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Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

22
Ago15

Hipnose Insular

helderrod

As idas do FC Porto à Madeira têm sido bastante atribuladas. Há ali qualquer coisa sobrenatural de índole exógena que condiciona o desempenho da equipa portista na ilha. A presença de muitos adeptos benfiquistas mesclados com puros maritimístas não pode nem deve ser factor de desconcentração. O que é facto é que o FC Porto entrou a perder num lance infeliz de Cissokho e só depois de muito esforço é que conseguiu o empate. 

No segunda metade, o FCP mexeu cedo e mexeu bem mas lá surgiu de novo aquela espécie de hipnose insular que bloqueou a veia goleadora de Aboubakar que teve tudo para marcar e fazer a reviravolta.

Para além de tudo isso, ainda se associou o azar, uma vez que 3/4 da bola estiveram dentro da baliza. Faltou provavelmente 1/4 de colinho a Maxi para trazer três pontos para o Dragão.

Não obstante estes factores, este jogo só vem provar que a competividade deste campeonato desencadeia-se não raras vezes nas deslocações forasteiras dos grandes. 

Como tal, o factor casa é fundamental para estas equipas de segundo plano. Assim é de lamentar que, após os empates de Sporting e FCPorto, o SLB se veja livre de se deslocar a um terreno claramente difícil lá para os lados curvos de Arouca e possa jogar num Estádio que lhe é claramente favorável permitindo que possa aquistar dois pontos de vantagem ante os seus rivais mais directos.

Esta situação parece-me injusta e desigual. Das duas uma. Ou o Arouca assume que vai jogar todos os jogos em Aveiro, pondo todas as equipas em pé de igualdade, ou então que abdique de jogar na Liga Principal por falta de condições financeiras. A par da questão dos jogadores emprestados (que já está bem resolvida) é importante reflectir sobre a equidade destas manobras de diversão de encaixes financeiros promotores de inverdade desportiva. Lamento o silêncio da generalidade dos órgãos de comunicação social que não promovem reflexões sérias sobre esta incongruência.

Hoje, por exemplo, JJ fica a perceber a diferença entre quem empurra na Luz e quem empurra noutro estádio qualquer. Na semana passada, o Luisão faz uma falta bem mais evidente do que João Pereira e não viu marcada a grande penalidade. Percebes agora a diferença, Jesus? Quando não andas ao colo sujeitas-te como os outros.

Importa reiterar o silêncio sobre a inexistência de quaisquer movimentações que visem a responsabilização de telefonemas suspeitos de Vítor Pereira ao árbitro Marco Ferreira. Aí é que reside a verdadeira espionagem. Trata-se da hipnose acicatada pelo futebol.

Força, Porto!

Hélder Rodrigues

20
Ago15

SMS para o meu querido Proença!

helderrod

Pedro, Sei que és um moço cuja seriedade é directamente proporcional ao gasto do gel que plasmas no teu cabelo. Por isso, e porque conto com a tua seriedade, espero que o precedente que se abre para levar o jogo Arouca-Benfica para Aveiro seja estendido a todos os outros jogos da Liga NOS. Caso contrário, tornas-te em mais um falhado que se cala com tamanha falta de equidade. Um abraço, Hélder Rodrigues

15
Mar15

Com dez às duas por três e um Perfeito Estranho outra vez

helderrod

Um perfeito estranho veio hoje ao Dragão. Um tal de Jorge qualquer coisa veio apitar um sério candidato ao título. Há no entanto a queda de um mito. Aquele que muitos semanalmente procuram enfatizar. Aquela ideia de que os pequenos são sempre prejudicados. Tem havido imensos penalties que ficaram por marcar a favor do Porto. Ao contrário da época passada na Luz em que só um penalty inventado por Sulejmani permitiu o empate do SLB ante o Arouca, nesta época surgem árbitros pequenos que protegem os mais pequenos no Dragão. Se a expulsão de Fabiano é francamente discutível, considerando a proximidade de Ricardo no lance, já o penalty sobre Quaresma é inequívoco. Todos os penalties são para se marcar... Toda a conjuntura acicatada pela madrugadora expulsão do guarda-redes do Porto permitiu uma forte reacção estratégica de Lopetegui. O treinador Basco deu um sinal fortíssimo à equipa, para que a mesma percebesse que era imprescindível ir para cima do Arouca para conseguir os inevitáveis três pontos e continuarmos na luta! Se à partida a saída de Ricardo podia ter sido discutível, a mesma foi fundamental para jogarmos tudo na busca do golo. Foi com o regresso de Helton à Liga a um dia de marcar o ano da sua ausência que o Porto continua sem sofrer golos em sete jogos, quebrando recordes. Foi ele também fundamental ao defender superiormente um remate do jogador do Arouca que recebe um cruzamento de um colega em claro fora de jogo. O Perfeito Estranho parecia um mercenário da Onda Vermelha dos descontos e do histerismo colectivo. Apesar de tudo, o Porto ganhou e está na luta para a conquista de mais um campeonato que está difícil, mas não impossível. Tal como cri anteriormente, continuo a crer no meu FC Porto para conquistar mais uma época de ouro!

Força, Porto! Hélder Rodrigues

08
Mar15

Fazer história não é contar "estórias"...

Eduardo Louro

Arouca-Benfica, 1-3 (destaques)

 

Foi um bocado parecido com o do Moreirense, há duas semanas atrás, este jogo do Benfica com o Arouca. Então, como hoje, o Benfica perdia ao intervalo. Hoje, como então, o Benfica virou o resultado, passando do 0-1 para o mesmo 3-1, final. Tudo muito igual. Apenas mudou o protagonista maior do jogo, o responsável pela reviravolta. Que, para uma certa gente, em Moreira de Cónegos foi o árbitro e hoje, em Arouca, foi o guarda-redes Goicoechea!

O jogo começou praticamente com o golo do Arouca, logo aos 7 minutos, na primeira vez que a equipa passou a linha do meio campo, por dupla obra e graça do Eliseu. Se o Jorge Jesus continua a apostar nele – e tudo aponta nesse sentido – tem que o pôr a jogar de luvas, como o João Alves. É a única forma de evitar que a sua impressão digital fique marcada em todos os golos sofridos pelo Benfica!

A partir daí veio ao de cima a estratégia do Arouca que, para além de um relvado seco e cheio de areia, uma espécie de limitador de velocidade, passava por defender com toda a gente lá atrás, levar o jogo para o pontapé para o ar e daí para o despique individual. Sempre que os jogadores do Benfica conseguiam contrariar isso, punham a bola no chão e tentavam jogá-la eram placados, como se o jogo fosse de rugby e não de futebol. Nas quatro ou cinco vezes que conseguiram fugir dos pés, dos braços e das mãos dos jogadores do Arouca, criaram outras tantas oportunidades de golo. Mas então lá estava de novo o ferro da baliza – confirma-se, o Benfica é, de longe, também o campeão das bolas nos ferros – ou a defesa impossível do guarda-redes uruguaio do Arouca. O tal que viria depois a ser o réu!

Dificilmente a estratégia montada pelo Pedro Emanuel – que há muito, desde que o Ulisses Morais desapareceu de cena, considero o pior treinador do campeonato, como aqui tenho repetidamente referido – poderia dar resultados na segunda parte. A arbitragem de Vasco Santos evitava muitos amarelos, mas não poderia evitá-los todos…

E muita coisa mudou. Só não mudou o apoio incansável da massa adepta benfiquista, que mais uma vez encheu a casa do adversário. O Benfica contou sempre com o apoio da esmagadora maioria do público presente nas bancadas... Ao contrário do apoio que o Arouca recebia dos comentadores da Sport TV, fortíssimo durante toda a primeira parte, que foi caindo à medida que os golos foram aparecendo… É sempre assim, a equipa também tem puxar um bocadinho!

O Benfica entrou para a segunda parte (Talisca substituiu Samaris, como tinha que ser) para acabar com aquilo. Nos primeiros 10 minutos deu a volta ao resultado e viu o árbitro Vasco Santos – é para isto que a campanha do colo existe – deixar dois penaltis por marcar. O primeiro ainda antes do golo do empate, e o segundo logo a seguir. Como deixar por punir com expulsão uma entrada sobre o Eliseu, a um metro do árbitro assistente, que nem falta assinalou. Com o resultado por desbloquear!

Com o resultado feito e o Arouca, sem plano B, completamente perdido mesmo num campo estreitinho, o Benfica, apesar dos limites de velocidade impostos por aquela relva alta no meio do deserto, continuou a criar oportunidades. Não deu para mais golos, deu apenas para evitar que o Arouca fizesse a história que o Pedro Emanuel queria que fosse feita. Ainda tem uma oportunidade – é já no próximo domingo!

E agora vem aí o Braga. O tal que se estica tanto com o Benfica quanto se encolhe com o Porto!

 

01
Fev15

Paço a passo e mais uma mão cheia de esperança!

helderrod

Não obstante a hora tardia e injustamente persistente dos jogos do FC Porto no Dragão, valeu a pena! Num belo jogo de futebol, a equipa evoluiu de uma forma bastante conseguida! É importante crescer jornada após jornada e o Porto assim o tem feito, mormente nos jogos caseiros. Ricardo Quaresma abriu o livro no mais belo golo da jornada. A trivelada de elevada nota artística levantou o Estádio e deu-nos muito alento para uma fase decisiva nos próximos jogos. Ir e vencer categoricamente ao Moreirense é fundamental, para receber o Vitória de Guimarães e recuperar os dois pontos que tão injustamente lá ficaram. Depois os oitavos da Champions (há que pôr os olhinhos nisso) em casa, seguido de uma visita ao Bessa, uma recepção ao Sporting e uma ida a Braga de onze para onze, o FC Porto terá que superar o âmago da competição! Há que ter cuidado com as coisas em Arouca: não se marcam penalties, mudam-se jogos para Aveiro e assim se desvirtuam as coisas. Porém, estamos em jogo e não vale a pena antecipar capeladas de paixão. Há que reunir a equipa e mentalizá-la de que esta fase decisiva já com Brahimi terá que indubitavelmente encerrar num só nome: vitórias! Como tal há que acreditar e nunca mais facilitar como na Madeira, porque desta feita a derrota poderá ser fulminante! Força, Porto! Queremos mais uma vitória! Conquista-a por nós!                                                                      Hélder Rodrigues

14
Jan15

Um jogo que deu para tudo...

Eduardo Louro

 

Deu para tudo, este segundo jogo do Benfica na Taça da Liga, com o Arouca. Deu para goleada (4-0), e deu para bons bocados de excelente futebol, a deixar-nos sem dúvidas nenhumas que é mesmo Janeiro. Com os outros, ou com estes, regressou o tempo da nota artística... Deu - meio jogo, mas mesmo assim... - para Rui Fonte (pouco intenso, mas vem de uma lesão) e Gonçalo Guedes (a mostrar muito, mas também muita ânsia de mostrar)... Deu para mais duas baixas nas baixas, depois dos regressos de Salvio e Eliseu, hoje foi a vez de Sílvio e Sulejmani regressarem. E de que maneira...Deu também para mais uma lesão, em mais um central. Agora foi o César, que já estava a carburar...

E deu para uma grande exibição do Pizzi, de novo no papel de clone de Enzo, a deixar a ideia - já percebida na despedida da Champions, há um mês atrás - que, dentro do plantel, é quem melhor substitui o argentino. Se conseguir manter o nível desta noite, não restarão muitas dúvidas! 

26
Out14

Uma Mão Cheia de Esperança

helderrod

Após uma complicada viagem a Arouca enformada por curvas bem vincadas, que não são para todos, o FC Porto traz na bagagem três pontos, cinco golos e uma mão cheia de esperança. Este jogo valeu mais do que o essencial. Houve também a aquisição do acessório, designadamente na consistência e na consolidação daquilo que se quer com uma verdadeira equipa. O pontapé de saída já fora dado na Liga dos Campeões na excelente primeira parte e na coroação de Quaresma. Iniciada a mesma, venham agora mais 40 jogos e sempre a ganhar. Tudo começa a fazer mais sentido e tudo começa a ser mais significativo para o desiderato azul e branco. Assim deixem o assobio para quando os donos dos autocarros decidirem esconderem a bola do poderio atacante. Deixem os lenços receberem com mestria e espessa porcaria verde que ainda por aí e pugnem pela vitória. O resto virá por acréscimo até podermos afirmar a plenos pulmões: - Adeus tikitaka! Seja bem-vindo, rotategui azul e branco! Força, Porto! Hélder Rodrigues

05
Out14

Talisca resolve

Eduardo Louro

No último fim de semana o Benfica partiu para a Alemanha cedo de mais. Partiu quando ainda estava no Estoril. Hoje percebeu-se que se atrasou na chegada, que ficou por lá mais uns dias…

Hoje na Luz, mesmo que com três ou quatro alterações, foi o Benfica ainda em Leverkusen que se apresentou para defrontar o Arouca, que durante muito tempo pareceu uma grande potência do futebol indígena, que só precisou de se encolher nos primeiros cindo minutos do jogo.

Ia já alta a segunda parte quando o Benfica começou a chegar ao jogo, um jogo que se não via forma de desbloquear. Até porque também não havia forma de jogar contra dez, o Bruno Amaro saiu por ordem do seu treinador e não pela do árbitro, como há muito deveria ter sucedido…

Estávamos nisto, e a entrar no último quarto de hora, quando surgiu o primeiro golo, que embalaria finalmente a equipa para uma exibição condigna e para uma goleada que nunca os mais optimistas se atreveriam a prever. Foi de Talisca, como não podia deixar de ser. Porque até aí só o Dartagnan – que é já o melhor marcador do campeonato – rematava à baliza. Mas também porque, sem Enzo Perez e já sem o Gaitan, em evidente deficiente condição física, em campo, só o Talisca poderia desequilibrar rompendo como rompeu pelo centro do terreno.

A partir daí os golos sucederam-se ao ritmo de um a cada três minutos. E de repente foram quatro… Se não houver, como não houve – antes pelo contrário – influência directa da arbitragem não há resultados mentirosos. Por isso este não é um resultado mentiroso, mas é um resultado que só espelha a verdade de uma parte do jogo. A verdade do jogo todo não foi 4-0 ou, como se diz em futebolês, o resultado foi bem melhor que a exibição!

Para além do resultado – e de um bom resultado, a igualar o do Sporting e a colocar a imprensa em sentido –, deste jogo ficam as três estreias, todas a deixarem boas expectativas aos adeptos.

Lizandro estreou-se jogando de início a substituir o Jardel. Era certamente a estreia mais reclamada pelos adeptos, e deixou a ideia que é bem melhor jogador que o brasileiro.

Jonas entrou nos minutos finais da primeira parte para substituir o lesionado Lima, com quem partilha muitas das principais características, e marcou um golo, coisa que este ano está muito difícil para o parceiro de Rodrigo da última época.

A última estreia foi de Pizzi, que entrou já na parte final a substituir o Derlei – que não se estreou a jogar, e que bem jogou, mas a marcar – depois de ter sido chamado para o derradeiro período de desespero que o golo de Talisca dispensou, ainda a tempo de intervir no último golo.

13
Abr14

A festa é na Luz, exactamente onde deve ser...

Eduardo Louro

 

 

Da Luz não passa. Já brilha o fundo do túnel…

No jogo de hoje, em Aveiro – para onde o Arouca deslocou o jogo que lhe cabia em casa com o Benfica para realizar, num único jogo que é também um jogo único, uma receita superior a meio milhão de euros, um terço do orçamento da época –, o Benfica fez o que lhe competia: ganhou o jogo. Com brilho, com o brilho habitual, mais uma vez ofuscado por uma lesão.

Desta vez foi Oblak. Que não foi vítima de um choque, como por aí ouvi dizer. Foi vítima de uma entrada brutal e despropositada que passou impune!

Agora vamos lá à festa. Na Luz, que é onde deve ser. Sem pressas, tranquilamente, porque se não for na Páscoa será logo depois...

 

10
Abr14

O Dolo Mole da omelete sem ovos.

helderrod

Houve intencionalidade mas sem a intenção de prejudicar terceiros é o que me apetece dizer perante a mudança do jogo de Arouca para Aveiro. Com efeito, esta história precisa de ser bem contada. E não chega dizer-se que o Presidente é do Porto. É preciso saber o que pensam os jogadores, os treinadores e fundamentalmente os Arouquenses que vêem o brilho da festa mudar-se para Aveiro.

Parece-me no mínimo hilariante tomar esta decisão, justamente na coincidência do jogo em questão.

É certo que este é um caso diferente do Estoril-Benfica (basta ver os quilómetros) mas na ética e correcção desportivas esta realidade é discutível. O clube da Luz não precisava disso para conseguir ser bem sucedido, nem que seja necessária mais uma espectacular queda de Sulejmanni para promover um empate a duas bolas que valeram dois pontos.

Até por isso. É mais fácil cair em graça em Aveiro do que ser engraçado em Arouca...

 

 

A transparência exige transpiração e estou certo de que o Arouca teria muito mais orgulho em deixar o suor no palco onde fez a vida difícil ao Porto e ao Sporting. Lembre-se inclusivamente o David Simão que foi impedido de representar o Marítimo no célebre jogo da festa inusitada do ano passado. Isto se fosse na Madeira, mudar-se-ia para a Choupana por imposição do Jardim.

Porém, sempre com a certeza da não intenção de prejudicar terceiros. Prejudica-se a velha vítima: a verdade!

 

Hélder Rodrigues

 

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