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Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

24
Fev15

Xeque Mate

helderrod

Neste complexo jogo sintético de xadrez e sem a Torre no meio campo, foi necessário mudar alguns peões. Com 4 peças portuguesas a estratégia de Lopetegui Kasparov, surpreendeu mas o recém chegado e titular Hernâni esteve muito bem! Sofreu inclusivamente um penalty descarado que mais uma vez ficou por marcar. Enfim...nada de novo neste campeonato. Contudo e após uma grande oportunidade ao cair do pano no primeiro tempo, na qual o Rei Jackson poderia ter marcado, foi fácil perceber que este jogo no Bessa não iria ser fácil. No segundo tempo, houve muitos momentos em que se podia alugar meio tabuleiro, porque as peças azuis e brancas estavam em terreno inimigo de uma forma permanente e constante.

Os Bispos Quaresma e Tello bem que tentavam furar, mas os petites distribuíam pancada da velha que passava incólume da alçada disciplinar. Entretanto surge o último quarto de hora e Lopetegui lançou a peça fulcral para empurrar os peões e vencer o desafio. Entra o Rei Brahimi para se movimentar tal como no xadrez, designadamente o deslocamento de uma casa na direção horizontal, vertical ou diagonal, desde que ela não esteja sob ataque adversário e assim Jackson (com ajuda de um peão) e Brahimi encerraram a partida com um brilhante e mais que merecido Xeque Mate. Parabéns, FC Porto pela luta incessante que nos mantém na esperança de aquistar o campeonato! Uma palavra também para o apoio incessante dos adeptos e da claque portistas (no qual tive o prazer de me integrar, revivendo momentos inesquecíveis como no tribunal das Antas). Valeu! Agora há que reunir as peças para domarmos os leões! Força, Porto! Hélder Rodrigues

31
Jan15

Paços foi acidente. Só isso!

Eduardo Louro

 

Entrando no jogo sem Talisca - dir-se-ia que poupado a um eventual amarelo que o pudesse retirar do jogo de Alvalade, não fosse ter entrado para jogar a última meia hora - e com Pizzi, cada vez mais em fase pirilampo, no seu lugar, o Benfica começou por não esconder a frustração e a inquietação da inesperada derrota de Paços de Ferreira. Que as sucessivas ocasiões de golo acabariam por mitigar e que, mais tarde, os dois primeiros golos acabariam por decidamente enterrar.

Ficou clara a sensação que Paços não passou de um acidente, com o Benfica, na despedida de Janeiro, a regressar às exibições de ... Janeiro. Jogadas de bom recorte, jogadores sempre em movimento, muita bola, muitas ocasiões, e apenas poucos golos. Muito poucos golos para tantas ocasiões criadas. Apenas três, dois na primeira parte e outro logo a abrir a segunda, na conversão de um penalti assinalado para punir uma falta sobre o Samaris cometida ainda fora da área. Que não compensou nada dois outros que o árbitro Hugo MIguel - mais um mau árbitro - deixou por marcar por faltas sobre o Lima!

Tivesse o Benfica aproveitado um terço das ocasiões criadas e estaríamos perante uma goleda das antigas. O Boavista fez dois remates. Ambos ao minuto 69: o primeiro, à baliza - com grande defesa de Júlio César - e o segundo, na sequência do canto consequente a essa defesa, muito por cima da trave. 

Fica um amargo de boca, e não é pela oportunidade falhada de uma goleada histórica. É pela estúpida lesão muscular de Júlio César, que o afastará, para já, de Alvalade. Lesionou-se a correr para uma bola que ia sair pela linha de fundo, junto à lateral. Não, não foi para evitar um canto. Para evitar um pontapé de baliza...

E já agora outro lamento: por que é não está já resolvida a situação do Maxi Pereira? Não é que se note em campo. É precisamente por isso!

22
Set14

Com mil raios e colinhos!

helderrod

Há noites assim. Muita tempestade, raios violentos e muita violência no relvado! 

A jornada desta semana não trouxe nada de novo quanto à equidade nos critérios. 

Com efeito, Maicon tem uma desnecessária entrada por trás e foi efectivamente bem expulso. Não tendo sido decisiva (até porque o Porto continuou a atacar incessantemente) a referida expulsão condicionou a próxima jornada! E o raio da fava tinha que sair a Maicon, central que tem estado impecável no eixo defensivo azul e branco...

Já na Luz esse incrível Enzo tem uma inacreditável agressão a um jogador do Moreirense, cuja barbaridade não é aconselhável a árbitros mais sensíveis, mas não viu o respectivo cartão vermelho permitindo que o benfica continuasse a lutar pelo empate. Mas o colinho não ficara por aqui. A queda de Lima na área com um alto nível de comicidade encerra num penalty inacreditável...Palmas para a competência deste mosqueteiro do apito que não hesitou em expulsar o pobre jogador do Moreirense, galgando triunfalmente para o mesmo com o segundo amarelo na mão...

Em suma, e para memória futura temos o Boavista, o Setúbal e agora o Moreirense na Luz com arbitragens altamente tendenciosas. E assim, levadinhos ao colo já se encontram sozinhos na tabela da verosimilhança, porque na verdade e sobretudo pelo jogo do Porto em Guimarães a classificação não seria esta.

Todavia, a arbitragem não é tudo e o Porto mesmo reduzido a dez manteve a intensidade e jogou bem. Não me parece que a rotação de vários jogadores do plantel tenha sido o factor condicionador do resultado. Destaco o jovem Ruben Neves que parece não saber jogar mal e que merecerá uma coexistência mais proeminente no onze titular.

Em suma, nem sempre é possível ganhar mesmo sendo bem melhores que o adversário e, depois da tempestade, virá Alvalade onde espero que não repita a pouca vergonha do ano passado onde se deu colinho ao leãozinho. 

 

Força, Porto!

Hélder Rodrigues

25
Ago14

O regresso ao Bessa

Eduardo Louro

 

 

 

Mal acabou o jogo pus-me a andar para o largo do mosteiro, onde The Gift, a jogar em casa, se aprontavam para um grande concerto, provavelmente o melhor de sempre. Lá fui a correr, e de lá venho, de alma cheia.

Por isso deixo aqui apenas quatro notas sobre o jogo que marcou regresso do Bessa como grande palco do futebol indígena, e que o Benfica ganhou por um escasso golo e com alguma dificuldade.

A primeira para dizer que nem pareceu que o Boavista esteve fora estes anos todos. Estava tudo no mesmo sítio, como se ninguém tivesse mexido em nada, e nada tenha mudado: pontapé para a frente e canela até ao pescoço …  

A segunda para dizer que o árbitro Marco Ferreira foi mais uma nomeação cirúrgica. Chegou a dar para prever o pior, que acabou por não acontecer, mesmo que muita coisa errada tenha acontecido.

Depois para dizer que será muito difícil que uma equipa que jogue com Jara seja campeã onde quer que seja. Mas não o será menos difícil sem que Lima marque, um golo que seja. E não se está bem a ver quando é que isso poderá acontecer!

E finalmente para pedir que acabem de vez com a estória do Enzo Perez. Não é só porque já cheira mal… é que, do outro lado, o Jackson Martinez continua a jogar. E a marcar. E a resolver os jogos, todos a fio… Se todos sabemos que a situação de ambos é idêntica, e que irão os dois ao mesmo tempo e para o mesmo sítio, não se percebe por que é que, entretanto, um joga – e de que maneira, resolve tudo – e outro, o nosso, não!

Não queria dizer mais nada, eram mesmo só estas quatro notinhas. Mas tenho que também ter uma palavra para o treinador adjunto do Boavista (mas principal no papel, porque o Petit é o treinador de factum, mas não o pode ser de jure), Daniel Silva de seu nome: quem fala assim não é gago, mas também não sei o que é…

 

29
Dez12

O irreal social

Dylan

 

Apesar de ter sido na presidência de João Loureiro que o Boavista conquistou inúmeros êxitos desportivos, também não deixa de ser verdade que foi na sua batuta que o clube esteve envolvido e condenado no caso "Apito Final", onde foi relegado a descer de divisão.  Por isso, não se percebe o seu regresso através de acto eleitoral, a comiseração de milhões de dívidas acumuladas e a consequente autoflagelação dos sócios daquele emblema. É surreal, é o irreal ideal social popular do futebol!

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