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Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

09
Out13

Estupidez

joshua

Não pode haver maior forma de imbecilidade e indigência que expor o Futebol Português, em matérias resolúveis entre cavalheiros, às instâncias europeias do Futebol. A AFL comporta-se mariquescamente e confunde a sua estratégia de luta pela hegemonia e controlo do futebol nacional com tiros no pé e partes de fraco no olhar externo sobre o produto "futebol português". Se para a AFL tudo é uma questão de política e nada é futebol os clubes da Capital, mormente o choramingas SLB, nunca mais sairão da cepa torta. Espero que o FC Porto responda à altura com mais um título nacional e prestações prestigiantes na Europa. É o mínimo.

09
Out13

Herrera

joshua

Tem o FC Porto andado à procura de um pulmão no seu meio campo o mais aproximado possível com a formiguinha insuperável Moutinho. Há que dizê-lo com frontalidade: Moutinho é uma força da natureza e da técnica. O que aquele pequeno homem faz num meio-campo está ao nível das sete maravilhas do Futebol. Não apenas no plano da eficácia, mas no da durabilidade. Ora, Defour não chegava lá. Josué não chegava lá. Herrera, sim, encheu o campo contra o Arouca e deu o sinal que faltava para que em breve acabe o síndrome das boas primeiras partes e segundas medíocres. Veremos. Havia um problema no meio campo do meu FC Porto. Estará resolvido?!

06
Out13

O Segredo está no Azul e Branco

helderrod

Devo confessar aqui a saudade que tenho de ver o meu Porto a jogar de azul e branco. Acho inclusivamente que é aí que está o segredo para a consolidação exibicional da equipa.

Por graça, dizia há tempos que o Porto Canal deve mudar o nome do programa "45 minutos à Porto" para 90 minutos à Porto...

É isso que falta. Falta o azul e branco nas camisolas e 90 minutos de qualidade.

Na terça-feira, no Dragão ouvia um portista dizer que era necessário acabar com o jogo em ziguezague. E é isso mesmo. O meu Porto tem de espalhar as asas. Jogar pelos flancos (lembro o Robson a gritar naquele português anglófono FLANCOS! Flancos!. E é isso mesmo. O jogo interior não é tudo...e isso é bom para quem defende (até o Atlético se "juntou" no meio para bloquear o ímpeto da equipa).

Vamos jogar pelos corredores, sim? Quiçá apostar até Janeiro num Danilo mais à frente e um Fucile a fechar...ou mesmo num Kelvin motivado. Fica aqui a sugestão:

"Flancos...flancos"!!!!!!

 

Parabéns pelo sucesso no combate de Arouca.

 

 

Hélder Rodrigues

 

06
Out13

Uma semana de cada vez

Eduardo Louro

 

 

O Benfica poderia ter tido uma vitória fácil hoje no Estoril, num jogo tido como muito difícil. Poderia, mas não teve!

Poderia, porque marcou o primeiro golo bem cedo. Porque, no último lance da primeira parte, Lima desperdiçou um penalti que daria o confortável e tranquilo – mesmo que isso de tranquilidade seja coisa que não assista ao Benfica - segundo golo. Porque o Benfica jogou meia hora em superioridade numérica, por expulsão (correcta a decisão do árbitro) de um jogador do Estoril. E porque doze minutos depois de entrar e a vinte do fim da partida, Cardozo conseguiu o chamado golo da tranquilidade. E que golo!

Mas não teve porque, infelizmente, tudo continua na mesma. Porque os jogadores querem e crêem pouco. Porque continuam sem crer e sem querer. Porque não têm confiança, e por isso falham penaltis e as sucessivas cobranças de livres. Porque as lesões musculares se sucedem em todos os jogos. Porque logo depois do golo de Cardozo, da saída de bola surgiu um remate para a baliza que deu em canto e, claro, no inevitável golo de todos os jogos. No inevitável golo de bola parada. Porque depois vieram mais cantos (dez a zero em cantos, a favor do Estoril, é coisa nunca vista). E porque, no meio de tudo isto,o Maxi Pereira lembrou-se de repor as equipas em igualdade numérica…

Foi por isso uma vitória bem difícil, bem sofrida. Mas uma vitória, que segurou Jorge Jesus por mais umas semanas. Nesta altura é assim: uma semana de cada vez. Só a interrupção do campeonato lhe dá um bonus adicional!

06
Out13

Motivação extra

Eduardo Louro

 

 

Percebeu-se que nos últimos dias foi criada uma motivação extra ao Marco Silva, o treinador do Estoril, para o desafio de hoje à noite contra o Benfica. È que já não tem apenas a ambição de conquistar os três pontos em disputa, e a enorme motivação de ganhar ao Benfica; somaram-lhe a motivação de, com isso, agarrar o emprego com que provavelmente nunca sonhou sequer ambicionar. Puseram-lhe o mais apetecido – concedo, se calhar o segundo mais apetecido porque o outro, como os medicamentos que trazem a bula agarrada, também traz títulos na embalagem – lugar do futebol nacional a passar-lhe ali à frente, ao alcance da mão…

Maior motivação não pode haver. Claro que há um risco enorme: nunca se sabe como é que os benfiquistas receberiam o tipo que lhes rouba dois campeonatos seguidos...

Acho que é isto que vai deixar dormir o Jorge Jesus esta noite!

05
Out13

Fica Jesus

joaopaulo74

Confesso que não sou muito amigo de grandes confusões no mundo da bola - a dimensão psicológica é cada vez mais importante e a agitação não rima com sucesso.

A saída de Jesus - tão pedida pela blogosfera - poderá ser equacionada desta forma:

- estão ou não  os jogadores com o Jesus?

Eu continuo a achar que é a pessoa certa para colocar os jogadores a fazerem o que sabem, mas não vale a pena inventar. Faz assim Mister:

- Artur;

- Almeida, Luisão, Garay, Siqueira;

- Matic, Enzo;

- Gaitan, Ola John;

- Marcovic, Cardozo.

 

Pode ser?

04
Out13

O Verbo em Corrida de Fundo

joshua

Como é que se ganha um campeonato? Entrando a matar. Sendo indiferente a uma fase de futebol menos bonito em favor dos pontos, dos três pontos em detrimento da nota artística. É fácil falar. Nesta corrida de fundo, falar cedo de mais é mau. Não falar é melhor. Também há uma corrida de fundo na gestão da converseta dos treinadores, forma moderna de falar para fora e falar para dentro, motivar para fora e motivar para dentro.

04
Out13

Veneno Jesus. Veneno Cardozo

joshua

Fico satisfeito que não passe pela cabeça de nenhum dirigente ou treinador que os jogadores do FC Porto na origem dos golos do Atlético sejam de alguma forma alvo de retaliação. Passar, passa, já que se fala nisso. Mas não faz sentido. Em mil noites conseguidas de Helton, uma pode não ser tão conseguida. E em quinhentas boas prestações de Mangala, uma ou duas podem ter bicho. 

 

Já os efeitos desmoralizadores do perdão plenário a Cardozo pagam-se caro no SLB porque se fazem sentir na insegurança, irregularidade e insolência competitiva no plano internacional lá, onde a tal motivação deveria ser natural e automática, traduzida em altíssimo rendimento, o que não se viu. Mas a readmissão de Cardozo representa tão somente isto: Jesus perdeu mão na equipa. Desrespeitado por um, impotente com os demais. Antes do início da época, a questão mal resolvida Cardozo era um veneno para a estabilidade competitiva do balneário. Agora, o veneno é Jesus. A autoridade do treinador está minada. Lei da gravidade e da vida. 

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