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Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

22
Nov13

Bi-bota de OURO!

helderrod

Sem refrigerantes e bytes de conversa, aqui fica a minha homenagem ao grande Fernando Gomes que hoje está de parabéns! Um verdadeiro nove que evoluía com muita classe vestido de azul e branco, capitaneando sucessivamente os êxitos do grande Futebol Clube do Porto.

 

Ora então registe-se: 1 Taça dos Campeões Europeus, 1 Taça Intercontinental, 1 Supertaça Europeia, 5 Campeonatos Nacionais, 3 Taças de Portugal e 2 Supertaças de Portugal.

 

Parabéns, Fernando Gomes!!!!

 

 

 

Hélder Rodrigues

21
Nov13

O Discurso de Fonseca

joshua

Rui Santos, há uns dias na SICN, aludia à curteza do discurso de Paulo Fonseca. Não sei. O discurso articulado de um técnico pode ser campeão dos discursos, mas importa que seja campeão na bola. Em André Villas-Boas, o discurso era extremamente eficaz e motivava para dentro e para fora. O de Fonseca não tem o refinamento motivador e estratégico do André? Não se pode ter tudo.

 

Por enquanto, lampião que vai na frente ilumina duas vezes. O lampionista, antiga profissão, é Fonseca. Que o seja até ao fim.

20
Nov13

Um fado com final feliz

Eduardo Louro

 

 

A selecção nacional está apurada para o Brasil. Tarde, mais tarde do que a sua valia colectiva merecia, mas dentro daquilo que é o nosso fado. Um fado onde cabem velhas crenças, mas também velhas estórias. Uma delas é a do cântaro, da fonte, e da asa que alguma vez lá haverá de ficar…

Não foi ainda desta vez que lá ficou. Não poderia mesmo ser desta vez: porque não há asa que se quebre quando no cântaro está um génio; e porque a selecção da Suécia vale bem menos do que o que se anunciava, e bem menos do que se temia.

No cântaro, como se fosse lâmpada, estava o génio de Cristiano Ronaldo. Que fez, de longe, o melhor jogo de sempre pela selecção nacional e certamente um dos melhores jogos da sua já longa e sempre brilhante carreira. Hoje em dia só não é o melhor do mundo porque não é deste mundo!

Defendi frequentemente no passado que Cristiano Ronaldo era o melhor jogador do mundo. Que Messi não era deste mundo, e não era por isso comparável. Hoje é claramente o português que não é deste mundo, e é injusta para Messi e Ribery a discussão que por aí corre, como desigual e injusto foi o duelo para que convocaram Ibrahimovic, apesar da forma digna e capaz com que hoje, na segunda parte, se apresentou. A mostrar claramente que a selecção sueca é ele próprio, que para além dele é o deserto.

Por isso se percebeu hoje que o jogo retraído e ultra defensivo de Lisboa não fora estratégia. Que é mesmo assim, que pura e simplesmente a selecção sueca não tem mais (futebol) para dar.

É certo que chegou a assustar, quando a vinte minutos do fim estava a um golo do apuramento e galvanizada pela reviravolta no resultado. Sol de pouca dura, porque neste jogo de grande emoção e muito bem disputado, a selecção nacional foi tudo o que foi nesta fase de apuramento. E sendo tudo isso, já fora até aquela altura tudo o que de mau tinha sido!

A selecção nacional parece ter querido fazer deste decisivo jogo do play-off um espelho do seu desempenho durante o torneio de apuramento. Começou o jogo com a displicência e a falta de dinâmica dos jogos em casa com a Irlanda e com Israel, numa apatia confrangedora que aquele episódio de Pepe parado, com a bola também parada durante largos segundos, tão bem ilustra. Depois de perceber que o adversário estava ali apenas para defender, passou a jogar à bola e a dominar de forma inconsequente o jogo, como fizera em Moscovo, no único jogo que perdeu. No início da segunda parte fez o golo e logo se acomodou, como fizera nos jogos com Israel, com idêntico resultado. Viu-se de repente na eminência de perder o apuramento, com toda a pressão do jogo. E aí, quando tudo aperta, ressurgiu no seu maior esplendor. E não foi só com Cristiano Ronaldo, embora tenha sido ele o comandante. Foi com muitos outros e com muito Moutinho...

Gostamos disto. Gostamos de sofrer até ao fim, achamos que a vitória assim tem mais sabor. Não é estratégia, não é o nosso modelo, a nossa maneira de fazer as coisas. É o nosso fado!

12
Nov13

O paradoxo do downsizing no reino do leão

Eduardo Louro

O Sporting, com o presidente Bruno de Carvalho à cabeça e com os recursos que lhe advém da condição de membro do triunvirato dos grandes, lançou uma campanha a que dificilmente posso deixar de chamar terrorista. Reclamar de decisões da arbitragem em que se sente prejudicado, sem qualquer tipo de distinção entre eles, metendo tudo no mesmo saco, é uma coisa. Eliminar, riscar ou omitir outras tantas em que foi beneficiado, é outra. Juntar esta berraria ao silêncio dos jogos a fio em que beneficiaram de penaltis e de sucessivos golos em fora de jogo, de que o jogo com o Benfica em Alvalade é apenas um exemplo, é ainda outra. Todas juntas são qualquer coisa muito perto de um terrorismo inaceitável que, como já pôde comprovar, também alguns sportinguistas repudiam.

A manipulação e a distorção da realidade, o espalhafato, a gritaria e os berros não são, ao contrário do que alguns possam julgar, sinónimo de liderança. São frágeis as lideranças que não encontram outras formas de se afirmar. Mas sabemos que povo da bola é, nesta matéria, pouco exigente, e facilmente embarca neste tipo de liderança bacoca e populista, do tipo agora é que eles vão ver de que massa somos feitos.

Não sei se Bruno de Carvalho é outro Vale e Azevedo. São muitos os traços em comum, tantos quantas as diferenças nas circunstâncias, pelo que diferentes poderão ser também os pontos de chegada.

Encetou no Sporting um processo meritório, que o mundo da bola generalizadamente aplaudiu. Toda a gente, e não só os simpatizantes do Sporting, apreciou a forma como o futebol do Sporting se virou para a sua academia, construindo a sua equipa de futebol na base dos seus jovens em formação, em detrimento das contratações que não estava mais em condições de prosseguir (as que apesar de tudo insistiu em fazer, correram mal). Toda a gente apreciou o processo de emagrecimento que instalou no Sporting, bem embrulhado num falso – mas eficazmente popular – afrontamento à banca. Era o exemplo para o futebol em Portugal, era este o caminho a seguir, mais cedo ou mais tarde todos os clubes aí terão de chegar, disse-se por todo o lado...

O problema – percebe-se agora – é que Bruno de Carvalho é o caso típico do actor que não joga com a personagem. E, porque assim é, criou aquilo a que chamaria o paradoxo do downsizing!

Bruno de Carvalho não tem uma estratégia de downsizing desenhada para salvar e recuperar o Sporting. Não está a dar dois passos atrás para depois dar um em frente (dar apenas um atrás na expectativa de, depois, dois em frente já não é coisa que se aplique ao futebol em Portugal). Esta não é a estratégia de qualquer adepto, e este presidente do Sporting quer fazer-se passar apenas por adepto. Esta é a estratégia que a banca impôs ao Sporting, que só pode ser levada a cabo por um presidente, nunca por um adepto.

É este o paradoxo. É por isso, por este paradoxo, que todos, no Sporting de Bruno de Carvalho, se acham capazes de ganhar tudo, deixando o treinador a falar sozinho. É por isso que, quando naturalmente não ganham, têm que criar factos atrás dos quais se possam esconder. É por isso que inventam fantasmas para tudo. Até para alianças… É por isso que vai correr mal!

12
Nov13

Estas Pausas, pá!

joshua

Do próximo jogo de morte da Selecção não vale a pena especular. Como Paulo Bento é conservador, provavelmente fará alinhar os mesmos que falharam a qualificação directa, mesmo que manquem, mesmo que não corram, mesmo que não possam.

 

E é aqui que me dão saudades as bocas de Manuel José e de Carlos Queirós. Embora Bento de enfune todo quando há bocas, quando a análise o pica, o criva de opiniões e o crava de condenações, a verdade é que não estou a ver o agulhão provocatório necessário para dar a esta Selecção ainda mais pica, ainda mais ambição e superior capacidade de se diferenciar. Não temos por aí um agente provocador? Da provocação nasce a transcendência.

 

Por isso, por haver um silêncio tão unânime, deixem-me lamentar esta pausa na Liga, logo agora que o nosso Jackson voltou a marcar e o nosso Fernando nem sabe como marcou. Que pena!

10
Nov13

Racionalidade e raça para seguirmos na Taça!!!!

helderrod

O meu FC Porto esteve bastante sólido no jogo de hoje. Num terreno "pesado" foi necessária muita competência para ultrapassar um Vitória super competitivo. Tratou-se de um jogo vivo e muito bem disputado em que a fortuna acabou por premiar o melhor jogador do Porto com um golo belíssimo. De facto este Fernando é um jogador omnicompetente (eis que nasce um adjectivo para Fernando). Não bastou libertar os seus tentáculos como também foi possível concretizar uma chapelada monumental. É por isso que eu acredito em fadas. Hoje foi a fada madrinha que deu um golo ao nosso trinco...

Importa também enfatizar o golo de Jackson que pode e deve ser um mecanismo motivacional para o que resta da Liga dos Campeões. A ver vamos.

Parabéns ao Porto e parabéns ao Vitória que tem lá um tal de Barrientos que podia muito bem reforçar a asa direita do FC Porto. Fica aqui a sugestão!!!!

 

Hélder Rodrigues

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