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Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

20
Mai14

Tripleto

Dylan

 

Podiam ter sido quatro títulos mas foram "apenas" três, ainda assim, e parafraseando um grande benfiquista, "é bem melhor do que falecer". O Benfica foi das equipas que mais jogos efectuou no velho continente, entre lesões, castigos, erros de arbitragem que o puseram a jogar com dez, e apesar da trágica morte de dois dos seus símbolos, sobreviveu e triunfou. Há clubes assim, gigantescos, maiores do que o próprio país e que não sentem a erosão dos tempos nem a maldizente inveja pois têm os melhores adeptos do mundo. O tripleto: da união, da reciclagem de um treinador e da obstinação de um presidente.

18
Mai14

Um novo léxico:Triplete

Eduardo Louro

 

Benfica ganha Taça de Portugal

 

Há um novo léxico no futebolês: triplete!

Não nasceu do Acordo Ortográfico. Tem o Benfica como progenitor, o que desde logo lhe dá uma importância ímpar!

Há a partir de agora uma nova referência, um novo standard a desafiar objectivos ambiciosos. A fasquia mais alta que o Benfica estabeleceu para o futebol nacional!

Dito isto, parabéns ao Benfica. Parabéns àqueles jogadores, esgotados mas cheios de alma benfiquista. E parabéns ao Rio Ave, aos seus jogadores e ao seu treinador. Porque foram grandes e dignos. Porque nos fizeram sofrer. Porque valorizaram como ninguém admitiria esta primeira conquista tripla no futebol português. Porque foram, no campo - onde o futebol se joga - o maior adversário que o Benfica encontrou nesta época em Portugal!

15
Mai14

Se isto pega...

Eduardo Louro

 

 

Há dois mil anos, segundo os evangelhos, foi com um beijo que Judas identificou Jesus Cristo aos soldados que o prenderam. Ontem, a UEFA recorreu ao mesmo método para identificar o melhor em campo…

O Carriço não será Judas – nunca enganou ninguém e, como se sabe, não traiu os seus – mas arrisca-se a que o seu beijo não fique menos famoso. Não consta que Judas Iscariotes tenha levado a coisa tão a sério!

Se isto pega...

15
Mai14

Coração benfiquista

Eduardo Louro

 

 

Hoje é dia de ressaca, com um sabor amargo que, mais que na boca, se sente no coração, forrado de glândulas pituitárias. Partido, dilacerado, bombeando sangue mas também lágrimas…

Adormeci e acordei doente. A melhor doença que se pode desejar. Incurável. Uma doença de paixão que a dor não mata… A paixão que rapidamente transportamos de Turim para o Jamor para que, já no próximo domingo, aqueles rapazes vestidos da cor dos nossos corações esqueçam o cansaço e as mazelas, transformem o desânimo em coragem e as fraquezas em forças, acreditem como nós acreditamos, e sejam, como sempre são, os nossos heróis. 

14
Mai14

A maldição que conta

Eduardo Louro

 

Sevilha vence nos penaltis Benfica perdulário

 

Há maldição, há… Mas não é do velho húngaro que repousa seja lá onde for, certamente em paz. É a maldição da arbitragem da UEFA, essa é que continua e para essa é que não há macumba que resulte!

Foi a arbitragem da UEFA que amputou a equipa que o Benfica teve de apresentar hoje. Foi a arbitragem da UEFA do Sr Platini que hoje permitiu a violência com que o Sevilha entrou no jogo, enviando de imediato mais um jogador do Benfica para estaleiro. Foi essa mesma arbitragem que deixou por assinalar três – não foi um, nem dois, foram três – penaltis a favor do Benfica. De que resultaria a expulsão de dois jogadores do Sevilha, um ainda na primeira parte e outro logo no início da segunda. E foi esta mesma arbitragem – qual cereja no topo do bolo – que validou as defesas do guarda-redes Beto depois de ter dado não um, nem dois, mas três passos em frente nos penaltis que decidiram a final…

Esta é a maldição, e não outra qualquer!

Que o Benfica não merecia voltar a perder uma final, é claro. Que mesmo a equipa que apresentou, e mesmo com muitos erros de jogadores e treinador, é muito superior ao Sevilha, também não ficaram dúvidas. Mas nada disso conta, e conta apenas que a equipa que não perdeu qualquer jogo numa competição a eliminar não a ganhou. Conta que o Benfica perdeu esta Liga Europa sem perder qualquer jogo. Não conta nada que o Benfica tenha sido a equipa que mais golos marcou, a melhor da prova e a melhor do jogo da final…

E conta, conta muito, a profunda tristeza que nos invade. Conta muito que se tenha esgotado a ilusão do pleno que tudo redimia… Que tudo apagava. Até as maldições!

10
Mai14

Foi preciso ter Galo numa época a não esquecer.

helderrod

Acabou. O meu FC Porto encerrou hoje a temporada 13/14 e logo num dia de clássico mais romântico do que outra coisa. Vencemos e, mais B menos B, a acepção do adjectivo invicta prevaleceu no reduto do Dragão. Nem o Benfica, nem o Sporting venceram no Dragão. Parabéns ao Estoril.

Na verdade, se tanto se falou no espaço K no museu do FC Porto, penso que o museu do clube da Luz merece um espaço Galo. Não pelo azeite, mas pelo momento que marcou a época que finda. A sinistra remontada no Benfica-Gil Vicente foi decisiva para o caminho meritório que o SLB tomou. Essa quase fatídica terceira jornada que já se despedia de Jesus tornou-se regeneradora. Foi João de Deus? Foi maFIUZAce? Ou foi mesmo um fado sorridente? O que é certo é que a águia levantou voo e o Dragão foi quebrando. 

Quando saía do Dragão após o Porto-Atlético de Madrid estaria longe de pensar que acabara de ver um dos finalistas da Champions. Esses que nunca conseguiram ser superiores no Dragão nesse jogo. Mas é essa a imprevisibilidade que torna este jogo maravilhoso. O ego de uns, o hipoego de outros, o superego dos milhões, a teimosia do alterego da filosofia de jogo do Porto enformaram a índole negativa desta temporada. 

Porém, a mesma não deve ser esquecida. Deve ser lembrada para não cairmos no mesmo erro. O segredo reside em levar a verticalidade azul e branca com a humildade no peito e regressar à consistência habitual, porque os esforços dos profetas da portotanásia são meras palavras parcas de conteúdo.

Uma palavra para Luís Castro cuja elevação e humildade foram os primeiros passos para a regeneração do futebol portista. Seja com tic tac, taki tuki ou titi toto, há algo que deverá prevalecer designadamente a identidade de um Porto nobre e leal!

Askoz indar, Lopetegui!

 

Força, Porto!

 

Hélder Rodrigues

10
Mai14

Há clássicos a feijões?

Eduardo Louro

 

 

Quase não parecia, mas hoje voltou a ser Dia de Cássico. Um clássico, por definição, nunca é a feijões, tem sempre qualquer coisa em jogo. Mas este de hoje teria certamente sido o mais a feijões dos clássicos a feijões.

Para o Benfica, mesmo assim, estavam duas coisas em causa. Em primeiro lugar, marcar, para não interromper uma série enormíssima de jogos consecutivos sempre a fazer golos. E, em segundo, prolongar também a série de jogos sem derrota. Tinha perdido no primeiro jogo, não conseguiu evitar que voltasse a perder no último…

Mesmo a feijões, e mesmo perdendo, o Benfica fez uma exibição agradável, em especial na segunda parte. Creio que não poderei ser acusado de parcialidade se disser que os melhores nacos de futebol que o clássico apresentou foram servidos pelo Benfica, na segunda parte. Na primeira foi notória a superioridade do Porto, alimentada por um golo logo à entrada - com o guarda-redes Paulo Lopes mal batido -, que não pela juventude e pela novidade da equipa que, como se esperava, Jorge Jesus apresentou.

Aos poucos o Benfica foi equilibrando o jogo, até passar para cima na segunda parte. Chegou ao empate na primeira jogada que criou com real perigo, que culminou num inédito penalti a favor no Dragão. Que só não quis dizer que também o árbitro Rui Costa já estaria a ser atingido pelos ventos de mudança que parece começarem a soprar porque pouco depois repôs tudo, inventando o penalti que definiria a vitória portista. De resto, ao não expulsar o Alex Sandro depois de uma inqualificável entrada – mais agressão que entrada violenta – sobre o Sálvio, e ao ver algumas curvas na linha (recta) final do Benfica, acaba por nos deixar perceber que, desses ventos de mudança, o árbitro do Porto não terá sentido mais que um simples bafo.

Durante toda a segunda parte se esperou que o golo acabasse por surgir, na sequência das muitas boas jogadas que se iam sucedendo. O Duricic esteve por duas vezes bem perto do golo, negado numa delas pela trave, e o resultado acabaria como acabara na primeira parte. Curiosamente o mesmo da primeira jornada. E do tal, de há um ano atrás...

Ainda bem que o Benfica ganhou ao Rio Ave na final da Taça da Liga. Não fosse isso e já hoje toda a gente diria que o Benfica não ganhava há três jogos… E sei lá se não começam por aí a dizer que só ganhou um dos últimos quatro!

09
Mai14

Caçadores de fantasmas

Dylan

 

 

Os caçadores de fantasmas e almas penadas expurgaram a Luz, afinal era apenas um espírito benigno que assombrava o Benfica. O campeão voltou, anunciando com estrondo as suas conquistas: campeonato, Taça da Liga e tudo o que o futuro quiser. Bastaram onze Eusébios, unidos, para resgatar os títulos perdidos, para a mística sobrepor-se a todos os fenómenos paranormais do futebol português e calar os videntes da desgraça.

 

08
Mai14

Um título para a história

Eduardo Louro

 

 

A primeira das três finais, de todas as que havia para atingir – não há mai nhuma –, foi para ganhar. As outras logo se vê…

Era a mais importante, porque era a primeira. Agora sim, é que já é a menos importante de todas. Se não fosse ganha, já se sabe como era…

E foi mais uma festa, que desta vez deixou Leiria em festa. Mais em festa, porque ali à volta corriam já as festas da cidade, a velhinha feira de Maio. Não sei se foi a festa benfiquista que alegrou a festa da cidade, mas sei que esta emprestou mais festa à final da Taça da Liga. À tão maltratada Taça da Liga que só o Benfica salva!

O jogo foi próprio de uma final, e também ele contribuiu para agarrar esta competição ao mapa futebolístico nacional. O Rio Ave apresentou-se muito bem preparado, teve tempo – e um técnico a confirmar méritos – para se preparar para defrontar o grande Benfica deste ano. Que, sem confirmar com uma grande exibição a brilhante época que está a fazer, jogou como se joga uma final que é para ganhar. Não há dúvida que desta vez não era treta que as finais são para ganhar!

E pronto. Esta foi uma final que, tendo já feito história, pode ainda voltar a fazê-la. Foi a quinta – em sete edições e em cinco presenças na final – vez que o Benfica conquistou o troféu. Uma história de pleno: cinco finais, cinco vitórias. E uma conquista sem sofrer qualquer golo, uma prova limpa, imaculada. Mas pode ainda vir a fazer história. É, para já, o segundo título da época, mas poderá ficar na história única de um pleno inédito! 

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