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Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

16
Mai16

Ainda há finais felizes

Dylan

 

No início era o "cérebro", do género "depois de mim, o caos", troçando do seu colega de profissão, Rui Vitória. Como não bastasse o despeito, o clube era enxovalhado através do Facebook por alguém que se comporta como um garoto, com mau perder, pressionando a arbitragem e lançando suspeitas às ofertas de cortesia previstas no Código de Ética da UEFA. A norte, via internet, choviam boletins informativos feito pelos caciques do costume, atirando farpas para a fogueira. Entretanto surgiram as lesões, mas que abriu a oportunidade à formação do Seixal, e foi essa injecção de sangue novo que fez o Benfica ganhar em Alvalade, o clique para o tricampeonato.Se há justiça no futebol ela tingiu-se de vermelho, se há equipa mais unida ela mora na Luz, pois acabei de descobrir que ainda existem finais felizes.

18
Mai15

Digam 34!

Dylan

Primeiro apareceram os profetas da desgraça - a crise no BES iria arrastar o Benfica para uma época de pesadelo. Depois apareceu Lopetegui, um seguidor da fina ironia e especialista em latim, que acabou por dar os parabéns a todos os que contribuíram para que o Benfica fosse bicampeão. Concordo, o colinho dos adeptos foi fundamental: em Belém, no Sado, nas tortuosas serranias da Freita, no mar revolto das Caxinas e no jardim do Atlântico. Quanto aos conselheiros, não matrimoniais, aqueles que deram ensinamentos para não se festejar em Guimarães, também tinham razão. Há certos logradouros que são pequenos e tacanhos demais, então celebrou-se de norte a sul do país, em Angola, Moçambique, Timor, Cabo Verde, Guiné, Toronto, Paris, Genebra, África do Sul e Rio de Janeiro. Não custa nada, digam lá 34!

12
Fev15

Irmãos desavindos

Dylan

cosme.png

 

Eu sei que nunca serão os tempos de Cosme Damião e Francisco Stromp, dos irmãos que raramente estavam desavindos, eu sei que talvez nunca haverá homens apaziguadores como Borges Coutinho e João Rocha, mas a atitude do actual presidente do Sporting em cortar relações institucionais com o Benfica é triste e tacanha, tudo porque os encarnados não condenaram as atitudes dos seus adeptos, faixas e cânticos insultuosos aquando de jogos entre as duas equipas. Suponho que para este senhor as faixas verdes têm mais bom gosto, os cânticos e as atitudes dos seus adeptos são mais poéticos e elegantes, isto para alguém que recentemente mostrou a sua classe ao considerar o futebol português como  um "ânus mal cheiroso", que esteve por um triz de despedir o treinador através de uma inédita "justa causa" e que interpôs acções judiciais contra a antiga administração do clube. Persiga-se os hooligans, todos aqueles que destroem o desporto, de norte a sul do país, e outros que vêem de forma encapotada cultivando a semente do ódio.

 
14
Ago14

Super Benfica

Dylan

 

                                      Foto: EPA

 

Em noite de Super Lua o Benfica voltou a fazer história no futebol português ao vencer a supertaça - quarto título na mesma época e no mesmo ano civil.  Tal como aquele corpo celeste mostrou porque é enorme, deitando por terra a teoria dos adeptos do Anti-Benfica FC, o segundo maior do país, de que a crise no BES enfraqueceria o clube e o arrastaria também para a falência.

  
20
Mai14

Tripleto

Dylan

 

Podiam ter sido quatro títulos mas foram "apenas" três, ainda assim, e parafraseando um grande benfiquista, "é bem melhor do que falecer". O Benfica foi das equipas que mais jogos efectuou no velho continente, entre lesões, castigos, erros de arbitragem que o puseram a jogar com dez, e apesar da trágica morte de dois dos seus símbolos, sobreviveu e triunfou. Há clubes assim, gigantescos, maiores do que o próprio país e que não sentem a erosão dos tempos nem a maldizente inveja pois têm os melhores adeptos do mundo. O tripleto: da união, da reciclagem de um treinador e da obstinação de um presidente.

10
Mai14

Foi preciso ter Galo numa época a não esquecer.

helderrod

Acabou. O meu FC Porto encerrou hoje a temporada 13/14 e logo num dia de clássico mais romântico do que outra coisa. Vencemos e, mais B menos B, a acepção do adjectivo invicta prevaleceu no reduto do Dragão. Nem o Benfica, nem o Sporting venceram no Dragão. Parabéns ao Estoril.

Na verdade, se tanto se falou no espaço K no museu do FC Porto, penso que o museu do clube da Luz merece um espaço Galo. Não pelo azeite, mas pelo momento que marcou a época que finda. A sinistra remontada no Benfica-Gil Vicente foi decisiva para o caminho meritório que o SLB tomou. Essa quase fatídica terceira jornada que já se despedia de Jesus tornou-se regeneradora. Foi João de Deus? Foi maFIUZAce? Ou foi mesmo um fado sorridente? O que é certo é que a águia levantou voo e o Dragão foi quebrando. 

Quando saía do Dragão após o Porto-Atlético de Madrid estaria longe de pensar que acabara de ver um dos finalistas da Champions. Esses que nunca conseguiram ser superiores no Dragão nesse jogo. Mas é essa a imprevisibilidade que torna este jogo maravilhoso. O ego de uns, o hipoego de outros, o superego dos milhões, a teimosia do alterego da filosofia de jogo do Porto enformaram a índole negativa desta temporada. 

Porém, a mesma não deve ser esquecida. Deve ser lembrada para não cairmos no mesmo erro. O segredo reside em levar a verticalidade azul e branca com a humildade no peito e regressar à consistência habitual, porque os esforços dos profetas da portotanásia são meras palavras parcas de conteúdo.

Uma palavra para Luís Castro cuja elevação e humildade foram os primeiros passos para a regeneração do futebol portista. Seja com tic tac, taki tuki ou titi toto, há algo que deverá prevalecer designadamente a identidade de um Porto nobre e leal!

Askoz indar, Lopetegui!

 

Força, Porto!

 

Hélder Rodrigues

09
Mai14

Caçadores de fantasmas

Dylan

 

 

Os caçadores de fantasmas e almas penadas expurgaram a Luz, afinal era apenas um espírito benigno que assombrava o Benfica. O campeão voltou, anunciando com estrondo as suas conquistas: campeonato, Taça da Liga e tudo o que o futuro quiser. Bastaram onze Eusébios, unidos, para resgatar os títulos perdidos, para a mística sobrepor-se a todos os fenómenos paranormais do futebol português e calar os videntes da desgraça.

 

29
Abr14

Uefa ou Fífia? Uma questão de equidade....

helderrod

Acho tudo muito bonito, mas fale-se também da mão de Vata nas meias-finais, fale-se do golo em fora-de-jogo do Lima na Grécia, fale-se no penalty não assinalado a favor do Tottenham na Luz, fale-se na agressão de Perez como um penalty por marcar. Fale-se no golo anulado ao Porto no Porto-Nápoles, fale-se do penalty oferecido ao Sevilha, fale-se do quarto golo irregular do Sevilha que ganha a bola com a mão dando origem ao golo. Fale-se de tudo isso para serem imparciais.

Joguem à bola!

 

 

 

 

Hélder Rodrigues

21
Abr14

Parabéms a todos os venfiquistas que conhesso!

helderrod

É que apesar da miríade de erros advindos de várias proveniências, o Benfica acaba por ser um justo vencedor da presente temporada. Questiona-se agora é sobre a consistência. Será o SLB capaz de repetir o título na próxima temporada? Ganhar um título é importante, mas reiterá-lo com outros protagonistas será marca de consistência.

Como tal, a prova de fogo benfiquista a nível nacional será a próxima época. Cá estaremos para ver.

 

Parabéns!

 

 

Hélder Rodrigues

21
Abr14

Tingidos de vermelho

Dylan

 

 

Num sorriso celestial de Eusébio e Coluna, a nação tingiu-se de vermelho, tantos foram aqueles que saíram à rua. A confirmação do óbvio: o Benfica já é muito maior do que o próprio país e extravasa os festejos dos títulos além fronteiras. Inteiramente merecido, para um presidente que manteve a confiança cega num contestado treinador, para um grupo de trabalho unido e de qualidade, para os milhões de adeptos que festejam como se não houvesse amanhã, como se ganhassem 3 ou 4 campeonatos seguidos, pois sabem que o Benfica não tem a chave daquele supermercado onde se compram títulos.

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