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Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

31
Jul14

A solidariedade compensa. Sempre!

Eduardo Louro

Não sei se, por esta altura, há benfiquistas muito felizes. Não serei um deles, mas tenho de confessar que compenso muita da tristeza, e até da angústia que me invade, com a enorme onda de solidariedade que, mais que simplesmente notar-se, se sente na equipa.

Aquilo a que assistimos, e pudemos voltar hoje a ver na Suíça, no jogo com o Athletic de Bilbau, é a extraordinária solidariedade de todos jogadores com um colega que invariavelmente os visita em cada Verão, com quem partilham todos os anos os meses de Julho e Agosto. Não querem mais bullingcomo aqui lhe chamei, sobre o pobre do Jara e, num gesto de solidariedade nunca visto, decidiram ser onze Jaras em campo!

Claro que, se como já lá diz o Jorge Jesus só trabalho não basta, é também preciso qualidade, também para tamanha campanha de solidariedade só os jogadores não bastam, é também precisa a administração. E é também preciso o próprio treinador!

E a grande verdade é que não fugiram, não viraram a cara à missão… Foram também de uma solidariedade fantástica e trataram de arranjar mais e mais jogadores, cada um pior que o outro e todos ainda piores que o próprio Jara…   

Digam lá se não é bonito?

Confesso-me tocado, bem lá no fundo do meu coração benfiquista. Com este tão bonito e tocante acto de solidariedade, e com os apelos que os comentadores da BTV - sim, encurtou o nome, já não é Benfica, é apenas B - lançam ao meu melhor espírito de compreensão, e com as explicações que encontram para tudo isto, já me sinto outro. Qual angústia, qual carapuça...

30
Jul14

Bons ventos para grandes casamentos

helderrod

Ventos de mudança evoluem no seio do Dragão. Não adiantam os lirismos chauvinistas nem os profetas do assobio e da pipoca. Há que entender que por vezes é preciso mudar. É preciso inovar. É preciso subir à torre para ver quem passa melhor para deixar a marca. E nunca se atrapalhem com a qualidade, porque esta nunca se desperdiça. Será apenas propulsora de força e ambição.

Assim, desta forma, deixe-se o assobio e a pipoca para outra andança porque largos dias tem a mudança!

 

Força, Porto!

 

Hélder Rodrigues

 

Um abraço especial a todos os parceiros deste blogue! Muitos desafios e carateres nos esperam, mas sempre com a elevação que nos caracteriza.

27
Jul14

Bulling é mais que sadismo, não é?

Eduardo Louro

 

Já se tinha percebido que Jorge Jesus tinha uma certa propensão para o sadismo. Às vezes também é masoquista, mas não é isso que agora importa... Mas hoje deu à Luz o seu lado mais sádico, e o mínimo que se pode dizer é que ... não havia necessidade...

Já se sabe que, apesar de o ter contratado, gosta tanto do Jara como gostava dantes do Manuel Machado, ou agora do Marco Silva. Mas... pô-lo a jogar todos os jogos, de todas as pré-épocas, ainda vá que não vá. Agora... pô-lo ainda a marcar penaltis?

Era mesmo preciso fazer-lhe isso tudo antes de o voltar a mandar embora? Francamente... isso é bulling!

Valha que o argentino já topou tudo... E não faz a coisa por menos: se o Jesus insiste em gozar com ele e o põe a jogar, faz-se expulsar de imediato. Se, para o castigar ainda mais, o manda apontar o penalti decisivo, mesmo no fim do jogo, passa a bola ao guarda-redes adversário. Bem feito!

 

 

09
Jul14

O drama, a tragédia, o horror

Dylan

 

 

A Alemanha, tal panzer, provocou um tremor de terra que abalará os alicerces do futebol brasileiro. Por instantes, lembrei-me de um célebre jornalista que alertava nos seus programas televisivos para o "drama, a tragédia e o horror". No Brasil, aconteceu uma divina comédia protagonizada por Dante e os seus amigos: o horizonte que podia ser belo transformou-se num inferno e nem a Nossa Senhora do Caravaggio valeu a Luis Filipe Scolari.

07
Jul14

Cativante profissionalismo

Dylan

 

 

Foi no fim da década de 80, princípio da década de 90 que aprendi a gostar de Rui Tovar. Memórias dos seus relatos futebolísticos e da narração desportiva despojada de sensacionalismo, feita num cativante profissionalismo e sem aqueles modernismos tecnológicos de hoje. Houve um tempo em que pensei que aquela era a melhor profissão do mundo, vibrante, apaixonante, uma espécie de manual de como o jornalismo deve ser feito: imparcial, fidedigno, com rigor e exactidão.

03
Jul14

Critério jornalístico

Eduardo Louro

 

O Jardel deu ontem a notícia - não que era consumidor de cocaína, porque isso já não é novidade, e portanto não é notícia -   que o médico do FC Porto tinha conhecimento que ele consumia cocaína.

É isso notícia?

Não. Notícia é uma merda do Enzo, mesmo que tirada de contexto e por clister...

Pode não ser jornalismo,  mas ha ali critério... Jornalístico!

 

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