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Dia de Clássico

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E das cinzas nasceu muita coisa na noite de Nápoles. A teimosa lassidez da equipa técnica anterior foi substituída pela dinâmica do homem do jogo: Luís Castro. 

Na verdade, foi aí que o nexo de causualidade se enformou. A causa: a confiança do treinador que mexe magistralmente de uma forma activa no jogo e transmite essa injecção de força. O efeito: a galvanização dos atletas e da classe associada às irreverências de Ghilas e Quaresma, não esquecendo um Josué que entrou brilhantemente na equipa.

Foi um Porto de experiência europeia que esteve perto de ser a primeira equipa portuguesa a vencer em Nápoles.

Depois de um fado traçado pelo fatalismo dos ideólogos do futebol, tudo quase se inverteu nesta jornada europeia. Mas é exactamente isto que me agrada. É o facto de atestar que contra o pessimismo tendencioso, fomos soberbos nesta noite épica que viu as suas origens num pequeno estádio em Pedroso com Fabiano, Ricardo, Reyes e, claro está, Luís Castro que foi verdadeiramente um timoneiro na conquista do Vesúvio, explodindo num vulcão dragoniano.

Renasce da cinza uma base fértil para o que ainda temos para ganhar!

 

 

 

Deixo aqui também um sincero abraço ao Rosado que seguro da sua franqueza foi acreditando no apuramento do Nápoles ate ao final do jogo.

 

 

Força, Porto! Tenho um orgulho imenso da tua GRANDEZA!

 

 

Hélder Rodrigues

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