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Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

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24
Abr12

Os deuses já escolheram

Eduardo Louro

 

Os deuses já escolheram. Independentemente do que se passe amanhã na outra meia-final, no Real Madrid – Bayern, os deuses já escolheram o campeão europeu: o Chelsea!

Depois da forma como afastaram o Benfica, e acabam agora de eliminar o Barcelona, não há volta a dar. Nem o facto de irem jogar a final desfalcados de Ramires, Terry e Raúl Meireles constituirá obstáculo a essa vontade dos deuses. Quem, depois de reduzida a dez jogadores (expulsão de Terry) ainda na primeira parte, depois de, logo no início do jogo ter perdido por lesão o outro defesa central (Cahill), a perder por dois a zero e eliminada, consegue no último dos minutos de compensação da primeira parte marcar e inverter a sorte da eliminatória está, abençoado pelos deuses. Quem aguenta toda a segunda parte a defender em frente à baliza, tem a sorte de duas bolas nos ferros e a rara felicidade de ver Messi falhar um penalti, está abençoado pelos deuses. Já o golo do empate, obra do mesmo Fernando Torres que não marca há não sei quantos meses, é apenas … futebol. Mas abençoado pelos deuses!

O que já não será tanto obra dos deuses é a forma como o futebol que há poucos meses apaixonava o mundo, arrebatava corações e arrasava, um a um, todos os adversários, perdendo velocidade e espontaneidade, se transforma no futebol mais entediante, previsível, aborrecido e, pior que tudo, pouco mais que inofensivo. De repente o Barça perdeu o encanto e até Messi parece resignado ao regresso do título de melhor do mundo às mãos de Cristiano Ronaldo. Que agora tem tudo para se desforrar deste dois últimos anos: uma final da champions e um campeonato da Europa. Tudo o que Messi não tem!

03
Mar12

O Que Portugal Deve ao Sporting

joshua

Há que dizer isto com frontalidade: um dos maiores paradoxos da transição do século XX para o XXI é o de ter sido o Sporting a segregar os maiores futebolistas em números e qualidade [Figo, Cristiano, Quaresma, Simão, Moutinho...] com evidente impacto global, portanto mediático, portanto económico e estar hoje a lutar pelo quarto lugar, tendo recuado de promover pacientemente outros jovens com potencial futebolístico semelhante. Para além disso, 370 milhões de passivo exigem sobre o relvado uma raiva e uma garra que agarrem públicos e rocem títulos ou os conquistem. Sá, com todos os defeitos do sangue ao ebulir a baixa temperatura, não tem saída. Entretanto, o pragmatismo do FC Porto, ainda que nos dê títulos, não nos dá quase nenhuma referência nacional, o que é mau. «'Por qué?

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