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Dia de Clássico

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Que miséria!

Eduardo Louro 15 Nov 16

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Com a revelação de imagens de miséria humana - sempre exclusivas, desta vez da SIC - do que se passou em Alvalade, depois do jogo do Sporting com o Arouca, percebemos o estado a que chegou a comunicaçao social em geral e as televisões em particular.

Primeiro, com a própria reportagem da SIC, na apresentação inicial de imagens cortadas, evidentemente amputadas de sequência, dadas por inconclusivas mas a permitir ao jornalista que a assinava óbvias e irrefutáveis conclusões. Depois, a apresentação de mais imagens e mais completas, e mais conclusões. Até que o jornalista apresentador tivesse que ser, pouco a pouco, muito gradualmente, empurrado para certas imagens. Que haveriam de aparecer. Que finalmente apareceram, claras como ... o cuspo.

As imagens acabaram espalhadas por todas as televisões. Só que, por incompetência ou acção voluntária, em peças jornalísticos que insistiam em não bater certo com o que se estava a ver.

E nós a vermos a verdade a ser espezinhada, alí mesmo à frente dos nossos olhos...

 

Meter tudo no mesmo saco

Eduardo Louro 28 Jan 16

 

A Bola 

Gostaria de saber o que é que pode dar mais raiva. O que é verdadeiramente indecoroso? O arquivamento de um processo de acusação manipulada, mentirosa, sem provas e inconsequente; ou  o arquivamento da correspondente queixa por difamação e atentado ao bom nome, consubstanciados nessa acusação mentirosa, manipulada e infundada?

Ao meter tudo no mesmo saco - onde é que já vimos isto? - a Liga e a FPF estão a beneficiar o infractor, a dizer-lhe que pode continuar a usar sem limites de todas as artimanhas. E a orquestrar  nos jornais e nas televisões o manto de aldrabices em que se abriga... Que a tudo se prestam, como se vê pelo specimen junto...

 

Tempo de quaresma

Eduardo Louro 2 Abr 14

 

 

Bem me parecia, como já dava conta no texto anterior, que não se tinha passado nada na Choupana. Ainda cheguei a pensar que era notícia de primeiro de Abril... Mas não, afinal ainda não foi muita coisa que mudou. O árbitro não viu o Quaresma fazer nada de mal, e os orgãos disciplinares da Federação não vêm televisão. Vêm apenas a Benfica TV, e com muita atenção. Ou nem por isso, nem sequer é necessária assim tanta atenção... Ali está tudo à vista, nada é escondido...

Há sempre poderes que ficam... E sabe-se como é grande a resistência à mudança!

Ou se calhar não é nada disso. É simplesmente tempo de quaresma. Até à Páscoa perdoa-se tudo!

Azar

Eduardo Louro 18 Set 12

Não tenho paciência para assistir integralmente a qualquer desses programas que as variantes noticiosas das TV´s transmitem na versão de debate do futebol. Mas a verdade é que tento: invariavelmente passo por lá em zaping!

Invariavelmente, também, fico por pouco tempo. É sempre mais do mesmo: debate de baixo nível, confronto de mau gosto, e sectarismo exacerbado. Sempre do mesmo lado, um objectivo único: criar factos, limpar outros, e pressionar. Pressionar e condicionar sempre com o objectivo de criar dividendos para o seu clube, umas vezes com algum talento mas, na maioria delas, com muita arruaça!

Por regra geral o meu Benfica está mal representado. Num caso segue o mesmo caminho da arruaça, joga o mesmo jogo do adversário, mas sem qualquer eficácia – antes pelo contrário – com a agravante de se tratar de alguém com funções directivas no Clube e na SAD. Noutro, com sucessivas substituições nos últimos tempos – vá lá saber-se porquê - os seus representantes têm revelado outra urbanidade mas, ou são mais papistas que o Papa, ou trucidados pelo jogo baixo do adversário. No último, o Benfica está representado pelo mais veterano do ofício: alguém que já passou por tudo o que é programa do género em tudo em que é estação de televisão, sempre em regime de insinuação pessoal à procura nunca se sabe de quê.

Foi aqui que ontem fui parar por breves momentos, que deram para perceber que é o único onde já tem assento o novo grande: o Braga. Uma figura desconhecida – será porventura alguém com méritos públicos, mas eu não conheço – prometia, através de técnicas de guerrilha ou mesmo de terrorismo, entornar o caldo a todo o momento. Vamos ver, mas desconfio que aquilo não vai acabar bem…

Discutia-se na altura Pedro Proença, os seus méritos, e o seu regresso à arbitragem de jogos do Benfica. Curiosamente a única voz crítica para o árbitro saía da boca do sportinguista Eduardo Barroso. Todas as outras cantavam loas a este árbitro, incluído o benfiquista que, claro, aproveitava para se insinuar.

Braguista e portista declaravam com toda a solenidade que não havia qualquer razão para que Pedro Proença não regressasse aos jogos do Benfica. Enquanto o portista garantia que o árbitro em tempo algum prejudicara os da Luz, o novo recruta concedia que tinha havido prejuízo decisivo no tal golo de Maicon e que isso poderia tornar o ambiente da Luz difícil para Proença. O regresso deveria acontecer num jogo fora…

Talvez em Braga, acrescentaria eu!

Confesso que não estranhei nada que Fernando Seara não tenha intervindo para dar a pequena nota que Pedro Proença não prejudicou o Benfica apenas nesse jogo. Que o tem feito flagrantemente em todos os jogos em que tem intervindo nos últimos anos, sem excepção. Que na mesma época passada, no Axa, entre a complacência com o anti-jogo e a dualidade de critérios, inventou o penalti que garantiu o empate ao Braga. Como inventara o do Dragão quando, um metro à sua frente – exactamente nas mesmas circunstâncias que ditaram o castigo a Jorge Jesus: “não viu porque não quis” – transformou uma simulação de Lizandro no penalti que deu o empate ao FC Porto. Nem que fosse para simplesmente concluir que é um caso de azar. Que Pedro Proença não quer prejudicar o Benfica, tem é azar… Um azar que só lhe bate à porta quando pela frente tem aquelas camisolas encarnadas…

Por mim, que não desejo o azar de ninguém, acho melhor que não volte a arbitrar o Benfica. Que, já que tem o azar de ter estes tipos a defendê-lo nos media, bem dispensa mais azares de Pedro Proença!

 

Comunicação Social e o mercado

joaopaulo74 26 Abr 12

Em Portugal é habitual os adeptos dos clubes criticarem a comunicação social, acusando-a muitas vezes de parcialidade.

Eu tenho uma visão muito simples desta temática. E a visão reduz-se a uma coisa: mercado.

E trago um exemplo de Espanha.

Nos minutos que se seguiram à derrota do Real Madrid, o jornal Sport, da Catalunha, tinha na sua página inicial dois títulos exemplares.

Podem facilmente perceber como este jornal do Barça se atira ao Real.

É o mercado.

Todos o reconhecem, todos o sabem.

É tão simples, não?

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