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Dia de Clássico

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O verniz estalou no futebol português. Por muitas voltas que queiram dar. Por muitas inversões que queiram orquestrar, já ninguém se pode eximir da realidade. A verdade está ferida de morte e o Benfica é o principal suspeito.

A presumível inocência dos anjinhos pode até estar a ser salvaguardada, mas as evidências em cada jornada que passava plasmavam a putrefacção da justiça desportiva. Basta, aliás, fazer algumas leituras de lances que fui denunciando neste blogue semana após semana. Agora tudo faz ainda mais sentido, quer pela coincidência dos intervenientes, quer pelo timing no qual as coisas ocorreram...

Tudo se pode resumir àquela taça fantasma do tri. Uma taça que aprioristicamente estava prevista nos estatutos da Liga, mas que ninguém teve hombridade de entregar a anteriores conquistas do FC Porto.

Essa taça é a metonímia de um embuste. Entenda-se por metonímia como uma figura de estilo onde se substitui uma realidade por outra que lhe está associada. Aquela taça representa em si a mentira, o xico espertismo e o sentimento altivo de quem se considerava impune.

Considero, portanto, que aquela taça deve estar no Museu e, sempre que a contemplem, percebam que o que ali está não é o produto da meritocracia. Será, isso sim, a soma de uma miríade incessante de conflito de interesses, de conluios, de chantagem, de metáforas clericais em que os meninos do Presidente não queriam falhar. Correu mal. Alguém se apercebeu daquela homilía pecaminosa e agora a podridão emerge em catadupa. Não adianta tapar os olhos à realidade. A cassete da fruta já não colhe. Afinal, tudo tinha um preço associado à luxúria e à classificação dos agentes do arbítrio. Na verdade, um jantarzinho com voucher, umas camisolinhas do rei e o prazer supremo consubstanciavam o crime perfeito. Nada é perfeito. Tudo se sabe. Até o JJ foi apanhado a dizer a um dado quarto árbitro: "Atenção! Olha que eu sei muita coisa..." . Se calhar, estará na hora do treinador dos leões explicar o tudo aquilo que sabe. Será, porventura, uma importante referência no esclarecimento cabal daquilo que se passou...

Acho engraçado. Parece que os comentadores benfiquistas ficaram à janela ali por Leiria. É que o senhor Vieira também foi escutado a escolher um árbitro a seleccionar o melhor árbitro para a final de uma Taça de Portugal.

Por falar em Taça de Portugal, ainda está por explicar a razão pela qual o misterioso minuto 16 da final da Taça de Portugal deste ano não foi analisado, no famigerado vídeo-árbitro.  Já passaram 29 dias sem que a agressão de Lindelof a Marega dentro da área do Benfica tenha sido sequer discutida nas nossas TV. O que aconteceu? Por que razão um lance como este é esquecido?  A quem interessou? DESAFIO TODOS OS CANAIS PORTUGUESES A ANALISAR SERIAMENTE ESSE LANCE E PROCURAR APURAR O QUE SE PASSOU. 

Haverá já muitos benfiquistas que estarão com um pé atrás. A instituição, que é o povo, não merece ser assim gerida por quem quer ganhar a todo o custo. 

Penso inclusivamente que muito deles deveriam pedir uma indemnização por danos morais. Aqui fica a minuta:

Eu __________________________________________________, benfiquista desde _________, venho por este meio solicitar a devolução da rectidão e da limpeza nas vitórias do meu clube. Não é com Taças da Liga que me compram. Não me revejo nestes compêndios tentaculares de cartilha saloia. Quero que o campeão volte, mas de uma forma cristalina, transparente e justa. Façam isso no Damaiense do Guerra ou no Famalicão do Janela. Não quero ser um bode expiatório de um qualquer menino do Presidente, de um chefe de observadores de Braga ou de um advogado habilidoso.

 

Obrigado!

O sócio enganado

 

 

 

Aquilo que está no Museu não é uma Taça. É um embuste

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.

 

 

 

Força, Porto!

Hélder Rodrigues

 

 

P.S. Que a verdade traga a justiça daqueles que amam o ludopédio!

 

 

 

 

Abram Alas para o Dragão!!!!!

helderrod 28 Jan 17

Hoje na Amoreira, o FCP teve uma árdua tarefa para aquistar

os três pontos. Após quase uma volta inteira sem sofrer golos fora de casa

os Dragões lá consentiram um excelente golo.

Mas falemos do início do jogo.

Estranhamente, os extremos foram preteridos no onze inicial e na minha

modesta opinião isso condicionou os primeiros 65 minutos de jogo.

Confesso que este entendimento táctico sem alas me causa muita relutância.

Ainda está por se provar esta ideia de jogo com muita gente pelo miolo.

Apesar de tudo, devo manifestar a minha insatisfação como assinante

da Sporttv. É que perante dois lances nos quais foram assinalados

fora de jogo, designadamente aos 6 minutos a Diogo J e aos 23 minutos a

Oliver Torres, não houve nenhuma repetição para dissiparmos as dúvidas. É 

pouco profissionalismo ante um serviço caro e sem índole clubística como

a BTV que se exime de colocar linhas em lances dúbios a favor do

Benfica (relembro aqui o lance do segundo golo frente ao Tondela).

Voltando ao jogo com o Estoril (jogado mesmo na Amoreira e não no palco 

da final da Taça da Liga onde há promoções de bilhetes) o domínio 

portista foi claro e Casillas não fez nenhuma defesa. 

Todavia, após mais um penalty claro por assinalar aos 55 minutos, o golo chegou

tarde, mas chegou. Fica a sensação que nem sempre se aproveita todo o 

potencial da equipa pelo persistente afunilamento de jogo.

O futebol é simples. Abram alas e não compliquem.

Há que manter a pressão e vencer o Sporting no Dragão!

Abram alas!

 

Força, Porto!

Hélder Rodrigues

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A Taça da Liga é uma competição desenhada para os grandes. Os quatro primeiros classificados do campeonato anterior são encaminhados para as meias-finais, ou para, agora, com mais pompa, a final four.  

Creio que nunca lá chegaram os quatro. Desta vez lá estiveram o Vitória de Setúbal, no lugar do Sporting, e o Moreirense, no do Porto. Benfica, com a folha limpa, e Braga, com muita dificuldade e bastante sorte, acabaram por cumprir com o que era a sua obrigação. Lá estavam os únicos três vencedores da competição. E o Moreirense: o outsider que chega à final, com o Braga.

Porque ganhou ao Benfica, e logo por 3-1. Porque o Benfica tem-se dedicado a jogar apenas a metade de cada jogo. Se joga a primeira, desaparece na segunda, como fez hoje. Se não aparece na primeira, joga na segunda, como no último jogo.

O Benfica saiu para o intervalo bêbado com a superioridade que tinha exercido. Tão bêbado que se esqueceu que só estava a ganhar por um a zero. Tão inebriado que se esqueceu  de regressar para a segunda parte. Deixou os rapazes do Morerirense a jogar sozinhos que, de repente e incrédulos, se viram a ganhar por 3-1. Em apenas 10 minutos, como com o Boavista, de má memória, com apenas dois remates - do primeiro golo só se percebeu que nem foi preciso rematar à baliza - o Moreirense marcou por três vezes.

Não importa que o segundo golo tenha acontecido porque ficou por marcar uma falta sobre o Eliseu. Nem as bolas nos ferros. Nem um penalti que ficou por marcar. Nem as seis ou sete oportunidades desperdiçadas no tempo que sobrou para jogar à bola. Agora importa apenas que o Rui Vitória consiga meter na cabeça dos jogadores que os jogos têm 90 minutos, divididos em duas partes, de 45 cada uma.

E que têm de ser disputados em cada minuto desses 90. Que as peladinhas, para brincar com a bola, ficam para os treinos. Mesmo assim só naquela parte de descompressão, no espaço de lazer que o trabalho ás vezes tem que ter. 

 

 

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No regresso ao D. Afonso Henriques, desta vez para disputar o acesso às meias finais da Taça da Liga, o Benfica repetiu apenas três jogadores da equipa que aí apresentara três dias antes: os dois laterais - Ruben Semedo e André Almeida - e Pizzi.

Repetiu o resultado, a vitória por 2-0, e até o timing dos golos. E repetiu ainda o quadro geral do jogo: domínio absoluto na primeira parte, e controlo do jogo e do resultado na segunda.

Mas nada mais se repetiu. O domínio da primeira parte foi muito mais acentuado, e a exibição, nesse período, foi bem mais exuberante e assente em nouances de jogo substancialmente diferentes. Desta vez Rui Vitória optou por um ataque móvel, entregue a Gonçalo Guedes (dois golos em duas jogadas colectivas absolutamente perfeitas) e a Rafa, envolvidos por Carrillo - finalmente a mostrar que também ele pode ser mais um reforço de inverno - e Zivkovic. E o que se viu chegou a ser deslumbrante. Não fosse a indisfarçável má relação de Rafa com o golo, o penalti desperdiçado por Pizzi, logo aos 11 minutos, e a soberba exibição do jovem guarda-redes do Vitória (não se percebe por que o Miguel Silva não é o titular da baliza, mas o Pedro Martins terá razões que a razão desconhece) e o resultado ao intervalo teria sido altamente punitivo para a boa equipa de Guimarães,

E foi assim, com uma primeira parte fulgurante, a lembrar Arouca, aqui há uns meses, que o Benfica garantiu a participação na inédita final four, no Algarve, lá para o fim do mês, e a possibilidade de discutir um título que apenas por duas vezes lhe fugiu, numa competição desenhada para ser ganha pelos grandes do futebol nacional.

Os primeiros quatro classificados do campeonato são os cabeças de série. E para que as meias finais não escapem aos mais fortes, jogam em casa dois dos três jogos de cada grupo de apuramento. Os mais pequenos jogam apenas um.

O Benfica jogou em casa com o Paços e com o Vizela, ambos apenas com um jogo em casa. O Vitória fez o seu jogo fora no único jogo em casa do Vizela. O Benfica fê-lo em Guimarães. o que quer dizer que, dos quatro grupos, coube ao Benfica o adversário mais cotado. E coube-he jogar fora contra o adversário mais cotado.

Contando por vitórias os jogos disputados, com 8 golos marcados e nehum sofrido, o Benfica é o único dos três grandes que vai discutir o título. Os outros, como se sabe, foram afastados pelos árbitros. O Porto, com dois pontos, conquistados nos dois jogos em casa. O Sporting com seis pontos, com duas vitórias por 1-0 nos dois jogos em casa, com o Varzim e com o Arouca!   

E por isso, como sabemos, a Taça da Liga não tem importância nenhuma... Nem devia contar como troféu!

RSF (Roubalheira Sem Franquia)

helderrod 29 Dez 16

Apesar da parca consideração que esta competição merece, não hesitei em criar este singelo telegrama:

Um abraço e um Feliz 2017!

Força, Porto!

Hélder Rodrigues

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Foto do jogo por Raurino Monteiro

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Taça Epístolar

helderrod 29 Nov 16

Alameda do Dragão, 29 de Novembro 2016

Querida Mãe, querido Pai:

 

Então, que tal? Nós andamos do jeito que o NES quer. Entre os dias que passam menos mal, lá vem um jogo que nos dá mais que fazer. Mas falemos de coisas bem melhores. O João Carlos Teixeira dá uns toques e o Depoitre deverá seguir Engenharia. Para lá do futebol, dizem que é um emprego com saída.

Cá chegou direitinha a encomenda num empate que parou no Velasquez. Uma equipinha que não deu para a merenda, mas sempre dá para enganar a vontade. Espero que não demorem a mandar um videoarbitro nesta taça do Correio. Mais um golo limpinho a anular. Como estão os delegados de vermelho? Já não tenho mais assunto para escrever. Esta taça não é nada bestial.

Um abraço deste que tanto te quer. Porto, muda, porque isto não é normal!

Um abraço deste que tanto te quer. Porto, muda, porque isto não é normal!

 

P.S. Road to Faro-Loulé é tão mau, tão mau que plasma a consentaneidade com a parca valência desta competição.

E, por falar em Valência....ADEUS!

 

Força, Porto!

Hélder Rodrigues

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