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Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

23
Out12

Champions #3: Direito ao sonho

joaopaulo74

Depois da jornada 3 fico com a sensação que o jogo mais importante para o SPORT LISBOA E BENFICA aconteceu em Barcelona. Ao minuto 93 o Barça lá conseguiu empurrar a xixa lá para dentro e o Celtic perdeu - a única boa notícia do dia.

Está o BENFICA arrumado?

Se jogar como fez hoje em Moscovo, claro que sim.

Se, por outro lado, quiser fazer um bocadinho mais, então ainda tudo é possível.

Vejamos:

 

- o BENFICA recebe o Celtic e o Spartak: tem que fazer os 6 pontos, com um que tem, consegue 7 pontos. Perde em Espanha;

- o Celtic tem 4 pontos. Perde com o Barça e com o Benfica e ganha, em casa, aos russos. Faz 7 pontos.

- os russos perdem os três jogos em falta - ficam com 3 pontos.

 

Este cenário, ideal, claro, é perfeitamente possível e por isso tudo está em aberto porque o BENFICA pode fazer mais e melhor.

 

23
Out12

Adeus Champions

Eduardo Louro

 

Com mais um jogo pouco menos que deplorável o Benfica deitou fora praticamente todas as possibilidades de continuar na Champions. Sem ideias, sem velocidade, sem querer - em suma, sem futebol - a equipa conseguiu a proeza de transformar os banais Celtic e Spartak de Moscovo em fortíssimos candidatos a prosseguir na mais importante prova do futebol.

Afinal era a isto que Jorge Jesus se referia quando prometeu não repetir este ano o erro de apostar na Champions…

Lamentável! 

23
Out12

Os golos no frio de Moscovo: Spartak, 2 - Benfica, 1

joaopaulo74

Dar meio jogo de avanço, às vezes dá nisto. A equipa está claramente menos competitiva e faz lembrar o inocente grupo de passeio que foi o Sport Lisboa e Benfica na 1ª champions do Jesus.

A derrota de Moscovo é marcante, quer na champions, quer para a própria época, até pela forma amadora como o BENFICA sofreu os dois golos.

18
Out12

Vamos lá a ver se é desta...

Eduardo Louro

Sem grande história este jogo de estreia do Benfica na Taça, uma competição que há muito não ganha. Desde 2004, quando ganhou ao Porto de Mourinho. Voltaria a marcar presença na final no ano seguinte, quando podia e devia ter feito a dobradinha, mas, por inexplicável negligência e irresponsabilidade – com a equipa a perder-se nos festejos do título e até com uma viagem à Hungria, em romagem ao túmulo do saudoso Miklos Feher – acabaria por permitir que a Taça fosse para Setúbal.

Para a História fica o resultado de 4-0, a presença dos dois candidatos - ou melhor, de um candidato e do presidente - na terra do capão, e o Benfica mais português dos últimos anos, com a utilização de cinco jogadores portugueses, todos eles em bom plano, apesar do André Almeida – utilizado como lateral direito – precisar claramente de afinar o último passe e o cruzamento. O Paulo Lopes fez duas defesas que evitaram outros tantos golos, e o Luizinho, que não começou bem, foi crescendo, ganhando confiança e acabou em bom nível. O André Gomes confirmou, com um golo de grande execução mas não só, as esperanças que os benfiquistas nele depositam: está ali um grande jogador de futebol!

O Carlos Martins esteve muito bem e é claramente um jogador que faz muita falta na equipa. É criterioso, pensa e percebe o jogo como mais ninguém. Tem uma capacidade de passe ímpar e remata de fora da área como mais nenhum outro. Pena que, neste regresso, tenha sido o primeiro a sair, ainda antes da hora de jogo. Saiu visivelmente insatisfeito. Não havia necessidade…

Esteve mal Jorge Jesus: substituiu-o pelo Bruno César, que entrou para o meio, quando, minutos depois, substituiria o Salvio pelo André Gomes, que foi ocupar a posição momentânea do Chuta-Chuta, que passou para a posição que era do argentino, na ala direita. Fosse Jorge Jesus verdadeiramente competente na gestão deste tipo de pormenores – que rapidamente se transformam em pormaiores - e a primeira substituição seria directamente de Salvio por Bruno César, substituindo de seguida Carlos Martins por André Gomes. Mas já sabemos que o mestre da táctica tem grande dificuldade em lidar com a gestão de sensibilidades!

Fecha-se como se abriu: a Taça anda a fugir há muito. Vamos lá a ver se é desta…

17
Out12

Eleições no Sport Lisboa e Benfica

joaopaulo74

Subscrevo integralmente o texto do Nuno- é um orgulho a prática democrática no Sport Lisboa e Benfica.

No entanto não me agrada o folclore à volta da qualidade de sócio de ambos os candidatos a Presidente - estamos a fazer o jogo dos nossos adversários quando vamos por aí.

As últimas eleições foram marcadas por duas questões:

- a tentativa de José Veiga em recuperar algum poder no Benfica;

- a negociação dos direitos televisivos.

 

Da leitura que fiz à época, penso que a alteração nos estatutos (os tais 25 anos...) serviu para impedir Veiga e outros aventureiros do mesmo tipo, de se candidatarem. A demissão da Direção que levou o clube para eleições mais cedo foi uma forma pouco democrática de afastar o Moniz que se preparava para levar os jogos para a TVI.

O tempo passou, o que ontem era verdade hoje passou a ser outra coisa qualquer e temos uma disputa entre duas listas: uma em Luís Filipe Vieira tenta o 4º mandato e uma outra, onde Rui Rangel dá a cara por um grupo de velhos conhecidos.

Assim, vou votar...

Nah.... Nada disso! Não vou declarar já o meu voto - para já fica mesmo só o aplauso pela existência de duas listas.

16
Out12

JOGO CEM OU JOGO SEM?

Eduardo Louro

 

A selecção nacional voltou a falhar: pelo segundo jogo consecutivo! Só que desta feita foi em casa e contra um adversário da terceira divisão europeia, que como credencial trazia um empate com o Luxemburgo, em casa.

E desta vez ninguém se salvou. Mesmo aqueles que nunca falham, hoje, falharam: Moutinho, Pepe, Cristiano Ronaldo…

A equipa voltou a não mostrar qualidade, e a verdade é que parece muito difícil que uma equipa que tem Hélder Postiga, Eder, Miguel Lopes, Rúben Micael … possa ter qualidade. Repare-se que bastou que faltassem dois dos jogadores titulares – Meireles e Coentrão – para que se levante claramente a questão da (falta de) qualidade!

As dificuldades na recepção da bola – e sabe-se como a recepção é determinante para a qualidade e fluidez do jogo – que se tinham identificado na Rússia não tinham, afinal, nada a ver com o piso sintético. No bom relvado do Dragão repetiram-se de forma ainda mais gritante: o problema não está no relvado, está na qualidade dos jogadores…

Mas também na mentalidade. Não é aceitável que, perante um adversário tão fraco, a equipa não tenha conseguido tomar consistentemente conta do jogo, imprimir-lhe intensidade. Mesmo depois de chegar ao empate, com bem mais dez minutos ainda para jogar, a equipa permitiu que fosse o adversário a controlar o ritmo e o tempo de jogo.

Também Paulo Bento está longe do seu melhor, com opções cada vez mais discutíveis e com critérios pouco compreensíveis. Por exemplo: é discutível que tenha deixado o Eliseu de fora, mesmo depois da lesão de Coentrão, quando preferiu chamar o Nelson, e não se compreende que tenha apostado em Nelson Oliveira, quando e como o fez para, agora, deixar de contar com ele.

O caminho para o Brasil começa a complicar-se. O primeiro lugar no grupo – aquele que garante o apuramento - começa a parecer impossível, até porque a Rússia continua a ganhar e sem sofrer golos (hoje ganhou ao Azerbaijão, em Moscovo, com um golo de penalti – inexistente, a falta existiu mas fora da área – já nos últimos minutos), mas essa é também a nossa sina. E a nossa história, afinal a selecção nacional tem assegurado a presença nas últimas fases finais de europeus e mundiais sempre através de play-off entre segundos classificados. O cliente tem sido a Bósnia, mas nem sempre assim será!

Foi triste este jogo número 100 de Cristiano Ronaldo. Parecia que este era mais o jogo cem de Cristiano Ronaldo do que um jogo fundamental para o apuramento para o mundial do Brasil. Afinal, mais que o jogo cem este foi um jogo sem: sem alma, sem chama, sem qualidade e … sem a anunciada Grândola Vila Morena…

Anunciada para o segundo 12 do minuto 20, faltou. Fica a ideia que a política nunca quer perder o futebol, mas que o futebol não quer nada com a política…

 

12
Out12

CONTRATEMPO A CAMINHO DO BRASIL

Eduardo Louro

 

A selecção nacional poderá ter hoje complicado as contas do apuramento para o Mundial 2014. Ao perder na Rússia (0-1), com o adversário directo que tem marcado mais golos e que continua sem os sofrer, a selecção nacional começou a estreitar o caminho para o Brasil, que ameaça tornar-se mais apertado e difícil do que aquele que Pedro Álvares Cabral fez há 512 anos.

A equipa nacional não justificou no campo – um sintético a que os comentadores da RTP insistiram em chamar relvado – o estatuto de terceira selecção mundial que, sem que se perceba porquê, a FIFA lhe atribui. Dominou nas diversas variáveis estatísticas do jogo, com uma posse de bola à Barcelona (78%), mas em poucas ocasiões foi verdadeiramente superior ao adversário: uma Rússia muito italiana, que nada tem a ver com aquela equipa excitante – mas desequilibrada - que há pouco mais de três meses esteve no campeonato da Europa. É a diferença entre um Fábio Capello, velha raposa, e um Dick Advocaat à Jorge Jesus!

É certo que as coisas não correram de feição. Um golo sofrido logo no início, consequência do primeiro de muitos erros de Ruben Micael, e a lesão de Coentrão, revelaram-se decisivos. Até porque se a lesão de Meireles – substituído pelo desastrado Micael – já fora penalizadora, a de Coentrão, logo no início do jogo, foi-o ainda mais, com o Miguel Lopes a revelar-se uma completa nulidade a atacar e um susto permanente a defender. E com as substituições a não resultarem: o Varela, que habitualmente entra bem e muitas vezes até resolve, nunca se entendeu nem com o jogo nem com o resto da equipa, o Nani também não resultou no meio e o Ederzito será certamente uma história bonita, mas daí até ser jogador de selecção…

Cristiano Ronaldo, já se sabe, nunca será o mesmo do Real Madrid. Hoje teria sido necessário que andasse por lá perto, mas continuou bem longe. O Rui Patrício continua a complicar sempre que a bola lhe chega aos pés: hoje foi demais. Contribuiu para intranquilizar a equipa e reduziu-lhe, em muito, as opções. Muitas foram as ocasiões em que, passando a melhor opção por fazer a bola chegar ao guarda-redes, alguns jogadores – especialmente Pepe - evitaram atrasá-la, sentindo-se obrigados a abdicar desse instrumento, perdendo tempo ou perdendo a bola.

Ficou sempre a ideia que era jogo, se não de ganhar, pelo menos de não perder. Mas, bem vistas as coisas, a estratégia italiana agora ao serviço de uma selecção russa recheada de bons jogadores, foi sempre suficiente para controlar o jogo. Até parecia que eram os italianos – perdão, os russos – a alimentar a ideia de que o golo acabaria por surgir, como que a dizerem aos jogadores portugueses: vá lá, não ponham muita intensidade nisto porque não vale a pena. Está-se mesmo a ver que é uma questão de tempo, mais minuto menos minuto vocês vão marcar o golito que nos deixa, a todos, contentes!

Que manhosos...

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