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Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

23
Set12

O Problema do Sport Lisboa e Benfica

joshua

Jorge Jesus sabe que o problema do passivo sport-lisboa-e-benfiquista vai pautar a época 2012-2013. Falar em baixar salários, conforme fez Vieira, era qualquer coisa a evitar se tal envolve, por exemplo, treinadores e jogadores. Caberia a um bom presidente usar de sigilo na dimensão dinheiro, salários, prémios de jogo, não fosse o dinheiro um motivador por excelência. Quando se faz pública uma tal necessidade é porque importa pressionar mediaticamente as psiques do pessoal interno para que se abram ao novo panorama. Mas tudo isto diminui o suposto candidato ao título.

20
Set12

Champions #1: Benfica empatou na Escócia

joaopaulo74

Confesso que as cores verdes não são as minhas preferidas, nem sequer quando têm o vermelho como parceiro. A Equipa B da lagartagem tem contribuído para eu mudar esta minha opinião porque quero acreditar que vai ser possível ver as duas equipas do Sporting na mesma divisão no próximo ano.

Esta história do ser ou não ser verde colocava o futebol escocês, aos meus olhos, como uma coisa sem interesse: de um lado, os corruptos que desceram de divisão. Sim, os azuis. Do outro os verdes, os católicos. Não conseguia escolher, confesso!

Até um dia!

O dia em que os segundos melhores adeptos do mundo trouxeram para a casa dos melhores adeptos do mundo uma enorme bandeira com a camisola do Feher.

As equipas a ouvir o hino da champions e o que estes adeptos escoceses mostravam era uma homenagem ao Feher.

Desde esse dia que sou do Celtic desde pequenino.

Ah! Eu ia falar sobre bola, mas isso não importa! À memória do Feher.

19
Set12

Mais uma vitória, mais um milhão

Fernando Moreira de Sá
O FC Porto entrou com o pé direito na Liga dos Campeões 2012/13. O adversário não era grande espingarda, diga-se. Contudo, nestas coisas de bola, facilitar é meio caminho andado para a derrota. Uma palavra muito especial para Lucho. Tomou conhecimento da morte de seu Pai pouco antes do jogo. Mesmo assim, alinhou e até marcou o primeiro golo. Um grande profissional. Que o seria na mesma, digo eu, se tivesse pedido escusa de jogar - seria mais do que justificado. É um orgulho ter um capitão como ele.
Agora, venham de lá os bravos de paris e dos milhões. Uma vitória e estará o passaporte carimbado. Não vai ser pêra doce. Não vai, não.
18
Set12

Azar

Eduardo Louro

Não tenho paciência para assistir integralmente a qualquer desses programas que as variantes noticiosas das TV´s transmitem na versão de debate do futebol. Mas a verdade é que tento: invariavelmente passo por lá em zaping!

Invariavelmente, também, fico por pouco tempo. É sempre mais do mesmo: debate de baixo nível, confronto de mau gosto, e sectarismo exacerbado. Sempre do mesmo lado, um objectivo único: criar factos, limpar outros, e pressionar. Pressionar e condicionar sempre com o objectivo de criar dividendos para o seu clube, umas vezes com algum talento mas, na maioria delas, com muita arruaça!

Por regra geral o meu Benfica está mal representado. Num caso segue o mesmo caminho da arruaça, joga o mesmo jogo do adversário, mas sem qualquer eficácia – antes pelo contrário – com a agravante de se tratar de alguém com funções directivas no Clube e na SAD. Noutro, com sucessivas substituições nos últimos tempos – vá lá saber-se porquê - os seus representantes têm revelado outra urbanidade mas, ou são mais papistas que o Papa, ou trucidados pelo jogo baixo do adversário. No último, o Benfica está representado pelo mais veterano do ofício: alguém que já passou por tudo o que é programa do género em tudo em que é estação de televisão, sempre em regime de insinuação pessoal à procura nunca se sabe de quê.

Foi aqui que ontem fui parar por breves momentos, que deram para perceber que é o único onde já tem assento o novo grande: o Braga. Uma figura desconhecida – será porventura alguém com méritos públicos, mas eu não conheço – prometia, através de técnicas de guerrilha ou mesmo de terrorismo, entornar o caldo a todo o momento. Vamos ver, mas desconfio que aquilo não vai acabar bem…

Discutia-se na altura Pedro Proença, os seus méritos, e o seu regresso à arbitragem de jogos do Benfica. Curiosamente a única voz crítica para o árbitro saía da boca do sportinguista Eduardo Barroso. Todas as outras cantavam loas a este árbitro, incluído o benfiquista que, claro, aproveitava para se insinuar.

Braguista e portista declaravam com toda a solenidade que não havia qualquer razão para que Pedro Proença não regressasse aos jogos do Benfica. Enquanto o portista garantia que o árbitro em tempo algum prejudicara os da Luz, o novo recruta concedia que tinha havido prejuízo decisivo no tal golo de Maicon e que isso poderia tornar o ambiente da Luz difícil para Proença. O regresso deveria acontecer num jogo fora…

Talvez em Braga, acrescentaria eu!

Confesso que não estranhei nada que Fernando Seara não tenha intervindo para dar a pequena nota que Pedro Proença não prejudicou o Benfica apenas nesse jogo. Que o tem feito flagrantemente em todos os jogos em que tem intervindo nos últimos anos, sem excepção. Que na mesma época passada, no Axa, entre a complacência com o anti-jogo e a dualidade de critérios, inventou o penalti que garantiu o empate ao Braga. Como inventara o do Dragão quando, um metro à sua frente – exactamente nas mesmas circunstâncias que ditaram o castigo a Jorge Jesus: “não viu porque não quis” – transformou uma simulação de Lizandro no penalti que deu o empate ao FC Porto. Nem que fosse para simplesmente concluir que é um caso de azar. Que Pedro Proença não quer prejudicar o Benfica, tem é azar… Um azar que só lhe bate à porta quando pela frente tem aquelas camisolas encarnadas…

Por mim, que não desejo o azar de ninguém, acho melhor que não volte a arbitrar o Benfica. Que, já que tem o azar de ter estes tipos a defendê-lo nos media, bem dispensa mais azares de Pedro Proença!

 

14
Set12

O castigo de Luisão

Eduardo Louro

O Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol puniu Luisão e o Benfica com dois meses de suspensão por uma atitude de comportamento incorrecto cujo julgamento e sanção cabiam exclusivamente ao árbitro, no jogo. Luisão não agrediu - nem sequer o tentou - o árbitro que, em vez de fazer o que lhe competia e para o que estaria habilitado, optou pelo teatro para o que poderá estar muito vocacionado mas para o que não tem o mínimo jeito. O único insólito daquela ocorrência é a absurda e nunca vista teatralização daquele alemão sem jeito nem para o teatro nem para a arbitragem.

Durante este período de um mês que separou a acontecimento desta sanção não se viu, da parte do Benfica – e refiro-me ao universo Benfica e não apenas à Instituição Benfica - qualquer iniciativa consistente de defender o jogador e de se defender. Conhecida a pesada decisão do Conselho de Disciplina, o Benfica – Instituição – limitou a sua reacção a um comunicado em que apenas diz que não diz nada!

Noutras bandas, ao longo deste mês, opinadores e comentadores teriam enchido os espaços que ocupam com o objectivo único de criar um movimento de pressão que levasse à ilibação do jogador. Noutras bandas, a tese com que abri o texto – passe a imodéstia – teria sido desenvolvida até à exaustão em tudo o que é espaço mediático. No Benfica, não!

Todos os comentadores benfiquistas deram por certa a punição do jogador, atrevendo-se mesmo alguns deles a dar palpites bem severos sobre a pena.

Percebe-se agora o timing e a natureza da pena aplicada a Jorge Jesus. Como se percebe que tenha surgido uma semana antes: eles até gostam de ver o Jesus no banco, o que lhes interessava mesmo era Luisão. Tudo o que era estranho no castigo aplicado ao treinador deixou de o ser: importante era abrir espaço para a pressão. E foi o que se viu: com os benfiquistas quedos e mudos, das outras bandas foi “um ver se te avias” de pressão!

De tal forma que um castigo pesadíssimo, injustificado e altamente penalizador para o Benfica e para o seu capitão – serão doze jogos – acaba por parecer normal. Mesmo para o Benfica, ao que parece!

09
Set12

A pedido de várias familias

Daniel João Santos

De forma a satisfazer o pedido de um nosso comentador, um bem-haja para ele, deixo duas linhas sobre o castigo de Jorge Jesus.

 

Mesmo, o que é verdade, que o fiscal-de-linha não tivesse marcado o fora-de-jogo aos jogadores do Porto por que não o quis fazer, parece-me que JJ não foi feliz com as afirmações que fez. Assim, concordo com o castigo que lhe foi dado.

 

Não percebo a razão da indignação do comentador adepto do Porto ao considerar vergonhoso o castigo aplicado a Jorge Jesus. A não ser, algo de muito provável,  que o comentador seja daqueles portistas que são admiradores de JJ e querem ver o Vítor Pereira borda fora. Está bom assim?

07
Set12

Herculano, és mesmo tu?!

Dylan

 

Palavras de Herculano Lima, Presidente do Conselho de Disciplina da F.P.F. e adepto do FC Porto, no acordão que puniu Jorge Jesus com 15 dias de suspensão, na sequência das críticas ao árbitro-assistente que validou o terceiro golo dos "dragões" no Benfica-FC Porto da temporada passada para a 1ª Liga.

 

06
Set12

O Witsel e o Javi

joaopaulo74

Também sou BENFIQUISTA e TRIPEIRO e talvez por isso não veja a coisa de modo diferente.

O Witsel e o Javi eram bons jogadores, talvez os melhores do BENFICA, ao nível do Rodrigo e do Aimar.

O Javi esteve mais tempo e por isso transportava uma energia mais forte, mas o Witsel foi um menino que se integrou bem, mostrou ser um tipo sério e deu sempre o que tinha.

Como outros, fora e dentro da nossa casa, são profissionais e vivem do futebol. Portanto, quanto aos jogadores, nada a apontar. Espero que sejam felizes e se não forem, podem voltar que a gente agradece.

Também não posso apontar nada à Direcção por ter vendido o Axel e o Javi. O peso do dinheiro era demasiado forte. É o mercado.

O único ponto em que a Direção falhou foi no planeamento - esta situação tinha que estar prevista!

Quanto ao Jesus, perfeito a este nível! Nunca o SPORT LISBOA E BENFICA conseguiu vender assim!

04
Set12

DIA D: D de DESAFIOS AO MESTRE

Eduardo Louro


Afinal havia outro dia D. O do limite de inscrições de jogadores na UEFA, que os mercados das horas extraordinárias não deixaram passar. E da Rússia lá chegaram mais uns milhões largos, os suficientes para a cláusula de rescisão de Witsel e para o que Pinto da Costa fizesse mais uma pirueta.

E eu que pensava que já ninguém nos levava o belga de carapinha e olhos azuis…

Que pensava que, com os seus 23 anos, ele acharia que tinha tempo para esperar mais um ano, para rumar a um dos gigantes dos dois maiores campeonatos do mundo, para um daqueles que juntam dinheiro a prestígio. Mas não! Se calhar pensou que mais vale um tordo na mão que duas perdizes a voar…

O Benfica não podia fazer nada?

Podia! Podia ter tido visão estratégica para cuidar a tempo da revisão contratual do seu jogador com mais mercado, com o consequente alargamento da cláusula de rescisão que, como invariavelmente se tem visto – no Benfica e nos outros – serve para nada quando se quer vender e para pouco, mas alguma coisa, quando se não quer. Mas também podia ter tido visão estratégica - para o que não era sequer necessário ser visionário – para, em vez de contratar não sei quantos alas, ter procurado alguém para o meio campo, esse espaço vital do rectângulo agora mais desertificado que o interior do território nacional.

O plantel do Benfica conta agora com três centro-campistas: Matic, Aimar e Carlos Martins. Um sem ritmo de jogo e dois que passam mais tempo lesionados que a jogar. E ambos sem pernas para um jogo inteiro, nos que jogam!

Não importa que o Witsel tenha rendido tanto quanto o Hulk ao Porto. Ou que tenha deixado mais valias bem superiores às que o Incrível deixou nos cofres do Dragão. Não serve de consolação nenhuma que o Zénite tenha duas direcções: uma que oferece 50 milhões a Pinto da Costa,  e que ele rejeita liminarmente, e outra que lhe dá 40 milhões e leva o Hulk. Pouco importa que Pinto da Costa faça exercícios de matemática para conseguir o milagre da multiplicação dos números, mesmo que, com isso, se fique a saber que havia umas dívidas por saldar ao jogador. Já se tinha ouvido falar disso, mas pensava-se que era só nas modalidades. Ou apenas coisa de más línguas…

O que importa mesmo é que, agora, o catedrático que está a evoluir para um look à Rod Stewart, tem a oportunidade da sua vida: fazer do Bruno César um trinco, do Gaitan um 10, do Nolito – já que não o consegue despachar para França – um box to box, e do Kardec uma coisa qualquer que jogue à bola!

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