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Dia de Clássico

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Hoje levei a minha família e enchi-me de orgulho no Dragão! As minhas filhotas (de 4 e 7 anos) já conhecem tetra campeonatos, uma Liga Europa, Taças de Portugal, Supertaças Cândido de Oliveira e isso deixa-me orgulhoso. Hoje inclusive tive a oportunidade de testemunhar que a minha filha mais velha pôde ainda registar com a sua caligrafia o abaixo-assinado para a recandidatura do grande Jorge Nuno Pinto da Costa. Para quem cresceu nesta senda de vitórias é factualmente um motivo de orgulho pertencer à grande família azul e branca. É por isso, porque devemos ser sinceros com os que mais gostamos, que quero demonstrar o meu profundo desacordo com os assobios a quem veste de azul e branco e mormente a quem vem falar de mudanças do ADN. Na minha opinião e no decorrer deste campeonato pelo qual ainda lutamos, a questão nunca esteve no ADN do FC Porto 2014/2015. O problema reside no ADN dos árbitros que, para além de beneficiarem o primeiro classificado, prejudicou-nos em jogos fundamentais com o Guimarães, o Estoril e até com o Sporting em Alvalade. Não vale a pena meias palavras. Não somos já campeões, porque não nos deixaram. Relembro aos mais distraídos que, na primeira falta de Casemiro no jogo de hoje, sai imediatamente um amarelo. Isso é que está e esteve sempre no ADN dos árbitros neste jogo de bastidores! Recorde-se que na véspera do Porto-Benfica, Júlio César estando já amarelado defendeu um atraso irreflectido de Loris Benito que daria golo. Aí o mesmo receberia um segundo amarelo não podendo estar presente no Dragão. Aí é que está plasmado o ADN deste campeonato. O Porto não pôde nunca ter tido margem para errar. E quando errou perdeu a oportunidade de assumir a liderança.

Solidarizo-me integralmente com as palavras de Lopetegui no final do FCP-Gil Vicente. Foi um grito de revolta ante a permanente insistência no enxovalho e no bota-abaixismo que enformou esta temporada.

Todavia, neste Sprint Final do campeonato, continuamos abnegados e, de bicicleta, respiramos a classe dos melhores. Jackson será recordado a par de Cubillas, de Madjer, de Gomes (que marcou assim de bicicleta ao Covilhã nas Antas dando-nos um título de campeão nacional), de Jardel, de Lisandro Lopez e de Falcao. Mas Jackson será recordado também pela imensa humildade, pela aplicação e rigor apresentado em campo. Trata-se de um jogador que respira classe mundial! 

Como tal, apesar do mérito dos outros avançados do Benfica, penso que Martinez merece inexoravelmente o titulo de melhor marcador. Trata-se de um senhor neste fenómeno do futebol!

Em suma, acreditaremos até ao fim e neste contra-relógio (perdoem-me os defensores do Acordo por não escrever contrarrelógio) vamos pedalar sempre para provar que o verdadeiro ADN do FC Porto está substantivado no emblema e no azul e branco que os jogadores trazem em campo. A mística é estar no Porto, independentemente da raça, da cor e da nacionalidade.

Força, Porto! Lutaremos até ao fim!

Hélder Rodrigues

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