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Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

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Visto da bancada Sul

07
Mai13

Da UTOPIA nasce a ponte do sonho para a realidade!

helderrod

O vocábulo UTOPIA surge com um fabuloso e douto parecer de Joaquim Rita que, a dada altura, nos diz na Antena 1 sobre o facto do "sonho" portista que (dizia ele) é mais uma utopia dos adeptos do norte.

Tal como dizia há cerca de uma semana, o SLB padece deste lirismo vertiginoso, desta crença que ultrapassa os limites da imparcialidade que espoleta a ansiedade e a vertigem da velocidade...

Tal fora a velocidade, que tropeçaram desenfreadamente nas malhas do histerismo...

Assim, o meu Porto tem nas mãos a humilde razão para demonstrar que pode superar este benfica fortíssimo. Vai ser um jogo enorme e duro, cujos ponteiros correrão ao saber e ao sabor de um sonho.

A ver vamos. Há ainda duas jornadas e o Porto encerra em Paços aquilo que poderá ser um volte face histórico.

Vamos acreditar e superar as expectativas rumo a um título que se prevê difícil, mas menos impossível e utópico. Lamento apenas que aquele grande guarda-redes possa estar presente, quando deveria ter sido expulso ainda na primeira parte...

 

E assim diz o adágio: Quem tudo quer, tudo perde!

 

Força, Porto!

 

Hélder Rodrigues

06
Mai13

Coisas que não se percebem

Eduardo Louro

Posso perceber que se falhem muitas oportunidades de golo. Posso perceber que a sorte, em certas ocasiões, vire as costas. Posso perceber que o jogo do título tivesse sido o do Funchal, com o Marítimo. Posso perceber que esta seja a fase mais terrível da época. Posso perceber que os jogadores não sejam máquinas…

Mas tenho uma enorme dificuldade em perceber que, nesta fase terrível, em que todos os jogos são decisivos, se inicie a partida a um ritmo demolidor, numa pressão asfixiante, se criem sucessivas oportunidades de golo e, dez minutos depois, sem que qualquer golo tenha surgido, se desligue o botão. E se permita que o adversário passe a chegar primeiro a todas as bolas, passe a ganhar todos os ressaltos, passe a ganhar todas as bolas divididas e passe a ser o dono da bola. Tudo isto com um estádio cheio, com a equipa ao colo... 

Na retina não ficam as inúmeras oportunidades de golos criadas e desperdiçadas pelo Benfica. Nem os erros da arbitragem, nem o frango do Artur. Nem o regresso do Carlos Martins aos seus tempos do Sporting, que julgávamos definitivamente enterrados. Na minha memória ficam aquelas imagens dos últimos minutos, quando se esperava um Benfica a fazer das tripas coração para chegar ao golo da vitória, com Gaitan metido na defesa, uma defesa a três a contas com sucessivas avalanches de quatro e cinco jogadores do Estoril. Ou Matic, sozinho a correr atrás deles…Ou Rodrigo, fresquíssimo, a deixá-los fugir… Ou Sálvio a ir, já sem conseguir vir… Ou Lima como ainda não tínhamos visto…

Espera-se que recuperem rapidamente. Têm quatro dias, nem mais um. Porque, ao contrário do que toda a gente esperava, lá se vai decidir tudo no Dragão, no próximo sábado. 

04
Mai13

Primeira vez

Eduardo Louro

Não é costume escrever sobre os jogos do Porto. É esta a primeira vez que o faço, e para começar por dizer que o Porto entrou forte no seu jogo de hoje com o Nacional, na Madeira, com boa dinâmica colectiva e com duas ou três exibições individuais muito boas - os suspeitos do costume - mas, acima de tudo e de todos, com Varela em excelente nível, não dando qualquer hipótese ao adversário. Na primeira parte, porque na segunda já não foi nada disso: o Porto regressou ao jogo fraquinho, fraquinho, fraquinho que tem vindo a apresentar nos últimos dois ou três meses, e o Nacional, mesmo sem qualidade nem ambição, esteve por cima do jogo, desperdiçando, não propriamente oportunidades de golo, mas oportunidades de finalização.

Em 10 minutos o Porto fez três golos, aos vinte da primeira parte já ganhava por 3-0. Não sendo fácil justificar um resultado tão desnivelado ainda antes de ser atingido o meio da primeira parte, a verdade é que a boa exibição do Porto e o pouco menos que miserável desempenho dos comandados de Manuel Machado, justiçava-o. No entanto, esses três golos em dez minutos, têm uma história que não é limpinha, limpinha, limpinha… No primeiro, quando o Varela cruzou a bola, que foi parar ao Jakcson para depois seguir para o James, que fez o golo, já ela tinha saído pela linha final. No segundo, o Mangala – que marca com um vistoso toque de calcanhar, com nota artística, como diria o outro – está fora de jogo. E o terceiro, o penalti – finalmente aparece alguém que não falha – convertido pelo Lucho, é bem assinalado. A falta sobre o Varela existe e é dentro da área… Mas é exactamente um daqueles – e são muitos - penaltis que os árbitros em Portugal só assinalam se a favor do Porto. Da posição em que o árbitro se encontrava, nunca conseguiria ver o toque que o justificou. Nem o árbitro auxiliar, que estava precisamente do outro lado do campo… Cosme Machado - o árbitro de Famalicão que, curiosamente, havia assinalado o penalti falhado no tal jogo do Dragão com o Olhanense, hoje muito chorado, que terminou empatado, sem que o Porto tirasse vantagem do último empate do Benfica, fabricado nessa mesma jornada pelo senhor Pedro Proença, justamente neste mesmo campo – assinalou a marca de grande penalidade sem qualquer certeza. Mas também sem nenhuma dúvida que, na dúvida, pró Porto!

É no entanto curiosa a forma como tudo isto é branqueado. Ou, pegando nas palavras da moda, como tudo isto fica limpinho, limpinho, limpinho: na enésima mão de jogadores do Porto dentro da sua área, na enésima menos qualquer coisa mão de Mangala, Cosme Machado marca, finalmente, o primeiro penalti contra os andrades neste campeonato. À 28ª jornada, a antepenúltima, quando o Porto ganhava por 3-0… Para a história deste campeonato não fica que Cosme Machado, na Choupana, validou erradamente dois golos ao Porto e assinalou um penalti de cruz, tendo influência decisiva no resultado. Fica antes que assinalou o primeiro penalti contra o Porto!

Claro que o Vítor Pereira – tolinho, tolinho, tolinho - não deu por nada. Nem o Manuel Machado, que tão preocupado andava com as arbitragens de terceiros.

Mas há mais outra primeira vez. Pela primeira vez, num jogo em que participa o Porto, que não na Luz, se entoou o SLB…SLB…SLB …sem filhos da puta. O que incomodou seriamente o comentador da Sport TV – o insuspeito Luís Freitas Lobo, com enorme dificuldade em ver quer a mão quer o fora de jogo de Mangala - que nunca manifestou qualquer incómodo quando, em Braga, no Dragão ou em tantos outros campos por onde o Porto passe, o tom é dado em filhos da puta SLB!

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