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Dia de Clássico

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Quero iniciar este post por agradecer aos gestores deste blogue por permitirem que eu possa expor livremente a minha opinião. É que, apesar de ser o único portista aqui no Dia de Clássico, nunca fui impedido de plasmar o que quer que seja. Fico grato por isso. Mesmo muito. 

Ao contrário de outras plataformas, designadamente no Facebook do Tempo Extra, nunca obstacularizaram a minha liberdade de expressão. Bem-hajam!

Tenho pleno consciência de que nem sempre sou agradável para as hostes benfiquistas, mas esta é a minha postura. Procuro sempre ser sincero. 

Na crónica de hoje, voltarei a sê-lo sem hipocrisia. 

Por muito que custo aos benfiquistas, ainda não fizeram História. Poderão ter escrito uma história nova no clube pelos quatro campeonatos consecutivos, mas ainda estão muito longe.

Parem de enganar as pessoas. Farão História se conseguirem conquistar seis títulos consecutivos no campeonato nacional. Isso é História. 

Ao contrário do meu treinador, recuso-me liminarmente a dar os parabéns ao Benfica. A razão é simples. Tal como hoje tive oportunidade de dizer numa entrevista na Sic Notícias em directo, jamais poderei aceitar um teste a um aluno que tenha copiado e feito batota de forma inequívoca. Estaria a ser injusto para com os restantes que trabalharam e procuraram ser honestos. 

Gostava de poder dizer o contrário, mas ainda não foi desta que o clube da Luz pôde ganhar um campeonato impoluto nos últimos anos. Este está ferido de morte, da verdade e da rectidão. Por muitas voltas que queiram dar, não se livram da impunidade técnica e disciplinar que favoreceram claramente o Benfica.

Ironicamente, hoje no Dragão já houve spray e dois penalties assinalados no mesmo jogo. Os mais de 24 mil adeptos que estiveram presentes no Dragão puderam perceber que, mesmo não se jogando bem, quando se marcam penalties é possível ganhar.

Ninguém se pode livrar da histórica impunidade de castigos (um por acumulação de 5 amarelos) ao contrário dos oito castigos para o FCP e nove para o Sporting nas mesmas circunstâncias.

Não se podem livrar do manuseamento das imagens nas transmissões em TV própria.

Não se podem livrar da impunidade perante agressões de conduta antidesportiva em pleno relvado.

Não adianta. Basta estarmos minimamente atentos para perceber que apesar da força nas canetas dos jogadores do Benfica, não se eximiram de plantar tretas!

Lamento o facto da nossa parte não ter sido mais competente e pouco mais poderei adiantar.

Basta ver a forma como a vergonha se apudera daqueles que não são capazes de permanecer em campo num final de jogo que encerra a temporada em jogos no Dragão. 

O mundo é composto de mudança.

Assumam-se novas vontades.

Lembrando o grande Salvador Sobral apetece-me dizer que não é preciso fogo de artíficio para se pôr uma equipa a jogar futebol!

O Futebol Clube do Porto tem nas suas raizes muita gente capaz de repor o azul e branco no rumo que o mesmo merece: o caminho das vitórias mesmo em mares agitados!

 

 

Força, Porto!

Hélder Rodrigues

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Orquestra em dificuldades

Eduardo Louro 22 Out 16

Imagem relacionada

 

A afinada orquestra de comunicação leonina, com actuação diária nas televisões nacionais, no último fim de semana tocou acordes de rara indignação pelos seis minutos de compensação que a equipa de arbitragem acrescentou ao jogo do Benfica com o 1º de Dezembro, para a Taça de Portugal. Não - diziam - que não fossem justificados. Apenas porque - acrescentavam - não é comum as arbitragens chegarem a tanto. Garantiam que nunca os árbitros davam mais de quatro minutos!

Temos de concordar que esta orquestra até pode estar muito afinada, muito mais que a equipa no relvado, mas não tem muita sorte. Então não é que logo a seguir, na terça feira, um árbitro italiano dá exactamente os mesmo seis minutos - que acabaram por ser quase oito - de compensação?

E não é que hoje, o árbitro Rui Costa repete os mesmíssimos seis minutos de compensação, e que o Sporting evita a derrota com o Tondela 30 segundos antes de se esgotarem os tais seis minutos que os árbitros nunca dão?

Se, no campo, a bancada manda os jogadores jogar à bola, é tempo de, nas plateias, se começarem a ouvir pateadas. Tão sonoras como as de Alvalade! 

Carta Aberta à SIC Noticias

helderrod 22 Out 16

CARTA ABERTA À SIC NOTÍCIAS Exmos. Senhores, Sou admirador do canal supracitado atendendo ao facto do mesmo ter introduzido em Portugal um conceito inovador, no que à transmissão permanente de notícias diz respeito! Todavia, é com profunda tristeza, frustração e espanto que atesto um galopante paradigma da perda de qualidade da Sic Notícias. Não obstante a respeitabilidade que todas as opiniões merecem, parece-me excessiva a constante perseguição obsessiva ao Futebol Clube do Porto, plasmada na soliloquial crónica de Rui Santos no programa Tempo Extra. Com efeito, princípios como a imparcialidade e o rigor jornalísticos são constantemente feridos de morte. Não é de todo aceitável que, num canal cujo propósito não tem índole clubística, ver-se a permanente insinuação contra a respeitável instituição Futebol Clube do Porto, visando a pessoa de Pinto da Costa. Tal como dizem no programa Tempo Extra "a sua opinião conta" permitam-me o reparo. Nem todas as opiniões contam. Estou há um ano impedido de comentar no Facebook do programa referido, porque pura e simplesmente questiono a seriedade e a acuidade de alguns comentários aí exarados. Porém, nunca fui esclarecido de tal impedimento. Nunca usei o vernáculo, nem insultei nenhuma pessoa. Apenas cultivo o usufruto do direito ao contraditório. Solicito que considerem este procedimento a bem da liberdade de expressão e da natureza impoluta da Sic Notícias! Penso que está na hora de acabar com esta xenofobia de índole antiportista! Gostava de ser superiormente esclarecido, tendo em conta a idoneidade de Vossas Excelências! Atentamente e ao dispor Hélder Rodrigues.

A xenofobia e a bola!

helderrod 11 Mai 15

Na conferência de imprensa que se seguiu ao Porto-Gil Vicente, Julen Lopetegui explodiu para verbalizar o seu grito de revolta perante a profunda injustiça de que a sua pessoa e a sua equipa têm sido alvo. Se por um lado foi claramente óbvia a empatia perpetrada pelos árbitros em função das necessidades benfiquistas, por outro houve na quase maioria (daí a referência aos 90%) dos opinadores e jornalistas que encetaram uma campanha anti-Lopetegui. Muitos deles são aqueles que se insurgiram energicamente contra a permanente agressividade da imprensa espanhola a José Mourinho, quando este parava por Madrid. Com efeito, basta verem um programa Contra-Golpe em que o Manuel Queiroz e Joaquim Sousa Martins são impotentes para parar aquela avalanche antilopeteguiana. Ou verem Rui Santos no seu programa Tempo Extra, cujo solilóquio mais parece um tratado antilopetegui. Aliás devo adir que eu (Hélder Rodrigues) continuo a ser impedido de fazer comentários pela gestão da página do Tempo Extra no facebook (parece a censura de outros tempos). Depois é ouvir a raiva interior de Octávio Machado na CMTV que dispara contra o FCPorto como ninguém. Tudo isto para não falar da Bola TV, designadamente no programa Quinta da Bola em que se pretende menorizar tudo o que os azuis e brancos fazem. Enfim. Mas o que é mais grave é vermos pessoas responsáveis como João Gabriel e Rui Gomes da Silva que têm a clara consciência do "seguidismo" que desencadeiam nos benfiquistas menos informados continuarem a alimentar a xenofobia e a repulsa perante um imigrante. Lopetegui tem toda a razão no que dizia. Ainda hoje no Jornal de Desporto da Antena 1 das 18:30, dão tempo de antena a António Figueiredo (antigo presidente do Estoril que mudou um jogo da equipa que presidia para o Algarve cujo opositor se tratava do seu Benfica) que insultou o treinador Basco do Porto, chamando-o canário, papagaio e trocando-lhe propositadamente o nome. Nesse mesmo programa não houve a intervenção de ninguém a exercer o direito de resposta nesse mesmo jornal de desporto! Isso na minha opinião está já a ter consequências graves no país. Trocar propositadamente as vogais de um nome da pessoa, chamar-lhe o Basco e coisas do género não me parece a solução mais adequada perante uma sociedade que passa pelas dificuldades que todos sabemos. Chegou a altura de todos pararem para pensar na responsabilidade e nas consequências daquilo que dizem. Ninguém merece ser vilipendiado desta forma. Deixem lá isso! Pois a continuar assim qualquer dia o Pai Le Pen diz-se benfiquista e vem para Portugal formar um Partido! Pensem nisso! Hélder Rodrigues

Extra Time

helderrod 12 Mar 14

A SIC NOTÍCIAS também podia contratar um jornalista estrangeiro para os comentários da actualidade desportiva no programa "Tempo Extra"!

Acabo de ver o Tempo Extra de Rui Santos e permitam-me o desabafo.

A indignidade desportiva tão propalada por este jornalista "selfie" é imensurável. A permanente atitude incendiária, de acusação barata e não fundamentada merece claramente um travão.

Há tempos apelava aqui para a necessidade de responsabilizar as insinuações perpetradas por este senhor. Tenho plena consciência de que estes solilóquios merecem o parco valor que têm. Considero inclusivamente que a qualidade menor deste programa não se coaduna com a relativa qualidade do canal onde o mesmo é exibido. Seria claramente um top de audiências na Benfica TV.

O aproveitamento injusto e desadequado da partida de Eusébio para atacar o Presidente do FC Porto tivera já o seu início no dia de ontem pelo comentador Rui Gomes da Silva. Hoje questionava o fulano a ausência de Pinto da Costa nas exéquias fúnebres, ignorando por completo o contexto e a recente enfermidade do Presidente. Depois, a crítica a Ronaldo que não terá feito o suficiente. Lamentável.

A dada altura cria um neologismo, designadamente um tal de verbo eusebiozar... pois tal lhe digo. Eusébio seguramente não gostava de gente assim. Gente que acicata cobardemente a legitimidade das vitórias desportivas do grande FC Porto. Gente que se esquece de mencionar um outro grande senhor do futebol que partiu há 29 anos. José Maria Pedroto e a instituição FCP merecem outro respeito.

Este sensacionalismo de índole antiportista é lamentável. É um atentado à inteligência e uma homenagem à demagogia da parcialidade.

Promovam o diálogo, o direito à resposta e a idoneidade para um trabalho sério e digno da qualidade jornalística.

 

Hélder Rodrigues

 

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