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Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

08
Jan14

Luto na Luz, Instruções de Uso

joshua

Sinceramente, a melhor homenagem que se pode prestar ao Rei no próximo clássico é um jogo excepcional e leal. Do meu FC Porto só espero uma coisa: espírito de conquista, afinco, e a heroicidade eusebiana de um ou dois jogadores. Aposto todas as minhas fichas em Kelvin logo de início porque quanto a mim ele tem tido aquele quid de génio e imprevisibilidade positiva que marcaram o Rei e, por Hércules, é mesmo isso que queremos que nos encante nos relvados.

 

Acerca da minha insistência numa aposta pedagógica, formativa, de titularidade habitual em Kelvin, já o venho feito desde há largos meses. Depois de este jovem jogador ter eusebionado o último clássico, tendo, no fundo, decidido um título, espero que me eusebionasme neste e assim sucessivamente.

08
Jan14

Eusébio é Eusébio

joshua

Comovi-me com a partida de Eusébio e com a vida de Eusébio. Vibrei e aprendi incomparavelmente com a riqueza da sua vida patenteada em resumos vídeo, poemas, testemunhos, debates, leituras, emoções de tantos portugueses e tantas portuguesas. Revi-me nas palavras de homenagem dos dirigentes e adeptos mais insígnes do meu FC Porto.

 

Nas ruas, as gentes demonstraram o mais puro amor pela estrela mundial do futebol e toda a sorte de pessoas se mostrou grata pelo facto de aquele Homem nos ter sido o que foi e ter passado como passou, com classe, elevação, simplicidade, unindo num grande carinnho e simpatia todos os Portugueses. Mais: unindo as gentes da portugalidade. Por que gostamos de Eusébio? Por ter sido genial, denodado, guerreiro, apaixonado por vencer? Sem dúvida. Por nunca deixar de sentir e ser Povo, em todo o seu esplendor e pureza. Por dado imenso e ter amado imenso o seu Benfica. Por ter amado infinitamente o seu Portugal. 

08
Jan14

"Eusebiozar" assim? Não, obrigado!

helderrod

Acabo de ver o Tempo Extra de Rui Santos e permitam-me o desabafo.

A indignidade desportiva tão propalada por este jornalista "selfie" é imensurável. A permanente atitude incendiária, de acusação barata e não fundamentada merece claramente um travão.

Há tempos apelava aqui para a necessidade de responsabilizar as insinuações perpetradas por este senhor. Tenho plena consciência de que estes solilóquios merecem o parco valor que têm. Considero inclusivamente que a qualidade menor deste programa não se coaduna com a relativa qualidade do canal onde o mesmo é exibido. Seria claramente um top de audiências na Benfica TV.

O aproveitamento injusto e desadequado da partida de Eusébio para atacar o Presidente do FC Porto tivera já o seu início no dia de ontem pelo comentador Rui Gomes da Silva. Hoje questionava o fulano a ausência de Pinto da Costa nas exéquias fúnebres, ignorando por completo o contexto e a recente enfermidade do Presidente. Depois, a crítica a Ronaldo que não terá feito o suficiente. Lamentável.

A dada altura cria um neologismo, designadamente um tal de verbo eusebiozar... pois tal lhe digo. Eusébio seguramente não gostava de gente assim. Gente que acicata cobardemente a legitimidade das vitórias desportivas do grande FC Porto. Gente que se esquece de mencionar um outro grande senhor do futebol que partiu há 29 anos. José Maria Pedroto e a instituição FCP merecem outro respeito.

Este sensacionalismo de índole antiportista é lamentável. É um atentado à inteligência e uma homenagem à demagogia da parcialidade.

Promovam o diálogo, o direito à resposta e a idoneidade para um trabalho sério e digno da qualidade jornalística.

 

Hélder Rodrigues

 

06
Jan14

Eusébio, o rei

Dylan

 

Eusébio é Portugal, mesmo quando o país não era conhecido pois estava imerso na ignorância e no cinzentismo. Eusébio é África, mesmo quando os racistas o desconsideravam em surdina. Eusébio é também o Benfica, dois representantes do povo, das histórias que se fundem numa só, o prestígio internacional , o respeito, dos relatos radiofónicos que paravam a guerra colonial, da emancipação dos mais pobres que também têm direito a sonhar, do triunfo da humildade numa epopeia de trabalho.

05
Jan14

Eusébio (1942-2014)

Eduardo Louro

 

Cresci ao som dos golos de Eusébio. Dei por mim gente à luz da estrela mundial que era Eusébio. Dei por mim benfiquista sem saber bem distinguir Eusébio e Benfica, quando para mim – e para tantos outros - ambos eram a mesma e única coisa!

Lembro-me daquelas finais da Taça dos Campeões. Da inesquecível vitória de 62, obra sua, aos 20 anos. E que obra! E de todas as outras daqueles anos 60… Daquela de 68, em Londres, quando no último minuto, com Gordon Banks pela frente e Nobby Styles – um dos seus carrascos – no ombro, lhe rebentou em cima a maldição de Gutman… Daquele Mundial de Inglaterra, de 1966. Daquele mítico jogo com a Coreia do Norte, e das lágrimas no fim daquele jogo com cheiro a batota das meias-finais, com a selecção inglesa. Daquela maneira única de correr para a bola no livre que dava invariavelmente em golo. Da explosão e do poder de remate, únicos e imparáveis!

Lembro-me que os anos foram passando e deixando as suas marcas. Nele, marcas bem pesadas, que apressaram a hora do adeus aos campos de futebol. Deveria ter acontecido na Luz, aos 31 anos, pela porta grande daquele jogo de 25 de Setembro de 1973, que reuniu a fina flor do futebol mundial. Depois de mais uma época brilhante: o título sem derrotas - mais um tri - para o Benfica e a segunda bota de ouro de Eusébio, depois da de 1968. Mas não aconteceu, ao contrário do que merecia!  

Lembro-me que se seguiram alguns anos – anos de mais – que o Eusébio não merecia. Lembro-me daqueles anos negros da segunda metade da década de 70, quando todos os dias me cruzava com ele na João XXI, onde então eu morava e ele passava os dias. No início da década de 80 o Benfica começou a reparar os erros desse passado curto, mas penoso. Mas foi só com Luís Filipe Vieira que Eusébio viria a ocupar o lugar que sempre merecera no Benfica. Honrando-se, honrando aquela que foi a maior marca da sua marca!

Hoje ficamos na cama até um pouco mais tarde. Pouco tarde para um domingo de manhã, mas muito tarde para os compromissos que tínhamos fora de casa. Por isso agilizamos as tarefas matinais, apressamos umas rotinas e suprimimos outras. Trocamos o pequeno-almoço na sala, na companhia das primeiras notícias do dia, pelo pequeno-almoço em pé, rápido no silêncio da cozinha.

Entramos no carro, e no rádio – na Antena 1 como sempre – falava-se de Eusébio. Naquelas primeiras missões de cada início de viagem – apertar o cinto, pôr os óculos, abrir o portão fechar o portão – nem prestei atenção. Até a minha mulher se virar para mim: “Olha, o Eusébio morreu”!

- “Não, isto é um programa desses sobre as histórias do século passado”, respondi enquanto pelas colunas do rádio ouvia falar do Mundial de 66. “Que disparate, mulher. O Eusébio não morre, o Eusébio é imortal”!

05
Jan14

Eusébio

Daniel João Santos

 

Lamento nunca ter visto Eusébio a jogar ao vivo. Quando o Pantera Negra deixou de jogar eu era ainda demasiado novo para apreciar o talento de um dos mais fantásticos executantes de sempre. No tempo em que não existiam chuteiras e bolas de grande tecnologia, Eusébio e outros respiravam o verdadeiro perfume do futebol puro. Hoje não nasceu um mito com a morte de Eusébio. Sim, o mito, a lenda, um dos grande orgulhos nacionais já existe há muitos anos e vai, com toda a certeza, se perpetuar no tempo.

05
Jan14

Nota artística

Eduardo Louro


Benfica passeia para os 'quartos' da Taça

 

Já se começa a ver a nota artística, a tal expressão que Jorge Jesus, como agora não se cansa de reivindicar, introduziu no futebol(ês). Ainda que não dê para embandeirar em arco, ainda que um golo no arranque da partida ajude, ainda que o Gil esteja realmente em fase descendente, neste primeiro jogo do ano que apurou o Benfica para os quartos de final da Taça, a equipa apresentou um nível qualitativo já condizente com o que dela esperam os adeptos.

Não sofrer golos – pela primeira vez a equipa vai em três jogos consecutivos sem sofrer golos, com Oblak a fazer o seu quarto jogo sem que tenha ido buscar a bola ao fundo das redes – e atingir bons índices de eficácia atacante (a equipa concretizou em golo mais de 50% das oportunidades que criou) é, juntamente com a tendência clara de subida da qualidade exibicional da equipa, motivo para o regresso da mobilização às hostes benfiquistas.

Bem necessária, nesta altura do campeonato. É que a última jornada da primeira volta joga-se já na próxima semana. E com o Porto… Para ganhar!

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