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Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

05
Fev14

Uma Remontada "Interessante"

helderrod

Há algo que quero reiterar desde já. Nós somos SEMPRE PORTO, não obstante alguns momentos menos bons. Vestimos de azul e branco e essas cores simbolizam integralmente a nossa grandeza que muitos pretendem menorizar, querendo aproveitar a fragilidade emotiva no reino do Dragão. Interessante (um adjetivo que está na moda para qualificar jogadas, golos, atitudes, momentos e eventos no léxico do futebol) parece qualificar adequadamente a resposta do FC Porto na segunda parte. A inclusão de Diego Reyes pareceu-me arriscada e devo aconselhá-lo a comer umas Tripas à nossa moda para resistir a empurrões que precedem lances de golo. Uma palavra para um interessante Herrera, que fez jogadas interessantes tendo sido a unidade com mais passes completos na equipa à frente de Josué que conseguiu também uma exibição interessante. Poderá estar aqui a nascer um novo meio campo após uma desinteressante atitude de Fernando que parece tudo fazer para quebrar a sua permanência no clube. Sem polvo caça-se com lulas ou potas. E assim se deve preparar a remontada nas exibições e dar alegria a um triste Jackson Martinez, dando minutos a um Ghilas que desta feita decidiu marcar antes dos 90 para evitar lirismos federativos.

Uma palavra também para Paulo Fonseca que, após uma interessante substituição, soube resistir à tentação de dizer que ele sabia que o Argelino iria marcar e que estará ele também a criar uma nova ciência. Confiança é a palavra de ordem.

Um abraço também a S. Pedro que soube gerir um interessante relvado em Penafiel.

 

 

Hélder Rodrigues   

01
Fev14

Espetados à Madeirense com recheio de galo apaixonado!

helderrod

E assim vai o campeonato. Na Madeira, foi dia de carne. Dia de espetada sem direito a polvo. Dia de Porto sem meio campo, sem alma, sem a determinação e sem a profundidade perante um Marítimo motivadíssimo e aplicado. Tal aplicação terá sido acicatada pelo genro do Presidente que quer dar à Liga uma nova Luz e tudo o que caísse na área podia dar coisa. Apesar do estranho silêncio holístico em torno do penalty arrancado, tenho sérias dúvidas. Mas nem isso justifica a parcidade exibicional do meu FC Porto. Há que apurar. Há que arrumar o miolo do campo, o cérebro do jogo antecipando aprioristicamente o mercado Russo e todas as suas consequências. É preciso ver quem está com o treinador. É preciso ver se o treinador também está ou não. É preciso assumir que há um tetra a conquistar. Um título que já saboreámos e que pretendemos. A próxima jornada, independentemente do jogo do Sporting que irá beneficiar claramente, pois tem mais de 24 horas de atraso em relação aos adversários e isso é significativo para as opções arbitrárias (isto segundo recentes correntes de pensamento), será fulcral na definição deste campeonato. O equilíbrio parece-me evidente. Mas de tão evidente que é, chega a ser gratificante o facto de  ter de haver um Porto frágil para que se constitua um equilíbrio na tabela. A ver vamos...

Por outro lado, a lenda morreu. O Bruno disse que o penalty marcado no terminus do jogo após a agressão ao Hugo Vieira era tão certo como se aquele galo assado voltasse a cantar. Desta vez, o galo manteve-se intacto e morto e só mesmo uma grande paixão para trair os velhos amiguinhos do Gil Vicente a quem oferecera uma grande vitória há umas épocas atrás. Já não bastavam os cinco minutos de desconto...

Foi bonito de se ver. Foi bonito de se ver a rebeldia de Cardozo que se transformou em estatuto para relegar o Lima para o canto na hora de cantar de galo.

Enfim, arrotámos todos a POLVO....

 

Força, Porto!!!!!!

 

Hélder Rodrigues

 

18
Jan14

A infalibilidade do Papa

Eduardo Louro

A arbitragem de Artur Soares Dias no clássico do passado domingo foi completamente desastrada, em prejuízo nítido, claro e permanente do Benfica até ao segundo golo, aos 53 minutos de jogo, logo depois do mais inacreditável de todos os erros – o corte com a mão, de Mangala, bem dentro da área, à sua frente, bem à sua frente. A partir desse erro(?) capital, porque, como aqui escrevi depois do jogo, “viu que toda a gente viu que ele viu” o árbitro não resistiu à perturbação e, como também então escrevi, “desatou a fazer mal sem olhar a quem”, com uma incrível sucessão de decisões absurdas, em prejuízo de qualquer das duas equipas e do próprio jogo.

No final do jogo, curiosamente, ninguém se referiu à arbitragem verdadeiramente inaceitável de Artur Soares Dias, que Pinto da Costa quer agora transformar no Proença do Porto. Jorge Jesus porque, já se sabe, não sabe o que é comunicação nem faz ideia para que servem as conferências de imprensa, mas também porque ganhou, percebendo-se que, com o que para ele significava aquela vitória, não restasse espaço para mais nada -, e o Paulo Fonseca porque a vergonha pela exibição da sua equipa não lhe permitiu mais que dar graças a Deus por só ter levado dois, reconhecer a justeza da vitória do Benfica – o que para Pinto da Costa é apenas o maior dos pecados – e proclamar a sua confiança cega de que na última jornada será campeão.

Pinto da Costa, que sempre que não ganhou na Luz nunca deixou de vir a terreiro reclamar da arbitragem, estranhamente ficou calado.

Os comentadores portistas espalhados pelo universo mediático, que são normalmente parte integrante da máquina de comunicação azul e branca, potenciando os erros da arbitragem - que fazem como ninguém – reconheciam o mérito da vitória do Benfica. E unanimemente reconheceram que era a actuação da equipa, e não a arbitragem, que tinham de responsabilizar pela derrota. Porque Pinto da Costa apenas tem responsabilidade nas vitórias, fustigaram – alguns achincalharam, sem dó nem piedade - o treinador.

A meio da semana houve jogos da Taça da Liga. Jorge Jesus aproveitou para dar mais uns tiros no pé – não há volta a dar-lhe –, desta vez com as 10 vezes que preciso nascer para substituir o Matic, e o Paulo Fonseca muito satisfeito com a goleada ao Penafiel que lhe garantia a liderança no grupo. E Pinto da Costa aproveitou para elogiar a filha de Eusébio…

No final da semana tudo mudou. Pinto da Costa renovou a confiança no treinador – já agora um aviso, Paulo Fonseca: se a sua mulher lhe diz todos os dias que o ama, é melhor começar a desconfiar – e atirou-se ao árbitro com uma violência pouco vista. E obrigou-o a rectificar as declarações do final do jogo, e a fazer aquela triste figura de dizer que não falara da arbitragem propositadamente para testar os jornalistas. que só querem destabilizar o Porto.

Foi até desenterrar Calabote – coitado do Calabote, que foi irradiado por um único jogo, o último de um campeonato que o Porto até ganhou, em igualdade de pontos com o Benfica, que seria o último antes do apagão de 19 anos, ao pé dos Martins dos Santos, Calheiros, Augusto Duarte… - para acentuar a nova tese de que a derrota da Luz é da responsabilidade da arbitragem de Soares Dias. Não é Paulo Fonseca, porque é ele o responsável por esse erro de casting. Não é da equipa, porque é ele o responsável pelas contratações. E ele, como se sabe, não erra. Protagoniza a infalibilidade papal. Se não mesmo divina! 

14
Jan14

Só nos faltavam estes Bombos da Festa

helderrod

Vergonhosa, execrável e repudiante foi a figura de Manuel Serrão no programa Prolongamento da TVI. Enquanto os condes da segunda circular riam e batiam palmas, tínhamos um Palhaço a fazer figura de urso cego. É lamentável ver-se alguém expor o grande nome do FC Porto daquela forma tão hedionda. Para Manuel Serrão deixo aqui um desafio. Que tenha a coragem de entrar de olhos vendados no próximo jogo no Estádio do Dragão durante noventa minutos e reflicta sobre a sua atitude. Mais, desafio-o a ter a coragem de ir pedir desculpas pessoais a Pinto da Costa por ter enxovalhado o bom nome do meu clube. 

No dia anterior já tiveramos um António Oliveira letrado que fala pelos cotovelos num redondo vocábulo para benfiquista apreciar. Cheguei inclusivamente a ver as gengivas de Rui Santos quando Oliveira comparou o Porto a um clube pequeno. Já fomos pequenos uma vez em Manchester, quando um tal de Costa surge no meio campo da teimosia. Mas aí protegeram-no e fomos grandes. 

Agora apoio mais do que nunca o Paulo Fonseca. Apoio-o porque provaremos que tais palhaçadas atentatórias nada resolvem e a equipa irá suprir esta fase menos boa. 

O bom nome do FC Porto merece mais respeito pelos seus consócios e o facto de se ter umas acções não deverá permitir menorizar o que é maior e o maior é o grande Futebol Clube do Porto.

 

 

Hélder Rodrigues

20
Dez13

Paulo Fonseca encontra o "volante" do tal Ferrari.

helderrod

O FC Porto apresenta-se agora como um tão comentado Ferrari, mas desta feita com tracção à frente. Essa força surge inequivocamente no "volante" Carlos Eduardo. Se dúvidas havia as mesmas dissiparam-se no jogo desta noite. Importará amadurecer a ideia para a confirmarmos solidamente no jogo da Luz.

Paulo Fonseca terá aí uma dificuldade maior. Importa agora continuar a tomar medidas, designadamente nas medidas dos braços dos defesas do Porto. É que, ao contrário do jogo no Dragão, marcam-se penalties como quem masca uma chicla no Bonfim...

Retive também o movimento Quaresma de Licá como que anunciando coisas bonitas para o reino do Dragão onde RQ7 foi muito feliz.

 

Força, Porto!

 

 

Hélder Rodrigues

12
Dez13

A Minha Azia

joshua

Estou para captar na sua globalidade o motivo para uma campanha europeia dos clubes europeus abaixo de medíocre. Os desempenhos do Sport-Lisboa-e-Benfica na Liga dos Campeões desiludiram-me. Em última análise, estava em causa Portugal, a sua cotação, pontuação e prestígio.

 

Então o comportamento competitivo do meu FC Porto, com imensos factores favoráveis, incluindo a derrota do Zenit face ao Áustria, atirou-me para o desgosto puro e duro, uma amargura para a qual não tenho palavras. Só a constatação de um Paulo Fonseca muitíssimo vulnerável, provavelmente sem mão no balneário. Não me revejo nos onzes escolhidos nem nas tremedeiras evidenciadas. O FC Porto funciona como um bloco solidário e intransponível, onde os jogadores se superam quando é mais premente que se transcendam. Este lado baço e paupérrimo não é aceitável.

 

Não. Mediano. Medíocre. Apetrechado para vitórias morais e nada mais. Falhar por sistema e não matar jogos óbvios quanto ao desfecho tem a ver com psicologias inseguras, repletas de dúvidas e de medos. Alguém nos faça o favor de dar um murro na mesa. 

04
Dez13

Hoje Converti-me à Tese «Fica, Fonseca!»

joshua

Os diagnósticos mais pesados acerca do consulado do mister Fonseca estão feitos: habituado a uma bicicleta, o Ferrari Portista tem muitos botões; como é que se põe isto a funcionar?! Agora, importa conservá-lo no clube, pelo menos até ao final da época. Não interessa se o Braga saca um empate ou nos leva de vencida, nem molesta que surjam outros resultados longe dos pergaminhos habituais do Dragão.

 

Alguma transformação qualitativa, da equipa e do mister, ocorrerão. Pinto da Costa anda frágil. Provavelmente, quererá sentar Fonseca no colo para uma longa conversa de mestre para discípulo, olhos nos olhos. Provavelmente, orientará Fonseca no doutoramento Arte de Ganhar e Gerir Grupos Simplificadamente, impregnando-o de algumas certezas onde só inseguranças avultavam. Cada conversa, cada lição, bochecho contributivo para a tese a defender: ganhar, ganhar sempre.

 

Despedir dá azar no que ao título diz respeito.

 

Portanto, anuncio à cidade e ao mundo que já não exijo a evacuação do mister Fonseca. Acredito que, além da Supertaça, o mister há-de acrescentar mais qualquer coisita à época. Não sei que taça, mas algum caneco será nosso.

 

Despedir/aceitar uma demissão prematura dá muito azar. Fica, Fonseca. A gente espera.

02
Dez13

O Deslumbramento do 1.º Lugar

joshua

Basta ler aqui a autópsia de um jogo e depois o pensamento-opinião do Planeta Futebol nacional para perceber com que sede sport-lisboa-e-benfiquistas e sportinguistas encaram o descalabro resultadista do FC Porto. A sede de uma prolongada hora negra para o meu clube. É tão raro cheirar o 1.º lugar que o deslumbramento desses adeptos dá nisto, nessa espécie de comprazimento eterno da coisa enquanto dure.

 

Bem sei que o Paulo Fonseca treme por todos os lados e lidera do banco a medo e numa permeabilidade medonha ao parecer dos adjuntos. Bem sei que parece perdido. Mas quer se arraste até aos próximos jogos, quer saia por seu pé, como Quinito, não imagino o meu FC Porto sem dar rapidamente a volta por cima. É cultural.

 

Treinadores geniais e carismáticos, o FC Porto só teve quatro: Pedroto, Artur Jorge, Mourinho e Villas-Boas: quando o meu clube bate no fundo, não convencendo no futebol nem na tabela classificativa, invariavelmente a resposta é concludente, como se o nosso velhinho Pinto da Costa necessitasse de desafios novos para novas façanhas.

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