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Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

29
Dez12

O irreal social

Dylan

 

Apesar de ter sido na presidência de João Loureiro que o Boavista conquistou inúmeros êxitos desportivos, também não deixa de ser verdade que foi na sua batuta que o clube esteve envolvido e condenado no caso "Apito Final", onde foi relegado a descer de divisão.  Por isso, não se percebe o seu regresso através de acto eleitoral, a comiseração de milhões de dívidas acumuladas e a consequente autoflagelação dos sócios daquele emblema. É surreal, é o irreal ideal social popular do futebol!

20
Dez12

CIRCO EM ALVALADE

Eduardo Louro

 

O Sporting apresentou Jesualdo Ferreira: o novo treinador, apresentado como manager!

No meio de tanta incongruência dificilmente poderia ser apresentado como outra coisa, mas é do novo treinador que se trata.

Apesar da excitação não passa de mais um novo treinador e de mais um coelho que Godinho Lopes tira da cartola… Certamente o último!

Os mais crentes – sim, o clubismo é mais que uma religião – acham que Jesualdo é Jesus, o Messias, por que há tanto suspiram. E deixam-se invadir por uma onda de excitação que os ventos que correm em Alvalade, paradoxalmente, até podem justificar.

Não me agrada nada o papel de desmancha-prazeres. Mas não posso deixar de avivar a memória dos mais entusiasmados, referindo que Jesualdo teve sucesso no Porto, onde chegou em circunstâncias invulgares, se bem estamos lembrados. Neste Porto das últimas duas décadas onde, como há muitos anos Mário Wilson (já não há gente desta humildade) disse do Benfica, qualquer um se arrisca a ser campeão. Ali, não importa agora como nem porquê, todos os treinadores são bem sucedidos. Até o Vítor Pereira!

Antes, fora um desastre no Benfica – o treinador das duas piores classificações: o sexto lugar que nos envergonha, de 2000-2001, ano do título do Boavista, e o quarto da época seguinte, no último título do Sporting – e, no Braga, um dos treinadores de menor performance da nova era de Salvador, onde Jesus, Domingos e Leonardo Jardim se encarregaram de reduzir os seus resultados à simples dimensão de suficiente. Depois … bem, depois foi o desastre no Málaga, onde se não aguentou mais de três meses. Uma equipa que o seu substituto – Manuel Pellegrini – levou à Champions, onde acaba de se apurar em primeiro lugar no seu grupo, sem qualquer derrota, mesmo depois da sangria – o sheik do dinheiro deu à sola - do último Verão. E viu-se grego no Panathinaikos, de onde acabou de ser despedido, para se oferecer ao Sporting, ao mesmo tempo que desenterrava o velho tema dos túneis. Um tema que, para ele, era dois em um: mitigava o seu último inêxito nacional, e com ele todos os que lhe sucederam, e entrava directamente por uma das portas de afronta ao Benfica. Sabendo qualquer uma é a porta 10 A para entrar em Alvalade!

No seu discurso de apresentação começou por exaltar o Sporting como um clube diferente. Exactamente como eles gostam de dizer. E mais ainda de ouvir! E quase ia dizendo que era sportinguista desde pequenino. Vá lá, segurou-se a tempo…

Ouviu-se da boca de um dos portistas residentes num desses múltiplos programas que as televisões dedicam ao confronto clubístico que, no meio da tertúlia azul e branca, alguém terá perguntado ao Jesualdo o que é que ia fazer para o Sporting. E que a sua resposta terá sido: “pagam-me; enquanto me pagarem estou lá”…

Confesso que a última coisa que me apetecia agora era atirar com água gelada para cima dos sportinguistas. Juro que não quero mais nada que pôr alguma água na fervura. Que alguma ordem chegue ao circo que Godinho Lopes armou ali à entrada do Lumiar!

Mas desconfio que o tipo que está ligado à pior classificação de sempre do Benfica (e à pior do Porto neste século, a par de Octávio, também de boa memória em Alvalade) não deixará de fazer menos no Sporting… 

18
Dez12

A crise do Sporting

Dylan

 

 

A crise do Sporting passa por políticas desportivas desastrosas: a venda e a dispensa de jogadores feitos na Academia que acabam por reforçar os seus rivais mais directos. Estranho clube este que empurra os defensores leoninos como Paulo Bento e Dias da Cunha borda fora, que faz incompreensíveis alianças e inspirações a norte para dizimar o leal rival da Segunda Circular. Diferentes? Só se for na dependência bancária que mantém o clube preso por arames, pois continuam em transe balbuciando que "o Sporting é muito grande".

16
Dez12

Jornada #12: Os golos do S.L.BENFICA - Marítimo

joaopaulo74

Mais um jogo, mais uma vitória. E o implacável Tacuara, mais uma vez decisivo: Benfica 4, Marítimo 1: três golos de Cardozo e um de Rodrigo.

Não vi o jogo e por isso vou apenas limitar o post a um comentário sobre o lance da grande penalidade:

- eu não teria marcado e não estranharia que não tivesse sido marcado. É falta porque, de facto, ele joga a bola com mão e qualquer pessoa que tenha um dia jogado à bola, sabe que na área, as mãozinhas são atrás das costas para não facilitar.

Marcou - Cardozo não falhou e estava feito o mais complicado.

São seis os golos de Cardozo em dois jogos: fantástico.

16
Dez12

Jornada #11: Os golos do Sporting - S.L.BENFICA

joaopaulo74

Vai longa a discussão sobre os Golos do Óscar René Cardozo Marín, o nosso Tacuara!

"tenham cuidado / ele é perigoso / ele é o Óscar Tacuara Cardozo", canta-se na Catedral.

Fui ao dicionário e vi que Tacuara é sinónimo de Taboca, isto é, uma espécie de bambu do Brasil.

Se a origem do nome fosse Lusitana talvez ele fosse o Óscar Pinheiro Cardozo, ou, quem diz pinheiro, diz poste, trave...

Não é, claro, o melhor do mundo!

Mas é um jogador fantástico que faz o que tem que ser feito: marcar golos!

Não há dúvidas!

É um craque a marcar livres - ao lado de Simão, o melhor na nossa história mais recente. Está mais eficaz no jogo de cabeça e melhorou muito a capacidade de jogar sem bola e não surpreende os golos que ele tem marcado.

Em Alvalade, segundo a Liga Portuguesa de Futebol Profissional, marcou três golos. As imagens são claras - Cardozo andou por lá nas três situações. Se o remate na grande penalidade não oferece discussão, os outros dois são motivos para opinação colectiva:

- no primeiro lance, Cardozo ganha a bola na cabeça da área, encosta para a Essquerda. Ola John cruza e Cardozo, de cabeça toca a bola para a baliza. Patrício defende, a bola bate no defesa verde, embrulhado com o Tacuara e entra. Há dúvidas?

 

- no terceiro golo, na sequência de uma bola parada (quase um canto mais curto), Tacuara faz o movimento, na linha da pequena área, do 2º para o 1º poste e remata, de cabeça, tendo a bola batido num defesa. Entrou. Foi golo!

 

Ontem, na RTP, Pedro Proença foi muito claro: um golo é sempre atribuído a um avançado, mesmo que a bola bata num defesa, desde que o movimento por este realizado não tenha sido intencional. Isto é, só é auto-golo quando um defesa realiza um movimento com intenção e desse modo altera a trajectória da bola - em nenhum dos dois casos há qualquer tipo de intenção dos defesas do Sporting em cortar a  bola: a bola "bate" e entra.

São por isso 3 os golos de Óscar Cardozo em Alvalade.

15
Dez12

AutoMATICamente

Eduardo Louro

 

 

AutoMATICamente na frente. AutoMATICamente a jogar bem. AutoMATICamente a marcar golos. E marcar golos é, AutoMATICamente, Cardozo: dois hattricks consecutivos!

AutoMATICamente, o Ola John a partir os rins àquela gente toda. AutoMATICamente, André Gomes confirma-se, jogo após jogo, como um belíssimo jogador. AutoMATICamente, a equipa defende bem: Garay é simplesmente imperial, e  até o Jardel é já um central a sério!

De Matic nem vale a pena falar. AutoMATICamente está tudo dito: que grande jogador ele está!

Ainda bem que o Javi e o Witsel partiram. Matic não concentra apenas o melhor dos dois: é mesmo melhor que ambos juntos!

É mais que dois em um. É três em um: ele é 6, ele é 8 e ele é até 10… Que abre, que rompe, que faz o último passe… Como se acabou de ver, à procura do golo para o Lima!

AutoMATICamente 4 a 1...

 

10
Dez12

E o derby deu Benfica ... Obviamente!

Eduardo Louro

 

Sporting ocupa o 9.º lugar da tabela

Antes de mais apraz-me assinalar a correcção com que o derby foi disputado. Os jogadores foram um exemplo de desportivismo. Com isso ganhou o árbitro, que não tendo quem lhe complicasse a vida também não foi ele a complicá-la, ao contrário do que tantas vezes acontece com as estrelas que por cá temos. E ganhou o jogo: sem polémicas, sem casos e sem dar sequência às tentativas incendiárias que o antecederam.

O Benfica ganhou claramente. Não tão claramente quanto a superioridade que demonstrou – a mostrar ao treinador do Sporting que, provavelmente por cá estar há tão pouco tempo, está completamente enganado quando diz que as duas equipas se equivalem – mas, mesmo assim, claramente.

O 3-1 da vitória benfiquista é curto para aquilo que se passou em campo. Na primeira parte o Sporting ainda conseguiu dar alguma luta, exclusivamente à custa de um pressing no campo todo sobre os jogadores do Benfica: o objectivo era roubar a bola ao Benfica! Não para construir com ela o que quer que fosse, mas apenas e só para que o Benfica a não jogasse. Nada que, evidentemente, pudesse fazer durante muito mais tempo. Fez o que pôde e enquanto foi possível…

Na segunda parte o Sporting deixou de poder. E o Benfica chegou a ameaçar a humilhação, chegando a ficar a ideia que, por respeito aos seus colegas de profissão que estavam do outro lado, os jogadores do Benfica não quiseram ir mais além.

Não foi sequer preciso um grande Benfica para deixar clara a enorme diferença que há entre as duas equipas: uma diferença que, em apenas 11 jogos, se traduz já em 18 pontos. É isto que deveria preocupar os dirigentes do Sporting… Ou, já que pelos vistos não é isso que os preocupa, preocupar seriamente os adeptos!

E por falar em preocupações não quero deixar de expressar uma: Maxi Pereira! É certo que estávamos habituados a muito - foi ele próprio que deixou a fasquia bem alta – mas, nesta época, Maxi está longe da sua bitola e é, claramente, o elo mais fraco da equipa.

Andávamos nós tão preocupados com lateral esquerdo e, afinal, descobrimos que o problema está na direita!

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