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Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

27
Mar17

Macacadas legalizadas

Dylan

Só neste país se permite criar uma claque de futebol com o pretenso fim de apoiar a Selecção, com o alto patrocínio da Federação Portuguesa de Futebol. Eu sei que a FPF tem uma responsabilidade social, mas contratar cadastrados, desocupados e comilões de subsídios para irem ao estádio do anfitrião, escoltados pela polícia, insultar o clube e os adeptos que os acolhem em casa, é imperdoável. Se querem casa própria vão para a novíssima Cidade do Futebol, no Jamor, praticar as macacadas habituais de quem enche o peito e se diz "legalizado".  

25
Mar17

E Pluribus Carpideirum et Calimerum

helderrod

Carpideira é uma profissional feminina cuja função chorar para um defunto alheio. É feito um acordo monetário entre a carpideira e os familiares do defunto, a carpideira chorava e mostrava seus prantos sem nenhum sentimento, grau de parentesco ou amizade. Existiam desde os tempos de Cristo, mas quem iria imaginar que sobrevivessem até os dias de hoje? No Brasil, são poucas as profissionais, principalmente no Nordeste, das quais se exige talento para chorar copiosamente e, mais do que isso, sensibilidade.

 

É um pouco isto.

Após um início optimista onde advogavam o conluio com a estruturas do futebol. Era tudo uma alegria para os lados da Luz.

Agora, ao sentir o aperto e a pressão de um FCP mais unido e coeso, lembraram-se do amuo e do papel de coitadinhos. Isso fica mal. Roça o ridículo e o expoente máximo da ingratidão perante quem foi protector e prestador de serviços de colo e baby sitting.

 

Será que os verdadeiros e grandes benfiquistas vão nesta conversa propagandística?

Não será mais importante questionarem por que razão Jardel, Lisandro Lopez, Jimenez e até Rafa não jogam?

 

Nada tenho a ver com isto como portista, mas será que os benfiquistas a sério não deverão colocar a palhinha propagandística de lado? 

Pensem nisso. 

 

 

Força, Porto!

Hélder Rodrigues

 

carpideiras3.jpg

 

19
Mar17

Até Parecia Mentira!!!!!

helderrod

Já não chegava o enorme polvo? Para além disso, ainda foi preciso enfrentar a miríade de chocos fiteiros no Dragão. A verdade é esta. Hoje foi dia 19, mas já parecia o primeiro de Abril. O resultado foi uma mentira. Neste empate, houve um vencedor: a mentira. A mentira de quem se atreveu a dizer que eram "favas contadas", após o empate dos encarnados na Mata Real. A mentira de quem começa um jogo a queimar tempo aos três minutos. É lamentável não poder haver castigos para aquilo que o Varela (guarda-redes que teve ou ainda tem ligações ao Benfica) começou a fazer. Sempre que sofria um contacto na grande área, deixava-se cair e quebrava o ritmo de quem queria ganhar. Finalmente, a mentira de que assistímos a uma boa arbitragem. Houve pelo menos duas grandes penalidades por assinalar no Dragão. 

Num final de tarde à moda antiga com muitas famílias e com um Dragão com 49417 espectadores, foi frustrante ver apenas um golo concretizado (e que golo) por Corona na primeira parte. As oportunidades desperdiçadas pelo ataque portista onde se incluiu uma bola no poste de Marcano prometiam uma segunda parte de espectáculo.

Porém, o Vítória de Setúbal consegue o seu golo na única vez que se aproximaram da baliza, numa infeliz escorregadela de Felipe. As preces e as figas de milhões surtiram efeito.

Ficou a sensação de que o FCP esteve tempo a mais a trocar a bola longe da área e o critério trabalha-se em deterimento das vitórias morais. 

Por vezes, a carne deve ir toda para o assador, mas só assa quando está perto das brasas e, depois do cabeceamento ao poste de André Silva, que acabou por ser incompreensivelmente substituído numa altura em que era necessária a sua presença na frente de ataque, o FCPorto andou perto mas a verdade da mentira é que não houve mais golos.

A possibilidade de irmos à Luz em vantagem esfumou-se numa desenfreada jornada da Liga que será interrompida pelos trabalhos da Selecção. Isso será positivo para quem precisa de recuperar jogadores e condição física. Já para o Porto, que tem imensos jogadores nas respectivas importará que todos regressem intactos para fazerem o que ainda não foi feito nesta jornada.

Uma palavra para a equipa de José Couceiro que, como me dizia um amigo portista, correu bastante durante o jogo, particular destaque para a sua equipa médica. Será mesmo a equipa médica com mais quilómetros percorridos na História do futebol português! Cheguei mesmo a temer que os médicos fossem eles também pedir assistência ao Nélson Pulga e seus pares.

Agora não há nada a fazer. Há que acreditar que a verdade possa perdurar naquele aguardado dias das mentiras e o Futebol Clube do Porto possa marcar, esteja ou não operacional o sistema de iluminação e o de rega. São boas as estórias vividas naquele salão de festas! A ver vamos!

 

Força, Porto!

Hélder Rodrigues 

 

P.S. E quem não salta assume a identidade de uma lâmpada de grande dimensão!

IMG_20170319_175159.JPG

18
Mar17

O copo, o cântaro e a asa

Eduardo Louro

O Benfica não conseguiu marcar um golo na Mata Real e perdeu dois pontos antes de receber o FC Porto

 

Podemos sempre dizer que o copo está meio cheio. Que o Benfica saiu hoje de Paços de Ferreira com mais um ponto, e que aumentou para dois a vantagem sobre o seu perseguidor. Mas o mais provável é que o copo esteja vazio, nem sequer meio vazio!

O mais provável é que ao fim de 7 meses, e 21 jornadas depois, o Benfica ceda a liderança. O que acontece precisamente na pior altura em que podia acontecer: na jornada que antecede o clássico mais aguardado dos últimos anos, mas a duas semanas desse clássico. É que se fosse logo a seguir... Assim, se o Porto amanhã passar para a frente, chega à Luz depois de duas semanas na liderança. E sabe-se como isso pode criar habituação... quando há um tetra para conquistar...

A verdade é que o empate desta noite na Capital do Móvell nos deixa aquela ideia do cântaro, que tanta vez vai à fonte que um dia terá mesmo de lá deixar a asa. O Benfica estava a ir muitas vezes à fonte, e aconteceu ser hoje o dia de lá deixar a asa.

Quer dizer, os jogos estavam todos a suceder-se igualzinhos, com os adversários sempre a jogar da mesma maneira, lá atrás, muitos fechados, com duas linhas defensivas muito baixas e muito juntas e a disputarem cada bola como se fosse a última, Perante isso, e com o Benfica sempre com a mesma receita, cada adversário tinha sempre uma percentagenzinha de êxito maior que o anterior. Daí que num dia destes a asa lá tivesse de ficar!

Hoje o Benfica asfixiou o adversário, durante toda a primeira parte. O Paços não saiu lá de trás, e nem precisava de saber o que havia de fazer á bola, porque simplesmente nunca a tinha. Nenhuma novidade: tem sido assim contra todos os últimos adversários. Só que, desta vez, nada de golos. Pior, oportunidades de golo, apenas duas, uma delas num remate espectacular ao poste do mais inconformado dos jogadores do Benfica - Eliseu.

Pois é, tanto domínio, tanta asfixia e tanta bola - mais de 75% - não deu para mais que duas oportunidades de golo. E falhar duas oportunidades de golo, acontece. É normal. O que não é normal, nem pode acontecer a quem quer ganhar o campeonato, é desperdiçar todas as oportunidades de golo construídas. 

Na segunda parte o jogo nem pareceu muito diferente. Mas foi. Durante os 10 minutos que mediaram entre os cinco e os quinze o Paços não se remeteu apenas à defesa, e obrigou o Ederson a três defesas - se não estou em erro mais que todas as que o seu colega do outro lado teve de efectuar em todo o jogo -, uma delas enorme e outra enormíssima. E depois disso o Benfica chegou mesmo a jogar mal. Por isso a segunda parte não deu mais que uma clara oportunidade de golo, precisamente no último lance do jogo. Por acaso na única bola parada cobrada com algum jeito!

Aí está. No meio de tanta falta de estrela e de estrelas, com tantos jogadores em baixo de forma - Salvio não é apenas um caso gritante, é também um caso intrigante - tem que se ir buscar aos lances de bola parada as oportunidades que, de outra forma, se não conseguem criar. É verdadeiramente confrangedor o desprezo que a equipa técnica do Benfica revela por estes lances. 

Entre cantos e livres, laterais e frontais - não me lembro de um jogo com tantos livres em zonas com tanto potencial - o Benfica dispôs para aí de vinte lances de bola parada. Todos cobrados por Pizzi. Todos marcados da forma mais óbvia, sempre com o adversário confortável. A excepção foi o útimo lance do jogo, para que esta inexplicável falha ficasse mais fresca na memória do jogo. O segundo - depois de Setúbal, com este mesmo árbitro, a quem desta vez não há nada a apontar - em que o Benfica não marcou!   

 

PS: Só bem mais tarde me apercebi que, no último lance do desafio, o Jonas foi empurrado. O empurrão não o impediu de fazer tudo quase bem - tudo bem seria se a bola tivesse entrado em vez de subir um tudo nada - mas que não deixou de ser penalti. Na última jogada, como em Setúbal... Há por isso muita coisa a apontar. Ao àrbitro e à Sport TV,como é habitual!

14
Mar17

"Antipasti" Rossa

helderrod

E pronto. Assim termina mais uma aventura nas imensas presenças europeias do grande Futebol Clube do Porto. É de um grande europeu de que estamos a falar. Tal como a Juve, também o Porto já venceu a Champions por duas vezes, adindo os cinco restantes títulos internacionais.

Por sermos Grandes, chegámos muitas vezes aos oitavos e até aos quartos de final da Uefa Champions League. Essa grandeza portista não pode ser traída pelos estigmas e pelos complexos de inferioridade, sejam eles numéricos ou não.

É por isso que me refiro às "antipasti" (que são as entradas na cozinha italiana). Como é óbvio, o problema do FCP não foi gastronómico. As "entradas" no Dragão e o "rosso" de Maxi condicionaram a eliminatória.

Obter duas expulsões (uma em cada um dos jogos) foi dilacerante para os intentos do FCP.

A equipa entrou super personalizada em Turim e os primeiros 25 minutos prometiam uma segunda mão competitiva. Porém, esta maleita das expulsões em jogos decisivos nos confrontos a eliminar não quer desgrudar do destino azul e branco.

Num onze inicial que deveria ter sido utilizado logo na primeira mão sem complexos lamenta-se a ausência do Corona que encaixava na perfeição neste contexto competitivo. Lamenta-se o facto de não ter sido punido o agressor do Bessa, o qual deveria ficar impedido de jogar até que o seu colega lesado fizesse o seu primeiro jogo oficial. Nada. Isso só serviu para o Paulinho Santos. 

Na verdade, a asa direita esteve um pouco debilitada e isso permitiu que o Alex Sandro pudesse subir sempre à vontade. Ter-nos-á faltado um pouco de acutilância (mesmo após a expulsão indiscutível de Maxi). O objectivo era marcar (Soares e Diogo J) estiveram muito perto de o conseguir, mas o Grande Porto podia ter arriscado um pouco mais. Não tinhamos nada a perder. 

Terá faltado, por ventura, criar-se muito mais perigo em lances de bola parada e não ter complexos. A única inferioridade no futebol só se traduz nas expulsões. Fica a sensação de que a Juventus estaria ao alcance deste FCP.

Contudo, deixo uma palavra de apreço aos 2300 adeptos portistas presentes no Juventus Stadium que, esses sim, apesar de estarem em inferioridade numérica, não tiveram complexos e cantaram bem alto o nome do nosso FC Porto. O Grande e inconformado Futebol Clube do Porto de outros tempos. 

Uma palavra também para Iker Casillas que, neste jogo, superou Maldini e Xavi com 175 presenças em jogos europeus. Verdadeiramente impressionante.

Em suma, é sempre importante pensar que jamais poderemos dar passos em frente se estivermos sempre a olhar para trás!

Agora, foco máximo na Liga Portuguesa, mas a jogar sempre com os melhores. Somos Grandes!

Força, grande Porto!

Hélder Rodrigues

 

E QUEM NÃO SALTA, OSTENTA UMA LÂMPADA GRANDE NA MÃO!

 

13
Mar17

Boa noite, Sr Jonas!

Eduardo Louro

Resultado de imagem para benfica belenenses

 

Os adeptos benfiquistas reagiram bem à desolação de Dortmund e mostraram à equipa que estão sempre lá, que acreditam nela e que nunca a deixarão sozinha. Numa segunda-feira, lá estiveram mais 54 mil, a passar a barreira do milhão na Luz, nesta época.

Pode dizer-se que também a equipa reagiu bem à derrota pesada, e à eliminação da Champions, mesmo que tenha voltado a levar o interruptor para o campo. É verdade, o Benfica voltou a ligar e desligar o interruptor do jogo.

Entrou muito forte, amarrando o Belenenses lá atrás, sem lhe dar tempo para respirar. Foi assim durante os primeiros vinte minutos, com futebol de grande qualidade. Rendeu um golo, a terminar o primeiro quarto de hora, pelo improvável André Almeida, com um feliz regresso à lateral direita, agora por lesão de Nelson Semedo, mais uma a juntar à infindável e já crónica lista de lesões. Nos 5 minutos seguintes o Benfica continuou à procura do golo, mas depois desligou.

É certo que não permitiu ao Belenenses sequer um remate. E também certo que não há equipa que consiga manter aquele ritmo durante a maior parte do jogo, quanto mais no jogo todo. Mas ninguém gostava do que via, até porque se via que, deixado mais à vontade, o Belenenses sabe jogar à bola.

O início da segunda parte parecia indicar que o interruptor continuava na posição off. O Belenenses entrou bem, a dizer que estava ali para discutir o jogo e vender bem cara a derrota. Durou cinco minutos, e acabou com uma bola no poste da baliza de Ederson. Na resposta o Benfica faz o segundo golo, soberbo, por Mitroglou. E o interruptor voltou a ligar-se, seguindo-se mais vinte minutos de belas jogadas de futebol, quase sempre desperdiçadas por mais um toque, mais um enfeite, mais um pormenor de requinte. Quase sempre de Jonas, mas nem só de Jonas...

Não foram vinte minutos iguais aos primeiros. Foram completamente diferentes, mas com o mesmo resultado - um golo, de novo excelente, por Sálvio. Estranhamente, já com o resultado em 3-0, o jogo partiu-se, deixando admitir que podiam vir aí muitos golos. E podiam ter vindo, oportunidades não faltaram. Nem ao Belenenses!

Acabou por dar apenas um. Mais um bonito golo, finalmente de Jonas. Que deixou uma boas notícia: está de volta. Que seja para ficar até ao final da época!

10
Mar17

O Bella, o Monstro, o Toucinho e a Velocidade num passadiço triunfante.

helderrod

E lá foram pela corrente do Paiva os 50 mil euros prometidos...ficaram por lá.

Num jogo com um lançamento sui generis por parte do peculiar Manuel Machado que se referiu a Soares em moldes menos adequados (no fim ficou tudo bem e o 29 do FCP até lhe cedeu a camisola), lembrei-me de uma das mais belas metáforas do futebol português. Um dia, o técnico do Arouca disse que algo era tão diferente como se estivéssemos a comparar o toucinho da velocidade. Hilariante. Hoje o FCP foi a velocidade e o Arouca o toucinho sem fazer um único remate enquadrado à baliza de Casillas que também no Futebol Clube do Porto acaba de fazer algo que nunca tinha feito antes no Real Madrid: Casillas está há dezasseis jogos sem sofrer golos para o Campeonato Nacional. Os melhores do mundo podem também resplandecer no melhor clube português.

A história deste jogo é simples. Um FCP mandão, com um extraordinário Brahimi e um fenomenal Óliver, só pôde gerar oportunidades para os goleadores, nos quais se incluiu um soberbo Danilo. Esse "monstro" fazedor de golos não pára de nos surpreender. É um verdadeiro trabalhador em campo com muita "ratice".

É em Soares e seus companheiros que eu ainda acredito numa jornada brilhante na Champions em Turim. Já calámos San Siro, Old Trafford, Lyon, Roma em noites memoráveis. Chegou a vez do novíssimo estádio da Vecchia Signora. Eu acredito! 

Será importante apagar a péssima imagem deixada pelo clube daqueles que ostentam as lâmpadas na alcunha para não ferirmos a sensibilidade dos legisladores, cujo banho de bola só foi disfarçado por uma vergonhosa taça encomendada pelos amigos da liga que se lembraram de gerar um troféu tríptico e absurdo.

ESPERO QUE ESTEJAM JÁ A PREPARAR O TROFÉU COMEMORATIVO DOS 60 ANOS DO ÚLTIMO TÍTULO INTERNACIONAL. MAS FAÇAM UMA COISA BONITA COM UMA FOTO DO BELLA. 

 

Força, Porto! 

Tu jamais caminharás sozinho!

Hélder Rodrigues

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09
Mar17

Desolador

Eduardo Louro

O mais e o menos do Dortmund-Benfica (e um P.S.)

 

 O Benfica saltou fora da Champions. Não conseguiu, desta vez, chegar aos quartos de final, que é mesmo o máximo que o futebol actual permite às melhores equipas que não sejam espanholas ou alemãs. Ou inglesas, vá lá... 

Era esperado. Em boa verdade, se o resultado da primeira mão, na Luz, podia legitimar algumas esperanças, a exibição, não. E mais esperado se tornou quando, logo na abertura do jogo, o Borússia marcou, e anulou a única vantagem que o Benfica trazia.  

Desolador é o resultado, 4-0 é uma derrota pesada. Sem atenuantes, mesmo que o jogo não tenha tido nada a ver com o da primeira mão. Mesmo com aquele golo logo de entrada, o Benfica não foi trocidado, como então tinha sido, dividiu o jogo com o Borússia, e equilibrou até as diferentes variáveis estatísticas do jogo, em particular a posse de bola e os remates. Chegou até a superiorizar-se à equipa alemã em grande parte do jogo, durante os três quartos de hora que mediaram entre o primeiro e o quarto. Aí, à entrada do segundo quarto de hora da segunda parte, em dois minutos o Borússia fez dois golos. De rajada, sem dó nem piedade, como que a apresentar a factura da Luz!

O Benfica acabou por pagar, com juros, a ineficácia de Aubameyang na Luz. Hoje fez três, não perdoou nenhuma. Até em fora de jogo valeu...

Mais desolador que a goleada, é ficarmos com a ideia que, maior que a diferença entre as individualidades, é a diferença para o colectivo. E essa diferença resulta de trabalho táctico, de mentalidade, e de dinâmica de jogo. E isso não custa tantos milhões como os jogadores!

Uma nota para a sensacional remontada do Barça: virou em Barcelona, com 6-1, a derrota de 0-4 de Paris. Nunca tinha acontecido. Mas aconteceu. O impossível aconteceu com três golos aos 88, aos 91 e aos 95 minutos. Mas também com a mão do árbitro, com inequívoca participação no milagre.

Em Dortmund, também se deu pelo árbitro, que poupou a expulsão a Dembèlé, e deixou um penalti por marcar a favor do Benfica. Mas nada que se parecesse com o passou em Barcelona... 

07
Mar17

É preciso mais

Daniel João Santos

O Benfica, graças ao comportamento das claques vermelhas em Santa Maria da Feira,  levou cerca de 16 mil euros de multa. Depois do que eu assisti ao vivo no Marcolino de Castro,  espectáculo vergonhoso na banca sul, mesmo que o clube Benfica seja inocente, considero que a Liga tem de ir mais longe na penalização dos responsáveis pelo vandalismo. É urgente a eliminação dos estádios de futebol da praga de bichos rastejantes que por ali andam.

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