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Dia de Clássico

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SOMOS PORTO! OUI! SOMOS PORTO!

helderrod 24 Abr 17

Falemos então de penalties. Custa um pouco. Custa muito. Também me custou em casa no Dragão com a mão do Mitrouglou e com o empurrão do Eliseu ao André Silva. Falemos de MAIS TRÊS PENALTIES por marcar em mais um empate no Dragão. Falemos do lance que deu origem ao livre de Lindelof. Houve falta? Não houve.

Apesar de tudo, o FC Porto pode e deve fazer muito mais. O minuto 66 é um número dos Diabos.

Curiosamente, o tal livre que deu o golo aos encarnados foi aos 66 de Alvalade. É nesse minuto que conseguem um golo em três remates em todo o jogo. 

Já o minuto 66 do Dragão é ainda pior que a emenda. É que para lá dos penalties não assinalados, foi nesse mesmo minuto que o treinador do FC Porto fez uma dupla substituição. Consomou-se a certificação de uma verdade. De facto, "Somos Porto!" e não um clubezeco em que qualquer menino bonito pode deitar as mãos. 

Não brinquem com o Porto, quer endógena, quer exogenamente. Somos Porto! Mesmo.

 

P.S.: 

É MUITO SIMPLES PREPARAR O SEU NESTUM! 

1. Deite numa tigela ou num prato fundo 160ml de leite quente ou frio.
2. Junte 6 colheres de sopa (30g) NESTUM e mexa bem. 
O seu NESTUM está pronto a comer e é delicioso!
 
Posso preparar NESTUM sem ser com leite? NESTUM foi especialmente desenvolvido para preparar com leite mas pode ser preparado com alternativas especiais como bebida de soja, arroz, amêndoa, aveia ou outras.
 

 

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Sem Espírito de Pedreira Santa

helderrod 15 Abr 17

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A arte de delapidar é muito bela. Para além de bela, a mesma é bem mais complexa que o futebol. O futebol é demasiadamente simples e dispensa quem o pretende complexificar. 

Entrar numa pedreira sem picaretas jamais será uma boa solução. Por vezes, não adianta termos boa ferramenta se não temos competência para a trabalhar. 

Hoje, o FCP entrou meio perdido em campo. A par daquilo que fizera no Estádio da Luz, entregou o ouro ao bandido nos primeiros 40 minutos. Só aos 10 minutos de jogo é que Brahimi consegue o primeiro remate com relativo perigo. 

Depois, o PENALTY da ordem que fica sempre por assinalar. É impressionante como aos 25 minutos, Hugo Miguel transforma um penalty claríssimo num canto favorável ao FCPorto. O Soares é claramente atingido no pé, uma vez que não toca na bola...Enfim, mais do mesmo. 

É também impressionante como o jogador Pedro Santos consegue (tal como Pizzi) passar nos pizzis da chuva em 8 faltas claras para amarelo sem a devida admoestação. 

Numas impressionantes 20 faltas do Braga contra as oito faltas do FCPorto, é possível ver-se a carência de garra nos azuis e brancos.

Destaque-se também a expulsão perdoada ao Fed que teve uma entrada clara para vermelho directo.

Foram necessários 55 minutos para começar a ver as picaretas a laborar. Com melhores ferramentas e trabalho pelas alas, foi possível perceber que as coisas são tão simples pela sua evidência e que não vale a pena complicar. Foram precisos apenas 2 minutos para o Porto causar fissura na pedreira com Brahimi a estar pertíssimo do golo! Afinal era ali que estava a picareta dourada. Na ala. Bem abertos pelos flancos.

Foi assim que o Porto encostou o Braga e partiu para o ataque, naquele que prometia ser o assalto final. Brahimi e Danilo podiam ter fechado as contas.

Não obstante esta força, más notícias vieram do banco e incompreensivelmente eis que o melhor pedreiro é retirado da labuta e depois retirado da pedreira propriamente dita...Enfim. É no que dá mexer no que está quieto!

Aos portistas gerou-se um amargo de boca. A luta do título está mais difícil, mas não impossível!

Há que acreditar sempre. Há que partir toda a brita. Todas as cartilhas e todas as manobras de diversão, designadamente na forma escandalosa como o Marítimo aceita jogar numa sexta-feira santa às 18:15, após ter jogado na Madeira na segunda-feira dessa mesma semana à noite. São todos uns santinhos. É uma vergonha pegada!

 

Vamos acreditar sempre. O título está um pouco mais longe, mas alcançável!

 

 

Força, Porto

Hélder Rodrigues 

Sentido Obrigatório Giratório

helderrod 26 Fev 17

Num fantástico derby à moda antiga da nobre Invicta, apetece dizer que quando apostamos nos melhores jogadores os resultados surgem com maior fluência. Talvez este tivesse sido o onze ideal para a Champions.....mas o que lá vai, lá vai....

Tudo começa logo no primeiro minuto quando um jogador do Boavista intercepta a bola com a mão, após um cruzamento de Brahimi. Aí percebi logo que ia haver festa. 

Bastará ver a forma como o árbitro pára um lance aos 41 minutos, quando o Talocha agride barbaramente Corona para apenas lhe dar apenas um amarelo. Beneficia o infractor duas vezes, uma vez que corta um lance prometedor do ataque do FCP e depois não é capaz de dar vermelho ao único jogador que deveria ter sido expulso no jogo. 

Todavia, o Bessa encheu num jogo competitivo e de grande importância para o desfecho do campeonato. Talvez por isso lá apareceram os Boafiquistas desesperados pela cedência de pontos. Eles poderão agora regressar no último jogo do campeonato. O costume, portanto!

Após um duro desafio da Champions, o FCP manteve uma excelente disponibilidade física que foi determinante na conquista dos três pontos. Destaque-se o excelente desempenho, quer de André André, quer de Oliver, que conjugaram na perfeição a ocupação dos espaços no meio campo.

Depois, um fortíssimo Soares que está de facto a marcar a diferença na frente de ataque do Porto que esteve sempre por cima. Recordo a única defesa de Casillas. E que defesa!

A luta está ao rubro e o FCP contornou com elevação mais esta rotunda difícil no Campeonato Nacional!

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 P.S. Desejo uma óptima reunião na próxima Terça-feira. Peço que acrescentem mais três casos às duas dúzias, designadamente o golo irregular de Mitroglou, o penalty de Eliseu aos 49 e o encosto de cabeça de Luisão ao senhor árbitro (autoridade num jogo de futebol). Levem também uns pastelinhos de Chaves, uns vouchers e umas camisolinhas do Rei.

 

Força, Porto!

Hélder Rodrigues

Abram Alas para o Dragão!!!!!

helderrod 28 Jan 17

Hoje na Amoreira, o FCP teve uma árdua tarefa para aquistar

os três pontos. Após quase uma volta inteira sem sofrer golos fora de casa

os Dragões lá consentiram um excelente golo.

Mas falemos do início do jogo.

Estranhamente, os extremos foram preteridos no onze inicial e na minha

modesta opinião isso condicionou os primeiros 65 minutos de jogo.

Confesso que este entendimento táctico sem alas me causa muita relutância.

Ainda está por se provar esta ideia de jogo com muita gente pelo miolo.

Apesar de tudo, devo manifestar a minha insatisfação como assinante

da Sporttv. É que perante dois lances nos quais foram assinalados

fora de jogo, designadamente aos 6 minutos a Diogo J e aos 23 minutos a

Oliver Torres, não houve nenhuma repetição para dissiparmos as dúvidas. É 

pouco profissionalismo ante um serviço caro e sem índole clubística como

a BTV que se exime de colocar linhas em lances dúbios a favor do

Benfica (relembro aqui o lance do segundo golo frente ao Tondela).

Voltando ao jogo com o Estoril (jogado mesmo na Amoreira e não no palco 

da final da Taça da Liga onde há promoções de bilhetes) o domínio 

portista foi claro e Casillas não fez nenhuma defesa. 

Todavia, após mais um penalty claro por assinalar aos 55 minutos, o golo chegou

tarde, mas chegou. Fica a sensação que nem sempre se aproveita todo o 

potencial da equipa pelo persistente afunilamento de jogo.

O futebol é simples. Abram alas e não compliquem.

Há que manter a pressão e vencer o Sporting no Dragão!

Abram alas!

 

Força, Porto!

Hélder Rodrigues

Os golos também se capitalizam

Eduardo Louro 14 Jan 17

Jonas fez o que mais nenhum brasilero conseguiu no Benfica

 

Último jogo da primeira volta. Sábado à tarde. Tarde bonita, cheia de sol. Estádio da Luz cheio que nem um ovo, mais uma vez acima dos 60 mil. e a passar a barreira dos 15 milhões de espectadores. Adeptos eufóricos, as última exibições do Benfica não davam para menos... 

Tudo para uma tarde de sonho, depressa transformada em pesadelo. O jogo iniciou-se como seria previsível, com o Boavista a pressionar no campo todo, nada que seja novidade. Também não foi exactamente novidade que o Benfica passasse os primeiros dez minutos sem dar muito boa conta do recado.  Nem que saísse desse período com a primeira oportunidade de golo, na melhor jogado do desafio. Só que o remate de Gonçalo Guedes, isolado por Rafa, levou a bola fugir por milímetros do golo.

O Benfica tomou conta do jogo e começou a vir ao de cima a matreirice e o poder físico dos jogadores de xadrez - o Boavista é certamente uma das equipas fisicamente mais fortes do campeonato. Que é uma das mais duras já se sabia...

Estavamos nisto quando, em pouco mais de 10 minutos, o Boavista marca três golos. Todos com a assinatura da arbitragem: no primeiro, o árbitro não assinalou uma falta sobre o Rafa à saída da área do Benfica, no segundo, o marcador fez falta sobre o André Almeida, e o terceiro resulta de um fora de jogo inacreditável.

Tenho sempre aqui dito que os erros dos árbitros são incidentes do jogo. Que jogando bem, como habitualmente o Benfica faz, os golos aparecem e acabam por se sobrepor a esses erros. O que, de resto, e mesmo com erros tão raros e tão influentes como estes - três golos em 10 minutos - até este próprio jogo confirmou.

E o que me dá toda a legimidade para perguntar: o que seria, se esta arbitragem de Luís Ferreira tivesse acontecido com o Sporting, ou com o Porto? E para expressar claramente que esta arbitragem é o resultado da pressão que ambos têm vindo a construir, especialmente nas últimas semanas.

Dito isto há que dizer que o Benfica não esteve ao nível que nos tem habituado. Mesmo assim, criou oportunidades de golo suficientes para chegar ao intervalo já com a desvantagem no marcador anulada. Aproveitou apenas uma, aos 40 minutos, por Mitroglou (substituiu Rafa) que entrara 4 minutos antes.

Na segunda parte não melhorou muito, mesmo que a entrada de Cervi, com a saída de Luisão, tenha trazido coisas novas ao jogo do Benfica. Chegou cedo ao segundo golo, num penalti cometido sobre o jovem argentino, que Jonas concretizou. E o empate chegaria também a partir de uma substituição, a última, na troca de Gonçalo Guedes por Zivkovic, que cruzou para um defesa boavisteiro, pressinado, fazer auto-golo.

Faltavam 20 minutos para o fim, e acreditou-se na reviravolta completa. Mas o Boavista continuava imperturbável, a defender com tudo e de toda a maneira. E a queimar tempo, sempre com a complacência do árbitro. Mesmo assim foi nesse período, em pleno assalto final do Benfica, que criou as duas únicas oportunidades de golo imaculadas, ambas anuladas em intervenções superiores de Ederson. 

É certo que o Benfica poderia chegado ao golo da vitória. Dispõs de mais duas ou três ocasiões para isso, mas também ia ficando a ideia que os jogadores, esgotados, já se contentavam por terem evitado a derrota.

Claro que não se pode esquecer que a arbitragem deu três golos ao adversário. Que a qualidade de jogo foi inferior ao desejável, e que jogadores que têm sido fundamentais tiveram fraco desempenho, como Pizzi, Nelson Semedo e Salvio. E que os níveis de eficácia estiveram abaixo do habitual. Mas o Benfica só não ganhou o jogo porque não soube, não pôde, ou não quis, capitalizar os golos que iam fazendo a recuperação.

Quando uma equipa se encontra numa situação daquelas tem obrigatoriamente que tirar partido de cada golo. Tem que ter coração e alma para fazer de cada golo um trampolim para o seguinte, ir para cima do adversário sem o deixar recuperar do golpe. Não o deixar respirar, atirá-lo ao tapete. E o Benfica não fez isso. Os jogadores foram a correr buscar a bola á baliza do Boavista, mas ficaram-se por esse gesto. A bola ia ao centro e tudo voltava ao normal, como se nada se tivesse passado: o Boavista continuava confortável com o resultado e arrefecia de imediato o jogo.  

Não me digam que não faltou alma, nem coração, que o que faltaram foi forças. Antes de faltarem as forças já percebíamos que faltava aquele coração que resolve os jogos quando não é possível jogar bem. Aquele suplemento de crença que é preciso quando as adversidades aumentam.

Ao cair do pano sobre a primeira volta deste que desejamos que seja o campeonato primeiro tetra, e quando os adversários pretendem mascarar a superioridade que o Benfica  demonstrou até aqui com o colo da arbitragem, não se devem esquecer os pontos perdidos com o dedo das gentes do apito: Vitória de Setúbal e Boavista, na Luz (4) e Marítimo, nos Barreiros (3). Sete pontos, num total de nove perdidos, estão a débito nas contas da arbitragem. Não fosse a qualidade da equipa e do futebol que pratica superar normalmente os erros de arbitragem e o saldo seria bem mais gordo.

Não sei se a isto se chama colo, se andor... Nem sei se o Rui Vitória se não irá arrepender de ser tão elegante. Tenho a impressão que a elegância e os bons modos não são lá muito bem vistos no mundo português do futebol.  

 

A Batalha da Mata Real

helderrod 7 Jan 17

E o futebol é isto. Frase batida, mas extremamente assertiva. 

Se num jogo, uns marcam sem saber ler nem escrever, noutros por muitas vezes que se tentasse lá teríamos um excelente guarda-redes que Defendi tudo.

Contudo, dizer-se que o SLB é a equipa que melhor futebol joga em Portugal é no mínimo risível. Está mais que visto que em jogos forasteiros com equipas de maior nível os encarnados tornam-se uma equipa banal com laivos de pequenez.

Se isto der tetra, não passa de mais uma treta do futebol português. A primeira derrotada deste campeonato foi a verdade! 

Quanto ao Porto, mais do mesmo. Bom futebol na primeira parte e depois uma queda abrupta na segunda. Importa clarificar as alternativas de ataque. Só assim é que o Porto poderá ter ainda alguma palavra a dizer no campeonato. 

Na verdade, as coisas ainda podiam ter sido piores caso tivesse sido assinalada uma grande penalidade para o Paços de Ferreira. É certo que haverá uma outra favorável ao Porto, mas a derrota seria uma injustiça mil vezes maior do que este empate muito ingrato.

A corrida vai a meio e ainda não perdemos a guerra. Mas esta batalha da Mata Real tinha um significado importantíssimo, pelo que há aqui assim uma certa frustração pelo sucedido. 

Há que acreditar até ao fim (até porque já temos o Kelvin).

 

Força, Porto! 

Hélder Rodrigues

P.S. Quantas vezes não víamos aquela substituição em que se retirava um lateral lançando-se um central para a área adversária? Tantos pontinhos nos dava! Jamais se anda para a frente se estivermos constantemente a olhar para trás!

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