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Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

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Visto da bancada Sul

30
Mar13

Correr à frente

Eduardo Louro

 

Este jogo, em que o Benfica chegou ao resultado mais volumoso do campeonato e pela primeira vez à chapa seis, foi dois em um. Dois jogos diferentes num só jogo!

O jogo da primeira parte não teve nada a ver com o da segunda.

No futebolês utiliza-se muito a expressão “correr atrás do resultado”. Pois, na primeira parte o Benfica correu à frente do resultado: marcou o segundo golo quando ainda não tinha justificado o primeiro e chegou ao terceiro quando procurava justificar o segundo. Sempre à frente do resultado!

Na segunda parte foi outro jogo, completamente diferente. O quarto golo chegou cedo, como cedo chegou o golo de honra do Rio Ave. Fortuito, mas afinal a fazer o jogo acertar o passo com o resultado. No final, e face às incidências do jogo, o resultado podia ter sido ainda mais desnivelado, com um passo bem a par do do jogo. Não o foi porque o Rodrigo viveu apenas para marcar o golo que lhe anda a fugir e porque Cardozo, no pouco tempo que esteve em jogo, perdoou o que não costuma perdoar.

O árbitro – Rui Costa nunca soube grande coisa do ofício, admira é que, há tantos anos e ano após ano, continue na primeira categoria – fez uma das arbitragens mais estúpidas deste campeonato. Poderá figurar nos compêndios da arbitragem para ilustrar um péssimo trabalho mesmo quando não influencia o resultado!

Mostrou nove cartões amarelos e três vermelhos – O Benfica acabou com 10 e o Rio Ave com 9 – a sugerir, a quem não assistiu, que em vez de um jogo de futebol aconteceu uma batalha campal. Mas aconteceu apenas um jogo de futebol, dos bons. Com uma única atitude violenta, na jogada que lesionou – não se sabe ainda com que gravidade – o Salvio, que nem sequer foi assinalada. Isto mostra a qualidade deste árbitro: distribuiu cartões a torto e a direito mas no único lance violento do jogo nem sequer falta marcou!

Como o Porto também regressou às vitórias – nesta que era uma jornada de regressos: regresso dos jogadores das selecções, regresso do campeonato e regresso do João Moutinho -, num jogo que confirmou a Académica como a equipa mais fraca nesta fase final do campeonato, lá se mantêm os quatro pontos, com o Benfica a correr à frente. E fortíssimo, a querer dizer que não está aí para facilitar!

30
Mar13

Rui Gomes da Silva

joaopaulo74

Confesso que não morro de amores pela forma como ele se exprime em relação ao Sport Lisboa e Benfica - acho que fala demasiado à porto, num registo permanentemente carregado de ironia e de bocas.

E, portanto, não vou fazer a defesa do RGS, até porque, o próprio não necessita de apoio nesta área.

Não é o meu registo e ponto.

Tenho dito e escrito que Jorge Jesus (2012/2013) tem sido brilhante nesta área - o porto precisa de um inimigo como objectivo, tem dificuldade em se motivar apenas pelo prazer de ganhar, gostam de lutar contra o sul, a expressão do Lisboa a arder, etc., etc., ...

Lembro as imagens da festa do título do BENFICA no balneário do porto de Vilas Boas.

Por isso, sair da frente e não dar troco é a melhor estratégia para os combater. Jesus e Vieira, esta época têm sido brilhantes, com os resultados a provarem a acertividade da estratégia.

Percebo, no entanto, que o Sport Lisboa e Benfica precise de um fuzileiro que, no terreno, responda quando é preciso - RGS é esse fuzileiro, um Marine, deixado à sua sorte em terreno inimigo e que tem de se safar...

E RGS veste muito bem esse fato.

Já do lado azul, não me parece que possa haver muitas razões para o atacar, para o citar, para o referir porque, a verdade, é que ele joga no mesmo registo tão típico dos azuis - Manuel Serrão, o agora candidato psd-independente a Gaia e tantos outros...

E ser o MST a falar no RGS torna a coisa ainda mais anedótica.

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