Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

17
Dez13

Ó Rita, posso confiar em ti?

helderrod

Rita, Joaquim de seu nome, comentava desde os estúdios da Antena 1, com o auxílio das imagens da Sporttv o jogo entre o Olhanense e o Benfica. Até aqui tudo bem e, não obstante o português rebuscado, superior e digno de acicatar a eloquência de Manuel Machado, não posso deixar de indicar o seguinte:

Estando eu enfermo, recorri à velhinha rádio para ouvir o relato e, aquando do primeiro golo do Benfica, quer o senhor Rita, quer o Gonçalo Ventura nada disseram sobre o offside de Lima que pude atestar mais tarde nas imagens, livrou-se o Paulo Sérgio que estava a relatar e não se terá apercebido de tamanha irregularidade.

Senti-me enganado e traído. Imagine-se agora as vezes que esta gente foi enganadinha no passado, sem o recurso às imagens televisivas. Dos 6 milhões teríamos com certeza menos iludidos.

Recordo-me dos célebres comentários do Rita, no início do jogo Benfica-Estoril, em que refere a utopia daqueles que sonhavam com a perda do campeonato so SLB (eu sonhei e valeu a pena). Fez-me lembrar o Tadeia, António de seu nome que dizia num jornal da manhã que o Porto estaria já fora da Taça de Portugal (antes do 1-3 da luz). Enfim...

Apesar de tudo, fica aqui a chamada de atenção e, parafraseando um Jesus, o Rita viu o offside mas não disse aos ouvintes porque não quis! Exige-se à rádio pública outra seriedade, até porque os outros 4 milhões também pagam impostos.

 

 

 

Hélder Rodrigues

16
Dez13

Lesão oportuna

Eduardo Louro

O Benfica lá regressou às vitórias, ganhando ao Olhanense, em mais um jogo igual a quase todos já esta época realizados.

Sofreu mais dois golos, que não são apenas mais dois golos: são dois golos que são a primeira vez do Olhanense – ainda não tinha feito dois golos num jogo, foi preciso chegar este Benfica abono de família dos últimos –, que fazem quatro em dois jogos, precisamente contra os últimos da tabela classificativa. E são dois golos iguais a tantos, diria mesmo todos, outros: o primeiro golo na primeira vez que o adversário chega à baliza, e o segundo em mais uma falha do Artur.

E teve mais uma lesão, não há jogo sem lesões dos jogadores do Benfica. Não há lesões boas nem más - as lesões são sempre más – mas há lesões inoportunas, quase todas, e lesões oportunas, daquelas que vêm mesmo a calhar. Quando o treinador é Jorge Jesus há muitas lesões destas, o problema é que também há muitas das outras!

Toda a gente tinha percebido que o Artur é outro dos jogadores que não recuperou do final da época passada. Pior ainda que os outros, porque foi um dos réus daquele final de época, eventualmente pelas atribulações pessoais por que passou. Mas toda a gente tinha também percebido que, para Jesus, era inamovível. Bem o Oblak podia (des)esperar…

Não é esta a primeira lesão oportuna no Benfica, já houve mais, mas esta será provavelmente a mais oportuna de sempre. Que não falte para o jovem promissor guarda-redes a tolerância que tem sobrado para o Artur!

15
Dez13

O Princípe Carlos e um Polvo das Caxinas de Lucho.

helderrod

Eis a fórmula. No regresso do FC Porto às vitórias forasteiras, as peças do meio-campo enquadraram-se positivamente no paradigma de jogo à Porto. Fernando cresceu e agigantou-se na aparente solidão porque ele prefere estar assim o que é, na minha opinião, a melhor forma de ver os seus tentáculos em franca expansão. 

Tendo o seu prólogo de afirmação no jogo com o Braga, eis que surge Carlos Eduardo. Um excelente reforço pré-natalício que convém consolidar. Trata-se de um jogador dinâmico que assume inequicovamente o jogo, marcando cantos e livres perigosos dando uma nova alma ao futebol portista. O próprio Lucho "viu" melhor o jogo partindo de trás e espero que esta estrutura ganhe rotinas e consubstancie uma maior consistência no que falta para o campeonato.

Uma palavra também para Varela que, apesar da inconstância exibicional, dá sempre a cara e parte sempre para cima do adversário conseguindo bons apontamentos como no cruzamento para o inevitável Jackson.

Aguardaremos pelo regresso deste novo modelo com a certeza de que pelo menos Carlos Eduardo deve inexoravelmente entrar na lista europeia!!!!

 

 

Força, Porto!!!!

15
Dez13

A Hora do Sporting

joshua

O Sporting embalou. Nota-se que a confiança cresce naquele balneário e parece cilindrar tudo o que aparece pela frente. Avulta que assim como Jardim até de um cepo faz uma estrela no Sporting, Paulo Fonseca até de uma estrela do futebol engendra um cepo. Não esqueço que este Sporting só é o que é, e só será o que será, pelo que o meu FC Porto tem consentido e continuar a consentir. Para já consentiu para si mesmo uma confrangedora indigência moral: como se moraliza uma equipa que esbanja uns oitavos da Liga dos Campeões tão à mão, entregues numa bandeja?!

12
Dez13

Irreconhecíveis

joshua

Alternamos anos em que ganhamos títulos importantes e anos de mediocridade notória mesmo conquistando o mínimo, o Campeonato, logo a seguir à venda dos melhores jogadores. Não podemos exigir a glória, se os euros foram mais importantes. Na Europa não podemos pactuar com a mediocridade competitiva.

12
Dez13

A Minha Azia

joshua

Estou para captar na sua globalidade o motivo para uma campanha europeia dos clubes europeus abaixo de medíocre. Os desempenhos do Sport-Lisboa-e-Benfica na Liga dos Campeões desiludiram-me. Em última análise, estava em causa Portugal, a sua cotação, pontuação e prestígio.

 

Então o comportamento competitivo do meu FC Porto, com imensos factores favoráveis, incluindo a derrota do Zenit face ao Áustria, atirou-me para o desgosto puro e duro, uma amargura para a qual não tenho palavras. Só a constatação de um Paulo Fonseca muitíssimo vulnerável, provavelmente sem mão no balneário. Não me revejo nos onzes escolhidos nem nas tremedeiras evidenciadas. O FC Porto funciona como um bloco solidário e intransponível, onde os jogadores se superam quando é mais premente que se transcendam. Este lado baço e paupérrimo não é aceitável.

 

Não. Mediano. Medíocre. Apetrechado para vitórias morais e nada mais. Falhar por sistema e não matar jogos óbvios quanto ao desfecho tem a ver com psicologias inseguras, repletas de dúvidas e de medos. Alguém nos faça o favor de dar um murro na mesa. 

12
Dez13

A porta pequena da saída

Eduardo Louro

Se 10 pontos não chegaram para o Benfica assegurar a continuidade na Champions - mas chegaram ao Olympiacos, porque o Roberto afinal não só dá pontos como dá pontos que valem mais - 12 não foram suficientes ao Nápoles, os mesmos que, no mesmo grupo, garantiram o apuramento do Borússia de Dortmund e do Arsenal.

O Porto ficou por metade: 5 pontos apenas. Tantos quantos o último classificado, o Áustria, mas que valeram mais, não por obra e graça de qualquer Roberto, mas porque quis a sorte que a única vitória do Porto tivesse acontecido em Viena, logo na primeira jornada. E o Zenith segue na Champoions - os regulamentos deviam proibir uma coisa destas - goleado e humilhado em Viena, com apenas mais um ponto – seis. Com uma única vitória, justamente no Dragão, e três empates em casa. Deve o apuramento precisamente a isso, porque os três empates em casa querem dizer que somou um ponto com o Atlético de Madrid, coisa que mais ninguém fez.

Benfica e Porto, ambos cabeças de série na Champions, – foram os únicos cabeças de série a ficar pelo caminho – tiveram o mesmo destino mas escrito por linhas bem diferentes. Na forma e na substância: em casa, o melhor que o Porto conseguiu foi um empate. Que foi o pior que o Benfica fez. Não há portas grandes para sair de uma competição como a Champions, mas foi muito pequena esta por onde o Porto saiu. Mesmo que neste jogo de Madrid se tenha superiorizado na posse de bola, que não tanto nas oportunidades de golo, apesar das quatro bolas nos ferros e do penalti. Melhor na quantidade, porque na qualidade foi pior que a segunda equipa que o Atlético de Madrid apresentou.

A goleada que o Áustria impôs a Hulk e companhia, que tinham entrado à custa do Paços, estreitou ainda mais a pequena porta de saída do Porto. Tão pequena que nem dá para entrar na Liga Europa como cabeça de série, ao contrário do Benfica!

11
Dez13

Crudelíssimo! Nem arrancado a ferros....

helderrod

Adeus Liga dos Campeões! Um adeus cruel de um Porto que deve a si mesmo a ausência de um lugar nos oitavos de final. Foi em casa que tudo se complicou. Até porque os resultados forasteiros não fogem muito daquilo que é regular nesta competição. O jogo com o Atlético no Dragão foi o mote para as inconstâncias do FC Porto. Uma boa exibição no cômputo geral é atraiçoada pela ratice em offside, o jogo com o Zenit ficou marcado pelo zelo mafioso à italiana, apesar da estoica reacção portista com dez unidades. A fragilidade evidenciou-se na recepção ao Áustria de Viena que, num pontapé uno, sentencia o nosso destino...fatalizado por um desgraçado frango colchonero na Rússia.

Depois... depois o jogo de hoje. Jogo que enforma e sumariza o misto de azar, fragilidade e incompetência neste torneio. Os ferros obstacularizaram um sonho, uma ratice de um guarda-redes que sai claramente antes da bola partir no penalty de Josué e um outro penalty de Insua sobre JacKson numa cotovelada monumental...

Porém, nem tudo pode justificar a falha no objectivo. E com os erros temos que aprender. Partiremos reformulados (talvez sem Otamendi e alguém mais) para a Liga Europa, com a certeza de que a esperança numa boa campanha nesta nova dimensão europeia poder-se-á encerrar numa trivela triunfante.

 

 

Força, Porto!!!!

 

 

 

Hélder Rodrigues

11
Dez13

Adeus Champions

Eduardo Louro

O Benfica jogou bem, ganhou e manteve a invencibilidade na Luz perante equipas francesas, mesmo quando chegou a vez deste super PSG, e chegou aos 10 pontos na tabela classificativa do seu grupo, sempre suficientes para o apuramento. Suficientes também neste grupo, só que foram outros – há 10 pontos e 10 pontos, não são todos iguais!

Os 10 pontos dos gregos do Olympiacos valeram mais do que os do Benfica. Porque tinham lá dentro aqueles 3 pontos que o Roberto lhes deu em Atenas, naquele que continua a ser o melhor jogo do Benfica em toda esta época... Nada a fazer, não há milagres como se sabia. Ou se há foram feitos pelo Roberto!

O Benfica fez um bom jogo, com uma exibição que chegou a empolgar e a roçar o brilhantismo, logo depois daquela vergnha com o Arouca. É bom que os responsáveis pelo futebol do Benfica, a começar no presidente que realmente percebe muito pouco disto, reparem que os jogadores não precisam de nenhuma motivação especial para jogar a Champions, basta-lhes ouvir aquele hino do início dos jogos. Para os outros jogos, com os Aroucas deste campeonato, é que há que ter muita atenção com essas coisas motivacionais. Até porque, se não forem ganhos, nem sequer há Champions! 

Seguir

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Pesquisar

Arquivo

    1. 2020
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2019
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2018
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2017
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2016
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2015
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2014
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2013
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2012
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D