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Dia de Clássico

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O acto de inspirar e expirar pelo nariz traduz-se pela respiração do ser humano. E como qualquer ser humano há momentos melhores e momentos piores. O jogo do FC Porto contra o Vitória de Guimarães enforma esta realidade sob vários prismas. Após uma semana de gripe e constipações de alguns jogadores, no desafio de hoje o Porto teve uma primeira parte inspirada na qual foram criadas imensas oportunidades que podiam ter fechado o jogo mais cedo. Para além do golo de um quase regressado Brahimi na sua plenitude, a equipa podia ter encarado com maior serenidade a segunda parte.

No segundo tempo, os jogadores estiveram mais expirados do que inspirados. Muitas vezes castigados pela dureza vimaranense, da qual a expulsão de Cafu me parece inequívoca, os protagonistas mantiveram a magreza da vitória que valeu igualmente três pontos importantes das quatro jornadas consecutivas de extrema importância para os intentos do Dragão.

Uma palavra para a acuidade do senhor árbitro que no meio de tanta pantufada conseguiu dar amarelo exactamente aos três jogadores que estavam em risco, designadamente Danilo, Alex Sandro e Casemiro. Na mouche, senhor árbitro! Foi olho de falcão!!!!

No dia da vitória mais magra no Dragão soube bem o cuidado com a linha. Até porque o chocolate suiço é per si uma perdição. 

Porém, o chocolate só poderá surgir quando trouxermos uma vitória de Basileia. Inspirem-se no espírito da grande dimensão europeia do FCP (atestada esta semana por Wenger), respirando futebol por todos os poros e não só pelo nariz!

Força, Porto!

Hélder Rodrigues.

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