benfica não podia desperdiçar. Não podia permitir-se a falhar, como o rival tinha falhado quando delas dispôs. Por três vezes. E essa era uma pressão acrescida para este jogo.

O Benfica entrara com duas alterações em relação à equipa normalmente mais utilizada nos últimos jogos. No lugar de Salvio surgia Rafa, e Jimenez no de Mitroglou. Rui Vitória justificou-as com razões de ordem estratégica, que se prendiam com o perfil do adversário. Não podia - não devia -ter dito outra coisa, mas todos sabemos como Salvio e Mitroglou têm estado em sub-rendimento nos últimos jogos. Salvio por alguma inconsistência, mas acima de tudo por não ter condição física para 90 minutos, e Mitroglou porque nem a bola lhe chegava, nem ele a procurava.

Na primeira parte o jogo foi muito dividido, mesmo que não tenha sido muito aberto. Mesmo assim, num jogo dividido e fechado, o Benfica construiu três boas oportunidades para marcar, ao contrário do Rio Ave, que não construiu nehuma. É certo que desfrutou de uma ocasião em que poderia ter marcado, logo no início do jogo. Mas essa foi construída pelo vento.

Ao contrário do que há muito vinha sucedendo, o Benfica entrou muito bem na segunda parte. Nos primeiros três minutos, aqueles que em alguns jogos foram desatrados, o guarda-redes evitou, de forma espectacular, o golo que já se gritava e o árbitro, Joião Pinheiro, como já fizera em Setúbal, não assinalou um penalti claríssimo, desta vez sobre o Nelson Semedo. O primeiro quarto de hora foi de autênctico sufoco, com o Rio Ave encostado à sua baliza, e o Benfica em vagas sucessivas de ataque.

A partir daí,- é verdade que o treinador do Rio Ave "mexeu" bem na equipa - o sufoco foi desaparecendo, e mesmo com evidente supremacia no campo, o Benfica deixou de criar oportunidades para marcar. E à medida que o último quarto de hora se aproximava o Rio Ave começava a aparecer mais vezes junto da baliza de Ederson. Numa dessas vezes, à terceira oportunidade que esse adiantamento permitiu, saiu o contra-ataque perfeito. Vale a pena descrever: corte de Cervi (que grande jogo fez o miúdo), bola para Jonas, passe soberbo, de primeira, a desmarcar Salvio (substituira Rafa, cerca de 10 minutos antes), que em corrida desenfreada ia olhando para Jemenez, até lhe entregar a bola. No momento certo, para o sítio certo, para que nada faltasse para lhe dar o destino certo. E deu, como já fizera no ano passado. Num jogo tão importante como este!

A alegiria, vestida de vermelho, explodia em Vila do Conde. 

Agora, com cinco pontos de vantagem, dá para acreditar que é possível fazer a festa na Luz. A 13 de Maio... Porque é lá, na Catedral, no altar sagrado do benfiquismo, que é o seu lugar.

Claro que acreditamos. Acreditar não é pecado!

1 comentário

De Anónimo a 15.05.2017 às 21:45

Um clube que tem um jogador (Pizzi) em risco do 5º. amarelo à 10º. jornada, joga os jogos todos (23 jogos), fez algumas faltas merecedoras para cartão e consegue acabar o campeonato sem ver o 5º. amarelo. Um clube que tem um jogador (Samaris) agride colegas de profissão (Alex Telles e Diego Ivo) em 2 jogos consecutivos sem ser expulso. Um clube que chega à final da Taça de Portugal à custa de 1 golo em Fora-de-Jogo. Um clube que chega à altura das decisões e tem na tribuna o António Costa (Primeiro Ministro de Portugal) mais o Mário Centeno (Ministro das Finanças de Portugal) do qual só faltava o António Mexias presidente da EDP aquele declara com a maior naturalidade do mundo na Rádio Renascença (Rádio Pública paga com os nossos impostos) que é bom para o pib português o benfica ser campeão. Um clube que domina a opinião publica enviando cartilhas para os comentadores de televisão benfiquistas terem opiniões concertadas. Um clube (caso único no mundo) que se dá ao luxo de ter um canal televisivo do qual filma os seus próprios jogos em casa e em entortar as linhas de Fora-de-Jogo a seu belo prazer e conveniência. Um Clube que diz pela frente não apoiar as claques, por trás as mesmas arranjam as regalias que qualquer claque do mundo tem (bilhetes baratos, excursões e apoio logístico) ou seja a posição do benfica nem é carne nem é peixe (é parecer bem perante a opinião publica). Um clube que abafa os casos de justiça (assunto da porta 18) com uma eficiência tremenda. Tenho que admitir, o Benfica é muita forte, o benfica é de outro campeonato e curioso, o único momento frágil do benfica foi quando andavam em "guerra civil" (crises directivas). ISTO MEUS AMIGOS É PORTUGAL!!!!!

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