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Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

28
Nov15

Foi uma vitória importante, mas não gostei do tom dela!

helderrod

Três pontos conseguidos numa árdua vitória resumem a ida a Aveiro. Com muitos jogadores em clara baixa de forma, a exibição só não deu em desgraça porque o Casillas segurou o triunfo. Após uma estranhíssima expulsão de Lopetegui que se encontrava muito ansioso, talvez pelos inócuos assobios dos assobiadieiros de serviço em Aveiro. Com os assobios, a figura entristece-se! É lamentável! Aliás, se querem ver palhaços a jogar à bola, é melhor irem ao circo. Enfim, o que importa é mentalizarmo-nos de uma vez por todas que, nos momentos menos bons, precisamos de apoiar. Lembrem-se do que os adeptos do Chelsea fizeram a Mourinho, após tantas derrotas, ou à forma como as claques do Borussia de Dortmund puxaram a equipa para cima no ano passado. Não me parece que aqueles adeptos alguma vez chamaram palhaços ao seus artistas. Nem os palhaços, nem os jogadores (principalmente de Dragão ao peito) merecem tamanha injustiça. Enfim.... Os adeptos são soberanos, o futebol pode ser mais bonito pelos flancos, mas o que é demais é moléstia! Força, Porto! Força, equipa! Vamos ganhar à Madeira para que se acabe de uma vez por toda com as assobiadelas de palhaço pobre! Hélder Rodrigues

25
Nov15

Nem tudo é mau... Salvam-se os oitavos!

Eduardo Louro

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Foi um Benfica muito igual ao que tem sido, aquele que hoje empatou em Astana, no longínquo e asiático Cazaquistão. Sem chama e sem soluções, como tem sido hábito.

De tal forma que o adversário, que entrara encolhido e a deixar a impressão de ser ainda inferior ao que havia mostrado em Lisboa, depressa percebeu que, do temível Benfica, só lá estavam as camisolas. O medo com que entraram só durou um quarto de hora, o tempo suficiente para este Benfica mostrasse que não estava ali para fazer mal a ninguém.

A partir daí, perdido o medo, os jogadores do Astana passaram a correr mais - muito mais - que os do Benfica ( só o miúdo, o Renato Sanches, é que corria, mais ninguém) e, nada a que não estejamos já habituados, a chegarem sempre primeiro às bolas e a ganharem todos os ressaltos. Bastaram-lhe dois ou trê minutos para chegarem pela primeira vez com perigo à baliza de Júlio César. Na segunda, logo a seguir, fizeram o primeiro golo.

E assim continuaram: sempre mais rápidos, sempre a chegarem primeiro. O segundo golo, dez minutos depois, não foi surpresa nenhuma. Não foi surpresa mas foi irregular, num fora de jogo que a péssima arbitragem da equipa francesa, que tinha deixado por assinalar um penalti sobre o Lizandro Lopez, deixou passar em claro. 

E com apenas meia hora de jogo, e com apenas 10 minutos de alguma iniciativa do adversário, o Benfica perdia por dois com a equipa mais fraca do grupo. Que não ganhara a ninguém, e que provavelmente não irá ganhar a ninguém. Quando se temia o pior, o Benfia reagiu e partiu para 10 minutos de bom nível, criando três excelentes oportunidades de golo. À terceira marcou, e reduziu a desvantagem. Faltavam 5 minutos para o fim da primeira parte, e os jogadores deixavam a sensação que queriam empatar ainda antes do intervalo. 

Mas não. E na segunda parte nunca mais repetiu aqueles 10 minutos. E quando o empate chegou, no bis de Jimenez, a 20 minutos do fim, o jogo acabou. Ambas as equipas tinham o que afinal queriam do jogo: o Astana, já sem nada a ganhar, só queria concluir a campanha sem perder em casa; o Benfica, confiando que o empate chegaria - como chegou - para chegar aos desejados oitavos, satisfazia-se com o facto de os adversários também não terem feito melhor.

Fica o apuramento, importantíssimo. Mas fica mais uma exibição lastimável. Colectiva e individualmente muito frouxa, onde apenas o Renato - o miúdo esteve mesmo fantástico - e o Jimenez, com dois golos e muito trabalho, estiveram em bom plano. Mau sinal é que já nem Gonçalo Guedes e Samaris, que têm sido dos melhores, escapem à mediocridade geral.

24
Nov15

O { } vs a profecia da desgraça

helderrod

Uso um símbolo da Matemática para intitular este post, porque é da Matemática que vamos precisar para chegarmos aos 1/8 de final da Champions. Uso o { } para simbolizar o conjunto vazio! Foi isso mesmo que senti esta noite no meu lugar do Dragão. Foi um vazio de ideias, uma teimosa convergência para o meio, a pouca divergência pelas alas. Foi um vazio exibicional que afectou toda a equipa como se de uma virose se tratasse. Virose essa que espoletou no meio campo e se foi alastrando a todos os sectores do campo, chegando até ao nosso guardião (imagine-se). Foi uma noite negra que começou envolta em stresse, tal foi a pressa de chegar ao meu lugar porque fomos todos revistados no Dragão. Foi um noite diferente. Pareceu que houve uma efectiva nuvem negra de Bella Gutman que impediu Lopetegui de quebrar o record da década de 60... Porém, o FC Porto pouco ou nada fez para merecer aquele ponto que faltava. E esse é que é o ponto. Faltava um ponto e nós deixámos fugir três na fria noite de Champions. Hoje a equipa congelou e a esse facto não poderá estar alheia a exagerada paragem nas competições para a ida as selecções. O primeiro a evidenciar foi Maxi Pereira que não tinha pernas, sendo substituído ao intervalo, mas essa alteração constituiu uma perda maior. Perdeu-se a raça e a entrega e a lentidão apoderou-se trazendo a previsibilidade e moleza, contrastando com o ímpeto mais agressivo dos ucranianos. O jogo de hoje foi a clara representação da Lei de Murphy, que designa a constatação de que se pensa que algo vai correr mal e corre mesmo numa desmedida e triste espiral. Foi este o vazio no Dragão. Contudo, vejamos agora o outro lado. O lado daqueles que já se espumavam à espera do primeiro desaire de Lopetegui nesta temporada. Faz-me lembrar uma história que se passou comigo na Avenida dos Aliados há uns bons anos atrás. Numa festa, ouvi gritar "agarra que é ladrão" e eu vendo o desgraçado a fugir com a carteira passo-lhe a tradicional "palheta". Ninguém correu atrás do desgraçado, mas depois quando já estava estatelado no chão tudo lhe quis acertar o passo ao pontapé. Ora, o que já vi e ouvi hoje sobre Lopetegui é lamentável. Já o chamaram anormal, adiantado mental entre outras coisas que nem aqui reproduzo. Gostava de dizer a esses profetas do lencinho branco e da desgraça que, apesar de muito desapontado, não considero que Lopetegui tenha responsabilidade num penalty completamente desnecessário de Imbula, de uma infantil perda de bola de Brahimi e do consequente frango de Casillas, do desacerto de Tello ou de extenuado Aboubakar. Parem de bater no homem na primeira oportunidade que tiveram. Gostava que esses profetas venham de Londres com os oitavos no bolso. Cascou-se e muito no Vítor Pereira e foi BICAMPEÃO! Assim seja a profecia de Lopetegui que deve ser responsabilizado, mas nunca vilipendiado da forma como foi hoje na rádio e na TV! O FCP já teve noites idênticas e suplantou-se. Assim seja em Stamford Bridge (ponte). Que seja lá a ponte que nos leve aos oitavos da Champions, porque eu acredito e ainda sou mais portista nestes momentos. Acredito que vamos ser bem sucedidos! Força, Porto! Hélder Rodrigues

P.S.: Os penalties são TODOS para se marcarem!!!!!!! Todos! Lembro a todos que este foi o árbitro que não expulsou o Neuer após a grande penalidade no Dragão e teve a pontaria fulminante de amarelar Danilo e Alex Sandro, impedindo-os de jogar a segunda mão!

21
Nov15

O Bueno Heroísmo da humildade

helderrod

Numa maravilhosa e acalorada recepção da boa gente açoriana, o FC Porto ultrapassou sem grandes dificuldades mais uma eliminatória da Taça de Portugal. Se o destaque da convocatória se prendeu com Sérgio Oliveira que evidenciou uma entrega total, deixando boas indicações a Lopetegui, importa adir o nome de Bueno que mais uma vez passeou a sua classe com um bom toque de bola. Conseguiu apontar dois golos, justificando o selo de qualidade concretizadora que trouxe do campeonato espanhol. Mas nada se conquista sem entrega e humildade e, ao contrário de outras saídas do FCP nesta taça, houve desta feita uma abordagem séria ao jogo. Quando assim é, os objectivos aquistam-se com maior naturalidade. Assim seja sempre, uma vez que já se avizinha um importante desafio com o Dinamo de Kiev. A aplicação deverá ser máxima para manter a toada invicta do grande e intercontinental FCP. Mudando um pouco de assunto, permitam-me abordar a indignação de alguns comentadores e jornalistas à posição do FCP atinente às opções de Fernando Santos. Gostaria de saber o que pensam eles da ausência de Ronaldo que se espraiava em Marrocos, enquanto os seus companheiros lutavam no frio da Sérvia por um resultado importante para a equipa das quinas. Seremos sérios de uma vez por todas. Aliás penso até que, se Ronaldo tivesse feito um joguito pela selecção nestes amigáveis, poderia ter um ritmo mais profícuo na goleada imposta pelo Barça em Madrid! A humildade é muito bonita. Sempre bonita! Força, Porto! Hélder Rodrigues

13
Nov15

Destinos ... cruzados

Eduardo Louro

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Há quatro anos chegou ao Benfica, dando logo mostras de superior inteligência ao dizer ao que vinha: em trânsito para os maiores da Europa. Ficou logo identificado, colhendo naturalmente as simpatias da nação benfiquista. 

Não rumou à Europa, mas o carimbo encarnado no passaporte valeu-lhe uns petrodolares no prestigiante futebol dos Emiratos. Mas o destino anunciado pelo craque brasileiro era a Europa, Se era na Europa que estava o seu destino, entre os maiores dos maiores, era na Europa que teria de se cumprir...

No Estoril. Não era um dos maiores dos maiores, mas era na Europa, no seu ponto mais ocidental. E o destino tem destas coisas: era o passo atrás, que os dois em frente estavam logo ali, a escassos três meses: o Sporting, em todo o seu explendor. O Sporting do seu homónimo de Carvalho, o maior dos maiores, com uma cláusula de rescisão de 60 milhões de euros!

E assim se cumprem destinos. E logo dois, bem cruzados...

 

08
Nov15

A Alegoria da Sarrrrdinha Pequena

helderrod

Como é sabido, as boas gentes sadinas gostam de carregar afincadamente nos "érres".
Como também é consensual dizer-se, Setúbal é terra de bom peixe: o choco frito e a
sarrrrdinha.
Com efeito, o FCP encontrou no desafio desta noite de Novembro uma faina difícil.
A pesca dos golos não foi tarefa fácil, porque o Setúbal (apesar de ser sarrrdinha pequena do campeonato) não se deixou morder no isco ofensivo do Porto.
Na verdade, na maioria das vezes neste campeonato é este o tipo de pesca exigido no dragão, designadamente redes defensivas muito apertadas e difíceis de desmontar. E perante isso, o dragão pescador deve arranjar formas mais apressadas de desembaraçar os nós do meio campo.
A rapidez e a agilidade podem ser a solução. O timoneiro Lopetegui lançou novas linhas na segunda parte e a sarrrrdinha pequena não resistiu ao golpe de cabeça de Aboubakar. E nessa fase de mar bravo acicatado pela equipa nos primeiros trinta minutos lá se pescou mais alguma coisa num excelente remate de Layun (o surpreendente navegador mexicano que mais parecia uma lancha rápida).
Enfim! No futebol, tal como na vida piscatória, há dias assim.
Mas a certeza é só uma: a qualidade pode e deve ser potenciada seja na pesca da sarrrdinha pequena, no bacalhau mais graúdo e mesmo com os tubarões do mar da Europa!

Venham de lá esses três pontinhos!
Força, Porto!

Hélder Rodrigues!

08
Nov15

Não dêem cabo do colinho!

Eduardo Louro

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O jogo desta tarde na Luz teve o seu quê de crueldade para os adeptos do Benfica. Perante um Boavista que tem História de primeira, mas não tem futebol nem jogadores para isso, o Benfica foi mau de mais; sem velocidade, apático, sem movimento, e sem dinâmica nem rotinas. Nem o resultado - vitória por 2-0 - nem as três vezes que a bola bateu nos ferros, iludem esta realidade que vai dando cabo do colinho.

Hoje não destoou muito daquilo que têm sido a maioria dos jogos nesta época. Só foi mais evidente porque o adversário era muito fraco, fraco de mais para o que deveria ser exigível no primeiro escalão do futebol nacional. Se o adversário se fecha lá atrás - se se apresenta com o bloco baixo, como dizem os entendidos - o Benfica não entra. Se, pelo contrário, o adversário ocupa o campo todo e pressiona na frente, o Benfica não sai. Cruel é que isto tenha ficado evidente perante este Boavistazinho... Cruel é que o Boavista tenha criado dificuldades quando jogou fechado lá atrás na primeira parte, e tivesse sido incómodo quando subiu no terreno, na segunda.

Podem sempre compreender-se as dificuldades de entrar numa defesa muito reforçada e muito fechada. Mais difícil é compreender as dificuldades em sair da pressão. Mas, que uma equipa como o Benfica, que fazia das transições rápidas a sua principal estratégia de jogo, não consiga, depois de ultrapassada a primeira linha de pressão e já com campo aberto pela frente, ligar com sucesso uma única jogada para aproveitar o adiantamento do adversário, é que já não se consegue compreender.

Ou talvez se consiga: uma equipa que falha passes atrás de passes - chega a falhar passes a 5 metros - sem movimentos trabalhados, que não tem dinâmicas de desmarcação, não consegue sair em transição se não em jogadas individuais. Com os jogadores marcados pelos passes errados, sem ninguém a abrir linhas de passe sem risco, só lhes resta correrem com a bola cinquenta ou sessenta metros, permitindo a recuperação dos adversários, que correm sem bola e sem outra preocupação (de posicionamento ou de marcação) que não seja caçar a presa fácil que é o portador da bola. 

Hoje o Benfica foi isto. E, repito, não foi muito diferente do que tem sido. Sem Jonas - que não tem nada a ver com o jogador que foi a época passada - resta apenas a Gaitan e Gonçalo Guedes o papel presas mais difíceis. Mas na maior parte das vezes não deixam de ser também presas! 

Valha que o Carcela voltou a jogar mais 10 minutos. E valha que isso tem sido tempo suficiente para marcar. E vão três... Sem festejos

 

04
Nov15

Sem Tateias, Nem Tadeias

helderrod

E já está! Mais uma brilhante vitória do FC Porto por terras israelitas. 

Sei que muitos irão menorizar a qualidade do opositor e do futebol israelita, mas recordo que um tal de SLB de JJ só perdeu por 3-0 na casa do Hapoel (com h) de Tel-Aviv. 

Posto isto, não fossem as oportunidades falhadas por Lopetegui ou melhor pelos jogadores do FCP (sim, porque haverá sempre alguém a criticar vá se lá saber o quê) a equipa poderia ter aquistado uma grande goleada!. 

Todavia, o árbitro grego, que deve ter recebido um roupão com um voucher no bolso de uma casa de apostas para dar um golo aos israelitas, lembrou-se de assinalar uma grande penalidade e com isso retirar a expressão do resultado final. 

Importa destacar mais uma vez pela positiva o André André, não só pelo golo, mas pela brilhante assistência no primeiro tento de Tello. Como se costuma dizer na gíria desportiva "ali está o ouro" e este poveiro não engana! É o "Golden Boy" da equipa dando um festival de qualidade e disciplina táctica. Por falar em Festival (coincidências à parte) sugiro a audição do tema que Israel levou ao Festival da Eurovisão que, por sinal, diz o seguinte: "...and before I leave let me show you Tel-Aviv...". E foi com show de bola que o grande FCP se despediu da terra santa!

Muitos leitores questionarão nesta altura da leitura o porquê do título supracitado. Eu passo a explicar.

Assistiu-se ontem a mais uma transmissão por parte da RTP1 de um jogo da Champions em que o SLB foi protagonista. 

Não esquecendo a infeliz alegoria na promo do FCP-Maccabi perpetrada pelo canal 1, permitam-me adir que, audiências à parte, não estávamos propriamente a assistir a uma final europeia. É que o escabeche foi de tal ordem que me vi forçado a retirar o som (bendito controlo remoto). Após a excelente iniciativa de Gaitan nos primeiros minutos, o êxtase foi tal que o seu endeusamento, comparando o Argentino do SLB a Zidane, quase que por si só trazia os 3 pontos para o reduto benfiquista. António Tadeia e o seu amigo ter-se-ão esquecido das inúmeras vezes que o Deco fazia aquilo na selecção portuguesa. 

Perante tal folclore e, ao ver um lance muito duvidoso na área do SLB, recuperei o som (bendito controlo remoto) e qual não é o meu espanto que assisto a um infeliz branqueamento de uma clara mão de Jiménez, num lance em que a bola seguia para a baliza de Júlio César. 

Haja limites porque, para lá do coração, existe a razão e essa deverá prevalecer a bem dos restantes poucos milhões que não são assim tão enfermos pelas águias!

 

Parabéns ao FCP por mais uma bela noite de futebol. Deixo aqui uma pergunta ao Domingos Paciência que tão bem comentou o jogo, ladeado por Miguel Prates: quantos golos não terias marcado tu na noite de hoje?

 

Força, Porto!

Hélder Rodrigues

 

03
Nov15

Crime agravado!

Eduardo Louro

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Assistimos esta noite na Luz a uma das maiores injustiças alguma vez vistas num estádio de futebol quando, a dez minutos do fim, o árbitro expulsou Gaitan do jogo. Mandar sair do jogo quem estava a fazer aquilo que o génio argentino estava a fazer, deslumbrando o mundo com uma exibição que só muito raramente o mundo pode ver, é inscrever na História do futebol uma das suas maiores aberrações.

Roubar ao jogo o seu maior artista é matá-lo. E matar é crime. Sempre!

Acresce que, da maneira que aconteceu, é crime agravado. Com o dolo todo, com todas as agravantes que se quiser. Já que é impossível contar tudo o que de fantástico Gaitan fez neste jogo com os turcos do Galatasaray, vale a pena contar o que o árbitro fez: estava o jogo a aproximar-se do intervalo quando um avançado turco, poucos minutos depois de ter visto um amarelo por ter armado confusão, joga a bola com a mão em clara tentativa de enganar o árbitro. Pelas leis do jogo teria de lhe mostrar o amarelo, que seria o segundo.  Não o fez, em vez disso mostrou-o a Gaitan,  por protestar a sua decisão. Muitos minutos depois, faltavam então 10 para ofim do jogo, o argentino desenha no relvado mais uma jogada do outro mundo, porventura a mais portentosa, deixando de calcanhar para que o Jimenez permitisse uma defesa assombrosa - para canto - ao guarda-redes uruguaio da equipa turca. Da marcação do canto a bola sobra para um adversário, que parte para o contra ataque. Gaitan perseguiu-o, tentou o corte, mas fez falta. Para amarelo. O segundo. Que, para o crime ser hediondo, desta vez o árbitro não poupou.  

Depois disto nada mais do jogo tem qualquer interesse, mesmo com o que vale esta vitória do Benfica. E vale muito. Nem mesmo que o Luisão tenha estado nos três golos, e que tenha exigido respeito!

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