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Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

18
Set13

Áustria Austera numa valsa de Lucho...

helderrod

A entrada do FCP na Liga dos Campeões foi dura mas muito importante. Considerando a vitória caseira do Atlético de Madrid, o próximo jogo no Dragão ganha uma importância adicional (se bem que todos os jogos são importantes). Uma equipa recuada, mas perigosa no contragolpe deu muito trabalho aos Dragões e enfatizou a importância de Defour no onze portista uma vez que o mesmo não pôde estar presente. 

Fica neste jogo a prova provada de que os três pontos implicam o esforço estóico do colectivo. Assim foi o meu Porto: um exemplo de entreajuda que resolve colectivamente as falhas individuais, com a certeza de que a experiência é ainda uma mais-valia.

Paulo Fonseca mexeu bem e consolidou o combate do meio campo. Parabéns a Izmaylov que soube "guardar" a bola, exaltando a força da sua utlilidade no plantel.

Para Lucho, aquele abraço! Um comandante vigoroso e assertivo que passeou classe num dos palcos mais marcantes da nossa História!

 

Hélder Rodrigues

18
Set13

Abertas as portas da Champions

Eduardo Louro

 

Benfica da Champions tem mais encanto

 

O Estádio da Luz abriu hoje as portas da Champions - que só fechará em Maio do próximo ano, quando o pano cair - para que o Benfica recebesse o Anderlecht, no primeiro jogo da fase inicial da competição.

Na Champions é sempre importante ganhar, mas ganhar o primeiro jogo é-o ainda mais. Era por isso muito importante que o Benfica ganhasse este primeiro jogo, mas era-o ainda mais por ser em casa e frente ao adversário que, nas contas da UEFA –, porque saíra do pote 4 - seria o mais fraco do grupo. Se a tudo isto juntarmos o estado de saúde da equipa nesta fase inicial da época ficará tudo dito: o Benfica tinha obrigatoriamente de ganhar este jogo!

E ganhou, com dois golos na primeira parte: um logo no início, corria o minuto quatro, a deixar a ideia que tudo iria correr bem, e outro a meio, numa bela execução do Luizão, que de tosco não tem nada, como há muito se sabe e como ainda no sábado confirmara, com aquele calcanhar a tirar a bola da baliza e a negar o golo ao Paços de Ferreira.

Mas foi  isso: ganhou. O que, sendo fundamental, não é tudo!

Se a primeira parte, com aquele ritmo e aquela pressão que deixou a equipa belga – que vinha de peito cheio, a perceber por algumas declarações à imprensa – atordoada, provavelmente o que de melhor o Benfica fez até aqui, já a segunda deixa motivos para alguma apreensão. Especialmente porque deixou à vista a dificuldade da equipa em controlar o jogo. Sem bola não é possível mandar no jogo - sem mandar no jogo não se consegue controlá-lo -, e o Benfica não consegue ter bola. Viu-se com o Paços de Ferreira, que dividiu a posse (50%) de bola, e voltou a ver-se hoje: o Anderlecht teve mais bola porque o Benfica perdia-a com facilidade. Por falta da confiança que só os resultados trazem, e que afinal também este irá ajudar a trazer!

Às boas exibições individuais que se vão já vendo – é curioso que, numa avaliação individual, todos os jogadores estiveram hoje a bom nível, e alguns a muito bom nível, como Fejsa, por exemplo – falta entrosamento e faltam os equilíbrios colectivos. E há ainda, para além da reconhecida capacidade dos jogadores deste plantel, outros indicadores positivos. A equipa que hoje entrou em campo era muito diferente da que entrara no último jogo do campeonato, o que significa rotação de jogadores e, isso sim, gestão do plantel. A utilização dos mesmos jogadores em funções diferentes, como sucedeu com o Enzo, o Matic e o Maxi, é outra boa notícia. Mesmo quando não resultou em pleno, como foi o caso do Maxi quando entrou pouco depois da hora de jogo… 

E pela primeira vez a equipa não sofreu golos. Espera-se agora que, abertas as portas da Champions, se abram as das boas exibições. E se fechem - às sete trancas - as da baliza de Artur!

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