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Dia de Clássico

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Em dia das mentiras, e Dia de Clássico a mentira foi o resultado. Tudo o resto foi verdade!

Foi verdade que o Benfica foi melhor. Foi melhor quando foi melhor, quer dizer, o melhor do Benfica foi melhor que o melhor do Porto. E foi melhor durante muito mais tempo. Foi melhor porque teve muito mais domínio, e foi melhor em todas as variáveis que medem o jogo. E criou muito mais oportunidades de golo!

É esta verdade que faz a mentira do resultado. Só e apenas!

Foi verdade - é verdade - que o Porto festejou o empate como se fosse uma vitória que lhe desse o título. Mas a verdade é que não se percebe por quê. A única explicação é o alívio por não terem perdido o jogo!

Em matéria de festejos, nota máxima para Maxi Pereira. É verdade que, por respeito ao passado, há jogadores que não festejam os golos quando marcam aos seus antigos clubes. Maxi não é dado a esses sentimentos: festejou o golo que marcou, festejou os golos que Casillas negou, e festejou como ninguém o empate. E fez muito bem!

Os inusitados festejos do Porto, a terem explicação, trazem-nos à memória a época passada. O Benfica também estava a um ponto do Sporting, e à  partida para o jogo de Alvalade não havia benfiquista que não considerasse que o empate, nesse jogo, seria um bom resultado. Acreditavam no calendário, e o do Benfica era teoricamente bem mais fácil que o do Sporting. Que, recordo, teria de jogar no Dragão e em Braga. Provou-se que, tivesse o Benfica logrado o tal empate que era bom resultado, e não teria sido campeão. Porque, e faltavam então muito mais jogos que agora, nem um nem outro desperdiçaram um ponto que fosse.

Independentemente das verdades e das mentiras este jogo foi um bom espectáculo de futebol. Bem jogado, num estádio bonito e cheio que nem um ovo. O Porto mostrou algum medo, ao contrário do que vinha apregoando. Reforçou o meio campo, e como só podem jogar onze, jogou com um único ponta de lança, deixando o André Silva no banco. E quando entrou foi para Soares sair. Não admirou por isso que o Benfica tenha entrado dominador, e chegado bem cedo ao golo, na transformação de um penalti - indiscutível e indiscutido - assinalado logo aos cinco minutos.

O golo obrigou o Porto a alterar as ideias. E conseguiu reagir, equilibrando o jogo a partir do equlíbrio na disputa da bola, sempre com muito recurso à falta. O primeiro remate do Porto só chegou perto da meia hora, e o Benfica nunca perdeu o controlo do jogo.

Não deu para perceber se o Porto entrou melhor na segunda parte. Pela simples razão que o Benfica entrou desastradamente. Foram três minutos inacreditáveis, em que o Benfica não acertou um passe. Foram apenas três minutos, é certo. Mas foram o suficiente para sofrer o golo do empate. Um golo inacreditável, como inacreditáveis foram aqueles primeiros três minutos. Que o Benfica pagou bem caro!

Depois, de imediato, o Benfica voltou à mó de cima e partiu para uns restantes 42 minutos de muito bom nível. Com uma equipa a querer ganhar e a outra a não querer mais que não perder. Com uma equipa a somar oportunidades de golo e a outra a somar entradas duras para parar os adversários.

Os golos é que não voltaram. Porque Casillas repetiu a exibição do ano passado, porque Luisão - mais uma grande exibição do velho capitão - , Jonas, Pizzi e Mitroglou foram perdulários, e porque, quando não era nem uma coisa nem outra, lá esteve a pontinha de sorte. Que faz parte do jogo!

E no fim o Porto fez a festa.... Quando continua em segundo e já não depende de si próprio. Mas lá que há lá fezada, há!

A culpa é do Benfica

Dylan 12 Jan 17

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                       #ACulpaÉDoBenfica

As duas vitórias consecutivas do Benfica, em Guimarães, em competições distintas e com duas equipas diferentes, dão razão aqueles que apelidam o clube lisboeta de "monstro"...de qualidade. A culpa realmente é do Benfica, da categoria do seu plantel e do seu treinador, não é da suposta ajuda dos árbitros como alguns tentam em menorizar as vitórias da equipa da Luz. Enquanto uns falam de "vouchers" e incendeiam a arbitragem, enquanto outros desenham em telas como se fossem mestres e falam em "polvo", talvez da "fruta" que enjoaram no passado, o Benfica vai percorrendo o seu caminho de vitórias à custa da união e da sua organização.   

Escândalo

Eduardo Louro 5 Jan 17

 Sporting e Porto mudaram os órgãos da arbitragem como quiseram. O Sporting, pelo seu presidente, veio dizer que, agora sim, as arbitragens estavam boas. O Porto, pelo seu presidente, vei dizer que só os burros falavam de arbitragem.

Porto e Sporting foram afastados da Taça da Liga. Ambos. Ambos a jogar poucochinho... Ambos com queixas da arbitragem: o Porto, de um penalti não assinalado a seu favor; o Sporting de um penalti contra. No jogo para a mesma competição, o árbitro, tão mau quantos os outros e já com história feita, com resultado em branco, anulou ao Benfica um golo limpo, e logo  a seguir transforma um penalti num livre, fora da área. 

O Benfica continou a jogar á bola, como se nada se passasse. A jogar bem e chegou ao fim do jogo com 4-0. 

Conclusão: Escândalo - o Benfica é levado ao colo pelos árbitros!

A ideia do penalti

Eduardo Louro 3 Nov 16

 

Podemos não perceber a ideia, mas juram que ela existe. Por mais bonecos que façam, podemos não conseguir descobrir a tal deia de jogo. Mas percebemos que há uma ideia de penalti. Ou muitas. Há penaltis por todo o lado: seis, sete ... oito, dizem. Há um que até diz que são nove...

O destino tem destas coisas, e ontem, penalti a sério, daqueles que até se apalpam e tudo, aconteceu na área da baliza Casillas, quando o espanhol Oliver, à frente de toda a gente, fez de guarda-redes sem que um outro cidadão espanhol, ali mesmo á frente, visse o que quer que fosse. Nada que, evidentemente, comprometa a grande cruzada para a reconquista do apito de ouro e interrompa a marcha obstinada em direcção à arbitragem prometida. 

 

O Padrinho e a Raposa

helderrod 27 Set 16

Na estreia do Leicester na Liga dos Campeões em sua casa o FC Porto foi o padrinho. Um experiente padrinho nesta competição que se deixou levar pelas raposas, bem personificadas pelo Ranieri.

Mas de Padrinhos falarei mais à frente.

Os azuis e brancos de amarelo (que anda a dar azar) até começaram bem, com duas boas oportunidades na primeira metade da etapa inicial. Mas a força física dos britânicos abafou a boa vontade dos avançados perdidos no meio daquele muro.

Contudo, parece-me estranha a persistência na subida dos laterais, com a nítida falta de apoio nas faixas. É difícil entender que, perante um futebol directo assumido, sejam os laterais do FCP a serem obrigados a descer e a desposicionarem-se defensivamente. 

Na segunda parte, a equipa subiu no terreno e merecia claramente o empate até porque mais uma vez o árbitro de linha fez vista grossa a um penalty sobre Marcano e a bola ao poste de Corona (que devia ter entrado mais cedo em campo).

Como sócio do FCP custa-me ver os melhores activos sentados no banco ou mesmo fora dele. 

Isto é tudo muito bonito, mas alguém tem que entender de uma vez por todas que, amigos ou padrinhos, negócios à parte. 

Os melhores têm que jogar e o Futebol Clube do Porto não é propriamente o Valência ou um consórcio de activos.

Esta vassalagem aos padrinhos tem que acabar.

 

 

Força, Porto!

Hélder Rodrigues

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Ainda não me tinha debruçado bem sobre o assunto, mas agora que lhe dediquei alguns segundos, estou a chegar à conclusão que os portistas têm razão: o Porto perde sempre por culpa do árbitro!

Não há já dúvidas nenhumas: perdia, mudou de treinador... e continuou a perder. Logo, a culpa não está no treinador. Como não pode estar no Papa - o dogma da infalibiliade papal não o permite - só pode estar nos árbitros. Bem visto!

Continuem. Estão carregadíssimos de razão...

 

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