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Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

07
Mar17

Bardamerda, disse ele

Dylan

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 "Acordem e estremeçam", disse o presidente do Sporting na sua arrogância característica, depois de ser empossado para um segundo mandato. Confesso que depois do brilhante pecúlio de uma Taça de Portugal e uma Supertaça em quatro anos, o discurso podia ser mais humilde, apaziguador, cortando com o passado conflituoso onde afrontou meio mundo, mas "bardamerda para todos aqueles que não são do Sporting"!  Realmente o país ficou em sentido, já tínhamos visto um elemento de claque chegar a presidente do clube, nunca tínhamos visto um assalariado do clube transformar-se em chefe de claque com oratória de latrina.

05
Mar17

Dar o nome aos bois

Daniel João Santos

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O jornal "Publico" analisa o jogo Feirense vs Benfica e coloca no negativo esta pérola. Quando digo pérola tem a ver com a ausência, acredito que propositada, da identificação das claques. Pois as claques eram as do Benfica. Os Civitas Fortíssima, claque do feirense, não teve nada com isso. Para agradar a clientela, possivelmente, o "Publico" generaliza e não dá os nome aos bois. Os bois, digo a coisa literalmente, estavam bem identificados e colocados na bancada sul do estádio.

05
Mar17

Um jogo selvagem

Eduardo Louro

 

Muito difícil, este jogo do Benfica em Santa Maria da Feira. Esperavam-se dificuldades, mas não tantas como as que o jogo apresentou. Pelo campo, que é sempre difícil, a que a chuva trouxe ainda mais dificuldades, e pela própria equipa do Feirense, muito bem trabalhada pelo seu jovem treinador. Nuno Manta é certamente mais um valor a despontar no futebol nacional, na linha de Marco Silva, e de mais um ou dois que por cá vamos tendo oportunidade de apreciar.

Comecemos por aí, para dizer que, à parte a motivação extra que sempre representa defrontar o Benfica, os jogadores do Feirense correram como poucos, jogaram no campo todo, raramente se remetendo à exclusiva defesa da sua área, e fizeram tudo isso com grande qualidade, individual e colectiva.

A equipa do Feirense tornou o desafio num jogo selvagem, completamente indomável. Um jogo que nunca se deixou controlar, porque só se consegue controlar um jogo depois de controlar o adversário. E o Feirense nunca se deixou controlar, mesmo com o Benfica a ter a bola em na sua posse durante dois terços do tempo de jogo.

Se a tudo isto juntarmos, mais uma vez, as muitas ausências - desta feita faltaram o maior desiquilibrador (Nelson Semedo), o maior equilibtrador (Fejsa) e o de maior classe (Jonas), que só entrou na parte final - temos o quadro completo das enormes dificuldades que hoje o Benfica encontrou.

Na primeira parte nem o Benfica foi superior ao Feirense, nem teve muito mais oportunidades de golo. Ao contrário do adversário o Benfica proveitou, com o golo de Pizzi já perto do intervalo, uma das duas ou três oportunidades que criou. 

Na segunda parte, à excepção de cerca de 10 minutos ali pelo meio, a superioridade do Benfica foi clara, mesmo que nunca lograsse o domínio absoluto do jogo. O Feirense não dispôs de mais que uma oportunidade de golo, naquele canto que levou a bola até ao pé esquerdo do Ederson, que só a segurou depois de já a ter procurado dentro da baliza, enquanto o Benfica despediçou uma enorme séria de oportunidades claras. Três ou quatro, só à conta de Mitroglou.

Se a primeira parte deu ao jogo o golo de que se fez a vitória, a segunda deu-lhe os argumentos para a justificar.

O que se não justifica, não se aceita, nem se desculpa, é o comportamento de alguns adeptos que estavam atrás da baliza do Feirense na primeira parte. Envergonha-nos a todos, Envergonha-me a mim!

04
Mar17

A Meia Dúzia de Abade e uma Estória para Contar

helderrod

Hoje fez-se História no Dragão. Para além da oitava vitória consecutiva no campeonato, igualando a sequência triunfante de André Villas Boas o Futebol Clube do Porto registou hoje (4 de Março de 2017) a maior goleada da História do Estádio do Dragão.

Mas mais importante do que isso, foi a estreia do Tiago. Um debutante no Dragão com 5 anos de idade que viveu uma miríade de emoções.

Com efeito, após o primeiro golo de Oliver Torres, o jovem Dragão chorou copiosamente por ter assistido ao vivo àquela suprema emoção do golo. Foi efectivamente um momento marcante digno de registo, porque aquele Tiago parecia o Hélder radiante nas Antas a viver igualmente um triunfo sobre um fortíssimo Vitória de Guimarães. Jamais esqueci e, com certeza, o Tiago nunca mais esquecerá aquele golo de Oliver (como se fosse uma série de animação sobejamente conhecida). Hoje o FCP ganhou mais um Dragão! E que Dragão...

Mas hoje houve meia dúzia de abade frente ao Nacional da Madeira. É meia dúzia de abade, porque essa dúzia de abade vale treze, nomeadamente 12 (da dúzia) mais a unidade extra determinada para o senhor abade. E foram 7.

Num jogo que estava meio emperrado na primeira metade da primeira parte, o encolhido Nacional da Madeira ia segurando as tentativas de ataque pouco criteriosas dos azuis e brancos. 

É por isso que o futebol é um desporto diferente. Foi nessa fase algo confusa que os Dragões conseguiram dois golos antes do final da primeira parte. Perante isso e um endiabrado Brahimi, o Porto foi conseguindo marcar em quase todas as oportunidades criadas. Essa elevada eficácia permitiu que a equipa seja agora o melhor ataque e a melhor defesa da primeira liga.

Como tal, foi mais que pertinente o apelo dos adeptos (os que ficam sempre até ao fim) que em uníssono gritavam: "Eu quero o Porto "Campeom"...

É isso que peço. Um FCP forte e campeão, não só por mim, mas principalmente pelos milhares de "Tiagos" que hoje estiveram pela primeira vez no Estádio do Dragão!

 

Vamos, Porto!

Hélder Rodrigues

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03
Mar17

O dia da divisão

Daniel João Santos

Amanhã será um dia difícil para mim. Com o Marcolino de Castro (estádio do Feirense) esgotado, já com bilhete na mão, vou estar na bancada central dividido. De um lado o meu clube de sempre: Benfica. Do outro lado o clube da terra onde eu escolhi viver e que aprendi a amar: Feirense.

Estou aqui que não posso.

02
Mar17

Burros, mas não tanto.

Daniel João Santos

O restaurante de Armindo Ferreira, pai de Jorge Ferreira (árbitro do Estoril-Benfica), Taberna da Esquiça, em Fafe, foi esta madrugada vandalizado. Na parede do estabelecimento surgem as inscrições 'SD' e 'Aqui venera-se Calabote 86'.

Vandalizam e assinam por baixo. Tenho uma péssima imagem das claques dos grandes clubes. No entanto, apesar de tudo, não acredito que sejam assim tão burros.

 

01
Mar17

Chega de choradinho

Daniel João Santos

O choradinho das arbitragens já mete impressão. Por cá continuamos a justificar maus resultados com as arbitragens. Gritaria, ameaças e afins, são o prato de cada dia. 

As afirmações do Benfica são de envergonhar. No inicio da época dizia-se que o Benfica era prejudicado, mas não fazia mal porque jogava muito e marcava muitos golos. Diziam, grande parte dos benfiquistas, que o Porto e o Sporting deveriam fazer o mesmo: jogar e marcar muito, não se queixando das arbitragens.

Hoje, para o lado da Luz, o discurso mudou e o choradinho benfiquista fica mal para um clube da dimensão do Benfica. Pois, regressem é aos grandes e bons jogos. Não se pode ser grande imitando os pequenos clubes de bairro.

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