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Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

30
Out13

Blatter, Portugal, Europa, Mundo

joshua

Ao longo dos anos, FC Porto, outras equipas nacionais, e Mourinho têm tido manifestas razões de queixa da UEFA. Ronaldo começa a ter razões de queixa grossas da FIFA, com o último deslize tresloucado e parcial de Blatter, que certamente não foi por acaso, mas corresponde a uma cultura ociosa e satírica de cúpula.

 

Há, notoriamente, um lóbi anti-português nesses dois organismos pela simples razão da inveja e da escala. Para efeitos europeus, a escala portuguesa parece desprezível e fazem-nos o desfavor de no-lo darem bastas vezes a entender, e muito mais nestes tempos de egoísmo e salve-se-quem-puderismo europeu.

 

No entanto, para efeitos do grande balanço histórico e da grande inveja entre as nações europeias relativamente a Portugal por causa da sua influência linguística, cultural e mesmo por causa da nossa expressão demográfica, não no rectângulo, mas no resto do mundo, Portugal e o enorme continente de afectos português têm um peso cada vez mais não desprezível nos espaços materiais e imateriais do Planeta, coisa que a França não tem, a Bélgica não tem, a Alemanha não tem, e muitos outros países europeus poderosos e ricos, manifestamente não têm nem terão.

 

Isso e um legado secular fora da Europa, no Oriente, em África, na América, na Oceania, ou seja, virtualmente em todo o lado porque estar em todo o lado sempre foi e continua a ser eminentemente português. Era preciso que tais países tivessem sido e feito, nos séculos passados, o que Portugal, Espanha e Reino Unido fizeram de ímpar no Planeta, sobretudo Portugal, atendendo às suas dimensões, e nenhum outro Povo pôde ou soube.

 

Posto isto, que a UEFA, a FIFA e todos os invejosos e desprezivos de Portugal se fodam e façam bom proveito.

28
Out13

Jardim e Carvalho

joshua

Entre o presidente do Sporting, Bruno de Carvalho, e o treinador do Sporting, Leonardo Jardim, vai a enorme distância entre uma ejaculação precoce e a arte de bem foder. Ontem, frente ao meu FC Porto, ficou à vista o resultado da ejaculação precoce discursiva e abrasiva do jovem Bruno de Carvalho e as razões da calma preliminar de Leonardo Jardim. Viu-se no que dá um presidente que põe o carro à frente dos bois e passa do oito ao oitenta. Claro que só pode atrapalhar um treinador que insiste em pôr o carro atrás dos ruminantes apenas para que os rodados rodem e a carroça sportinguista siga.

27
Out13

(Quase) Tudo como dantes...

Eduardo Louro

 

 

Foi com o padrão qualitativo habitual desta época que o Benfica defrontou hoje o Nacional. Foi com bem mais tranquilidade que o habitual nesta época que o ganhou. Sem nunca ter jogado realmente bem – a excelente jogada de futebol que culminou no primeiro golo foi a excepção que confirma a regra –, sem nunca ter exercido um domínio acentuado sobre o adversário, e sem nunca ter tido o controlo absoluto do jogo, a verdade é que nunca pelo estádio passou qualquer ideia de que a vitória pudesse estar ameaçada. Porque o primeiro golo surgiu relativamente cedo e o segundo logo no arranque da segunda parte, mas também porque a equipa da Madeira nunca pareceu muito capaz de complicar a vida ao Benfica. Por nada mais!

Foi pois mais uma oportunidade perdida para uma primeira exibição que animasse as hostes benfiquistas e, tão ou mais importante, que animasse os jogadores, que os fizesse acreditar. E, já agora, que pudesse dar algum ânimo também a um Jorge Jesus renegerado. Pelo menos a crer naquele extraordinário e inesperado abraço ao surpreendido treinador adversário, certamente a pensar que "um vintém é um vintém e um cretino é um cretino", mas venha de lá esse abraço que isto já fede!

No resto, e à parte a estreia do miúdo Ivan Cavaleiro – nunca se saberá se é resultado de opção convicta de Jesus, e portanto de mais um sintoma do seu processo de regeneração, se de outra coisa qualquer – que, à falta de melhor, é o motivo de galvanização das bancadas, (quase) tudo como dantes. Até a lesão de Siqueira. Já começa a ser difícil contá-los todos… E impossível compreender!

27
Out13

"Tetra" a um!

helderrod

Grande! Este é o adjectivo que melhor qualifica este clássico. Um grande jogo de futebol que comprovou a força e a personalidade do Sporting. Na verdade, o Sporting foi a única equipa que jogou olhos nos olhos com o FC PORTO, o que comprova a inequívoca candidatura ao título. Parece até a única capaz de bater o pé ao Porto nas contas do título.

Mais do que as incipientes palavras do Bruno Carvalho, a equipa de Alvalade demonstrou em campo a maturidade de um grande.

E é por isso que considero que o FC Porto se agigantou. Cresceu, superou-se e afirmou toda a sua grandeza respondendo com muita potência a uma grande réplica. Por isso, nasce aqui o caminho para o "tetra" porque a força deste colectivo marcou a diferença, confirmando a solidariedade já plasmada na passada terça-feira. Hoje surge a confirmação da supremacia daquela que foi muito mais equipa e assim se encerra a análise: tetra a um candidato.

Parabéns aos Tricampeões Nacionais e parabéns ao Sporting pela bela exibição!

 

 

 

Hélder Rodrigues

25
Out13

Futre Quer a Lua

joshua

Tendo em conta o pendor insolente e desafiador de Bruno Carvalho, o próximo clássico FC Porto vs. Sporting Clube de Portugal não pode dar empate. O resultado tem de lhe-Bruno fazer justiça ou colocá-lo no devido lugar, com uma derrota higiénica que acenda a contenção verbal de que notoriamente o Bruno não é capaz, sem nada, um título, nada, a que se agarre. Ao vaticinar a distribuição dos males pela aldeia, Futre é suspeito, sportinguista que ama o FC Porto. Quer é golos. Eu quero ganhar como se fosse o último jogo da História. 

25
Out13

Contra a Nossa Decadência Europeia

joshua

Acho muito cedo para ali o pessoal rival andar a cantar d'águia perante o aparente malogro, até ao momento, da nossa-FC Porto presença na Liga dos Campeões.

 

Duas derrotas tangenciais com equipas recheadas de pastel e de estrelas ainda não nos permitem capitular e atirar as tatuagens ao chão. Ainda há cartadas fortes a jogar. Parece-me, sim, mais relevante observar os ganhos de consistência e coesão na equipa, com Herrera a prometer fechar o meio-campo, dobrando Fernando como se fosse outro Fernando, com a vantagem de promover passes de ruptura e municiar o ataque.

 

Acredito numa boa resposta do meu FC Porto nos próximos apontamentos e talvez tenha mais sabor remeter a lagartada à humildade perdida, após um par de meses com juízo e boa gestão desportiva a subir-lhes à cabeça.

 

De resto, muito mais preocupante é o cômputo geral da prestação europeia na Europa, do mais fraco e confrangedor que me lembre, em anos, quase tudo corrido a derrotas. Isto merece reflexão. A batalha por brilhar na Europa é uma matéria em que ou todos ganham ou todos perdem. Não há capelinhas.

25
Out13

Espaço K [Kelvin]

joshua

Não é preciso muito para mitificar um jogador, no FC Porto. Gomes, Futre, Jardel, Deco, Kelvin, pensar neles é recordar instantaneamente golpes de asa, golos, vitórias, momentos mágicos. Porém, jogadores como Kelvin ou Quintero têm de ser guardados, embebidos na cultura da maturidade, da paciência, forjados no caldo da responsabilidade, preparados. Só depois é que se largam a voar, superada a loucura, o intempestivo, o fogacho, o instinto mercenário. Kelvin está lá e já lá está, a aprender a ser Porto. Não há pressas em lapidar um diamante. A pressa é inimiga do Belo. Mais ainda do Belo Consistente.

25
Out13

Catedral:10 anos!

Eduardo Louro

 

 

 

Um orgulho igual à chama: enorme. A Bela, com o grande se não de apenas dois campeonatos...

À atenção de quem de direito: cuidado, a Catedral anda a ficar muito despida. Para 10 anos não é muito aconselhável e, com o inverno à porta, pode dar em gripe, se não mesmo em pneumonia.

Parabéns Catedral!

24
Out13

Problemas com o tempo

Eduardo Louro

 

LC: Benfica-Olympiakos, 1-1 (destaques)

 

Perto de três semanas depois a equipa do Benfica continua sem melhoras. Há problemas que só o tempo resolve, não adianta procurar soluções. E há outros que o tempo pode não resolver, mas ajuda.

Não são desses, ao contrário do que muita gente pretendia convencer, os problemas do Benfica. O tempo não os resolve nem sequer os ajuda a resolver, pelo contrário: agrava-os!

Por isso, três semanas depois, o Benfica apresenta os mesmos problemas: não tem futebol, não pressiona, não tem capacidade física nem anímica, não crê nem quer.

Não é de tempo o problema do Benfica, mesmo que tenha sido o tempo a resolver hoje as coisas. Mas outro tempo, o temporal que se abateu sobre Lisboa. O tempo e um guarda-redes de outro tempo…

Não fora o tempo que impediu que se jogasse futebol no relvado da Luz durante praticamente toda a segunda parte, e o facto de o guarda-redes Roberto estar agora do outro lado – mau seria que quem tanto prejudicou não encontrasse forma de minimamente se redimir – e o Benfica não teria evitado mais uma derrota que comprometeria decisivamente a continuidade na Champions.

Sim, porque enquanto foi possível jogar a bola o Olimpiakos foi sempre superior. Sim, porque este jogo era mesmo decisivo, como o treinador espanhol (Mitchel) da equipa grega bem salientou.

Este jogo era decisivo, e como ficou empatado, o próximo, em Atenas, também o é. Como o seguinte, em Bruxelas… 

Só não o era, e compreende-se que o não fosse, para o treinador do Benfica: Jesus nunca ganha os jogos decisivos, por isso trata de os desvalorizar. O problema é que agora já nem sequer ganha os que o não são.

Como problema é que, agora, desvaloriza jogadores a um ritmo superior ao que antes valorizava. Problemas que o tempo não resolve. Agrava!

 

 

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