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Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

07
Out18

Reconquista - agora sim, faz todo o sentido!

Eduardo Louro

 

Com esta alma e com este coração, reconquista é muito mais que um mero slogan motivacional. É um estado de alma, uma crença inquebrável. É a chama imensa que nos guia!

Comecei pelo fim, por onde podia terminar, mas é isto, este sentimento, o que mais se tira deste clássico, com a Catedral esgotada, ao rubro. 

Pela intensidade, pelas incidências, e até, aqui e ali pelo bom futebol, este foi um jogo que não defraudou as expectativas de um grande clássico. No entanto começou morno, e mais morno ainda pela parte do Benfica. Que nos primeiros dez minutos não se conseguiu superiorizar ao Porto, permitindo-lhe adquirir alguma confiança. Depois sim, aos poucos o Benfica foi-se superiorizando, mas sem daí tirar grandes dividendos.

Foi assim a primeira parte, com um bocadinho mais de Benfica. Mas a nota mais saliente deste período foi a epidemia de impunidade que tomou conta da equipa do Porto. Depois dos clássicos Felipe e Maxi Pereira, chegou a vez de Octávio. Fez tudo, sempre com impunidade absoluta. De tal forma que, quando no início da segunda parte viu finalmente o cartão amarelo, o Sérgio Conceição teve de o tirar do jogo.

O árbitro - desta vez, finalmente, não veio do Porto, mas o penichense Fábio Veríssimo não fez diferente - foi lesto a mostrar o amarelo a Grimaldo, na primeira oportunidade fez o mesmo a Lema, mas nunca usou do mesmo critério com os jogadores do Porto. Limitou-se a Casillas, que desde muito cedo mostrou que, para além de defender a sua baliza, como lhe competia, estava ali para queimar todo o tempo que o árbitro lhe permitisse. Teve, por isso, muita influência no jogo, mais ainda quando expulsou o central Lema (grande estreia, a mostrar que é bem melhor que o seu compatriota que tem sido a opção de Rui Vitória, e que nem falta cometeu) e quando, pouco depois, nem sequer assinalou falta numa entrada do Herrera, de sola, sobre o Rafa. Só porque - e não ser outra a conclusão - se o fizesse, teria de lhe mostrar o amarelo, que seria o segundo. Nunca usou de critério igual, fosse na punição técnica das faltas fosse na desciplinar. Nos últimos minutos do jogo sucederam-se as faltas atacantes na grande área do Benfica, sem que uma sequer fosse assinalada.

Nenhuma novidade, portanto, quando, no fim, Sérgio Conceição elogiou o trabalho do árbitro. Nenhuma novidade também na omissão do VAR. Tão comum como a expulsão de centrais do Benfica - três, em três jogos consecutivos - é os lances que prejudicam o Benfica estarem fora do protocolo do VAR. Aí está: o Lema foi expulso, mas ... por amarelo.

Arbitragem à parte, na segunda parte o jogo tornou-se mais vivo, mais intenso e bem melhor. Muito por acção do Benfica, que melhorou bastante e partiu à procura do golo e que, mesmo sem ter conseguido muitas oportunidades para isso, fez o suficiente para lá chegar. Por Seferovic, que desta vez não falhou. Aos 62 minutos o Estádio da Luz veio abaixo!

Ao contrário do que se poderia esperar, o Benfica não tirou o pé de cima do jogo. O segredo foi continuar a disputar cada lance como têm de ser discutidos, nunca ficando nada a dever àquilo que, nesse aspecto, são dados como atributos do Porto. Com o mesmo querer, e com o mesmo crer, os jogadores do Benfica foram, depois, sempre melhores.

Quando, com menos um, nos últimos 12 minutos, foi preciso, o Benfica uniu-se à volta de Rúben Dias, um grande campeão, e o grande capitão. A partir de hoje a braçadeira tem dono, entreguem-na quando quiserem. É ele o sucessor de Luisão!

E pronto, o Rui Vitória matou o borrego. Já não tem razão para acreditar em bruxas, e tem agora tudo para partir de peito feito para a reconquista!

07
Out18

Notas do clássico

Daniel João Santos

Merecida vitoria do Benfica (1-0) sobre o Porto. depois dos primeiros minutos que deu mais Porto, cerca de 15 minutos, o Benfica cresceu para uma boa exibição. Ficam então algumas notas:

- Rúben Dias com uma exibição de gala liderando a defesa.

- Grimaldo como o melhor lateral esquerdo actuar em Portugal.

- Pizzi num continuar impressionante de boas exibições.

- Seferovic de prescindível, ultimo dos ponta-de-lança do plantel, agarrando todas as oportunidades que lhe dão com tudo e mais alguma coisa. Luta que até cansa só de ver.

Seria importante que alguns árbitros fossem a uns cursos de formação para perceberem que os critérios de arbitragem, marcar faltas e dar cartões, não podem mudar a cada cinco minutos. Foi preciso dar muita cacetada para o Otávio levar um amarelo. Foram precisas duas faltas para o Lema levar dois amarelos e vermelho complementar. 

02
Out18

Sem palavras...

Eduardo Louro

 

Não há palavras para este jogo do Benfica, em Atenas, com o AEK. Desde logo porque no final estávamos todos sem fôlego para o que quer que fosse, sem pingo de sangue para articular qualquer movimento, sem palavras...

Mas também porque, por mais que procuremos, não há palavras para descrever a volta de 180 graus da exibição do Benfica, que passou do dia cheio de sol para uma noite escura, de um negro impenetrável.

No primeiro quarto de hora o Benfica asfixiou a equipa grega, criou quatro grandes oportunidades de golo e marcou por duas vezes. Não entrou logo na penumbra, prolongou por mais quinze a vinte minutos a qualidade do seu futebol, com o controlo absoluto do jogo. A partir daí, nos últimos dez minutos da primeira parte, começou a cair a pique. A ponto de, não fosse já então o acerto do seu guarda-redes, poder ter mesmo perdido a vantagem, ainda antes do intervalo. A expulsão de Rúben Dias, já depois de esgotados os três minutos de compensação, e que não foi mais que a consequência de descalabro que já tinha tomado conta da equipa, adensou o negro do cenário para a segunda parte.

Com dez, e com dois centrais que praticamente ainda não tinham jogado esta época, era preciso muito treinador ao intervalo. E, mais uma vez, viu-se que ... não há!

A segunda parte foi um pesadelo, com a equipa grega sempre a fazer a mesma jogada, pela direita, e sempre a criar perigo. E a marcar. Sempre sem que o André Almeida tenha percebido o que lhe estava a acontecer. Tal como o Benfica na primeira parte, o AEK marcou dois golos ainda no primeiro quarto de hora. Depois, só não fez mais, porque o Odysseas continuou soberbo, com defesas do outro mundo.

Estava o jogo nisto, com a equipa do Benfica encher-nos de vergonha, e todos a lembrarmo-nos de Basileia, há um ano, quando o Alfa Semedo, na sequência do canto que resultou da maior de todas grandes defesas do Odysseas, à entrada do último quarto de hora, foi por ali fora e fez um golo á Éder.

Depois, foi sofrer até ao fim, para segurar uma vitória que, se por volta das oito e um quarto da noite só podia ser de goleada, uma hora mais tarde só podia ser devaneio.

No fim, este jogo, mas também esta jornada do grupo, pelo que se viu que o Ajax fez em Munique (o empate a 1 golo foi claramente lisongeiro para o Bayern), confirmou que Rui Vitória, por muito respeito que lhe tenhamos, esgotou-se. Não consegue já ter mais nada para dar...

30
Set18

Já não é o primeiro milho...

Eduardo Louro

Sporting de Braga vence Belenenses e sobe à liderança da I Liga

 

Costuma dizer-se que o "primeiro milho é para os pardais". Não é o caso do Braga, que já tem tudo para ser levado a sério.

A sexta jornada do campeonato, em que o Benfica caiu para o terceiro lugar, deixou o Braga isolado no primeiro lugar. Com a particularidade de ter ganho presisamente os quatro pontos que o Benfica já perdeu, ganhando em casa ao Sporting e, fora, ao Chaves. Jogos em que o Benfica foi demasiado perdulário, e o Braga particularmente eficaz.

Está a ser um caso sério, e tem a vantagem de não ter mais nada com que se preocupar que com as competições nacionais, com a obrigação de disputar apenas um jogo por semana. E está com estrelinha, que nunca é coisa de desprezar!

Que foi especialmente evidente no jogo de Chaves (1-0), onde foi claramente inferior ao adversário. E, de novo, hoje, mesmo que acabando com um resultado claro (3-0), mas onde contou com a sorte do jogo, e com asneiras invulgares do Belenenses. 

Antes de começarem os disparates do seu guarda-redes, determinantes nos três golos, o Belenenses desperdiçou três grandes oportunidades de golo, com duas bolas nos ferros.

Para além das circunstâncias de cada jogo, e é bom recordar que apenas perdeu pontos num jogo (nos Açores, com o Santa Clara, na segunda jornada) em que esteve a ganhar por 3-0, o que nunca se poderá considerar normal, o Braga está a demonstrar uma eficácia, um rigor competitivo e uma ambição que legitimam uma séria candidatura ao título nacional.

28
Set18

Seferovic? Para jogar bem, há melhor!

Eduardo Louro

 

Não é normal jogar-se à quinta-feira para a Liga, em Portugal. Aconteceu ao Benfica, em Chaves, no arranque da sexta jornada, mas teve para não acontecer: a chuva diluviana que caiu em Trás-os Montes durante a tarde e o início da noite deixou, à hora marcada para o início do jogo, o relvado completamente alagado.

Tudo se resolveu numa hora, e pouco depois das nove e um quarto da noite já a bola rolava. E três minutos depois já descansava bem encostada às redes do Chaves, num belo golo de Rafa, a concluir uma espectacular jogada de contra-ataque: Sefereovic numa abertura espectacular para Cervi que, de pé no fundo, foi por ali fora até cruzar para a entrada de Rafa. 

E o jogo mudava, logo quando acabava de começar. O Chaves teve de procurar assumir o jogo, e o Benfica parecia gostar das novas permissas. Só que as coisas complicaram-se com a lesão de Jardel, ainda mais porque Conti, que o substituiu, entrou mal no jogo. E acabou por sair pior...

Não foram no entanto muito mais que cinco minutos complicados, entre os 15 e os 20 minutos, quando Rafa atirou ao poste, e o Benfica voltou ao seu registo de superioridade sobre o adversário. Entretanto, e com alguma surpresa, o relvado aguentava-se e permitia um jogo interessante.

A segunda parte arrancou em bases bem diferentes das da primeira, e o Benfica voltou àquilo que têm sido os últimos jogos. Domínio claro do jogo, e sucessivas oportunidades de golo: quatro, só no primeiro quarto de hora.

Todas desperdiçadas, com especial destaque para Seferovic. Que até está a jogar bem, e que até foi decisivo nos dois golos da equipa. O problema é que para jogar bem, o Benfica tem muitos outros jogadores, e até melhores. Precisa dele é para marcar golos, e isso, ele não faz.

Quando assim é, quando se desperdiçam sucessivas oportunidades e se deixa o jogo em aberto, correm-se sérios riscos e permite-se que o adversário, a cada oportunidade perdida ganhe novo fôlego.

E o inevitável acabou mesmo por acontecer, da forma mais inacreditável. Não se percebe o que terá passado pela cabeça do guarda-redes do Benfica quando, num livre a 29 metros da baliza, prescinde de barreira - sim, colocar lá dois jogadores, não é barreira nenhuma - e permite um golo de todo inaceitável. A um quarto de hora do fim... 

O Benfica já tinha perdido Gabriel, de novo por lesão. Abriu a nova época da lesão na Luz: quatro nos dois últimos jogos. Entrou Gedson, e como na primeira substituição, também não entrou bem. 

Com o empate, Rui Vitória lançou Jonas.  Mas voltou a ser Rafa, hoje de longe o melhor e finalmente com golo, a voltar a colocar o Benfica por cima no resultado. Faltavam seis minutos para os noventa, e não passava pela cabeça de ninguém que o Benfica não ganhasse o jogo.

Só que, três minutos depois, o árbitro João Capela, que já nos minutos finais da primeria parte transformara um penalti a favor do Benfica num livre fora da área, cobrado disparatadamente pelo Grimaldo, decidiu expulsar o central Conti. Com 10, e com a instabilidade emocional que uma expulsão sempre acarreta nesta fase do jogo, o Benfica permitiu o empate - de novo pelo arménio Ghazaryan (dois remates, dois golos), e de novo com a passadeira estendida, desta vez a partir dos espaços onde já não estava Conti - no último dos 5 minutos de compensação. O segundo em apenas seis jornadas que faz com que, muito provavelmente, chegue ao clássico, na próxima jornada, já atrás do Porto. Com muitas culpas próprias, mais ainda que as do inacreditável João Capela!

 

25
Set18

Obrigado, capitão!

Eduardo Louro

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O meu obrigado ao Sr Anderson Luís da Silva. Obrigado, capitão!

Quinze anos, e 522 jogos oficiais (mais, só Nené, com 578) de manto sagrado. Seis campeonatos, três taças de Portugal, sete taças da Liga e quatro supertaças: 20 títulos. Ninguém fez mais!

 

24
Set18

Esquisito?

Eduardo Louro

 

No fim ficou a ideia que este Benfica -  Aves, da quinta jornada da Liga, foi um jogo esquisito. Teve de tudo um pouco, e um resultado muito pouco. Exactamente igual ao que acontecera ontem em Setúbal, quando o jogo, e principalmente o desempenho das equipas, não teve nada a ver.

Com a Luz, de novo, quase cheia, o Benfica não entrou apenas bem. Entrou também com muitas novidades. E estreias. Desde logo com João Félix de início, no lugar de Cervi. Mas também Gabriel, no de Gedson. E com Jonas, finalmente de regresso, no banco. 

Os primeiros três minutos do jogo foram uma coisa raramente vista, com duas oportunidades de golo, daquelas claras, e um golo. Anulado - e bem - mas contingencialmente. E deram o mote para uma primeira parte de excelente nível, com inúmeras oportunidades de golo. Mas um único golo como, de resto, vem sendo hábito.

Um único golo porque, com a equipa do Aves toda metida na área, havia sempre mais uma perna à  frente da bola, mais um desvio, mais uma defesa do guarda-redes, ou até os ferros, a evitar que a bola entrasse finalmente na baliza. O que, diga-se, nem quer dizer que tudo se resuma a uma pura questão de azar. Nem nada que se pareça, como o João Felix superiormente demonstrou. É que, quando os caminhos para a baliza está tão tapados, é preciso mais engenho e arte, só ao alcance dos foras de série. 

E como as coisas estavam, só com classe, com muita classe, o Benfica conseguiria marcar. Até porque, à floresta de pernas dos jogadores do Aves, juntava-se uma arbitragem ... que ... também não surpreendia. Rui Costa não engana, e de VAR estamos conversados...

O VAR não altera em nada de decisivo o que era a arbitragem. Por exemplo, no fora de jogo, antes, as regras diziam que, na dúvida, deveria beneficiar-se o atacante. A questão era a dúvida: num fora de jogo de quilómetros, o fiscal de linha podia sempre refugiar-se na dúvida. "Tive dúvidas"... Na anulação de um golo com o marcador "em linha", não tinha tido dúvidas. Com o VAR passa-se o mesmo. Na anulação do golo contra o Porto, ontem, não teve dúvidas. Na "trancada" do Felipe, ontem, ou no penalti, hoje, sobre o João  Félix, teve dúvidas. E com dúvidas não pode intervir...  E está tudo na mesma, como já todos percebemos!

Com tudo isso, chegando ao intervalo a perder apenas por um golo, os jogadores de José Mota vieram para a segunda parte com o sentimento que estavam dentro do jogo. E que, se tinham saído vivos da primeira parte, podiam tentar mais qualquer coisa na segunda. Desde que, ter-lhes-á dito o seu treinador, aplicassem dureza máxima em cada disputa de bola. Assim fizeram, chegando mesmo a ter alguma dificuldade em escapar à violência. 

Estava-se nisto quando surge a lesão - grave, ao que parece - de João Félix, que continuava a espalhar classe pelo relvado. E, mais tarde, a de Grimaldo. Pelo meio, o Benfica continuava a desperdiçar oportunidades de golo, com nota para uma extraordinária execução de Salvio (ora aí está, a classe) com os ferros da baliza, mais uma vez, a negarem-lhe o golo. E pelo meio o Benfica fez mesmo o segundo golo, por Cervi, que entrara a substituir o lesionado João Félix, e entrou Jonas, finalmente de regresso. Faltavam cerca de 20 minutos para o fim, e só se esperava que marcasse. 

É esquisito que o Jonas jogue, e não marque. Nestes jogos, claro. Mas, mais esquisito ainda, é que o Aves tenha obrigado o guarda-redes do Benfica a três grandes defesas. Também já não estávamos habituados a isso. Se calhar, se o Vlachodimos tem chegado em Janeiro, quando já estava contratado, a época passada teria acabado de outra forma...

23
Set18

Merecia ter sido Félix

Daniel João Santos

O Benfica dominou e venceu claramente o Aves por dois a zero.  A superioridade do Benfica foi tanta que deu para cometer alguns lapsos que poderiam ter prejudicado o resultado final. Serviu o jogo para poupar alguns titulares e dar tempo a outros. De facto, visto o calendário, este inicio de época tem sido desgastante para a equipe. De hoje podemos retirar algumas notas:

- O miúdo Félix foi titular, começou em grande, meteu um golo e saiu lesionado. Merecia ter sido feliz.

- O regresso de Jonas. Falta saber se este é o mesmo do ano passado. Espero que sim.

- Bons apontamentos do Gabriel.

- Estou quase convencido que temos finalmente um guarda-redes capaz.

 

 

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