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Dia de Clássico

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Emoção é o vocábulo que sumariza o jogo desta noite na Champions. A essência do jogo que todos adoramos emergiu no longínquo relvado de Lviv. Foi um jogo de muita personalidade portista em que foi clara a dimensão europeia do clube azul e branco. 

Ironicamente, o primeiro golo do Shaktar é fruto da verdura de Oliver que não estava propriamente dentro de um desenho animado nipónico! Parecia, mas não estava! Neste particular, penso que o FC Porto pode e deve dispensar a insistência nas trocas de bola junto ao Fabiano. Está mais que visto que é bonito, mas pouco eficaz! Por vezes o pragmatismo é a melhor das tácticas!

Depois, a fragilidade defensiva no segundo golo da equipa ucraniana parecia anunciar a piada SERRANA dos 3 guarda-redes.

Porém e depois de mais um penalty por assinalar, depois de um penalty falhado, depois dos golos já referidos surge a força transcendente do Dragão e, só mesmo uma grande equipa, bem orientada nas substituições, foi possível arrancar com o corpo e com a alma um precioso empate, tendo em conta a vitória caseira do Bate Borisov sobre o Bilbao.

Na verdade, este jogo pode marcar uma viragem, sendo o mesmo um exemplo do que não se pode fazer em alta competição e do que se deve fazer na adversidade. Que esta seja uma lição para todos os portistas. Para aqueles que não assobiam e acreditam até ao fim e para os flops que disparam para todo o lado desrespeitando tudo e todos não pelo conteúdo (todos são livres de opinar), mas pela forma ridiculamente brejeira como se exprimem.

 

Dos erros nossos, da má fortuna, o nosso PORTO SEMPRE!

 

Hélder Rodrigues 

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