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Dia de Clássico

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O Padrinho e a Raposa

helderrod 27 Set 16

Na estreia do Leicester na Liga dos Campeões em sua casa o FC Porto foi o padrinho. Um experiente padrinho nesta competição que se deixou levar pelas raposas, bem personificadas pelo Ranieri.

Mas de Padrinhos falarei mais à frente.

Os azuis e brancos de amarelo (que anda a dar azar) até começaram bem, com duas boas oportunidades na primeira metade da etapa inicial. Mas a força física dos britânicos abafou a boa vontade dos avançados perdidos no meio daquele muro.

Contudo, parece-me estranha a persistência na subida dos laterais, com a nítida falta de apoio nas faixas. É difícil entender que, perante um futebol directo assumido, sejam os laterais do FCP a serem obrigados a descer e a desposicionarem-se defensivamente. 

Na segunda parte, a equipa subiu no terreno e merecia claramente o empate até porque mais uma vez o árbitro de linha fez vista grossa a um penalty sobre Marcano e a bola ao poste de Corona (que devia ter entrado mais cedo em campo).

Como sócio do FCP custa-me ver os melhores activos sentados no banco ou mesmo fora dele. 

Isto é tudo muito bonito, mas alguém tem que entender de uma vez por todas que, amigos ou padrinhos, negócios à parte. 

Os melhores têm que jogar e o Futebol Clube do Porto não é propriamente o Valência ou um consórcio de activos.

Esta vassalagem aos padrinhos tem que acabar.

 

 

Força, Porto!

Hélder Rodrigues

Em frente

Daniel João Santos 13 Set 16

O Benfica empatou. Não empatou por culpa do árbitro ou porque o adversário foi capaz disso. O Benfica empatou porque as substituições foram no mínimo péssimas.  Aquela substituição do Fejsa, a não ser que estivesse lesionado,  não lembra a ninguém. 

Fica mais difícil, mas nada está perdido. 

Atropelados pela realidade

Dylan 22 Abr 15

ATROPELO.jpg

Bastaram 30 minutos para a armada luso espanhola ser trucidada em Munique pelos panzers alemães, igualando a pior derrota de sempre dos portistas na Europa do futebol. Com um treinador escolástico, com um dos maiores investimentos de sempre no plantel, com adversários de valia, com a falta de sorteios europeus simpáticos de outros anos, o FC Porto arrisca-se a ficar mais um ano sem ganhar praticamente nada. Caiu com estrondo o mito da "grande equipa" criada por comentadores encartados, por ex-jogadores, por alguma comunicação social e pelo fanatismo de alguns adeptos que foram atropelados pela realidade.

O Golo Que Vai No Bolso

helderrod 18 Abr 15

Numa importante jornada que antecede a visita à Luz, o FC Porto fez nove alterações para receber a Académica e isso notou-se ainda que ligeiramente no desempenho na equipa.

O Rotategui aplicado neste jogo que podia e devia ter sido adiado, tendo em conta a dimensão que o FC Porto está a dar ao futebol português não está a ser digna de reconhecimento. Aliás, na minha opinião, esta Federação não é digna de representar o grande FCP. 

Na celebração dos 33 anos magistrais de Pinto da Costa aos 33 minutos de jogo, pensei que é ali junto aos seus adeptos o lugar onde ele merece o reconhecimento de ser o dirigente com mais títulos no Mundo. 

Quanto ao jogo propriamente dito, fica para a história a vantagem magra e um saber a pouco após a miríade de oportunidades criadas pelos dragões. Aliás, parabéns ao Cristiano que foi o melhor elemento da Académica uma vez que defendeu quase tudo o que havia para defender. Assim o tivesse feito noutros palcos...

Do lado do Porto, Hernâni nome de craque, nome de um grande portista que, esteja onde estiver, estará orgulhoso da caminhada do clube do seu coração, conseguiu marcar e revelar que tem potencial para impor qualidade aliada à sua velocidade estonteante. Ainda embalado pelo impacto dos 50092 adeptos da Champions, o extremo do Porto foi o MVP com toda a justiça.

Para o fim ficou a entrada de Jackson que, recordando a similitude do lance com o do golo de Juari em 1987, optou por guardar esse golo no bolso para Munique. Fez bem. Fez bem porque a esperança e a expectativa são imensas para chegarmos às meias-finais da Champions. Para tal, há que saber sofrer na próxima terça-feira e com muito critério superar o orgulho ferido dos bávaros. Será importantíssimo marcar em Munique.

Entretanto na próxima terça de manhã ligarei ao JJ para que ele me diga o resultado. 

Força, Porto!

Wir werden gewinnen!

P.S. Um apelo à Antena 1 para abulir a completamente inusitada tradução simultânea nas conferências de Lopetegui (LO-PE-TE-GUI para os mais pategos). É efectivamente uma redundância dispensável.

Hélder Rodrigues 

E de repente tudo muda…

Eduardo Louro 4 Nov 14

E de repente tudo muda… Por mais que se queira fugir, não há volta a dar: o futebol é mesmo assim. É isto. E é por isto que é assim… Vibrante e apaixonante, como nenhuma outra coisa na vida.

O Benfica tinha tudo perdido. Nem sequer as portas da Liga Europa se entreabriam. Até essas estavam bem fechadas. A sorte andava arredia, virara as costas logo no sorteio e nunca mais regressara. Nas fases dos jogos em que era nitidamente superior, não conseguia tirar nada dessa superioridade, e quando passava para a mó de baixo era castigado com severidade. As arbitragens não ajudavam, e penalizavam sucessivamente a equipa. Os resultados entre os restantes adversários também não eram os mais simpáticos para quem tinha tanta necessidade que alguma coisa corresse bem.

É certo que, hoje, pela primeira vez, aparecia um resultado amigo. Os alemães do (da) Bayer foram ganhar à Rússia, deixando Zénite com 4 pontos e, mais importante ainda, abrindo uma séria oportunidade da equipa alemã assegurar a qualificação antes da última jornada, na visita à Luz. Mas nada mais se alterava: a arbitragem – péssimo trabalho do árbitro espanhol que não tem categoria para ser internacional – não ajudava nada, e a equipa tinha deixado passar o tempo da sua superioridade sem qualquer proveito.

A primeira parte foi de grande superioridade do Benfica, mas no arranque da segunda o Mónaco assustou. Teve períodos de grande superioridade técnica e especialmente física. Foi então que, com o grande contributo do Júlio César, o Benfica começou a contrariar o destino, para recuperar no último quarto de hora o ritmo, a intensidade e a superioridade perdidos. E finalmente o golo… O golo quando a equipa era de novo melhor… E a vitória que abriria as portas do céu!

Sim, agora tudo é possível. Até porque o enguiço foi quebrado e o diabo saiu de trás da porta…

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