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Dia de Clássico

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Sangue, suor e lágrimas

Eduardo Louro 15 Fev 17

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Grande ambiente na Luz, à Champions. Grande jogo, intenso até mais não. Sofrido até não poder ser mais, neste regresso da Champions, no 500º jogo oficial de Luisão com o manto sagrado colado ao corpo.

O Borussia Dortmund é uma grande equipa, e tem um grande futebol, com uma dinâmica praticamente imparável. Ao Benfica restou resistir, sofrer e, tanto quanto possível, contrariar aquele futebol demolidor.

O Benfica sabia ao que vinha. Sabia que logo que a equipa alemã impusesse o seu futebol ficaria difícil contrariá-lo. E sabia que só tomando conta do jogo, e impondo o seu futebol próprio futebol, poderia retardar a entrada em funcionamento da máquina alemã.

Conseguiu-o durante os primeiros dez minutos, chegando a deixar pensar que conseguiria verdadeiramente discutir o jogo em todas as sua vertentes. E em todo o campo.

A verdade é que os restantes 35 minutos da primeira parte mostraram que não. O Dortmund encostou a equipa benfiquista à sua área, como no pugilismo se encosta o adversário às cordas. O Benfica não conseguia secar a fonte do futebol alemão, que alimentava as torrentes de ataque que apanhavam a equipa lá atrás, com as sucessivas vagas a rebentarem-lhe em cima.

Na segunda parte Rui Vitória deu a volta a este estado de coisas. Com a saída de Carrillo - não por ser Carrillo, nem porque estivesse pior que os outros - e a entrada de Filipe Augusto (o Samaris a perder espaço) permitiu que Pizzi subisse no terreno e, mesmo sem a secar, condicionar a nascente do futebol do Borussia, ali pelos lados do central Bartra. E assim o Benfica voltou a entrar melhor, voltou a discutir o jogo e, com a sorte que nestas coisas faz sempre falta, chega ao golo.

Este período voltou a não durar mais que dez minutos. Mas a torrente do futebol alemão nunca mais foi a mesma. E depois surgiu Ederson em todo o seu explendor, defendendo tudo. Até um penalti. E garantindo um resultado que é tão obviamente bom quanto provavelmente insuficiente para repetir os quartos de final da época passada.   

No fim ficou uma alegria imensa. Como a chama. E as lágrimas do capitão, do senhor 500, a juntar ao suor de todos, e ao sangue de Lindelof e Ederson...

 

Espero que o Nuno tire as suas conclusões deste jogo para Sermos Porto. Parabéns aos flanqueadores. Força, Porto! Hélder Rodrigues

Futebol Aos Quadradinhos.

helderrod 24 Set 16

Numa jornada madrugadora, o FC Porto recebeu o Boavista que ainda é um velho rival. O jogo começou com o golo em offside do central boavisteiro. Mas o que dizer? Se na semana passada na Luz aquele fora de jogo valeu, qualquer outra coisa esquisita pode ser crível. Foi engraçado ouvir o Sanchez dizer que jogou contra mais do que onze, após um golo destes e um penalty perdoado...Deve ter a ver com a falta de Coca Cola...

Porém, importa destacar a reacção do FCP que caiu em cima dos axadrezados, pese embora com alguma inconsistência no meio campo que esteve claramente em dia não. 

Na verdade, há ainda muitos aspectos a melhorar. Um campo de futebol é bastante grande. Se fosse uma BD poderíamos afirmar que o relvado é uma verdadeira prancha, mas o Porto insiste em jogar só nas tiras e até nas vinhetas. Importa jogar pelos flancos (tantas vezes dizia Robson nos treinos "flancos, flancos...."). É necessário instruir os jogadores a ir à linha, a cruzar e não insistir em afunilar o jogo pelo miolo.

Acredito que com o trabalho e a disciplina táctica, a equipa possa exorbitar o seu futebol levando-o para os extremos e abrindo desta forma o leque de possibilidades de chegar ao golo.

O próximo jogo com o Leicester (pronuncia-se "léster") terá um elevado nível de exigência e a qualidade dos jogadores terá de surgir na prancha, mas nunca se esqueçam...FLANCOS, FLANCOS!!!!! 

 

Força, Porto! 

Hélder Rodrigues

A Reconquista do Dragão

helderrod 11 Set 16

Perante os conquistadores vimaranenses deu-se a reconquista do Dragão. A simbiose entre a equipa e os mais de quarenta mil adeptos foi por demais evidente.

Na retoma do 4-4-2  a fazer lembrar as célebres duplas de outros tempos nas Antas, o FC Porto conseguiu uma boa exibição. Foram três os golos conseguidos numa bela dinâmica ofensiva dos azuis e brancos, não obstante o já clássico furto do senhor árbitro que erra duas vezes ao não assinalar um penalty e a anular um golo perfeitamente legal no mesmo lance. O costume. 

Para além das grandes exibições de vários jogadores do Porto, gostava de evidenciar o belga Depoitre. Espero que os críticos depreciativos do camisola 9 do Porto tenham finalmente visto o jogador em acção, atestando com os seus olhinhos que a terra há-de comer a excelente movimentação do avançado portista. Pela boca morre o peixe, apesar de alguns polvos preferirem falar dos aspectos estéticos das armações oculares. Mas é como tudo na vida. Há quem goste de palha à moda Cofina. 

Todavia, foi bonito ver o Dragão a cantar em uníssono com a equipa no final da partida. A equipa parece estar a reconquistar a ala céptica da pipoca e isso é bom para um conjunto que se quer motivado. O próximo jogo já está aí à porta e a expectativa é boa para o embate com a equipa da capital dinamarquesa. A ver vamos.

 

P.S. Começa já a ser ridícula a forma como o Sporting usa e abusa do seu ecletismo. Misturar duas modalidades num só momento parece-me hiperbólico. Cada macaco no seu galho e Gelson não pode simultaneamente jogar andebol e futebol. 

Repare-se igualmente na forma como em Arouca, o senhor árbitro deixe passar de forma impune as entradas duríssimas de Nelson Semedo do Benfica, que não terminaria o jogo se o árbitro cumprisse a lei do jogo. Mas o que é mais grave é a forma como Salvio executa quatro lançamentos com os dois pés dentro do terreno de jogo com a anuência do fiscal de linha que, inclusivamente, foi "apanhado" pelas câmaras a falar sobre o assunto com o Salvio apesar de nunca assinalar a irregularidade.

Contudo, a indignação foi grande pelo facto do árbitro não ter assinalado um possível penalty sobre Rafa. Esse facto levou à expulsão de Rui Costa que me parece mais preocupado com as arbitragens neste ano. Porque será? Ele que não se preocupe porque o Lindelof também faz de empurrões singelas cargas de ombro.

Uma palavra ainda para o estranho caso de Jonas. É certo que, com tantos benfiquistas na mesa da TVI, ninguém questionou o senhor Luís Filipe Vieira sobre a miraculosa recuperação de 15 dias de Jonas, após uma operação ao tornozelo.

A última palavra vai direitinha para esse grande capitão da selecção que até já marcou quatro dias depois da sua selecção ter perdido na Suiça. Em terra de cegos quem tem talento é rei. Tudo normal, portanto....

 

Força, Grande Porto!

Hélder Rodrigues

Partilho convosco a minha reacção ao artigo do #tribunaexpresso

Esta propaganda antiportista é ridícula e inaceitável. É isto que vende. Todavia a supremacia portista no Desporto em Portugal é inequívoca. Sete. Sete títulos europeus a cores e contemporâneos. O GRANDE FCP é indubitavelmente a instituição mais ganhadora do país. O seu prestígio além fronteiras atesta-se na espontaneidade dos estrangeiros em enfatizar o clube. As vitórias em Viena, Tóquio, Gelsenkirschen, Sevilha, Dublin existiram mesmo. Não parece. Mas esta alegria do bronze da Telma ou deste Europeu é a sétima parte dos sucessos aquistados pelo Fcporto. Esse mérito custa a ser reconhecido e é inaceitável a ligeireza e leviandade como se pretende achincalhar o melhor clube português. O seu Presidente é o homem no mundo com mais títulos. Porém, isso não interessa enfatizar. Por muita tinta que façam correr, jamais poderão apagar a mancha triunfal do FCP na História do futebol mundial. A inveja é uma coisa feia, mas a ignorância que teimam cultivar é intolerável, atentando contra a inteligência de quem ostenta um mínimo de cultura desportiva. Haja seriedade. Viva o FCP. Viva Pinto da Costa. AMO-TE #Fcporto

Meus amigos isto também é OURO na HISTÓRIA do futebol português!

 

Ouro:

Taça dos Campeões Europeus 1987

Taça Intercontinental  1988

Supertaça Europeia 1988

Taça Uefa 2003

Liga dos Campeões 2004

Taça Intercontinental 2004

Liga Europa 2011

 

Qual é a dúvida?????????

 

Força, FC Porto

 

Começa bem...

Eduardo Louro 15 Mai 16

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Começa bem, esta jornada benfiquista de domingo. Começa com o título europeu em hóquei em patins. Depois de, ontem, ter conseguido a proeza - muito provavelmente inédita - de, no mesmo dia, conquistar o título de bi-campeão nacional (sem jogar, apenas usufruindo do empate entre o Porto e o Valongo) e o apuramento para a final da Champions, o Benfica começou esta jornada que se espera de glória, com glória europeia numa das modalidades com mais tradições em Portugal. Depois de, ontem, ter eliminado o Barcelona, o maior colosso europeu da modalidade, o Benfica participou hoje numa rara, se não mesmo inédita, final portuguesa. Com a Oliveirense, que ontem afastara os italianos do Forte dei Marmi. Pareceu que Benfica sentiu isso, da final portuguesa. Que seriam favas contadas... Não foram. Aquilo era uma final da Champions, e se era a Oliveirense que ali estava, era porque tinha mérito para tanto. Não era o terceiro classificado do campeonato, a 20 pontos do Benfica, era o finalista da Champions. Era, além disso, a equipa do Tó Neves... Raçuda, quezilenta, provocadora... Só na segunda parte o Benfica se apercebeu disso. Ainda a tempo de impôr a sua real superioridade, e virar o 2-3 do intervalo para o 5-3 final. Da festa da Champions, em dia que se espera de muita festa. Mas com uma lição: as vitórias não caem de lado nenhum. Conquistam-se. Até à última gota de suor, como diz o Rui Vitória..

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