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Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

11
Set16

A Reconquista do Dragão

helderrod

Perante os conquistadores vimaranenses deu-se a reconquista do Dragão. A simbiose entre a equipa e os mais de quarenta mil adeptos foi por demais evidente.

Na retoma do 4-4-2  a fazer lembrar as célebres duplas de outros tempos nas Antas, o FC Porto conseguiu uma boa exibição. Foram três os golos conseguidos numa bela dinâmica ofensiva dos azuis e brancos, não obstante o já clássico furto do senhor árbitro que erra duas vezes ao não assinalar um penalty e a anular um golo perfeitamente legal no mesmo lance. O costume. 

Para além das grandes exibições de vários jogadores do Porto, gostava de evidenciar o belga Depoitre. Espero que os críticos depreciativos do camisola 9 do Porto tenham finalmente visto o jogador em acção, atestando com os seus olhinhos que a terra há-de comer a excelente movimentação do avançado portista. Pela boca morre o peixe, apesar de alguns polvos preferirem falar dos aspectos estéticos das armações oculares. Mas é como tudo na vida. Há quem goste de palha à moda Cofina. 

Todavia, foi bonito ver o Dragão a cantar em uníssono com a equipa no final da partida. A equipa parece estar a reconquistar a ala céptica da pipoca e isso é bom para um conjunto que se quer motivado. O próximo jogo já está aí à porta e a expectativa é boa para o embate com a equipa da capital dinamarquesa. A ver vamos.

 

P.S. Começa já a ser ridícula a forma como o Sporting usa e abusa do seu ecletismo. Misturar duas modalidades num só momento parece-me hiperbólico. Cada macaco no seu galho e Gelson não pode simultaneamente jogar andebol e futebol. 

Repare-se igualmente na forma como em Arouca, o senhor árbitro deixe passar de forma impune as entradas duríssimas de Nelson Semedo do Benfica, que não terminaria o jogo se o árbitro cumprisse a lei do jogo. Mas o que é mais grave é a forma como Salvio executa quatro lançamentos com os dois pés dentro do terreno de jogo com a anuência do fiscal de linha que, inclusivamente, foi "apanhado" pelas câmaras a falar sobre o assunto com o Salvio apesar de nunca assinalar a irregularidade.

Contudo, a indignação foi grande pelo facto do árbitro não ter assinalado um possível penalty sobre Rafa. Esse facto levou à expulsão de Rui Costa que me parece mais preocupado com as arbitragens neste ano. Porque será? Ele que não se preocupe porque o Lindelof também faz de empurrões singelas cargas de ombro.

Uma palavra ainda para o estranho caso de Jonas. É certo que, com tantos benfiquistas na mesa da TVI, ninguém questionou o senhor Luís Filipe Vieira sobre a miraculosa recuperação de 15 dias de Jonas, após uma operação ao tornozelo.

A última palavra vai direitinha para esse grande capitão da selecção que até já marcou quatro dias depois da sua selecção ter perdido na Suiça. Em terra de cegos quem tem talento é rei. Tudo normal, portanto....

 

Força, Grande Porto!

Hélder Rodrigues

10
Set16

Sempre a centímetros do golo apoteótico

Eduardo Louro

(Foto do Record)

 Era grande a curiosidade sobre a equipa que Rui Vitória escalonaria para este jogo com o Arouca. Em primeiríssima análise pela forma como constituiria a dupla mais avançada, por força de se encontrarem lesionados todos os quatro pontas de lança do plantel principal. Mas também, e exactamente ao contrário, com os quatro centrais pela primeira vez disponíveis, para saber quais os titulares e, mais, qual deles nem no banco teria lugar. Calhou ao Lindelof, surpreendentemente.

A expectativa criada em torno da dupla acabaria por marcar o jogo. Pela enormidade que Gonçalo Guedes e Rafa jogaram, a parecer que jogavam juntos há muito tempo. Porque o último recruta do Benfica, para além de confirmar todo o seu talento, parecia um tri-campeão; ninguém diria que tinha chegado à equipa de véspera. Porque foi obrigado a sair, lesionado – mais um –, aos 60 minutos, e o jogo não foi mais o mesmo. Mas também porque isso, a ausência dos pontas de lança do Benfica, terá levado o Lito Vidigal a montar uma estratégia que, perante a qualidade dos jogadores do Benfica, e em particular da dupla que Rui Vitória lançou, se viria a revelar suicidária.

O treinador do Arouca, perante um adversário sem pontas de lança, estacionou a equipa à entrada da sua área, no pressuposto que, sem jogadores de área, o Benfica não saberia o que fazer quando lá chegasse. Para, depois, sair em lançamentos longos para o contra ataque, abdicando do jogo no meio campo e do tratamento da bola. A coisa não podia ter corrido pior, e o jogo só não ficou resolvido na primeira meia hora porque o Benfica se ficou pelo golo do Nelson, desperdiçando sucessivas oportunidades, ao ritmo de quase uma por minuto. Tanto desperdício, e meia dúzia de grandes intervenções do seu guarda-redes, evitaram o KO de um Arouca que nunca saiu das cordas. E assim chegou ao intervalo com um resultado que deixava aberto um jogo que deveria estar mais que fechado.

Percebeu-se logo no reinício que o Lito Vidigal emendara a mão. Que o meio campo já entrava na estratégia para a segunda parte. Só que para o Benfica ia dar no mesmo. Continuava a jogar bem e sem dar hipóteses. O segundo golo chegou cedo, mesmo assim antes e depois de mais uma série de novas oportunidades, e o jogo parecia finalmente arrumado. Estávamos nisto quando o árbitro não assinala o penalti sobre o Rafa, e na sequência o Arouca chega lá abaixo e marca. No mesmo minuto o resultado passa de um possível 3-0 para 2-1. E dois ou três minutos depois, Rafa, que mantinha a defesa adversária em estado de pânico permanente, saiu lesionado. E o Arouca galvanizou-se.

Mas só isso. Nada mais do que empertigado, e nem mesmo nos poucos minutos, até à entrada de Samaris, em que o Benfica deixou que o jogo partisse, o Arouca criou qualquer oportunidade para marcar. Ao contrário, o Benfica prosseguia a sua série de despedício.

E volto ao princípio: à expectativa sobre a dupla de pontas de lança. Que envolvia mais um miúdo: José Gomes. Pois, entrou já nos descontos e estreou-se, aos 17 anos, na equipa principal do Benfica. E foi dele a penúltima oportunidade de golo do jogo. Ficou a menos de cinco centímetros do golo apoteótico. Como Rafa, por quatro vezes!

 

02
Set16

RESPEITEM A HISTÓRIA. RESPEITEM OS VENCEDORES!

helderrod

Partilho convosco a minha reacção ao artigo do #tribunaexpresso

Esta propaganda antiportista é ridícula e inaceitável. É isto que vende. Todavia a supremacia portista no Desporto em Portugal é inequívoca. Sete. Sete títulos europeus a cores e contemporâneos. O GRANDE FCP é indubitavelmente a instituição mais ganhadora do país. O seu prestígio além fronteiras atesta-se na espontaneidade dos estrangeiros em enfatizar o clube. As vitórias em Viena, Tóquio, Gelsenkirschen, Sevilha, Dublin existiram mesmo. Não parece. Mas esta alegria do bronze da Telma ou deste Europeu é a sétima parte dos sucessos aquistados pelo Fcporto. Esse mérito custa a ser reconhecido e é inaceitável a ligeireza e leviandade como se pretende achincalhar o melhor clube português. O seu Presidente é o homem no mundo com mais títulos. Porém, isso não interessa enfatizar. Por muita tinta que façam correr, jamais poderão apagar a mancha triunfal do FCP na História do futebol mundial. A inveja é uma coisa feia, mas a ignorância que teimam cultivar é intolerável, atentando contra a inteligência de quem ostenta um mínimo de cultura desportiva. Haja seriedade. Viva o FCP. Viva Pinto da Costa. AMO-TE #Fcporto

Meus amigos isto também é OURO na HISTÓRIA do futebol português!

 

Ouro:

Taça dos Campeões Europeus 1987

Taça Intercontinental  1988

Supertaça Europeia 1988

Taça Uefa 2003

Liga dos Campeões 2004

Taça Intercontinental 2004

Liga Europa 2011

 

Qual é a dúvida?????????

 

Força, FC Porto

 

Pág. 2/2

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