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Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

16
Jan14

Nas meias

Eduardo Louro

 

Não deu para ver tudo – todos - o que gostaríamos de ver. Mas deu para ver - passe a modéstia do Leixões, modesto mas sério e competitivo, a deixar uma boa imagem – que dá para contar com Fejsa. Embora também tenha dado para perceber que precisa da companhia de Rúben Amorim, excelente neste jogo. Como o Enzo tem que ter red pass, vai dar 4x3x3...

Deu para ver dois golos excelentes. O primeiro de Duricic, praticamente na única coisa boa que fez, e na sequência de um bem trabalhado lance de bola parada . Que não festejou, como também já víramos Markovic fazer, a deixar a ideia – esperada, de resto - que há uma comunidade sérvia e que nem tudo nem tudo por ali irá bem. E o segundo de Ivan Cavaleiro - que reapareceu com vontade de confirmar que é uma opção, e das boas – numa jogada toda ela de elevada nota artística.

Deu para ver que Artur tem muita dificuldade em recuperar a titularidade, que já é de Oblac. E deu para confirmar um Ola John descomprometido com o jogo e com a equipa. Percebe-se em cada toque, em cada movimento, que há ali um belíssimo jogador escondido. Ou aprisionado, refém de qualquer coisa que temos dificuldade em descobrir!

E lá estamos nas meias. À espera de mais um dia de clássico!

15
Jan14

Não dá para entender

Eduardo Louro

 

 

 

Acabado de chegar ao primeiro lugar, isolado no topo da classificação quando o campeonato dá a volta, o Benfica abre mão do seu mais influente jogador, considerado pela crítica o melhor jogador do último campeonato onde, entre outros, pontificavam valores como Moutinho, James, Jackson, Gaitan, Cardozo, Enzo Perez… E, diz-se – o que vale o que vale (que expressão irritante!), porque o que no Benfica nunca falta, com o mercado aberto ou fechado, tanto faz, é notícias de jogadores a chegar e a partir - na calha de saída estarão ainda Rodrigo, Garay e até Gaitan…

Não dá para entender!

Não dá para entender que, depois de um início de época traumatizante, mesmo miserável, quando a equipa atinge estabilidade emocional e competitiva, e chega ao primeiro lugar, de que durante tanto tempo esteve distante, se deite tudo abaixo. Não dá para entender que, quando se entra numa fase decisiva de um campeonato que não pode deixar de ser ganho, quando a equipa acaba de dar um golpe profundo nas aspirações do seu principal rival, deixando-o estendido no tapete, em vez de forçar o KO lhe vá entregar de bandeja os espinafres do Popey.

Não dá para entender que o melhor e o mais influente jogador da equipa seja vendido por metade da cláusula de rescisão. Embora se perceba que, quando o presidente do Benfica anuncia que precisa de vender, está exactamente a expor-se a isso mesmo: a vender em saldos. E então não daria para entender que um negociante experimentado e de sucesso, como é o presidente do Benfica, desse tal tiro no pé, que se expusesse da forma que o fez. Embora se perceba que o tenha feito para defender a pele. Quando LFV anunciou que teria de vender não ignorava que isso fragilizava a posição negocial do Benfica, simplesmente falou mais alto a necessidade de se proteger a si próprio!

E aqui está o grande problema do Benfica. Um problema de liderança, que não é de facto o ponto forte de LFV: um líder forte e consistente, sem flancos desprotegidos ou sem telhas de vidro, toma as decisões que tem de tomar, pondo as convicções em primeiro lugar, nunca outras preocupações. Se o Benfica tinha de vender jogadores para responder às suas responsabilidades financeiras, a LFV competia optimizar esses negócios, mesmo que em contra-mão com a popularidade. Só que, para isso, não poderia ter dito que não vendera no mercado do Verão para construir uma equipa capaz de ganhar tudo, e de sonhar com a final da Champions na Luz, quando era claro que, simplesmente, do mercado não chegara qualquer proposta minimamente aceitável para qualquer jogador.  

Como não pode dizer que a necessidade de vender decorre do afastamento do Champions que, mesmo desconhecendo o que representaria no budget para esta época, não poderá representar um prejuízo superior a 7 ou 8 milhões de euros. Que, como toda a gente percebe, nada têm a ver com, sequer, a venda de Matic.

É por tudo isto não dar para entender que dá para entender que todos os jornais façam hoje eco da mágoa de Vieria com Matic… Mesmo que, mais uma vez, não dê para entender que recorra à pressão do sérvio para justificar a sua venda. Nesta altura, por metade do valor da cláusula de rescisão contratualizada, pondo em risco a conquista do campeonato e correndo o risco de oferecer mais um tetra ao Porto. Pela primeira vez um tetra todo ele oferecido por LFV, laçarotes incluídos!

15
Jan14

Serrão Faz de Lampião

joshua

Não é que Paulo Fonseca nos encha as medidas e tudo vá bem no meu FC Porto, mas se o Mister quiser provar o seu valor e reagir, esta sátira pouco leal de Manuel Serão parece o melhor pretexto para um homem, um treinador, uma pessoa, se encher de brios e mostrar que não é, nem consentirá em passar por ser, o modo como o pintam.

 

Às vezes, não há nada melhor que a raiva! Foram imensos os que menosprezaram Vítor Pereira e lhe causticaram os costados com crítica atrás de crítica, mas não nos falhou com duas Ligas. Não há que ter medo, Paulo Fonseca!

14
Jan14

Só nos faltavam estes Bombos da Festa

helderrod

Vergonhosa, execrável e repudiante foi a figura de Manuel Serrão no programa Prolongamento da TVI. Enquanto os condes da segunda circular riam e batiam palmas, tínhamos um Palhaço a fazer figura de urso cego. É lamentável ver-se alguém expor o grande nome do FC Porto daquela forma tão hedionda. Para Manuel Serrão deixo aqui um desafio. Que tenha a coragem de entrar de olhos vendados no próximo jogo no Estádio do Dragão durante noventa minutos e reflicta sobre a sua atitude. Mais, desafio-o a ter a coragem de ir pedir desculpas pessoais a Pinto da Costa por ter enxovalhado o bom nome do meu clube. 

No dia anterior já tiveramos um António Oliveira letrado que fala pelos cotovelos num redondo vocábulo para benfiquista apreciar. Cheguei inclusivamente a ver as gengivas de Rui Santos quando Oliveira comparou o Porto a um clube pequeno. Já fomos pequenos uma vez em Manchester, quando um tal de Costa surge no meio campo da teimosia. Mas aí protegeram-no e fomos grandes. 

Agora apoio mais do que nunca o Paulo Fonseca. Apoio-o porque provaremos que tais palhaçadas atentatórias nada resolvem e a equipa irá suprir esta fase menos boa. 

O bom nome do FC Porto merece mais respeito pelos seus consócios e o facto de se ter umas acções não deverá permitir menorizar o que é maior e o maior é o grande Futebol Clube do Porto.

 

 

Hélder Rodrigues

12
Jan14

O jogo da homenagem que faltava

Eduardo Louro

 

 

Hoje voltou a ser Dia de Clássico!

Um clássico especial, que começou com um minuto de silêncio. Que foi estragado, a claque portista não respeitou a mais simples das homenagens a Eusébio. Como não respeitou a palavra do seu líder, que garantira antes do jogo respeitar o minuto de silêncio em memória de Eusébio. Ou como ele não respeitou a sua própria palavra!

Fora isso, o que não faltou foram homenagens a Eusébio. O jogo foi todo ele uma gigantesca homenagem à Pantera Negra. Foi o golo ao minuto 13, o número que celebrizou em Inglaterra, em 1966. Foi aquela fantástica arrancada no estilo inconfundível de Eusébio, com o número 50 na camisola, seguida de passe teleguiado para Eusébio que, já com o 19 nas costas, disparou de primeira como só Ele sabe. Foi aquela impetuosa cabeçada de Eusébio, então com o 24, mais alto e mais forte que quantos Mangala por aí andem…

Aconteceu hoje aquilo com que os benfiquistas sonham há muitos anos, e que muitos davam por impossível. Como hoje se viu era possível uma equipa de onze Eusébios e, como todos os benfiquistas sabiam, uma equipa dessas só pode ganhar. Ao Porto ou a quem quer que seja!

Eu sei que é difícil ver as faltas cometidas pela equipa do nosso coração. Eu sei que, para mim, muitas das faltas assinaladas contra o meu Benfica nunca existiram. Por isso, se fosse árbitro, não as assinalaria. Mas o Artur Soares Dias é!

Por isso não viu Jackson, em claríssimo fora de jogo, e que só não marcou porque não acertou com a baliza, naquele último lance da primeira parte… Não viu as inúmeras faltas de Lucho, Fernando e companhia. E às que viu não lhe viu gravidade para amarelar. Não viu o Mangala cortar a bola com a mão, dentro da área, mesmo à sua frente… Mas viu que toda gente viu que ele viu. E a partir daí…Não foi fazer bem sem olhar a quem. Foi fazer mal!

Eu compreendo, porque se fosse árbitro também não assinalaria nada contra o Benfica até perceber que tinha caído no exagero. A culpa não é dele. É de quem faz estas nomeações, que a toda gente pareceriam estranhas!

12
Jan14

Dia de Clássico

Daniel João Santos

Arrepiante a homenagem a Eusébio, devidamente respeitada pela grande maioria dos que estavam na bancada, numa "coreografia" de ficar na historia. Tudo se conjugou para um excelente momento: 16 horas de um Domingo, estádio cheio, cor, festa, sentimento, respeito, um jogo de futebol bem disputado e na parte que me toca, uma vitoria do Benfica. Um clássico como deve ser.

12
Jan14

Uma arbitragem com nota artística.

helderrod

Sei que muitos grandes portistas como eu vão criticar o que vou escrever, mas eu não posso eximir-me de falar desta arbitragem. Apesar de a mesma não justificar a pobre exibição do FC Porto, deve ser destacada friamente neste contexto efusivo. Joaquim Rita destacou no fim do jogo que até um guarda redes dos infantis poderia ter estado na baliza (antena 1). É por estas e por outras que depois aquistam aquilo que merecem nas contas finais. Até porque ainda vamos a meio, a efusividade desmesurada pode trazer amargos de boca de forma reiterada.

Mas falemos na figura do jogo: o árbitro! Tal como Jesus disse para justificar não sei o quê, Mangala deu mão e não houve penalty. Pena foi que logo a seguir Garay fez golo. Depois, importa dizer que mais uma vez a transmissão da Benfica TV NÃO MOSTROU A REPETIÇÃO DO PRIMEIRO GOLO COM A LINHA DE FORA DE JOGO, até porque em movimento real fica a sensação que Rodrigo está ligeiramente à frente de Danilo. Fica aqui o apelo: ATESTAREI A SERIEDADE DESTES SENHORES SE MOSTRAREM PORMENORIZADAMENTE AS REPETIÇÕES QUE TÊM NA GAVETA. Se não o fizerem não são sérios.

Depois, o lance em que Soares Dias beneficia o infractor quando Jackson ficava totalmente isolado. Seguidamente, o primeiro penalty de Garay no qual empurra deliberadamente o Quaresma e, minutos depois, a segunda falta de Garay na área sobre Danilo que desencadeia a expulsão do lateral direito. Já com dez, há ainda uma mão de Rodrigo à entrada da grande área após um remate de Quaresma.

Sei que muita gente quer limpar esta realidade. Mas volto a reiterar que as arbitragens não justificam tudo. O Porto poderia ter dado mais, tal como nos últimos 15 minutos da primeira parte em que remeteu o Benfica para a sua área. Assim deveria ter entrado na segunda parte.

Mas esta é a Verdade Desportiva que poucos vão propalar. Devo aqui acrescentar que após a minha última crítica a Rui Santos aqui neste blogue me vi impedido de fazer comentários na página do Tempo Extra. Serviu-lhe a carapuça?

 

 

Hélder Rodrigues

12
Jan14

Dia de Clássico

Daniel João Santos

Benfica vs Porto, 16 horas, Estádio da Luz.

 

 Lista dos 19 convocados (SLB) :

 

- Guarda-redes: Artur e Oblak. - Defesas: Jardel, Sílvio, Luisão, Garay, Maxi Pereira e Siqueira.

- Médios: Djuricic, Matic, Fejsa, Enzo Perez, Ruben Amorim, Gaitán e Sulejmani.

- Avançados: Funes Mori, Rodrigo, Lima e Markovic.

12
Jan14

Dia de Clássico

Daniel João Santos

Hoje, às 16 horas - finalmente uma hora civilizada, joga-se mais um Clássico entre Benfica e Porto. Este será, mesmo que Jorge Jesus tente tirar a carga emocional, um clássico diferente. A homenagem a Eusébio e todo o clima envolvente, irá sem duvida colocar aos jogadores do Benfica uma maior pressão. Seria a altura, nestas poucas linhas, de apenas desejar que ao contrário do que fizeram claques de outros clubes - que não são a imagem dos adeptos desse clube - tudo decorra normalmente e que se assista unicamente a um espectáculo de futebol.

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