Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

10
Abr14

Nas meias... Mais uma vez!

Eduardo Louro

 

 

O Benfica está de novo, e como se esperava, nas meias-finais da Liga Europa. Jogando suficientemente bem para ir ultrapassando os seus adversários com facilidade, gerindo a utilização dos jogadores e gerindo os jogos, e em especial o desgaste físico e mental durante os jogos.

O que infelizmente não é possível gerir é o infortúnio das lesões. No último jogo na Holanda o Benfica perdeu Ruben Amorim, numa lesão preocupante mas felizmente menos grave do que na altura se chegou a esperar. Hoje foi o Sílvio, outro jogador para quem a sorte é madrasta… O azar foi tanto que fracturou a perna a pontapear o joelho de um colega, Luisão. E vai ficar de fora do Mundial, ele que pelas mesmas razões já ficara de fora do último europeu. Ele que é a par de Cristiano Ronaldo – também em risco, ao que se diz – o mais indiscutível dos convocáveis para o Brasil!

A tristeza por Sílvio sobrepôs-se à alegria da vitória e da passagem às meias. Mas há sempre espaço para a esperança, como o Sálvio hoje confirmou. No dia da grave lesão do Sílvio, nada melhor que a primeira grande exibição do argentino, também ele regressado da grave lesão do início da época, que o afastara por seis meses. Digam isso ao Sílvio...

E pronto. Agora que venha a Juve. Ou o Sevilha… Ou o Valência, para quem dava preferência ao Basileia... Tanto faz! 

 

10
Abr14

O Dolo Mole da omelete sem ovos.

helderrod

Houve intencionalidade mas sem a intenção de prejudicar terceiros é o que me apetece dizer perante a mudança do jogo de Arouca para Aveiro. Com efeito, esta história precisa de ser bem contada. E não chega dizer-se que o Presidente é do Porto. É preciso saber o que pensam os jogadores, os treinadores e fundamentalmente os Arouquenses que vêem o brilho da festa mudar-se para Aveiro.

Parece-me no mínimo hilariante tomar esta decisão, justamente na coincidência do jogo em questão.

É certo que este é um caso diferente do Estoril-Benfica (basta ver os quilómetros) mas na ética e correcção desportivas esta realidade é discutível. O clube da Luz não precisava disso para conseguir ser bem sucedido, nem que seja necessária mais uma espectacular queda de Sulejmanni para promover um empate a duas bolas que valeram dois pontos.

Até por isso. É mais fácil cair em graça em Aveiro do que ser engraçado em Arouca...

 

 

A transparência exige transpiração e estou certo de que o Arouca teria muito mais orgulho em deixar o suor no palco onde fez a vida difícil ao Porto e ao Sporting. Lembre-se inclusivamente o David Simão que foi impedido de representar o Marítimo no célebre jogo da festa inusitada do ano passado. Isto se fosse na Madeira, mudar-se-ia para a Choupana por imposição do Jardim.

Porém, sempre com a certeza da não intenção de prejudicar terceiros. Prejudica-se a velha vítima: a verdade!

 

Hélder Rodrigues

 

07
Abr14

Venham as faixas. Reserve-se o Marquês...

Eduardo Louro

 

Benfica-Rio Ave, 4-0 (crónica)

 

Por mim, acabaram-se as dúvidas. Com matemática ou sem matemática… o título já não foge!

Tive esta certeza quando hoje o Benfica fez o terceiro golo.

Não que esse golo tenha sido decisivo para um jogo que era dado por decisivo. Foi apenas o terceiro dos quatro com que ganhou este jogo ao Rio Ave, que era a ficha em que muita gente apostava. Era a equipa dos jogos fora, com registos até superiores aos dos grandes. Até com menos golos sofridos fora que o próprio Benfica…

Não porque tenha sido um golo fantástico, ou resultado de uma jogada brilhante. Isso tinha acontecido no primeiro, do Rodrigo – mais uma grande exibição – e fantástico fora o segundo, do extraordinário Gaitan, um fora de série em grande forma.

Foi simplesmente um golo de penalti. Um penalti cometido sobre o Maxi, no seguimento de mais uma grande jogada de futebol. Não porque tenha sido o golo de Cardozo, que há cinco meses lhe fugia...

Apenas e tão só pela forma como foi comemorado. Pelo Cardozo e pela equipa toda, incluindo suplentes. Um grupo que festeja assim um golo destes só pode ser campeão!

Podem pois encomendar-se as faixas, ou reservar o Marquês. Uma equipa que joga como hoje jogou, sem dar a mínima chance ao adversário, com uma qualidade só ao alcance das grandes equipas de futebol e com um mágico como Gaitan (com a criatividade habitual da imprensa desportiva já estou a ver os títulos de amanhã: “Eu show Nico”!) tem que ser campeã.

Mas isso já tinha que ser no ano passado. E no anterior… E só não foi porque lhe faltou aquilo que este golo mostrou!

A festa à volta de Cardozo – porque é o Cardozo, com tudo o que nesta época é e representa, e porque era, vinha sendo, o corpo estranho dentro da equipa que aqui tanta vez referi – mostra o espírito de grupo e a união de que se fazem os campeões. Um espírito a que Jorge Jesus, surpreendentemente na sua quinta – e eventualmente última – época no Benfica, conseguiu dar corpo. De repente, vindo não se sabe de onde, nasceu um novo Jesus que já não é o centro do mundo. Bastou-lhe isso, esse pequeno pormenor de passar a reconhecer o mérito dos jogadores, para acrescentar dinâmica relacional e qualidade mental à sua enorme capacidade de criar qualidade de jogo! 

06
Abr14

Estão ultrapassados os psicotécnicos para a Andaluzia...

helderrod

"Coimbra é uma mulher e só passa quem souber".

Todavia, nem sempre precisamos de dar tudo até porque há outras paixões que nos dividem no defeso. Afinal há outras. Uma delas é bem bonita por sinal. Vive em Sevilha e a tez morena da Vitória (não a águia) é uma difícil, mas encantadora conquista...Será seguramente soberbo o seu encanto, mesmo que nos empate um pouquinho...

A conquista caseira esteve difícil, mas nada que alguma vez pudesse pôr em causa o "conseguimento" do FC Porto. Foi importante ver a segurança e a personalidade quando foi necessário não ultrapassar os limites, nem que para tal se desviassem os olhares para os ferros. Depois a possibilidade de vermos novas estratégias de conquista que deram em golo permite-nos concluir que a preparação psicotécnica para a viagem foi boa.

Há que levar na mala para Sevilha o mesmo charme de outros bailados!

 

 

 

Força, Porto!

 

 

Hélder Rodrigues

 

 

P.S. Pareceu-me grave a escolha do árbitro da segunda parte. Ricardo Coimbra? Num jogo com a Académica?

04
Abr14

Mais POST, menos POST....

helderrod

Numa boa noite europeia, o FC Porto continuou a evidenciar o crescendo na qualidade futebolística. A par dos recentes jogos com o Nápoles e com o Benfica, a equipa entrou forte, autoritária e digna do estatuto de um dos grandes europeus.

A primeira parte forte ficou aquém pela magreza na vantagem aquistada. Dos 66 por cento de posse e das várias oportunidades restou um golo, que podia ter vindo acompanhado de um outro claramente negado por Beto (que bela exibição) e depois pelo poste. Defour merecia mais...

Um destaque para a trivela que permitiu a assistência para o grande golo de Mangala, com a esperança de que passem mais vezes a imagem deste momento do que a do episódio da Madeira. Mas vai ser difícil. É uma imagem bem mais esclarecedora da qualidade díspar de um grande talento luso.

Na segunda parte, o Porto continuou a procurar um resultado mais alargado, mas com mais um encontro da bola com o poste ficamo-nos por aqui. Porém, a pior notíca corresponde ao impedimento de Fernando que exagerou nos protestos, mesmo tendo alguma razão. Levou com a austeridade germânica a mesma que inventou um amarelo ao desgraçado do Jackson que parece não poder saltar mais do que os outros. Serão duas baixas importantes para Sevilha, principalmente a do Polvo que espero ver em grande forma nas meias-finais acompanhado pelos golos de Jackson Martinez. Assim esperamos...

 

Uma palavra também para o Rúben Amorim que foi vítima da infelicidade no jogo de Alkmar. É sempre triste ver alguém ser forçado a abandonar o terreno de jogo com uma lesão tão injusta. Parece-me uma situação que aprioristicamente é em todo idêntica à de Helton. 

 

 

É com muita esperança que partiremos para o bailio de Sevilha e com espírito de conquista lá estaremos: AiDeuse u é?

 

Hélder Rodrigues

03
Abr14

Houve autógrafos ou não?

Eduardo Louro

 

 

O Benfica ganhou na Holanda, coisa que não acontecia desde aquele célebre jogo na neve de Amesterdão, de há quase 45 anos, quando ganhou (1-3, com idêntico resultado na Luz a levar ao desempate em Paris, que então perderia por 3-0) ao grande Ajax, de Cruyff e de tantas outras estrelas, que então se apresentava à Europa, para marcar um ciclo de domínio no futebol europeu.

Ganhou por 1-0, resultado que começa a tornar-se exasperante, e que nada tem a ver com a superioridade revelada no jogo. E muito menos com as cores com que a velha raposa Dick Advocat, o treinador do Alkmaar, o pintou. Não vi o início do jogo, e por isso não sei se os seus jogadores foram pedir autógrafos aos do Benfica. Pelas palavras do treinador holandês apostaria que sim…

Claro que a exibição também não foi deslumbrante, na linha das recentes. Mas daria para muito mais, não fossem algumas decisões menos acertadas, especialmente ao nível do último passe e aqui ou ali alguma sorte do guarda-redes da equipa holandesa. Irónico é que o golo só tenha sido possível pela grande capacidade técnica do Salvio, é certo, mas porque Cardozo finalizara mal, permitindo a defesa ao guarda-redes adversário, no primeiro seus dois únicos remates (o segundo seria, logo a seguir, uma coisa frouxa, ao lado da baliza) nos 64 minutos que esteve em campo.

Mesmo assim, dois remates - ou duas tentativas de remate - é bem melhor do que o tem feito. O resto é igual, nada: nem um passe certo e oportuno, nem uma bola recuperada, continua um corpo estranho na equipa. O que é mau, até porque daria jeito vender o seu passe lá para Junho...

Mas mau mesmo foi a lesão, provavelmente grave, do infeliz Ruben Amorim, que sempre que está a grande nível vê o azar bater-lhe à porta. Menos mau foi o regresso de André Almeida, que afinal não saiu no mercado de inverno...

02
Abr14

O Combate do Século em 3 assaltos: RQ7 VS Resto do Mundo

helderrod

Motivados pelo centenário da FPF, os responsáveis da mesma apresentaram uma miríade de iniciativas entre as quais evidencio o grande duelo do defeso. 

Na verdade, recentes e actuais protagonistas da FPF são pesos pesados dignos do silêncio e da tolerância da opinião pública em geral. Já o peso- pluma RQ7 parece ser alvo de todas as críticas por reagir a provocações e insultos num jogo de futebol. Mas o maior insulto a Quaresma está a ser perpetrado no decorrer desta semana em que a maioria dos opinadores quer denegrir a imagem de um grande talento do futebol português. Um génio que merece o reforço positivo. O privilégio de vestir de azul e branco é por ele reconhecido, uma vez que foi o FCP capaz de relançar a sua carreira. Esta é uma realidade que poucos enfatizam. Mas vamos ao combate:

 

Primeiro Assalto: Scolari vence por KO com uma valente murraça deixando o povo Luso ao rubro e orgulhoso do seu seleccionador que continuou a merecer a aceitação de todos os que agoram criticam o Quaresma.

 

 

Segundo Assalto: Pepe conhecido por ser muito bom a trabalhar com as pernas resolve o seu combate com dois valentes pontapés, o que não implicou o seu puritano afastamento da selecção, com devida anuência dos que agora criticam Quaresma.

 

 

Terceiro Assalto: Quaresma é provocado e insultado durante um jogo, assobiado por adeptos sempre que este pegava na bola, perde o controlo e corre atrás de quem o provocara. Perdeu, porque os Scolarieres e os Pepiers não aceitam que uma pessoa assim possa ocupar um lugar que merece na selecção.

 

Há muita desonestidade intelectual no meio disto tudo. Há quem fale em Bebé para o lugar de Quaresma, justamente na semana em que o jogador do Paços de Ferreira se envolveu com adeptos e jogadores do Belenenses. É lamentável.

 

Espero que os cadastrados Paulo Bento e João Pinto com direito a altos cargos no âmbito da selecção tenham a lucidez suficiente para não cederem a pressões e colocar os melhores.

 

Quaresma é indubitavelmente um dos melhores.

 

 

Força, RQ7!

 

 

Hélder Rodrigues

 

02
Abr14

Tempo de quaresma

Eduardo Louro

 

 

Bem me parecia, como já dava conta no texto anterior, que não se tinha passado nada na Choupana. Ainda cheguei a pensar que era notícia de primeiro de Abril... Mas não, afinal ainda não foi muita coisa que mudou. O árbitro não viu o Quaresma fazer nada de mal, e os orgãos disciplinares da Federação não vêm televisão. Vêm apenas a Benfica TV, e com muita atenção. Ou nem por isso, nem sequer é necessária assim tanta atenção... Ali está tudo à vista, nada é escondido...

Há sempre poderes que ficam... E sabe-se como é grande a resistência à mudança!

Ou se calhar não é nada disso. É simplesmente tempo de quaresma. Até à Páscoa perdoa-se tudo!

Pág. 3/3

Seguir

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Pesquisar

Arquivo

    1. 2020
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2019
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2018
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2017
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2016
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2015
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2014
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2013
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2012
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D