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Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

28
Fev17

O Dia de Clássico não faz hoje 5 anos

Eduardo Louro

 

 

Resultado de imagem para 5 anos

 

Não passa hoje mais um aniversário do Dia de Clássico. Nem amanhã. O Dia de Clássico não faz hoje 5 anos. Nem amanhã. Mas amanhã, mesmo sem os fazer nem os ter feito, já tem 5 anos. Idade já respeitável para um blogue. Ainda mais respeitável pelas condições de sobrevivência, sem grandes mimos dos progenitores... Deixado mesmo ao abandono.

26
Fev17

Sentido Obrigatório Giratório

helderrod

Num fantástico derby à moda antiga da nobre Invicta, apetece dizer que quando apostamos nos melhores jogadores os resultados surgem com maior fluência. Talvez este tivesse sido o onze ideal para a Champions.....mas o que lá vai, lá vai....

Tudo começa logo no primeiro minuto quando um jogador do Boavista intercepta a bola com a mão, após um cruzamento de Brahimi. Aí percebi logo que ia haver festa. 

Bastará ver a forma como o árbitro pára um lance aos 41 minutos, quando o Talocha agride barbaramente Corona para apenas lhe dar apenas um amarelo. Beneficia o infractor duas vezes, uma vez que corta um lance prometedor do ataque do FCP e depois não é capaz de dar vermelho ao único jogador que deveria ter sido expulso no jogo. 

Todavia, o Bessa encheu num jogo competitivo e de grande importância para o desfecho do campeonato. Talvez por isso lá apareceram os Boafiquistas desesperados pela cedência de pontos. Eles poderão agora regressar no último jogo do campeonato. O costume, portanto!

Após um duro desafio da Champions, o FCP manteve uma excelente disponibilidade física que foi determinante na conquista dos três pontos. Destaque-se o excelente desempenho, quer de André André, quer de Oliver, que conjugaram na perfeição a ocupação dos espaços no meio campo.

Depois, um fortíssimo Soares que está de facto a marcar a diferença na frente de ataque do Porto que esteve sempre por cima. Recordo a única defesa de Casillas. E que defesa!

A luta está ao rubro e o FCP contornou com elevação mais esta rotunda difícil no Campeonato Nacional!

rotunda.png

 P.S. Desejo uma óptima reunião na próxima Terça-feira. Peço que acrescentem mais três casos às duas dúzias, designadamente o golo irregular de Mitroglou, o penalty de Eliseu aos 49 e o encosto de cabeça de Luisão ao senhor árbitro (autoridade num jogo de futebol). Levem também uns pastelinhos de Chaves, uns vouchers e umas camisolinhas do Rei.

 

Força, Porto!

Hélder Rodrigues

25
Fev17

#nãobrinquemcomozepovinho #podemcancelarareuniao

helderrod

Lamentável. Deplorável. Inadmissível! Três adjectivos para qualificar o sucedido no último jogo no Estádio da Luz. É certo que um árbitro pode errar, mas disseminar propositadamente esses erros é no mínimo execrável.

Já muito se discutiu sobre as transmissões da BTV, mas para quem tinha dúvidas quanto à isenção e manipulação de imagens, este SLB-GDChaves expõe de forma clara e inequívoca a adulteração da verdade.

No lance do primeiro golo de Mitroglou, as imagens surgem apenas de uma câmara provavelmente postada no terceiro anel. Onde está a repetição da câmara que está atrás da baliza? Onde está a repetição da câmara do lado oposto? Ela existe. Mas não conveio mostrar. Uma vergonha!

Mais, no penalty claro de Eliseu aos 49 minutos, só podemos visualizar as imagens corridas de alguma gente que se dignou a filmar a emissão da BTV. 

É assim que a BTV tem gerido os jogos na LUZ. Um verdadeiro circo. Uma palhaçada que pretende ocultar a verdade do jogo.

Mas o que é mais grave é ver o resumo da TVI24 e o jornalista que faz o comentário ao primeiro golo pura e simplesmente ignora a falta de Mitroglou, falando apenas do número de golos do avançado grego no presente campeonato! O que pensa Joaquim Sousa Martins sobre isto?

Nem a TVI, nem a RTP, nem a SIC mostram o penalty não assinalado aos 49 minutos contra o Benfica. Porquê?

Tudo isto com a anuência do treinador do Chaves que surge em grande plano a dar os parabéns ao Rui Vitória. 

É contra isto que os portistas lutam. Contra este conluio que até o Rodolfo Reis consegue iludir como se viu no último Play off.

É esta vergonha que esconde a secura de mais de 50 anos sem títulos internacionais. Que engana muita gente humilde. 

É preciso desmascarar esta gente, pois acredito que haja benfiquistas que não gostam daquilo que vêem. 

 

#podemcancelarareunião

roubobenfchaves.png

 

 

Força, Porto!

Hélder Rodrigues

25
Fev17

Deixem-se lá de coisas obsoletas!

Eduardo Louro

Benfica 3-1 Chaves

 

Grande jogo na Luz, nesta noite de sexta-feira, já de Carnaval, de novo com mais de 50 mil nas bancadas. Que sofreram a bom sofrer, desta vez.

Foi um jogo intenso, bem jogado e com muita, muita emoção. O Benfica sofreu, e fez sofrer os adeptos, por culpa própria, mas também muito por culpa de um excelente Chaves, que joga á bola como gente grande.

Que começou o jogo justamente a explicar isso, que sabe jogar à bola, e foi durante todo o primeiro quarto de hora bem melhor que o Benfica, que falhava no meio campo e falhava nos centrais, que não atinavam na linha do fora de jogo. O Benfica chegaria no entanto ao golo pouco depois de esgotado esse período, na segunda vez – a primeira tinha sido logo na saída de bola – que rematou à baliza da equipa flaviense, e passaria então a mandar no jogo.

Teve então vinte minutos de boa qualidade, com o seu futebol habitual, mas deixando sempre a ideia de muita parra para pouca uva. Por isto ou por aquilo – quase sempre velocidade a menos e hesitações a mais – as sucessivas vagas de futebol atacante do Benfica ficavam bem longe de atingir os objectivos. Nem grandes oportunidades, quanto mais golos.

Depois percebeu-se que o Benfica tinha voltado a trazer o interruptor para o jogo. E que o utilizava com alguma frequência, ligando-se e desligando-se do jogo com total despropósito. O Chaves chegaria ao empate mesmo à saída para o intervalo, e deixaria claro que este era um jogo com tudo para ficar muito perigoso.   

Com o segundo golo, em mais uma grande jogada de futebol concluída pelo Rafa, logo no início da segunda parte, o Benfica voltou ao grande futebol. Voltaram a suceder-se as vagas de ataque, com os jogadores do Chaves a terem de correr atrás da bola, agora a circular com mais velocidade entre os jogadores do Benfica, já com Jonas em campo. A equipa era agora mais consequente, e as oportunidades de golo sucediam-se. Os golos é que não, porque os remates invariavelmente não acertavam com a baliza.

Com o passar dos minutos, e a bola sem entrar, os jogadores da equipa transmontana começaram a acreditar cada vez mais. E como sabem jogar à bola, e o Benfica ainda lá tinha o interruptor, nos últimos dez minutos as coisas complicaram-se. Mas pelo meio pairou sempre a ideia que este era um jogo bem mais complicado do que, a cada momento, parecia. Só deixou de ser assim no minuto 89, quando o Mitroglou – em grande forma, com mais uma bela exibição – bisou e fez finalmente o terceiro.

E lá continuamos na frente. Mas é bom que esqueçam os interuptores. Estão obsoletos, agora usam-se sensores. 

23
Fev17

Tutto Può Cambiare

helderrod

É bem verdade. No fundo falamos apenas de um jogo de futebol. Um jogo de Champions de má memória para os portistas.

Mas mudar por mudar é um erro. Corre-se um risco enorme e a equipa correu esse risco. Deu-se mal.

A entrada em campo nem foi má. Porém "tão fugaz que nem deu". 

Perante uma inusitada e justa expulsão de Telles, a noite foi negra. Os negros azuis e brancos nunca se encontraram naquela espécie de rotategui tão criticada em tempos idos. 

É uma pena perder-se a essência e a verticalidade azul e branca na noites europeias. Estávamos em casa e em casa devemos sempre mandar nós. Essa "arrogância positiva" vai-se perdendo e com isso a nossa identidade. 

O encolhimento corre mal e nem sempre é Natal como se provou na Noite dos Namorados profícua em fraldas. 

Não vamos a lado nenhum se nos apequenarmos, quer com os árbitros, bem como as evidentes diferenças no valor dos plantéis. 

Não é este o caminho do Dragão. Os valores das Antas têm que regressar rapidamente e assumir a grandeza de quem ostenta com mestria e legitimidade sete títulos internacionais. Esse é o Futebol Clube do Porto e não aquela equipa que se deixou encolher pela força da vecchia signora.

Todavia, um portista é sempre um sonhador. E sonha tão completamente que acredita sempre numa transcendência como a de Roma ou de Milão. Não há que recear e postar os melhores entre os melhores!

E o desafio continua em modo Xadrez!

 

 

Força, Porto!

Hélder Rodrigues

20
Fev17

O jogo chave e a chave do jogo

Eduardo Louro

Mitroglou

 

Este era um dos jogos chave deste campeonato. Não tanto por ser em Braga, nem por ser já um clássico de elevado grau de dificuldade para o Benfica, até porque este Braga está muito à imagem de Jorge Simão: é mais bazófia. Este era, para o Benfica, um dos mais decisivos jogos deste campeonato mais pelas circunstâncias externas do que pelo próprio jogo. No estado em que as coisas estão, nesta altura do campeonato – aqui a expressão ganha todo o propósito –, as fichas caíam todas em cima deste jogo. O Porto, jogando na sexta-feira, tinha ganho e passaria para a frente desde que o Benfica não ganhasse. A actualidade da arbitragem, a fustigar sistematicamente o Benfica desde a última jornada da primeira volta e a beneficiar o Porto, muitas vezes de forma escandalosa, também faz das coisas o que elas são.

E vale a pena começar por aí. Esta XXII segunda jornada confirmou tudo o que tem vindo a acontecer desde o início do ano. Começou logo pelas nomeações, com o árbitro que abriu as hostilidades – Luís Ferreira, o tal dos três golos do Boavista – posto a dirigir o jogo do Porto, com o Tondela, e com o que expulsou e fez castigar Rui Vitória, Tiago Martins, mandado para Braga. E o que se viu no Porto foi por demais escandaloso, com o árbitro a desbloquear, nos últimos minutos da primeira parte, um jogo que não estava a correr de feição. Depois de perdoar ao Porto um penalti claro ofereceu-lhes um, inexistente. Depois de evitar a expulsão ao central portista, Filipe, expulsou um jogador do Tondela, numa jogada em que não só não cometeu nenhuma infracção como foi até agredido. Jogar contra dez já faz parte do guião do Porto. Já em Braga, nos primeiros vinte minutos do jogo, o árbitro não veria dois penaltis a favor do Benfica – carga sobre o Salvio dentro da área e, depois, um corte de um defesa bracarense com a mão – mas veria um fora de jogo inexistente para anular um golo limpo a Mitroglou.

Por todo este estado de coisas, que pelos vistos está para ficar, para o Benfica todos são jogos chave.

O Benfica entrou bem, a fazer lembrar o jogo da época passada, que ficou resolvido nos primeiros vinte minutos, mesmo que sem a mesma exuberância. Foi, mesmo assim, o melhor período da equipa e não tivesse sido o já referido dedo do árbitro – não se ficou por aí, por duas vezes interrompeu ao Benfica lances prometedores, como agora se diz, para assinalar faltas ocorridas lá atrás, em benefício claro ao infractor – o jogo teria voltado a ficar resolvido bem cedo. Mas como os penaltis não foram assinalados, o golo de Mitroglou não valeu e noutra ocasião o grego, só com o guarda-redes pela frente, na pequena área, rematou por cima, o jogo fechou-se. O Benfica, sempre com muito mais bola, não voltaria a ter grandes ocasiões para marcar. Nem o Braga, com uma única oportunidade em todo o jogo, no remate de Bataglia ao poste.

A segunda parte continuou intensa, com tudo – espaço e bola – muito disputado. O jogo, nem sempre bonito, manteve-se aberto. E emotivo. Sem que se vislumbrassem grandes desequilíbrios, nem mesmo quando o jogo começou a ficar mais partido, nem grande inspiração nos principais artistas, o nulo era uma ameaça séria. Faltavam dez minutos para os noventa quando, de quem menos se esperaria, saiu o lance de génio que resolveu o jogo. Surpresa só pela forma com “despachou” quatro defesas contrários dentro da área, porque na verdade só Mitroglou tinha a chave do jogo. Só ele podia marcar: o Benfica jogou muito, mas rematou pouco. Bem mais rematou o Braga, que jogou muito menos!

18
Fev17

Liderança por um Canudo

helderrod

A noite do Dragão começou fria e periclitante e a primeira parte só não foi mais surreal porque os azuis e brancos conseguiram marcar de grande penalidade, que tanto já está a dar que falar. É compreensível. É duro provar do veneno e sentir mesmo que ilegitimamente a dor dos outros. É manifestamente surreal o argumento do Pepa. O jovem treinador do Tondela foi manifestamente inoportuno no inconformismo, quer pela inadequação contextual , quer pela forma pouco convicta como pareceu querer reproduzir as dores de terceiros.

Após a evidente supremacia de um adversário que não perde há 19 jogos, somando agora a sexta vitória consecutiva no campeonato, é ridículo pôr em causa a justiça no resultado. Perante as dezasseis oportunidades claras de golo contra apenas uma por parte do Tondela, a evidência silencia o lirismo discursivo. Foi igualmente curioso que, na senda do surrealismo Pepista, Nuno Espírito Santo tenha respondido que é igualmente surreal o FCP falhar tantos golos de baliza aberta. 

 

Contra a Juventus, os avançados portistas não podem ser tão perdu

Digital-da-arte-da-fantasia-de-pintura-da-natureza

lários. A difícil tarefa europeia só poderá ser superada com uma maior eficácia. 

Todavia, na fria noite do Dragão os 32310 espectadores foram prendados com três excelentes golos nos quais a elevada qualidade foi evidente.

Desta forma, resta-nos esperar que a próxima noite europeia nos traga motivos bem reais para sorrir.

O topo é o lugar natural do FCP e é lá que merecemos estar na realidade!

Deixemos os surrealismos para as manchetes caliméricas dos próximos dias!

 

Força, Porto!

Hélder Rodrigues

15
Fev17

Sangue, suor e lágrimas

Eduardo Louro

Imagem relacionada 

Grande ambiente na Luz, à Champions. Grande jogo, intenso até mais não. Sofrido até não poder ser mais, neste regresso da Champions, no 500º jogo oficial de Luisão com o manto sagrado colado ao corpo.

O Borussia Dortmund é uma grande equipa, e tem um grande futebol, com uma dinâmica praticamente imparável. Ao Benfica restou resistir, sofrer e, tanto quanto possível, contrariar aquele futebol demolidor.

O Benfica sabia ao que vinha. Sabia que logo que a equipa alemã impusesse o seu futebol ficaria difícil contrariá-lo. E sabia que só tomando conta do jogo, e impondo o seu futebol próprio futebol, poderia retardar a entrada em funcionamento da máquina alemã.

Conseguiu-o durante os primeiros dez minutos, chegando a deixar pensar que conseguiria verdadeiramente discutir o jogo em todas as sua vertentes. E em todo o campo.

A verdade é que os restantes 35 minutos da primeira parte mostraram que não. O Dortmund encostou a equipa benfiquista à sua área, como no pugilismo se encosta o adversário às cordas. O Benfica não conseguia secar a fonte do futebol alemão, que alimentava as torrentes de ataque que apanhavam a equipa lá atrás, com as sucessivas vagas a rebentarem-lhe em cima.

Na segunda parte Rui Vitória deu a volta a este estado de coisas. Com a saída de Carrillo - não por ser Carrillo, nem porque estivesse pior que os outros - e a entrada de Filipe Augusto (o Samaris a perder espaço) permitiu que Pizzi subisse no terreno e, mesmo sem a secar, condicionar a nascente do futebol do Borussia, ali pelos lados do central Bartra. E assim o Benfica voltou a entrar melhor, voltou a discutir o jogo e, com a sorte que nestas coisas faz sempre falta, chega ao golo.

Este período voltou a não durar mais que dez minutos. Mas a torrente do futebol alemão nunca mais foi a mesma. E depois surgiu Ederson em todo o seu explendor, defendendo tudo. Até um penalti. E garantindo um resultado que é tão obviamente bom quanto provavelmente insuficiente para repetir os quartos de final da época passada.   

No fim ficou uma alegria imensa. Como a chama. E as lágrimas do capitão, do senhor 500, a juntar ao suor de todos, e ao sangue de Lindelof e Ederson...

 

11
Fev17

Batalha Afonsina

helderrod

Apetece dizer que o FCPorto diminuiu a desvantagem para um ponto. E esse é o ponto. A luta pelo campeonato está renhida, o que torna o Dia de Clássico desta temporada ainda mais interessante. Aproveito desde já para saudar os meus "convloggers" deste espaço do qual tenho a honra de poder fazer parte.

Na verdade, hoje não estávamos em Junho de 1128, mas o jogo disputado com os vimaranenses mais parecia a célebre Batalha de São Mamede. Todavia, não houve nenhum confito geracional, nem familiar. Assistiu-se, isso assim, a uma excelente partida de futebol, não pela sua espectacularidade mas pela extrema competitividade plasmada pelos jogadores de ambas as equipas.

Numa primeira parte intensa a meio campo, valeu o sentido de oportunidade de Soares que muito respeitosamente facturou contra a antiga equipa. Tratou-se de um desafio muito físico que se adivinhava difícil. O onze inicial gizado por Nuno Espírito Santo antevia essa tracção apontada a miolo e isso quebrou a vertente mais bela e romântica deste FCP. 

A razão parece querer sobrepor-se ao coração azul e branco de quem gosta de bom futebol. Porém, o futebol pragmático está a dar pontos fundamentais na luta pelo título. 

Assim continuou a segunda parte. Uma postura firme perante um Guimarães que forçava, mas que encontrava a parede defensiva dos azuis e brancos. Até o Brahimi se bateu com bravura naquele denso povoamento no centro do terreno. 

No meio de um Xistra (que mais parecia o bobo meio perdido na corte) pouco equitativo no capítulo disciplinar, as alterações procedidas pelo FCP romantizaram um pouco a segunda metade da segunda parte. Com Corona e sobretudo com Diogo J (um DJ que fez com que a música fosse outra) bem mais abertos nas alas, os Dragões criaram mais oportunidades de golo, concretizando um e trazendo uma maior justiça ao resultado.

Desta vez, o Afonso perdeu, mas vendeu bem cara a derrota nuns saporíssimos três pontos conquistados aos conquistadores.

E assim se constroem os campeões. Na raça (como diria o grande Cândido Costa) e na irreverência da juventude. Parabéns às equipas. Parabéns ao FCP!

 

É já na sexta com o Tondela. E venha de lá agora esse Viriato de Viseu para mais uma dura batalha rumo ao título!

 

Força, Porto!

Hélder Rodrigues

VSCFCP1617.jpg

 

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