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Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

29
Jun13

Mais uma encomenda?

Eduardo Louro

O Correio da Manhã noticia que o Benfica entra na corrida por Ghilas, que tem sido dado como certo no Porto. Não sei se a notícia é verdadeira ou falsa. Não sei se sequer se não é mais uma encomenda.

O que sei é que, este ano, a contratação do argelino que brilhou no Moreirense tem um significado idêntico à do Lima, no ano passado. Mas apenas o significado é idêntico, porque as consequências serão bem maiores!

Ghilas é um jogador jovem e um avançado do tipo que se convencionou chamar moderno: grande poder físico, enorme mobilidade, rapidez e capacidade técnica. Características semelhantes às de Lima, algumas delas mesmo já bem mais apuradas. Acresce-lhe ainda a margem de progressão que os seus 24 anos prometem.

Dito isto, entendo que a contratação do Ghilas  - não se percebe por que o Sporting terá descartado os direitos de prioridade que teria assegurado - é uma excelente decisão. Tome-a quem a tomar!

E se o Porto amargou a distracção do ano passado que lhe valeu perder o Lima para o Benfica - e só não amargou mais porque ... bom, o costume... - não é provável que corra os mesmos riscos este ano. Não é costume cometer muitos erros; o mesmo, duas vezes, é impensável!

É pois bem provável que esta seja mais uma notícia encomendada. Mas bem gostaria que não fosse. E, claro, que não fosse entrar na corrrida por entrar. Que fosse mesmo para ganhar!

21
Jun13

Há gente que se presta a tudo...

Eduardo Louro

Ora aqui está uma primeira página perfeita!

Uma mancha principal para passar a mão pelo pêlo, e a fazer de conta de que a tradição ainda é o que era. Depois, em segundo lugar, uma coisa para entreter, para não dar nas vistas. Finalmente - the last, not the least, antes pelo contrário - o grande título. A grande mensagem, o isco para leão confortado, quiçá vaidoso, pela mão passada pelo pêlo: Juventus aponta a Rolando!

Há gente que se presta a tudo... 

17
Jun13

Inventar(io) (de) problemas

Eduardo Louro

Num Comunicado oficial o meu clube utiliza esta linguagem:

“… o Correio da Manhã insiste em contactos do SL Benfica pelo guarda-redes do Sporting Rui Patrício. Ou as fontes do jornal fumam substâncias proibidas ou, então, é o jornalista que assina a peça”.

Não tenho dúvidas: 90% dos problemas do Benfica são de comunicação. 9% são de gestão, de gestão de tudo o resto. 1% são de ordem geográfica/demográfica: não nascem laterais esquerdos nos Balcãs!

 

10
Jun13

A tese Rui Santos, a antítese extra e a síntese conspirativa

helderrod

Como portista que sou, não quero deixar passar de novo a constante afronta que Rui Santos espoleta perante o meu clube. No blogue anterior, dizia que quem desconfia não é de confiar e não me parece que este Arauto da Desconfiança chamado Rui Santos se possa apresentar como um profissional de confiança.

A questão é simples: não basta estar durante cerca de 90 minutos a debitar num monólogo envolto de vaidade constantes provocações à ideoneidade da Instituição F.C.P, designadamente à pessoa de Pinto da Costa. Há aqui algo que precisa de ser esclarecido:

 

Ponto Um - Quem paga a este jornalista para estar tantos minutos a atacar Pinto da Costa (nome que profere mais de 50 vezes por programa)?

 

Ponto Dois - Com que intenção existe esta permanente convergência especulativa, em que a tese primordial é a de tentar beliscar o bom nome do meu Porto?

 

Ponto Três - Quem sustenta juridicamente este senhor que se põe a jeito perante tamanhas acusações, as quais considero muito graves?

 

 

A dada altura no programa, Rui Santos põe em causa a subserviência do Sporting ante o Porto. Aqui questiono: foi essa subserviência que constituiu a famosa arbitragem de Capela na Luz?

 

Acho que está na altura de EXIGIR A ESTE SENHOR QUE PROVE TODAS AS TEORIAS CONSPIRATIVAS E GRAVEMENTE ACUSATÓRIAS. Espero que este meu post desencadeie aqui uma acção irrepreensível que vise a exigência da prova e, naturalmente, ao direito à resposta que não existe neste programa. 

 

Rui Santos tem que provar a teoria do abraço de Paulo Fonseca a Vitor Pereira, bem como o facto do Paços vir jogar ao Dragão a pré-eliminatória da Liga dos Campeões. O que quer ele dizer com isto? Prove lá, se for sério!

 

Há que pôr um ponto final nesta campanha hedionda contra o claro e inequívoco.

Deixo aqui o meu desafio ao senhor Rui Santos. Prove ou cale-se para sempre! Caso não o faça irá manter o estatuto da sua incompetência coberta pela Sic Notícias!

 

 

Hélder Rodrigues

07
Jun13

Obrigado Pablito

Eduardo Louro

 

Pablo Aimar, um dos mais fantásticos jogadores que passaram pelo Benfica e uma dos mais brilhantes estrelas da história do futebol, apresentou-nos ontem as suas despedidas. Escolheu a Benfica TV para o fazer… digamos que mais na intimidade. Hoje, todos os media difundiram a notícia, como quem tivesse espreitado pelo buraco da fechadura e agora desse conta do que viu!

Na hora do adeus quero agradecer-lhe por um dia ter escolhido o Benfica. Por ter decido dizer sim quando Rui Costa, chegada a hora de despir a sua camisola 10, que usou bem menos vezes do que todos desejaríamos, olhou para o mundo e não viu ninguém a quem melhor a pudesse confiar. Por ter sabido guardar e honrar durante cinco anos aquela mítica camisola 10, que foi de Rui Costa, que foi de Eusébio, mas também de Mário Coluna.

Vai partir sem ter a quem a entregar. Sem poder fazer como Rui Costa, sem passar esse testemunho de glória. É também isso que nos aumenta o sentimento de perda - perdemos o Aimar e, com ele, perdemos o 10!

É certo que o futebol já não é o que era, foi perdendo romantismo e com ele foi perdendo esse espaço de magia que só um 10, e um 10 como Aimar, guarda e transporta no tempo. Vive, hoje, de seis e de oitos, de compensações e de cavalgadas. De roubar espaços e de queimar etapas e tempos. Espaço e tempo, precisamente o ar que o 10 respira…

Aimar é um dos grandes jogadores deste início de século. Tão grande que se tornou, ele próprio, no ídolo de grandes ídolos - é Messi quem o confirma! Mas é também um ser humano de enormíssima dimensão: educado, sereno, elegante, disciplinado, correcto…

Tudo nele, jogador e homem, é de referência. É também isso que nos aumenta já a saudade mas, mais, bem mais que a saudade que já sentimos, é também isso que nos aumenta o sentimento de injustiça de que foi vítima neste último ano. De que se não queixa – nunca ninguém foi tão elegante na hora da despedida - mas que existiu!

No final da época passada, Aimar poderia ter saído, ainda a tempo de garantir um bom contrato num qualquer canto arábico do planeta. Ficou, não sei se muito ou pouco obrigado a isso. Sei é que ficou, e se ficou é porque o clube entendeu que era importante que ficasse. E porque também ele entendeu que tinha uma contribuição a dar para os objectivos do clube!

Não foi nada disso, e aí está mais um dos grandes erros de Jorge Jesus na época que há pouco acabou, mergulhada em frustração. Nesta época de despedida, Jesus não deixou apenas de contar com Aimar. Fez pior: fez-lhe o que não se faz a ninguém, mas que, feito a Aimar, é pecado imperdoável. Não lhe dando ritmo de jogo, impediu-lhe o rendimento ajustado à sua categoria, e isso penalizou e pôs em causa o sucesso da equipa. Colocando-o em campo sistematicamente nos cinco minutos finais - e no último jogo, na final da taça, com a equipa derrotada e abatida - não o respeitou. Não lhe atingiu a dignidade nem a imagem porque, nele, são grandes demais. Mas não se faz!

Nem o Aimar merecia despedir-se do Benfica com uma época destas, nem o Benfica merecia esta mancha na despedida a Aimar. E, no entanto, ele desfez-se em agradecimentos e em simpatia. Disse terem sido estes os cinco anos mais felizes da sua vida. Glorificou a grandeza do Benfica. Enalteceu a beleza do estádio, o melhor em que jogou. Exaltou a paixão única dos adeptos, como nunca tinha visto. Agradeceu-lhes o carinho, o carinho de sempre e o carinho adiantado. Esse carinho que recebeu à chegada, à cabeça, antes de dar o que quer que fosse…

Obrigado Pablito!

07
Jun13

A aposta na força da Juventude! Bem-vindo à Invicta, Paulo Fonseca!

helderrod

Cresci muitas vezes em torno deste adágio: quem desconfia não é de confiar. Esta é a deixa que liberto aos teóricos da conspiração. O Porto enleva-se e eleva-se perante tais teorias.

Assim sendo, as minhas boas vindas a Paulo Fonseca. A uma jovem promessa que se enquadra num paradigma fundamental e de provas dadas no meu FCP. Tal sucedeu com Mourinho, Villas-Boas, Vitor Pereira e assim será com  todos aqueles que os seguirão. Esta é a aposta na força e irreverência da juventude. A aposta na ambição da vitória.

Como tal, o Dragão une-se perante Paulo Fonseca, com a esperança de que muitas vitórias se dêem nas barbas do sucesso.

 

Bom trabalho, Mister!

 

Ao Vitor Pereira reitero a gratidão e, caso se confirme o Anzhi, desejo-lhe um grande futuro por terras russas!

 

 

Hélder Rodrigues

06
Jun13

Desceu o pano

Eduardo Louro

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