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Dia de Clássico

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Tutto Può Cambiare

helderrod 23 Fev 17

É bem verdade. No fundo falamos apenas de um jogo de futebol. Um jogo de Champions de má memória para os portistas.

Mas mudar por mudar é um erro. Corre-se um risco enorme e a equipa correu esse risco. Deu-se mal.

A entrada em campo nem foi má. Porém "tão fugaz que nem deu". 

Perante uma inusitada e justa expulsão de Telles, a noite foi negra. Os negros azuis e brancos nunca se encontraram naquela espécie de rotategui tão criticada em tempos idos. 

É uma pena perder-se a essência e a verticalidade azul e branca na noites europeias. Estávamos em casa e em casa devemos sempre mandar nós. Essa "arrogância positiva" vai-se perdendo e com isso a nossa identidade. 

O encolhimento corre mal e nem sempre é Natal como se provou na Noite dos Namorados profícua em fraldas. 

Não vamos a lado nenhum se nos apequenarmos, quer com os árbitros, bem como as evidentes diferenças no valor dos plantéis. 

Não é este o caminho do Dragão. Os valores das Antas têm que regressar rapidamente e assumir a grandeza de quem ostenta com mestria e legitimidade sete títulos internacionais. Esse é o Futebol Clube do Porto e não aquela equipa que se deixou encolher pela força da vecchia signora.

Todavia, um portista é sempre um sonhador. E sonha tão completamente que acredita sempre numa transcendência como a de Roma ou de Milão. Não há que recear e postar os melhores entre os melhores!

E o desafio continua em modo Xadrez!

 

 

Força, Porto!

Hélder Rodrigues

3 comentários

De A noite proficua em fraldas... a 23.02.2017 às 23:10

...foi um golo mal anulado à Juventus, suponho!
É que nem com a ajuda dos árbitros.
É que na Europa, ajudam, mas pelo menos tem que tentar jogar à bola.
Estão mal habituados cá, que o árbitro vai ajudando à medida que surgem as dificuldades. Se jogam duro, os amarelos não saiem.... se falham a baliza, aparece um pênalti e se mesmo assim ainda não conseguem ser convincentes, expulsa-se um jogador adeversário... e se não se sabe mais, os cortes podem ser feitos em falta que o árbitro perdoa. Se não se tem arte, usa-se a força, por vezes a violência... e no fim, ainda se diz mal do árbitro, que assim passam por coitadinhos...
É este o Porto 2016/2017... mas, é assim que os adeptos gostam de ganhar, não o sabem fazer de outra forma, nunca souberam.

De Manuel Costa a 24.02.2017 às 21:07

De Manuel Costa a 25.02.2017 às 00:31

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