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Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

27
Mai13

Jesus deve renovar, pois claro - pela Floresta

joaopaulo74

Estive a ler o que escrevi ontem e não vejo razão para pensar diferente.

Para analisar o trabalho de Jesus, podemos ver a folha, a árvore e a floresta:

- ao olhar para a folha, diria que estamos perante uma folha caduca, em queda, sem vida. Foi assim o jogo de ontem;

- sentir o pulsar da árvore, permite perceber uma realidade muito diferente - este ano o BENFICA fez mais jogos do que o ano passado, perdeu menos, marcou mais golos. Em 56 jogos, tivemos apenas 6 derrotas, duas delas com o Barcelona e com o Chelsea. Esta época, é uma grande árvore, com um tronco forte, ramos fantásticos, que, é verdade, deixou cair algumas folhas, mas não deixa de ser uma boa árvores;

- olhar para a floresta permite ver algumas árvores, vivas, com bom aspecto, aqui à nossa frente. Não são as árvores que queremos e gostamos de ter na nossa floresta, mas são claramente melhores do que aquelas 20 ali atrás. Lembro que o nosso adversário ganhou 20 títulos em 30 e Jesus não está há 30 anos no Benfica. Está há 4 e perdeu 3, mas mesmo assim não deixo de olhar para a floresta e ver como as árvores de Jesus são melhores que as anteriores.

Por mim, Jesus assina.

Se partir - admito que o Presidente e Jesus se deixem levar pelas emoções - a vida continua e haverá certamente muito boa gente para o substituir.

27
Mai13

A Festa da Taça

joaopaulo74

Os regionalistas de ocasião, que procuram misturar a identidade de um povo com um clube de futebol, têm por marco de vida o Jamor - é aquele estádio, lá em Oeiras, numa expressão suprema do centralismo sulista, elistista e liberal, como em tempos alguém terá dito.

Nunca dei para esse peditório porque me parece, ao contrário do que pensa Menezes, que a solução está nas autarquias e não nas regiões, isto é, sou mais favorável a um estado forte e curto, mas que, sem regiões, transfira competências para as Câmaras Municipais.

Também não sou adepto de opções deterministas - és daqui tens que ser assim, se és filho de pobre, pobre serás, se és filho de... Nunca.

Se calhar, por isso, sou um convicto TRIPEIRO BENFIQUISTA!

Por isso, também, sou um defensor da Final da Taça no Jamor - e só quem lá vai, viver a Taça, a festa que acontece antes. As febras, os garrafões, os churrascos, a partilha entre uns e outros. É assim desde que me lembro e sempre foi assim nas três finais a que assisti: com o Boavista, com o Sporting e, agora, com o Vitória de Guimarães.

Acho que não vale, de todo, a pena perder o Jamor para trocar por um qualquer cidade de Coimbra ou o Algarve ou...

Era tirar piada à coisa.

Até pelo que se viu ontem, ser de Lisboa e jogar a Taça em Oeiras não é uma vantagem só por si, tal como não foi as duas experiências azuis nas Antas, creio que com o Leixões e com o SPORT LISBOA E BENFICA.

O Jamor é um espaço único e faz todo o sentido que a Taça de Portugal lá continue!

De resto, a relação entre Benfiquista e Vitorianos foi absolutamente cordial. Confesso que saí do estádio quando o jogo terminou, mas também não nos peçam o impossível. Fiquei triste quando soube que a minha equipa não tinha ficado no relvado para ver a entrega do troféu ao adversário.

Enquanto sócio do Sport Lisboa e BENFICA, peço desculpa aos sócios do Vitória.

 

27
Mai13

O jogo do BENFICA na Final da Taça

joaopaulo74

O olhar de adepto para o jogo da Final é feito, umas horas depois do jogo, com mais de 600 km nas rodas e desde a bancada. 

É por isso, um texto muito mau, aquele que se segue.

A imagem geral do jogo é a de um péssimo  jogo, de parte a parte.

O BENFICA começou o jogo melhor, com mais posse, com uma ou outra jogada de mais perigo, mas foi na sequência de dois cantos que o Guimarães se aproximou com mais perigo da baliza do Artur.

Sem saber ler, nem escrever, a bola bateu no Niko e entrou - subscrevo a ideia do Treinador do Vitória que o qualificou como um chouriço. Estavamos com meia hora de jogo e assim chegamos ao intervalo.

Estava clara a falta de energia do BENFICA com os jogadores completamente rotos. O Guimarães fez muito pouco para merecer mais e por isso, ao intervalo, o 0-0 seria o resultado mais justo.

A segunda parte começou mais ou menos com o mesmo ritmo e apesar do que disse o treinador do Guimarães, não houve um único ataque Vitoriano com pés e cabeça - o BENFICA teve o jogo sempre controlado longe da sua baliza.

Para surpresa minha, o Enzo continuava em alta rotação, ao contrário do Matic, quase tão morto como o Salvio e o Niko. Percebo o que Jorge Jesus fez quando trocou o Urreta pelo Cardozo - teoricamente isso ia permitir mais posse, quer ela presença do Urreta na linha, quer pelo Niko no meio. E, a verdade, é que a coisa foi rolando, até que aconteceram duas coisas: mais dois chouriços.

No primeiro golo, a incompetência do Artur é total, quase tão grande como a do bandeirinha - mas, já sabemos todos, se nos poderem lixar, vão mesmo lixar. E, no segundo, o remate a 10 à hora, bate no Luisão e engana o Artur.

Estava feita a reviravolta.

Concordo com quem diz que o BENFICA esteve muito mal. Sim, esteve - fisicamente deplorável e, quando o corpo não quer, não há mente nem adeptos que possam fazer milagres. A derrota, dos jogadores, é justa por isso.

Não concordo com quem valoriza o jogo do Vitória. Fizeram um época fantástica, é verdade, mas o jogo foi fraquito - perdi a conta à paulada que o Salvio levou, os amarelos que ficaram por mostrar. Tirando a jogada de contra-ataque acima referida, não me lembro de um único remate do Guimarães.

Mas, quem tinha que ganhar era o BENFICA e ao Guimarães restava o papel de esperar pela sorte!

Sobre o resto, escrevo depois, sobre o jogo, muito fraco, ganhou quem teve mais chouriços.

 

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