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Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

26
Jan16

Regressos

Eduardo Louro

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O campeão voltou!

O Nelson Semedo voltou. O Gaitan voltou. O Talisca voltou. Até o Gonçalo Guedes voltou...

A arte à volta de uma bola voltou. A magia do jogo voltou... Os golos de encantar voltaram. Tudo voltou. Partir, partir mesmo só os patinhos feios. Partiram todos, não ficou nenhum!

Gaitan voltou, mas não voltou sozinho. Voltou com a magia única que só ele transporta: aquele terceiro golo é uma coisa do outro mundo. Talisca, e ver aqueles golos - três, o último também para não esquecer - é ter a garantia que, ao contrário do que toda a gente pensava, ele não tinha mesmo desaparecido. Apenas foi mal tratado, e regressou logo que alguém soube cuidar dele...

 Agora que tudo - quase tudo - voltou, tem que ser para ficar...  

Ah... Já me esquecia: o jogo foi em Moreira de Cónegos, uma capelinha (uma miniatura da Catedral), e  ficou em 6-1. A máquina continua a fazer golos. Muitos e bonitos!

 

30
Dez15

Como é que se diz em machadês cretinos de estimação?

Eduardo Louro

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Decididamente Rui Vitória não se consegue livrar do fantasma de Jesus. Não lhe faltava mais nada: agora ainda tinha de lhe sair na rifa o Manuel Machado, a quem o outro, entre cretinos e vinténs, já tinha dado a volta

Agora é que não há volta a dar: tem mesmo que ligar ao seu antecessor e perguntar-lhe com quantos dedos é que a coisa se resolve.

29
Mai15

Bonita, mas rebelde... a sexta.

Eduardo Louro

 

Fez-se difícil, a sexta. Quis trocar as voltas... Já vinha de trás. Trocou as voltas nas meias finais, quando estava tudo preparado para receber o Sporting, e afinal apareceu o Vitória de Setúbal. Repetiu logo a seguir, quando para hoje se esperava o Porto e acabou por aparecer o Marítimo. Uma semana depois, e com propósitos diferentes...

Há uma semana tinha aparecido de pilhas bem carregadas. Gastou-as logo na primeira parte e depois acabou. Hoje o Benfica não lhe permitiu que repetisse essa primeria parte e bem cedo tomou conta do jogo, sucederam-se as oportunidades e o golo lá acabou por aparecer, quando faltavam menos de dez minutos para o intervalo.  Depois lembrou-se do jogo da semana passada, e das pilhas que então faltaram ao adversário, e com a expulsão do jogador Marítimo - que chegou meia hora atrasada -, a jogar contra dez, pensou que a sexta já lhe não trocaria mais as voltas.

Mas trocou. O Marítimo fez o empate e... foi o diabo. O Benfica acusou o golo e, claramente, desorientou-se. Valeu que faltava ainda muito tempo, o suficiente para que a equipa se voltasse a encontrar. Só que depois, fosse lá pelo que fosse, faltou um mínimo de eficácia. As oportunidades de baliza aberta sucediam-se a um ritmo só comparável à sucessão de faltas, muitas delas de grande violência, dos impunes jogadores do Marítimo. Que queimavam tempo, apostando nos penaltis para o desempate.

Até que à entrada dos últimos dez minutos Ola John acertou finalmente na baliza, fazendo o que Lima, Jonas e Maxi por tantas vezes não tinham conseguido fazer, acertando finalmente as contas com a sexta.

Bonita, muito bonita, mas demasiado rebelde!

 

02
Abr15

A Banda do Caldeirão e o Chauvinismo Insular

helderrod

O FC Porto foi eliminado da Taça da Liga permitindo que o Marítimo possa jogar a final com o seu Benfica. Na verdade, quem os vê a jogar com o Benfica numa passividade atestada pela paixão presidencial fica admirado com a atitude dos verde-rubros quando jogam contra o FC Porto. Ora, sabendo que esta coisa chamada taça se joga unilateralmente nas meias finais foi possível calcular aprioristicamente que a tarefa não iria ser fácil. Mas é logo na véspera que nos apercebemos que os insulares pretendiam agitar as águas, anulando o lugar do treino previamente acordado desrespeitando a Instituição FCP como se de uma equipa amadora se tratasse. Os puritanos acham que isso não conta nada, mas esses são os mesmos que ficaram muito zangados quando a selecção de 66 foi obrigada a andar de comboio...enfim. Depois, a Banda do Caldeirão que numa atitude chauvinista e premeditada se pôs a tocar incessantemente o Viva España no Estádio. Tudo o que escrevo vale o que vale, mas gosto pouco de engolir sapos. Sou assim. Acho que o penalty é extremamente discutível, mas o ilustres comentadores foram categóricos ao ignorarem a forma como o jogador do Marítimo provoca o contacto perante um Ricardo inexperiente e em desequilíbrio. Mas tudo bem. Foi inclusivamente um lance parecido na forma com o penalty arrancado por Mossoró na última presença do Porto na final deste canequito. Posto isto, este consenso nacional de que o Marítimo mereceu esta vitória não é corroborado pela minha pessoa. O Porto pode e deve fazer mais, mas fez o suficiente para vencer mais uma vez o Marítimo. Agora a banda do Caldeirão já pode tocar o "Cheira a Lisboa" em Coimbra e podem até todos fazer uma grande festa como daquela vez em que nos Barreiros todos celebraram a Utopia dos Portistas esperançosos com champanhe e espetadas.... Pode ser que assim seja. Cá estarei para ver sempre com a certeza de que o FC Porto é muito grande e não é por esta derrota menor que deitamos tudo a perder. A resposta categórica deverá surgir já no Dragão com o Estoril. Aí sim. Aí é verdadeiramente importante. Força, Porto! Contigo até ao fim!!!!! Hélder Rodrigues

11
Fev15

Sexta final. Em oito!

Eduardo Louro

 

O Benfica está na final da Taça da Liga. Pela sexta vez, em oito!

Era esperado o Sporting, mas quem apareceu foi o Vitória de Setúbal. Que apareceu bem, entrando bem no jogo. Melhor que a equipa que o Benfica apresentou, naturalmente menos rodada. E com Eliseu a continuar mal, Sílvio com pouco jogo e ainda menos confiança, e com o miúdo Gonçalo Guedes a não perceber que desta vez tinha entrado de início, e que não dispunha apenas dos habituais 3 ou 4 minutos para mostrar serviço.

Já a primeira parte ia a mais de meio quando o Benfica começou a jogar alguma coisa que se visse, e a ficar por cima do jogo. Mas só nos últimos 6 minutos chegaram os dois golos com que terminaria a primeira parte. Ambos de penalti, indiscutíveis. E o primeiro com direito a expulsão: igualmente indiscutível, o defesa do Vitória derrubou o Gonçalo Guedes que, depois de ter dominado a bola no peito, só tinha o guarda-redes pela frente.

Com 2-0  e a jogar contra 10, exigia-se que o Benfica projectasse a segunda parte à luz do jogo do próximo domingo, contra este mesmo adversário. Sabe-se com uma goleada pesa no jogo seguinte, e como pesa ainda mais quando o adversário é exactamente o mesmo. Mas foi o Vitória quem melhor percebeu isso, defendendo o 0-2 como se de um 0-0 se tratasse. 

Com os sadinos fechados lá atrás, com o regresso das bolas á trave - desta vez foram mais duas, uma das quais substituiu o que seria um grande golo do miúdo, que bem o merecia - e com mais um sem número de oportunidades desperdiçadas, o resultado acabou por ficar num 3-0 que não deixa marcas nenhumas para o importantíssimo jogo do próximo domingo.

Mas o objectivo era assegurar mais uma vez a presença na final da Taça da Liga. Festeje-se isso e o regresso de Rúben Amorim!

21
Jan15

Que jogador!

Eduardo Louro

 

Aí está Janeiro em todo o seu esplendor. Com uns ou com outros, na Liga ou na Taça da Liga, nada muda: o mesmo controlo do jogo, a mesma asfixia ao adversário… Não a mesma nota artística, naturalmente, mas na mesma nota artística alta. É este o Benfica que, ano após ano, nasce em Janeiro!

O Benfica discutia hoje em Moreira de Cónegos o apuramento para as meias-finais da Taça da Liga. O Moreirense teve o privilégio de jogar em casa este jogo decisivo, que teria de ganhar. E que naturalmente queria ganhar, mesmo que raramente o tivesse parecido. Durante os primeiros 15 a 20 minutos ainda pareceu que iria tentar discutir o jogo, a partir daí o Benfica tomou conta do jogo, encostou o adversário lá atrás e foi criando oportunidades de golo, umas atrás das outras, como vem sendo hábito.

Deu apenas para dois golos (ficou um penalti por marcar) - o segundo, em mais uma maldade da Sport TV, a ser roubado ao Derlei - para a continuar sem sofrer golos e para mais um show de Jonas. Que jogador!

Um dia destes temos aí o Peter Lim, com o Rodrigo pela mão e mais uns trocos, para o levar de volta para Valência…

 

14
Jan15

Um jogo que deu para tudo...

Eduardo Louro

 

Deu para tudo, este segundo jogo do Benfica na Taça da Liga, com o Arouca. Deu para goleada (4-0), e deu para bons bocados de excelente futebol, a deixar-nos sem dúvidas nenhumas que é mesmo Janeiro. Com os outros, ou com estes, regressou o tempo da nota artística... Deu - meio jogo, mas mesmo assim... - para Rui Fonte (pouco intenso, mas vem de uma lesão) e Gonçalo Guedes (a mostrar muito, mas também muita ânsia de mostrar)... Deu para mais duas baixas nas baixas, depois dos regressos de Salvio e Eliseu, hoje foi a vez de Sílvio e Sulejmani regressarem. E de que maneira...Deu também para mais uma lesão, em mais um central. Agora foi o César, que já estava a carburar...

E deu para uma grande exibição do Pizzi, de novo no papel de clone de Enzo, a deixar a ideia - já percebida na despedida da Champions, há um mês atrás - que, dentro do plantel, é quem melhor substitui o argentino. Se conseguir manter o nível desta noite, não restarão muitas dúvidas! 

31
Dez14

Ora aí está ela... De novo.

Eduardo Louro

 

Repetindo, embora, o resultado do jogo de despedida para Natal, foi bem melhor – pior seria difícil – esta exibição de regresso do Benfica. Teve alguns bons apontamentos, não muito constantes, é certo, e criou muitas – mais de uma dezena – oportunidades claras de golo.

Jorge Jesus apresentou – e muito bem, nesta altura do calendário outra coisa não faria sentido – uma equipa com os jogadores mais utilizados nesta fase da época, em que continuam de baixa muitos dos principais jogadores do plantel. De fora só ficou Gaitan (entrou para a segunda parte), porque Enzo, claro, já não conta, já está em Valência. E confirmou-se que não passou de boato aquela notícia do sucesso da clonagem no laboratório de Jesus. Não há hoje dúvida nenhuma que o processo falhou, e Pizzi não é mais a opção que pareceu tão óbvia naquele jogo de despedida da Champions. Hoje Jesus até o colocou na posição que era a iniciai de Enzo, o que poderá deixar a ideia que tudo terá de começar de novo. E de início. Por isso voltou a insistir em Talisca, que voltou a mostrar que não é aquela a sua praia. E depois em Samaris…

Mas não há volta a dar: desta vez não há Manel! E como o modelo é inalterável … desconfio bem que este Janeiro vai ser diferente dos anteriores…

Por agora o que conta é a Taça da Liga, onde, agora que já é uma competição que conta, o Benfica tem muito a defender. Por isso, depois do Sporting, ontem - no tal jogo do Bruno de Carvalho –, e do Porto hoje – em Vila do Conde, à conta de um penalti descaradíssimo (o Casimiro agarrou na bola e passeou com ela debaixo do braço pela grande área fora) que, no último minuto, o árbitro portista Rui Costa não quis ver - terem ganho, foi importante para o Benfica começar também a ganhar.    

 

08
Mai14

Um título para a história

Eduardo Louro

 

 

A primeira das três finais, de todas as que havia para atingir – não há mai nhuma –, foi para ganhar. As outras logo se vê…

Era a mais importante, porque era a primeira. Agora sim, é que já é a menos importante de todas. Se não fosse ganha, já se sabe como era…

E foi mais uma festa, que desta vez deixou Leiria em festa. Mais em festa, porque ali à volta corriam já as festas da cidade, a velhinha feira de Maio. Não sei se foi a festa benfiquista que alegrou a festa da cidade, mas sei que esta emprestou mais festa à final da Taça da Liga. À tão maltratada Taça da Liga que só o Benfica salva!

O jogo foi próprio de uma final, e também ele contribuiu para agarrar esta competição ao mapa futebolístico nacional. O Rio Ave apresentou-se muito bem preparado, teve tempo – e um técnico a confirmar méritos – para se preparar para defrontar o grande Benfica deste ano. Que, sem confirmar com uma grande exibição a brilhante época que está a fazer, jogou como se joga uma final que é para ganhar. Não há dúvida que desta vez não era treta que as finais são para ganhar!

E pronto. Esta foi uma final que, tendo já feito história, pode ainda voltar a fazê-la. Foi a quinta – em sete edições e em cinco presenças na final – vez que o Benfica conquistou o troféu. Uma história de pleno: cinco finais, cinco vitórias. E uma conquista sem sofrer qualquer golo, uma prova limpa, imaculada. Mas pode ainda vir a fazer história. É, para já, o segundo título da época, mas poderá ficar na história única de um pleno inédito! 

08
Mai14

Um senhor!

joaopaulo74

O JJ está um senhor.

Estou à vontade na análise porque defendi a permanência do Jesus no SLB no fim da época passada. Para o melhor e para o pior, o BENFICA foi construído à imagem e semelhança do JJ.

Se gosto do estilo? Se gosto dos erros? Se gosto da arrogância?

Já me irritou mais. Hoje continua a errar, mas consegue mostrar conhecimento, isto é, parece-me que ele sempre soube mais da bolinha que os outros, tinha era dificuldade em encontrar palavras para expressar o que lhe ia na alma.

Essa dificuldade continua, mas já todos o entendem melhor.

O que importa se a Alemanha ganhou três e não uma?

O que interessa saber se o BENFICA sofreu zero golos durante toda a Taça da Liga?

Passou ou não passou a mensagem?

É que às vezes fico com a sensação que o pessoal da blogosfera está à espera que o MISTER fale para eles.

E isso, meus caros, é impossível porque o JJ é um homem do POVO!

E, Mister, aqui, cara a cara: "Só contigo era possível ir final a final!"

Mai nada!

 

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