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Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

28
Set13

Sócio do SLB

joaopaulo74

Resolve.

Nada que se estranhe porque o único árbitro que se assume como adepto e, logo como meu consócio, é cliente habitual neste tipo de decisões. Aliás, tenho cá um palpite que terá direito a um corner no mausoléu a inaugurar hoje.

E, não - O Miguel Rosa joga hoje sendo que nem sempre tem sido titular. Creio que ele é mesmo do Belenenses, isto é, não está emprestado pelo SLB e não me parece que possa ter no contrato qualquer tipo de condicionante como acontece com outros jogadores!

Esta nota breve segue para o sr. Fonseca que viu sem ver. Viu que é dentro, mas não viu para assumir. Talvez tenha algo a aprender no Dia de Clássico.

Nota: consta que a PSP de Guimarães ontem recebeu milhares de chamadas a alertar para um roubo!

22
Ago13

Respeito. Ao menos isso...

Eduardo Louro

Esta é uma notícia verdadeiramente fantástica. Nenhuma outra diria tanto sobre o estado a que chegou o Benfica!

É simples: se foi o Benfica a escolher Pedro Proença, fica tudo dito sobre a organização da SAD; se foi o Conselho de Arbitragem, fica tudo dito sobre o respeito que o Benfica lhe merece.

E é sempre assim: não merece respeito quem não se sabe dar a ele. Ao respeito, o princípio e o fim de todas as coisas…

10
Mai13

Eu também acredito

Eduardo Louro

Eu também acredito, Daniel. Acredito que o Jorge Jesus vai conseguir fazer dos 18 jogadores convocados 18 mulheres sérias (mulher séria não tem ouvidos, não é?). Acredito as últimas 24 horas de trabalho no Benfica tenham sido exclusivamente dedicadas a preparar os jogadores para enfrentar o Pedro Proença. A tapar-lhe os ouvidos, mas também a boca e a obrigá-los, a cada um, a escrever num quadro, cem vezes: “Pedro Proença é o melhor árbitro do mundo”. Quem, no fim de o escrever 100 vezes, ainda manifestar alguma dúvida volta a escrevê-lo mais 500!

Acredito ainda que o tema da palestra que antecede o jogo, voltará a ser Pedro Proença. Desta vez para convencer os jogadores que podem jogar para o fora de jogo, porque o Pedro não deixará nenhum por marcar. Que podem meter o pé à bola sem medo, porque o Pedro não irá em fitas e penalizará com amarelo o jogador do Porto que se mandar para o chão, dentro ou à entrada da área. Seja Varela, James, Lucho ou João Moutinho… Que podem dirigir-se à vontade ao Pedro, desde que seja para lhe pedir um autógrafo. E que não se aproximem do Pedro quando o virem a passar a mão pelo pêlo do Lucho. São coisas antigas, não liguem!

09
Mai13

Euforia justificada

Eduardo Louro

 

A euforia que na semana passada tomou conta da imensa massa benfiquista está agora instalada no universo portista. Prematura num caso, não deixa de o ser no outro, se bem que talvez mais justificada neste último!

Tudo se irá decidir num só jogo, entre ambos, no Dragão. Numa altura de clara simetria no desempenho de ambas as equipas - à curva descendente do Benfica, justificável, se bem que não de todo aceitável, pelo comportamento competitivo desta época, especialmente na Europa,  corresponde uma curva ascendente do Porto, compreensível face à dedicação exclusiva ao campeonato nos últimos três meses. Numa altura em que o Porto recupera todos os seus jogadores e, mais que isso, resgata a forma - desaparecida durante meses – de alguns dos seus melhores jogadores, como James, Varela e Lucho...

Depois há a vantagem psicológica de quem, vindo de trás, se chega à frente. E a História. Que diz que o Porto ganha mais vezes, que não falha ocasiões decisivas. Diz-se que a História não joga: é verdade que não. Mas mete lá dentro os seus fantasmas!

O Porto tem por isso todas as razões para estar neste momento mais forte que o Benfica. Mais forte fisicamente, porque tem estado sujeito a muito menos desgaste. E obviamente mais forte no plano mental.

Domínio onde a estrutura do Porto é indiscutivelmente especialista. Não posso deixar de salientar que, desde segunda-feira à noite, ainda de lá se não ouviu uma palavra. Nem de treinador, nem de jogadores, nem de dirigentes. Do lado Benfica toda agente fala. Por isto e por aquilo, por tudo e por nada, disto e daquilo… e do jogo!

Não sei se havia alguma obrigação de falar a propósito da final da Liga Europa. Admito que sim. Já tenho dificuldade em admitir que Jorge Jesus, se tinha essa obrigação, não tenha percebido que ela se estendia apenas ao jogo da final, e que nada tinha de falar para além disso. Mas não consigo admitir é que tenham andado a falar praticamente todos os jogadores, de tudo e de nada. E do jogo de sábado!

Os diferentes jornais das televisões têm sido elucidativos: de um lado, do do Benfica, as câmaras estão no Seixal e ouvem treinador e jogadores. Muitos jogadores. Do outro, as câmaras estão à volta do Dragão, viradas para as bilheteiras e ouvem … adeptos!

Uns estão a fazer o que não devem. Outros - não se sabendo nada do que estão a fazer – estarão pelo menos isso a fazer bem.

Mas estão certamente a fazer mais que isso. E a prova é que se espalhou que nem um vírus a notícia da nomeação de Pedro Proença. Ninguém acreditaria que isso pudesse ser possível, depois do seu historial nas decisões destes jogos. A sua nomeação para o mais decisivo de todos, ultrapassaria todos os limites da afronta. Só que, horas depois, o absurdo virava realidade: estava confirmado - Pedro Proença é o árbitro do jogo do título!

Há muito que isto estava escrito nas estrelas. Chegando o Benfica a este jogo com o campeonato em aberto cumprir-se-ia a sagrada vontade do Papa. Não acredito numa arbitragem isenta e séria – até porque Pedro Proença é como o escorpião da conhecida fábula, está-lhe na massa do sangue – mas, mesmo que por qualquer razão insondável, não venha a ter contribuição directa no resultado, já o está a influenciar. E de que maneira!

Não será nada difícil perceber o acréscimo de motivação que a escolha do árbitro trará ao Porto. Nem o condicionamento que está criar no Benfica. Está finalmente justificada - é a cereja no topo do bolo - a euforia portista!

12
Fev13

O corso do futebol português

Dylan



A sede da Federação Portuguesa de Futebol, em Lisboa, foi assaltada. Nem de propósito. No mesmo dia, o Benfica também foi assaltado na Madeira pela personagem vaidosa do costume, "o melhor árbitro do mundo" segundo os farsantes da nossa praça, "benfiquista fervoroso" segundo os comentadores de pacotilha. Neste corso, o logro, no fazer de conta que o futebol português é sério, desfila a falsidade e o beija-mão, até um dia em que as máscaras de todos os agentes desportivos cairão na rua e serão julgados por todo o mal que têm feito ao futebol.

10
Fev13

Maldições...

Eduardo Louro

 

No futebol há maldições, umas mais antigas que outras, mas sempre maldições!

O jogo de hoje, na Madeira, onde o Benfica defrontava o Nacional, tinha à partida uma maldição: o árbitro, Pedro Proença. Que é, de há uns anos a esta parte, o maior assombramento que cai sobre o Benfica. Não há jogo que ele apite que o Benfica ganhe – e isso já é maldição suficiente – mas, bem pior, não há jogo do Benfica que ele apite em que consiga ser isento. Não prejudicar seriamente!

Pouco passava do início da segunda parte, cinco ou seis minutos, quando surgiu no jogo a segunda maldição: o score 2-2. É a maldição do score, uma maldição recente, desta época. Sempre que um jogo do Benfica atinge aquele resultado já dali não sai. Nem que para isso se exija ao árbitro um grande esforço. Começou assim logo na abertura, com o Braga. Repetiu-se uns meses depois em Coimbra. E depois na Luz, com o Porto. E hoje, tinha que ser!

Não há hoje qualquer dúvida que o Benfica, se quer ser campeão, tem que evitar estas duas maldições. A primeira não é fácil de evitar, não está pelo menos nas suas mãos. E sabe-se como não faltam encomendas para este que, para um organismo que decidiu ser o Sporting a melhor equipa portuguesa de 2012, é o melhor árbitro do mundo. E arredores, acrescento eu!

Viu-se o que por aí correu por ele não estar presente no último clássico da Luz. Viu-se o que ele e outros fizeram para que lá estivesse. Até um jogo se adiou… Viu-se, vê-se e ver-se-á o que por aí corre para não falte no Dragão na penúltima jornada. Se fizer falta, claro!

Evitar a segunda está nas mãos da equipa. E é simples: quando marcar o segundo, seja em que altura do jogo for, tem que de imediato procurar o terceiro como se fosse o da vitória. E tem que proibir, com pena pesada, as ofertas da defesa!

O Benfica hoje cumpriu apenas a primeira parte do cardápio. Partiu à procura do terceiro com toda a determinação mas, quando estava entretido nessas tarefas, o Artur – que já fez mais asneiras nesta época que em toda a anterior – deu um frango. Um frango na sequência da terceira oferta do lado esquerdo da defesa: a primeira, logo a abrir o jogo, não deu golo por milagre, mas a segunda, logo a seguir, deu o primeiro. Três ofertas, dois golos: resultado em 2-2. Ainda faltavam 40 minutos, mas … maldição é mesmo assim!

Claro que houve uma bola no poste, inúmeras oportunidades desperdiçadas, super defesas do guarda-redes Gotardi. Claro que o Salvio não jogou nada, que o Maxi não consegue chegar aonde andou no passado, e que o Luisinho provou que não tem categoria para jogar no Benfica. Claro que o Pedro Proença é como o escorpião da estória da rã: aquilo faz parte da sua natureza, está-lhe na massa do sangue. É que não há outra explicação para as expulsões do Cardozo e do Matic. Mas maldição é maldição!

Valha que, no Dragão, o Olhanense de Cajuda também conseguiu um empate, o primeiro que o Porto cedeu em casa. Mais do que as consequências que produz na classificação, este empate tem o condão de salientar mais um erro de comunicação de Jesus. Um erro grave: na flash interview Jorge Jesus deu como adquirido que o Porto ganharia ao Olhanense: “Joga em casa com o Olhanense… “- disse, sem cortesia nem respeito pela equipa algarvia. Nem inteligência!

18
Set12

Azar

Eduardo Louro

Não tenho paciência para assistir integralmente a qualquer desses programas que as variantes noticiosas das TV´s transmitem na versão de debate do futebol. Mas a verdade é que tento: invariavelmente passo por lá em zaping!

Invariavelmente, também, fico por pouco tempo. É sempre mais do mesmo: debate de baixo nível, confronto de mau gosto, e sectarismo exacerbado. Sempre do mesmo lado, um objectivo único: criar factos, limpar outros, e pressionar. Pressionar e condicionar sempre com o objectivo de criar dividendos para o seu clube, umas vezes com algum talento mas, na maioria delas, com muita arruaça!

Por regra geral o meu Benfica está mal representado. Num caso segue o mesmo caminho da arruaça, joga o mesmo jogo do adversário, mas sem qualquer eficácia – antes pelo contrário – com a agravante de se tratar de alguém com funções directivas no Clube e na SAD. Noutro, com sucessivas substituições nos últimos tempos – vá lá saber-se porquê - os seus representantes têm revelado outra urbanidade mas, ou são mais papistas que o Papa, ou trucidados pelo jogo baixo do adversário. No último, o Benfica está representado pelo mais veterano do ofício: alguém que já passou por tudo o que é programa do género em tudo em que é estação de televisão, sempre em regime de insinuação pessoal à procura nunca se sabe de quê.

Foi aqui que ontem fui parar por breves momentos, que deram para perceber que é o único onde já tem assento o novo grande: o Braga. Uma figura desconhecida – será porventura alguém com méritos públicos, mas eu não conheço – prometia, através de técnicas de guerrilha ou mesmo de terrorismo, entornar o caldo a todo o momento. Vamos ver, mas desconfio que aquilo não vai acabar bem…

Discutia-se na altura Pedro Proença, os seus méritos, e o seu regresso à arbitragem de jogos do Benfica. Curiosamente a única voz crítica para o árbitro saía da boca do sportinguista Eduardo Barroso. Todas as outras cantavam loas a este árbitro, incluído o benfiquista que, claro, aproveitava para se insinuar.

Braguista e portista declaravam com toda a solenidade que não havia qualquer razão para que Pedro Proença não regressasse aos jogos do Benfica. Enquanto o portista garantia que o árbitro em tempo algum prejudicara os da Luz, o novo recruta concedia que tinha havido prejuízo decisivo no tal golo de Maicon e que isso poderia tornar o ambiente da Luz difícil para Proença. O regresso deveria acontecer num jogo fora…

Talvez em Braga, acrescentaria eu!

Confesso que não estranhei nada que Fernando Seara não tenha intervindo para dar a pequena nota que Pedro Proença não prejudicou o Benfica apenas nesse jogo. Que o tem feito flagrantemente em todos os jogos em que tem intervindo nos últimos anos, sem excepção. Que na mesma época passada, no Axa, entre a complacência com o anti-jogo e a dualidade de critérios, inventou o penalti que garantiu o empate ao Braga. Como inventara o do Dragão quando, um metro à sua frente – exactamente nas mesmas circunstâncias que ditaram o castigo a Jorge Jesus: “não viu porque não quis” – transformou uma simulação de Lizandro no penalti que deu o empate ao FC Porto. Nem que fosse para simplesmente concluir que é um caso de azar. Que Pedro Proença não quer prejudicar o Benfica, tem é azar… Um azar que só lhe bate à porta quando pela frente tem aquelas camisolas encarnadas…

Por mim, que não desejo o azar de ninguém, acho melhor que não volte a arbitrar o Benfica. Que, já que tem o azar de ter estes tipos a defendê-lo nos media, bem dispensa mais azares de Pedro Proença!

 

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